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Archive for janeiro \31\UTC 2017

Vem ai a Mega-apresentação Teatral Vegana

31 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

solua-plantandoVem ai a Mega-apresentação Teatral Vegana!

Solua, o vampirinho vegano
(esquetes ensinando o veganismo em linguagem simples, apresentadas simultaneamente em diversas cidades brasileiras, com gincanas e sorteio de brindes para as crianças)

EVENTO GRATUITO

No início de fevereiro (3/2 a 10/2) acontecerá a mega-apresentação teatral vegana, batizada de TV Teatral porque, semelhante aos programas televisivos, estará disponível ao público em diversas cidades brasileiras. De forma simultânea, diversos grupos e companhias teatrais apresentarão esquetes do Vampirinho Vegano, de autoria da vegana Lou de Olivier, com gincanas e sorteio de brindes para as crianças. Esta mega-apresentação acontecerá do dia 03 ao dia 10/02/2017 em diversos horários e pode ser vista de forma presencial nas cidades participantes ou pela Internet acompanhando pelo site oficial que é: http://soluavampirinhovegano.com.br

O projeto de Lou de Olivier existe desde 2010 e já passou por diversas produções desde contação de história até desenhos em animação 3D. Vale lembrar que todas estas produções foram feitas por Lou de Olivier sozinha sem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso, apenas com a intenção de melhorar o mundo em que vivemos. O que diferencia o vampirinho vegano é que ele aborda o veganismo sob vários aspectos. O texto inicial “Plantando uma nova consciência” mostra a necessidade de perceber os animais como seres com vida e sentimentos que merecem respeito e dignidade, mas mostra também que deixar de ingerir carne e derivados de animais não é um sacrifício como parece aos leigos. A comida vegana é saborosa, nutritiva, faz bem aos seres humanos e ao meio ambiente. Na sua inocência, mas com muita determinação e bons argumentos, Solua o vampirinho vegano convence a todos sobre os benefícios do veganismo para humanos e animais.solua-ouvindo (1).jpg O segundo episódio é tocante, intitulado “Ouvindo os animais” mostra o vampirinho conversando com a vaquinha, o porquinho e a galinha e eles relatam como se sentem sendo comida para os humanos…

Nesta mega-apresentação, a esquete será um resumo do primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” e a ideia é fazer, em continuidade, esquetes também do segundo episódio. Na sequência, alguns grupos poderão entrar em temporada outros poderão fazer animação de festas e/ou apresentações de esquetes em escolas.

Por enquanto, os artistas participam gratuitamente e Lou de Olivier arca sozinha com as despesas com brindes (cartilhas, camisetas), divulgação, etc. E os apoios culturais são apenas no empréstimo de salas de exibição/apresentação ou alguns equipamentos, mas se alguma empresa vegana se interessar em apoiar o projeto, será muito bem-vinda!

Nesta primeira fase participam as cidades de São Paulo – SP, Aparecida – SP, Itanhaém – SP, Fortaleza – CE, Campo Grande – MS e Rio de Janeiro – RJ. E a intenção é ampliar para outras cidades no Brasil e até outros países.

A programação já está sendo definida e pode ser consultada no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br

Também é possível acompanhar os ensaios e apresentações dos vários grupos e companhias teatrais pela Internet neste link direto: http://vampirinhovegano.comunidades.net/mega-apresentacao-teatral-vegana

 

magapresentacao_vampirinhovegano

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Os gatos e o Autismo – Ótimo artigo sobre o tema.

20 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Este artigo traz informação a respeito da semelhança e identificação das crianças autistas com os gatos e vice-versa. E explica em linguagem simples como funciona esta identificação. no mesmo artigo,ao final,, são indicadas leituras complementares Vale a pena conferir acessando este link:  http://multiterapia.loudeolivier.com/Gatos-e-o-Autismo.php

Dislexia e Dislexia Adquirida: nem tudo que se divulga é correto! Informe-se!

19 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Há anos tem sido divulgados uma série de mitos (equívocos) sobre Dislexia e isso torna não só o entendimento falho como confunde os leigos e até os profissionais que tratam o distúrbio. Eu, Lou de Olivier, há quarenta anos dedico-me a elucidar este tema e trago aqui neste pequeno artigo, a explicação dos três principais mitos mais divulgados sobre a Dislexia.

Há alguns meses um programa de TV entrevistou supostos especialistas abordando Dislexia. Na sequência muitos outros programas de TV passaram a abordar o tema e os vídeos na Internet viralizaram. Isso continua repercutindo de forma negativa pelos diversos equívocos que divulgaram…

Leia este artigo na integra, clique aqui, ou se preferir, assista ao vídeo:

Vó Dora – por um doce compartilhar

18 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Em 1997 quando acessei a Internet pela primeira vez, só havia um provedor, o UOL (Universo Online). Havia também o Zaz (que acabou virando Terra), mas o UOL parecia mais confiável, por isso, o escolhi. Meu plano dava direito a uma única página como site e eu a publiquei com meus dados, uma foto e um pequeno artigo. No início eu utilizava a Internet apenas para complementar minhas pesquisas sobre anoxia perinatal/hipoxia neonatal. Eu estava em fase final de pesquisas práticas e já a havia fundamentado em livros impressos e confesso que não encontrei muito na Internet, mas serviu para me familiarizar com o sistema. Terminada (e fundamentada) a pesquisa, eu a enviei para ser publicada em alguns sites educacionais e agora era hora de defender minha ideia/tese e, na sequência, fui voluntariar numa clínica de dependência química. Com todas essas atividades, em áreas tão divergentes, a minha Internet ficou esquecida até final de 1998.

Foi no final de 1998 que voltei a me conectar e só então pude explorar mais os recursos da Internet.

Era uma grande diversão acessar os chats e outros serviços oferecidos. E o mais interessante, muitas vezes, acessávamos chats do Zaz, mas o UOL também já oferecia alguns chats bem interessantes. Passei um mês conectando-me o dia todo e participando de chats e fóruns, até que veio a conta telefônica. Naquela época era Internet discada e a minha conta veio astronômica. Tive que negociar a dívida e passei a conectar só para baixar e-mails e os lia em off…

Mais alguns meses e um amigo poeta descobriu a “novidade”. A conexão após a meia-noite contava como um só pulso telefônico, ou seja, podíamos conectar a partir da meia-noite e teclar até as seis da manhã que só gastaríamos um único pulso… Ah, foi uma festa! Passei a escrever artigos e publicá-los no meu site e também em portais nacionais e internacionais. Descobri alguns sites de hospedagem gratuita, entre eles, o GeoCities, o Tripod e o HPG. Primeiro eu criei diversos sites e os publiquei com diversos endereços e, na sequência, criei um portal imenso, eu mesma fiz todas as 300 páginas, depois de um curso de oito horas de Dreamweaver. E, depois de lutar umas 48 horas, consegui colocar no ar meu mega portal (que existe até hoje com outras hospedagens pagas) ,

A atividade que eu mais gostava era o fórum de poesia. Passávamos todas as madrugadas teclando, fazendo poesias, trocando mensagens… Agora já estávamos no ano 2000 e eu participava de vários fóruns de poesia. Foi num desses fóruns de poesias que conheci o Marc Fortuna. O fórum era constituído por poetas do Portal Blocos, Leila Miccolis, Uhracy Faustino e outros grandes poetas e amigos que se reuniam todas as noites para poetar… Nós trocávamos elogios, fazíamos poesias coletivas e até chegamos a agendar alguns encontros presenciais dos poetas participantes, mas não se concretizaram e o contato continuou só pela Internet mesmo.

Não lembro bem a data, só sei que foi em 2001, notei as poesias do Marc dedicadas à sua avó Dora. Ele postava todas as noites e fiquei sabendo que a avó dele estava internada num hospital em São Paulo – SP – Brasil. Ele morava na Inglaterra…

Certo dia, ao ler uma linda poesia que ele postou, eu comecei a pensar:

– De que adianta esse rapaz escrever poemas tão lindos se a avó dele está internada e não tem acesso a eles?

Então eu o contatei e perguntei se ele gostaria que eu imprimisse os poemas e fosse ao hospital lê-los para a avó dele. Ele pareceu emocionado quando respondeu com uma pergunta: se eu faria mesmo isso, afinal ele era um desconhecido. Eu garanti que faria, não importava que fosse um desconhecido, era alguém que sofria pela ausência e doença da avó. Não me custaria nada fazer algo para amenizar este sofrimento…

Ele autorizou-me a imprimir os poemas e, assim que pude, fui ao hospital. Quando falei para a enfermeira que leria algumas poesias para a vó Dora, ela vibrou. Disse que amava poesias, se poderia ouvir também. Eu concordei. Ela ajudou a vó Dora a sentar-se e as duas ficaram ouvindo minha leitura. A companheira de quarto da vó Dora também pôs-se a ouvir. Uma enfermeira que passava pelo corredor, ouviu e também entrou no quarto. Quando terminei a leitura, já havia uma “plateia” de quatro pessoas. No segundo dia, quando entrei no quarto, a vó Dora já estava sentadinha esperando e, ao lado dela, não só as quatro ouvintes do dia anterior, mas também outras pacientes e enfermeiras. Foi assim que, no terceiro dia, o quarto mais parecia um teatro com lotação esgotada e eu uma grande atriz declamando belos versos.

Quando terminei a leitura, uma das enfermeiras suspirou e comentou:

– Que amor desse neto pela avó, meu Deus! E que pena ele estar tão longe…

Outra enfermeira disse:

– Pode estar fisicamente longe, mas com este anjinho aqui trazendo e lendo as poesias dele, ele fica mais perto da avó…

Emocionada, eu me levantei e já me encaminhei à porta, dizendo:

– Bem, agora o anjinho tem que atender outra ocorrência…

– Por quê não fica para encontrar a família dela? Eles perguntaram por você.

– Perguntaram? O quê perguntaram?

– Nós comentamos que você tem vindo aqui ler as poesias e a dona Dora está até melhor, mais disposta. Disseram que querem te conhecer.

Meio desconcertada eu saí dizendo que numa outra hora eu os esperaria. Só neste dia eu me dei conta do que estava fazendo. Eu ia ao hospital, lia os poemas, saia, escrevia ao Marc relatando como a avó dele estava e não percebia que estava invadindo a privacidade de uma família que eu nem conhecia. E se não gostassem de mim? E se nunca nos conhecêssemos? Na verdade eu pensava em ler os poemas e só. Confesso que me espantei com o fato de podermos nos conhecer um dia.

Fui ler os poemas por mais dois dias e consegui sair sem ninguém da família me ver. Mas, no sexto dia, a mãe do Marc chegou antes do horário. Eu ainda estava no quarto quando ela entrou. Ela apresentou-se e me agradeceu pelo que eu estava fazendo. Respondi que nem precisava agradecer, estamos aqui neste planeta pra ajudar uns aos outros… Logo estávamos conversando como amigas e eu me senti bem com eles.

Neste dia iniciamos uma grande amizade. O Marc veio ao Brasil, justamente para ver a avó que tinha tido uma espécie de recaída. Nos conhecemos pessoalmente. Ele me trouxe alguns presentes, me agradeceu muito pelo que eu fazia pela Vó Dora e devo confessar que foi uma das poucas pessoas que me agradeceu. Eu já estava tão acostumada com ingratidões, que até espantei-me com tanto carinho dele e da família dele comigo. Cheguei a ficar uns dias no sítio da família e tenho grande carinho por todos. E o Marc visitou meu Espaço Cultural aqui em São Paulo. 

Infelizmente a vó Dora faleceu naquele mesmo ano, mas a grande amizade que construímos e as boas recordações seguem até hoje. Achei que deveria escrever este relato. É uma homenagem à nossa bela amizade e uma recordação de um tempo em que a Internet era um local agradável em que conhecíamos pessoas de bem. Hoje em dia, ao menos para mim, tornou-se insegura. Recentemente passei por apuros ao estender a mão a algumas pessoas e acho que a Internet não é mais a mesma. Por isso valorizo tanto as pessoas, como o Marc Fortuna e família. Pessoas de bem que quero ter sempre em meu círculo de amizades.

Mega-apresentação teatral vegana publicada em 35 portais/blogs confira!

8 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Assista ao vídeo inicial e conheça quem já está participando deste megaevento

 

Mega-apresentação teatral vegana, noticiada em 35 (trinta e cinco) portais/blogs, incluindo Portal Terra, Agência O Globo e The São Paulo Times. Confira! http://vampirinhovegano.comunidades.net/solua-na-midia

Vampirinho Vegano numa mega-apresentação teatral. Confira!

4 de janeiro de 2017 4 comentários

louvampirinhogincanaO primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano estreou no Teatro do Ator em São Paulo – SP – Brasil, em março de 2015 e teve curtíssima temporada…

As apresentações da peça teatral ficaram temporariamente interrompidas, mas o projeto continuou a todo vapor com diversas contações de histórias em eventos veganos, lançamento de camisetas e gincanas do vampirinho vegano, mais duas aventuras em e-books/cartilhas e quatro resumos de episódios em animação 3D que estão no youtube. E,  atualmente, Lou de Olivier está coordenando a produção de um mega evento teatral com esquetes do vampirinho vegano…

O projeto todo tem  caráter filantrópico e de ação socioambiental e animal. E o principal objetivo é e sempre será levar o veganismo consciente a todos que pudermos alcançar. Lembrando que a renda conseguida com a venda dos e-books e camisetas é doada aos cuidadores de animais abandonados. Quanto a mega-apresentação teatral, acontecerá com entrada franca e todos são bem-vindos a participar. 

A data desta mega apresentação será agendada em breve e os ensaios já estão se inciando em diversos pontos do Brasil. Isso mesmo, será uma mega-apresentação teatral com vários atores, duplas e Cias Teatrais em todo o território nacional. Cada Cidade/Estado terá um elenco e um(a) diretor(a) independente mas todos ligados numa mesma intenção: despertar em todos, o amor por todos os tipos de vida, o respeito à natureza, ao próprio corpo, incentivando uma alimentação mais saudável e um maior entrosamento entre humanos e animais. 

Confira alguns comentários de artistas profissionais e amadores que já estão participando:

louvamp

“Estou neste planeta a serviço do Eterno, tudo que faço é para ajudar as pessoas e melhorar o mundo. Essa é a essência da vida, ser útil ao Universo. O vampirinho vegano é uma forma teatralizada de ensinar uma nova consciência de vida que é essencial à sobrevivência humana e preservação de todas as espécies. Não é só alimentação, é nutrição, é convivência pacífica, é cultivar e preservar de fato a natureza. É a real Paz entre todos os seres. E estou feliz em perceber que muitos artistas tanto profissionais quanto amadores estão acreditando neste meu projeto. E, juntos, somos sucesso! O sucesso do bem!” (Ana) Lou de Olivier – Idealizadora e Coordenadora do Projeto Vampirinho Vegano. Lou também dirigirá o elenco de São Paulo – SP

me_silene“Já participei da produção com a Ana Lou de OlivierKabbalah, arte de receber e doar” e foi para mim extremamente gratificante! Agora eu me sinto muito honrada em poder participar desta mega-apresentação, levando uma mensagem de conscientização da importância sobre o Veganismo às pessoas. Agradeço você Ana Lou, por mais este convite, pela sua magnífica ideia e interesse em falarmos de tão nobre e necessário assunto nos dias de hoje. Meus parabéns e sucesso!!!”

Silene B. Silveira (Atriz).

me_gicelda

“Eu me sinto feliz, honrada, grata e ansiosa, pela oportunidade de poder participar deste megaevento que a Ana Lou de Olivier está organizando, pois acredito que um tema tão ecologicamente correto, que promete mais saúde física e mental para o ser humano e paz para todos (animais e humanos), deve ser amplamente divulgado!”

Gicelda Petrole (Atriz).

me_narciso

“Quando recebi a proposta para fazer parte do projeto teatral sobre o vampirinho vegano aceitei de pronto, primeiro porque acompanho todo o trabalho literário e também de dramaturgia da Ana Lou e sempre fui um admirador dos seus trabalhos. Além do que, esse é um projeto que ajuda a discutir um assunto de suma importância porque o veganismo não é só a questão animal que está em jogo, tem outras questões que precisam ser conhecidas pelo público em geral”.

Narciso Campos (Ator e Jornalista).

me_beth

“Nos sentimos honrados em participar de mais um projeto dessa mulher espetacular Ana Lou de Olivier, minha companhia ja apresentou o texto Três Contos que vou te contar (Cinderela que não era Bela porque era Branca demais) de autoria de Lou de Olivier e foi e continua sendo sucesso. Agradecemos a Lou por mais essa oportunidade.”

Beth Terras – Diretora da ADOTE – Cia Teatral Ator Domingos Terras .

me_danivalO que me motivou a participar deste projeto “Solua, o vampirinho vegano” é, por conhecer outros trabalhos de Ana Lou de Olivier, interessei-me no trabalho atual. Os textos “Eu inteiro, metade de mim” e “Os alienados” tem uma qualidade ímpar e ao apreciar o novo trabalho intitulado “Solua, o Vampirinho vegano“, pude ter uma sintonia ampla com a questão educacional. Como educador indico esta obra que trata de tema atual e de importância ambiental/animal de forma simples, objetiva mas muito criativa e atraente. Danival Mascarini (Ator e Professor de Artes)

me_marcia

“A montagem do esquete do texto teatral, Solua O Vampirinho Vegano, contará com a direção e atuação de Márcia Ribeiro e atuação de Felipe Ferreira. Esta é a segunda produção dramatúrgica de Lou de Olivier a ser encenada pela Cia Introspectus, após “Os Alienados”. Fazer parte deste megaevento nos faz refletir sobre os diferentes modos de vida, sobretudo, o lugar que ocupa ou deveria ocupar em nossas vidas cada ser vivo que compõe nossa biosfera. Trata-se de levar ao público, além de conhecimento sobre a prática alimentar vegana, a possibilidade de cultivar hábitos mais saudáveis e pertinentes à vida animal e ambiental. Lou é uma ativista incansável ao lutar por causas que acredita. Gratidão!!! Temos a honra de contribuir para este movimento. Márcia Ribeiro – Diretora da Introspectus Cia de Teatro

me_jaorish“Impossível não citar um grande colega de profissão e fã de meu trabalho. Durante muitos anos, ele lutou para conseguir levar-me à sua região (Palmares – Pernambuco – Brasil), organizou palestras e workshops meus, mas sempre esbarrou na falta de verba e falta de apoio dos órgãos públicos. E minha ida à sua região não se concretizou. Sempre que eu iniciava algum projeto, era um dos primeiros a inscrever-se e participar, mesmo pela Internet. Sei que, se estivesse nesta dimensão, hoje, também participaria ativamente. Mas tenho certeza que, onde está agora, deve estar participando, levando o meu projeto às estrelas e planetas e, formando uma galáxia teatral, com a direção segura do Eterno, tornando assim, o vampirinho vegano Universal!” Jaorish Telles (in memoriam) – citação de Lou de Olivier

Anoxia perinatal, momentos que decidem uma vida!

2 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Anoxia perinatal, momentos que decidem uma vida

Anoxia é a ausência ou diminuição da oxigenação no cérebro e pode ocorrer por vários fatores: afogamento, enforcamento e, em graus mais leves, até numa crise de rinite, bronquite ou qualquer fator que provoque a ausência de respiração. No recém-nascido, ocorre por fatores durante o parto e, por isso, leva o “sobrenome” perinatal.

Também conhecida como hipóxia ou anoxia neonatal, creio que o termo mais correto seja mesmo “anoxia perinatal”, pois significa ausência/diminuição da oxigenação cerebral durante o processo de nascimento.

Seja qual for a denominação escolhida, o importante é conhecer suas possíveis causas e tentar evitá-la ao máximo. Em primeiro lugar, como o nome já diz, a anoxia perinatal ocorre durante o parto, isso significa que também conta-se com o fator sorte, pois qualquer complicação neste momento, pode gerá-la. Mas, além disso, deve-se verificar os fatores que podem complicar o processo de expulsão do bebê, tornando o parto muito prolongado, por exemplo, ou impeçam a respiração normal da mãe e do bebê.

Em vista disso, a futura mamãe deve cuidar-se desde as primeiras semanas da gestação, abandonando vícios (cigarros, bebidas alcoólicas, drogas em geral), buscando uma alimentação balanceada, que deve incluir frutas variadas,  verduras, levando-se em conta alguns detalhes, como por exemplo: quanto às verduras, algumas são apontadas como desencadeantes de crises de rinite alérgica, tais como chicória e escarola. E, dependendo de cada caso, algumas mulheres podem ter alergias diversas ou intolerância a alguns alimentos que, de forma geral, não são causadores de alergias. Portanto, antes de estipular sua “dieta de gestante”, consulte um nutricionista ou outro profissional que possa orientá-la quanto a isso.

Apesar de não ser minha opinião, devo dizer que o melhor tipo de parto continua sendo o normal em diversas versões e posições, de acordo com a paciente, ambiente etc. Para que seja bem tranquilo, pode-se fazer (durante toda a gravidez), técnicas de relaxamento, dança, expressão corporal e até meditação. Estas técnicas poderão ser passadas à gestante por um bom Arteterapeuta ou um Psicoterapeuta que tenha treinamento em Artes. 

Mulheres com diabetes, hipertensão, anemia ou obesidade precisam de acompanhamento especial. E todas as gestantes, sem exceção, precisam fazer pré-natal, com visitas periódicas ao médico (ginecologista/obstetra), que acompanhará todo o processo de gestação.

Seguindo todas as recomendações, certamente, o parto terá tudo para ser bem-sucedido e será muito mais tranquilo, se for feito pelo mesmo médico que orientou o pré-natal.

Este artigo foi escrito em 2005 e, desde então tem sido publicado em diversos portais, sites e revistas impressas. Este tema é explicado em profundidade no Dossiê Anoxia perinatal por Lou de Olivier publicado na revista Psique edição junho/2013 – são 18 páginas abordando anoxia perinatal e dislexia adquirida. Também no livro “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem” – autora Lou de Olivier – primeira edição – WAK, o tema Anoxia perinatal/hipoxia neonatal é abordado em contraponto ao Autismo.

Saiba mais:

Acesse o site exclusivo sobre anoxia perinatal: http://anoxiaperinatal.loudeolivier.com/

Assista ao vídeo sobre anoxia perinatal/hipóxia neonatal: 

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