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Archive for março \30\UTC 2017

Dislexia, novo artigo de Lou de Olivier

30 de março de 2017 2 comentários


A Revista Psique número 133 (Cento e trinta e três)  publicou um especial sobre Dislexia contendo dez paginas, sendo que seis dessas páginas são assinadas por Lou de Olivier.  À Lou de Olivier coube a abordagem “Desvendando mitos sobre Dislexia” mostrando inclusive distúrbios que são confundidos com Dislexia como é o caso da Síndrome de Irlen e pode ser lido nas paginas 74 a 79. 

No especial são abordadas outras visões da Dislexia, porém chamamos a atenção do leitor para o fato de haver discordâncias já que são entendimentos diferentes da Dislexia. Como  Lou  de Olivier, além de pesquisadora, é também portadora de Dislexia Adquirida, tem um entendimento mais detalhado/diferenciado do distúrbio.

Houve também um pequeno erro na bibliografia que citou o e-book “Dislexia sem rodeios” de forma abreviada mas informamos que os interessados neste e-book podem acessar a loja virtual http://loudeolivier.com.br/ Há também indicação de dois livros “Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento”  e “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem”, clique aqui ambos de autoria de Lou de Olivier e editados por WAK Editora. Conheça estes livros, clicando aqui

Confira a capa desta edição e peça no seu jornaleiro ou acesse aqui

Acesse o site oficial da Dislexia Adquirida, clique aqui

LOU DE OLIVIER PROFERE PALESTRA MEMORÁVEL SOBRE VEGANISMO

23 de março de 2017 2 comentários

Operação Carne Fraca, o outro lado da questão

19 de março de 2017 Deixe um comentário

Existe uma tendência natural (ou proposital?) de se perceber sempre e apenas o lado ruim das situações. Esta forma distorcida da realidade tem sido plantada pela mídia há muitos anos. E conduz o público leigo a pensar sempre como se tudo fosse uma grande tragédia e não houvesse nenhum bem nos acontecimentos. Especialmente aqui no Brasil.


 A bola da vez é a “Operação Carne fraca”. Segundo a Revista Época (REDAÇÃO ÉPOCA

18/03/2017 – 14h59),De acordo com a Polícia Federal, ao menos 30 empresas produtoras de carne no Brasil adulteravam a data de validade dos produtos comercializados. Para mascarar a aparência e o cheiro ruim da carne vencida, eram usados produtos químicos – o ácido ascórbico, substância potencialmente cancerígena. As empresas também injetavam água nas peças, para aumentar o peso dos produtos, e acrescentavam papelão no preparo de embutidos. As carnes chegavam aos supermercados graças ao pagamento de propina a fiscais do Ministério da Agricultura, que afrouxavam a vigilância. Nem sempre a propina envolvia dinheiro – até mesmo caixas de carnes, frango e botas foram dadas como forma de pagamento pela vista grossa das autoridades”.

 A matéria segue com diversas informações, no mínimo, dúbias mas vamos analisar esta primeira sequência: Sobre a questão da carne vencida, mascarada e o papelão nos embutidos (que por sinal, não é só papelão, há muitas outras substâncias nos embutidos que fazem o papelão ser apenas um detalhe)… Esta não é uma nova informação. Eu soube disso há uns quinze anos, quando tornei-me ovo-lacto-vegetariana (sujeita a recaídas) e desde então passei a divulgar informações. Ao me tornar vegana em definitivo, em 2010, criei o site Ana Vegana, o Projeto Solua Vampirinho Vegano e intensifiquei as publicações e divulgações de forma multimídia. Assim como eu, inúmeras pessoas conscienciosas escrevem artigos, falam em entrevistas e o que espanta não é a recente “descoberta” amplamente divulgada pela mídia e sim o fato do público só agora tomar conhecimento disso.

O que faltou para este mesmo público saber disso muitos anos antes? Faltou o público ler mais, se informar mais e, acima de tudo, parar de esperar a “grande mídia” noticiar. Infelizmente, a maioria só acredita no que a “grande mídia” divulga. O que os leigos não sabem é que a “grande mídia” só divulga o que é pago ou tem interesse direto ou até mesmo o que não bate de frente com os patrocinadores ou dirigentes. Por isso, dificilmente, se encontra uma informação dessas de imediato. Quando é divulgada já se passaram muitos anos e a divulgação ocorre quando já não se tem mais como consertar a situação ou não dá mais para esconder.

Outra análise que se faz necessária: Este fator de adulteração de datas é uma prática comum a inúmeros estabelecimentos, isso inclui supermercados, hipermercados e praticamente todos os grandes estabelecimentos que lidam com perecíveis. Cabe ao comprador estar atento e observar o que está comprando quanto ao aspecto, cheiro e outros detalhes e não se informar apenas pela data de validade.

Concordo que esta adulteração de datas é uma ação ruim dos estabelecimentos. Porém os veículos midiáticos esquecem (ou não tem interesse) em divulgar que diversas redes de supermercados tem duas ações que considero muito boas.

A primeira é oferecer alimentos fracionados, frutas, legumes e até verduras são escolhidos, retiradas suas partes estragadas e vendidas cortadas, ou seja, aproveita-se a parte boa do alimento e vende-se de forma mais barata em partes menores. Outra ação é que se pode encontrar em todas as seções, (alguns supermercados tem uma seção específica) produtos com data próxima do vencimento com descontos de até 50%. Isso deveria ser amplamente divulgado, mas não é porque o interesse é sempre mostrar o lado ruim de tudo. O que é bom só acontece no exterior, segundo a mídia, o que é um equívoco. Quem conhece e/ou tem contato com o exterior, sabe que por lá as coisas também não são tão maravilhosas. A diferença está na “venda da ideia” de que o exterior é um paraíso e o Brasil é um inferno quando, quem tem mais percepção sabe que o mundo está em crise, o planeta agoniza em todos os sentidos. E a questão está fora de controle para todos, não só para os brasileiros.

Finalizando este artigo que já está meio longo, tão logo se noticiou esta Operação Carne Fraca, surgiram inúmeras manifestações de veganos e vegetarianos satirizando os carnistas, rindo muito da situação de quem ingere carne. A única observação que faço é verifiquem o que vocês veganos e vegetarianos ingerem, invés de rir dos carnistas. Se um vegano ingere alimentos com agrotóxicos ou embutidos, congelados e outros alimentos industrializados e questionáveis, não está longe do que os carnistas ingerem. Além disso há questões que envolvem o clima, a escassez de água e de alimentos que está crescendo de forma assustadora, novas “doenças” que surgem justo por meios que deveriam curá-las… interesses manipulados por uma cúpula que busca poder e domínio do planeta a qualquer preço. E, já que não se pode alterar isso, porque foge ao nosso poder de decisão, a melhor atitude é entender tudo como bom e produtivo. No caso desta operação carne fraca, inúmeras pessoas se tornarão vegetarianas ou até veganas, ainda que pelo medo e asco. E isso será bom para elas, para o planeta e para os animais. Além disso, muitas outras “descobertas” serão divulgadas e isso também será bom para todos.

Vamos refletir sobre isso?

Saiba mais sobre veganismo consciente, acesse o site Ana Vegana, clique aqui

Conheça o Projeto Mutimídia Solua, vampirinho vegano, clique aqui

Newsletter março 2017

16 de março de 2017 Deixe um comentário

Entrevista: Entrevista (em vídeo) exclusiva de Lou de Olivier concedida ao programa TV Embelezar abordando Multiterapia, técnica terapêutica desenvolvida por ela desde a década de 80 e aprimorada até hoje.

Saiba mais, clique aqui

Artigo Bullying (incluindo três vídeos): Liberado artigo antigo, mas ainda atual sobre bullying sofrido por pessoas com alguma deficiência física ou intelectual e como proceder nesses casos. O artigo original foi publicado pela Revista Sentidos – Edição 73. Leia-o, clicando aqui 

 

Curso Multiterapia: Vem ai uma nova e especial turma de Multiterapia, a novidade é que, agora o curso está reformulado e os dois primeiros módulos podem ser cursados por qualquer pessoa que queira se autoconhecer e viver em plenitude. O terceiro módulo é reservado aos profissionais de terapia que querem atender seus pacientes com a técnica de Lou de Olivier. Interessados, cliquem aqui e nos contatem  solicitando mais detalhes.

Artigo completo mitos sobre Dislexia (incluindo três vídeos). Vale a pena ler e ver (ou rever) estes vídeos.  Clique aqui

Saiba mais sobre Multiterapia: http://multiterapia.med.br/

Saiba mais sobre Dislexia Adquirida: http://dislexiaadquirida.com/

Lou de Olivier em entrevista exclusiva TV Embelezar

15 de março de 2017 Deixe um comentário
Entrevista de Lou de Olivier para TV Embelezar abordando Multiterapia em
tratamentos de Distúrbios de Aprendizagem e/ou comportamento, diferença
entre Multiterapia e Multidisciplinar e outros temas correlatos.
Confira! Dúvidas ou comentários, contate-nos, clique aqui

TV Embelezar – 2017-03-15 – Lou de Olivier from TV Embelezar on Vimeo.

O VAMPIRINHO VEGANO DE LOU DE OLIVIER AGORA É INTERNACIONAL

11 de março de 2017 Deixe um comentário

Além de e-books, cartilhas, desenhos animados, camisetas e peças teatrais já lançados em Português, agora Lou de Olivier inova lançando o primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano traduzido para o Inglês. O projeto todo é filantrópico, não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso, busca plantar uma nova consciência socioambiental e animal e tem renda doada aos cuidadores de animais abandonados. Confira!

 

O Projeto já é bem conhecido há anos e, logo após o sucesso da Mega-apresentação Teatral Vegana que levou o texto “Plantando uma nova consciência” na forma presencial a seis cidades brasileiras e de forma online para o mundo, agora inova mais uma vez.

O primeiro episódio foi traduzido para o Inglês e já está sendo lançado em formato e-book (livro online) com exclusividade, pelo site Amazon. O enredo já é conhecido pelas crianças e adultos brasileiros, mas está sendo grande novidade para as crianças e adultos que falam e leem em Inglês. “Solua, the little vegan vampire” tem a mesma sequência do português. Ele começa comendo muitas frutas no supermercado, vai parar no sítio do Senhor Soom, se envolve com uma tribo de índios e acaba convencendo a todos sobre os benefícios do veganismo para humanos e animais. Destaque também para o gatinho “Miau”, que também vira vegano e até aprende a falar. Em Inglês ele se chama “Meow”. Assim como a renda dos e-books em Português foi doada a cuidadores de animais abandonados e deficientes intelectuais, a renda dos e-books em Inglês também será doada e, se houver uma boa venda dos e-books, a renda também poderá ser usada para a continuidade do projeto que não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso.

Aliás, vale frisar que Lou de Olivier até o momento, não obteve nenhum lucro financeiro neste projeto. A maioria dos materiais, assim como apresentações, tem sido grátis e a renda que entra do pouco que é vendido é investida em rações, medicamentos e outros recursos em auxílio aos cuidadores de animais abandonados. Portanto, este não é um trabalho comercial e não visa lucro financeiro. A atuação é, de fato, plantar uma nova consciência socioambiental e animal, buscando a paz para todos os seres vivos.

A ideia é, em breve, traduzir também o segundo episódio para o Inglês e o primeiro episódio para outros idiomas. Lembrando que o segundo episódio ainda é desconhecido do grande público. Nele, Solua encontra-se com alguns animais como a vaquinha Zuleite, O porquinho Oinc Oinc e a galinha Gigi e, entre muitas aventuras, eles contam como se sentem sendo usados como alimentos dos humanos. Há também uma cena tocante quando Solua encontra um peixinho à procura de sua mãe e precisa contar a ele que ela foi “pescada” pelos humanos e ele agora é um órfão.

Os textos são de autoria de Lou de Olivier e a revisão na tradução é de Erasmo de Oliveira.

Adquira o e-book em Inglês, clicando aqui

Adquira o e-book em Português, clicando aqui

Saiba mais detalhes no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br

Neste site também é possível assistir quatro episódios em desenho animado (animação 3D), vídeos de apresentações teatrais e muitas novidades.

A média na mídia!

11 de março de 2017 Deixe um comentário
Lou de Olivier, aos 4 anos, recebendo o 1º troféu TV Excelsior. Revista São Paulo na TV

Lou de Olivier, aos 4 anos, recebendo o 1º troféu TV Excelsior. Revista São Paulo na TV

Apesar de ser pioneira da TV brasileira, ser a primeira criança no mundo a gravar um vinil com dois anos e nove meses e lançá-lo aos três anos de idade e, na fase adulta ter me tornado muito conhecida como Multiterapeuta e Dramaturga, ainda assim, enfrento diariamente uma grande luta para conseguir divulgar um release ou alguma nota, geralmente de utilidade pública em emissoras de TV, rádio e/ou jornais/revistas. Principalmente quando o tema vai de encontro a uma série de mentiras que são plantadas com “jabás”.

Para quem não sabe, jabá é uma abreviação de jabaculê. Iniciou-se na indústria da música denominando uma espécie de suborno que as gravadoras pagavam aos programas de rádio para executarem determinadas músicas. Há muitos anos passou a designar uma “exposição na mídia em troca de dinheiro” ou até mesmo uma definição de “suborno”. E, pasmem os leitores, isso não ocorre somente no meio artístico, isso ocorre em diversas áreas até mesmo em publicações científicas.

Por isso, é tão raro ver algo meu publicado e, quando isso ocorre, podem ter certeza de que foi publicado gratuitamente e contém verdades que não se compram nem se vendem. Porque não aceito pagar para publicar o que quer que seja.

E me espanto com a rapidez com que a Internet consegue “plantar” mentiras e equívocos que, antes demoravam um bom tempo para virem à tona, já que tudo deveria passar por um “processo de publicação”. Hoje qualquer pessoa pode criar uma conta grátis de e-mail, criar um site ou blog também grátis e sair atirando a todos os lados e publicando o que lhe vem à cabeça sem censura e sem medida do que está fazendo. Especialmente aqui no Brasil isso é cada vez mais comum. Nem tanto na Europa que não tem nada grátis, apesar de Bruxelas já estar prometendo Wi-Fi grátis a partir de 2020 e existirem “chips” pré pagos que mantém viajantes conectados em toda a Europa, a grande maioria dos usuários paga muito alto para estar conectado, por isso, há um filtro natural. Afinal, ninguém vai pagar uma pequena fortuna para plantar mentiras ou disseminar boatos, embora haja gente assim, são mais raras quando precisam pagar caro por isso… Já no Brasil…

No mercado dos livros então, desde que surgiram os e-books, qualquer pessoa pode escrever, formatar e sair vendendo seu próprio livro, independente da quantidade de abobrinhas que tenha a dizer (ou escrever). E isso ocorre em nível mundial, já que publicar e-books grátis está ao alcance de qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

Neste ponto sou obrigada a assumir minha responsabilidade não só por ter sido pioneira da Internet no Brasil, mas por ter, em parceria com meu irmão, inventado o “livro virtual”, ainda na década de oitenta/noventa. Nós tivemos a brilhante ideia de gravar histórias, artigos e até mesmo um livro (de nossa autoria, fique bem frisado) em disquetes e vender os disquetes como “livros virtuais”. Imediatamente fizemos um magnífico release e saímos divulgando aos quatro cantos do mundo. O símbolo da campanha era uma barata roendo um livro de papel e nossos argumentos eram fortes, afinal, um livro virtual nunca seria “roído”, era o futuro da Literatura…

Mal sabíamos nós que seríamos literalmente roubados em nossas ideias, e que estávamos iniciando uma verdadeira febre de escrita que passou a ser publicada em apenas alguns cliques. Como nunca registramos nossas ideias, ficamos sempre só com a lembrança de ter feito algo com ótima intenção e que, quase sempre, acaba sendo usado de forma errada ou até mesmo malintencionada por pessoas que não tem outro objetivo que não seja ganhar dinheiro ou fama (ou os dois, porque não?).

Free Picture: Red CarpetID: 7065204 © Dmitry Sunagatov | Dreamstime Stock Photos

Free Picture: Red CarpetID: 7065204 © Dmitry Sunagatov | Dreamstime Stock Photos

Ainda sobre a Internet, não demorou para surgirem os vídeos, clipes, os “vídeos-clips” e uma grande quantidade de gravações e filmagens “extraoficiais” que “fabricam” , diariamente, novos “astros” , “estrelas”, “celebridades”. Isso me lembra um acontecimento quando resolvi usar meu canal do YouTube (que antes era usado só para armazenar minhas entrevistas e participações em TV) para gravar vídeos independentes. Assisti a alguns vídeos do tipo, “como trazer público para seu canal” e, ao comentar um vídeo que gostei, recebi a resposta “Que bom que gostou, fico muito feliz em ter sido assistido por uma apresentadora de verdade”… Ué, pensei eu, os vídeos do YouTube são criados por “apresentadores de mentira?”… 

Em meio a tudo isso, diariamente surgem “celebridades” que se misturam aos “BBB” da vida e ninguém mais sabe quem é quem. Estou afastada dos eventos artísticos, mas quando raramente vou a um, noto a grande quantidade de “ninguéns” sendo tratados como celebridades porque apareceram em algum vídeo viral ou algo assim… Aliás, o próprio termo “celebridade” já é questionável, afinal, a definição é “uma pessoa amplamente reconhecida pela sociedade. A palavra deriva-se do latim celebritas, sendo também um adjetivo para célebre, que quer dizer famoso, celebrado“. Ai vem a questão, celebrado por quê? Encontrou a suposta cura do câncer? Mudou o rumo da humanidade com suas descobertas? Fez um vídeo viral sobre o desprezo que sua avó me deu? Ou será que pagou um grande jabá para “plantar” uma série de “feitos” que não fez de verdade? Ou para martelar uma sofrida música ou uma interpretação irrisória (ou qualquer ato sem relevância) até todos começarem a julgá-la o máximo?

Isso tem ocorrido no veganismo, por exemplo, inúmeras “celebridades” se apresentando como “veganas” quando sabemos que não o são. Apenas perceberam o grande “ibope” que conseguem ao se declararem “veganas”. Aqui entram também pessoas comerciantes que perceberam, no veganismo, uma ótima fonte de renda e passaram a vender alimentos e produtos veganos, sem sequer serem veganos. Recentemente, li um depoimento de um rapaz que dizia ter trabalhado em restaurantes veganos cujos donos são carnistas,… Mas como assim? Confesso que me espantei com esta informação. Isso tem sido comum dentro do veganismo. Posicionar-se como vegano apenas em busca de fama ou dinheiro. (ou os dois, porque não?). A repetição deste questionamento foi proposital.

Aliás, o veganismo está tão enraizado no ego (ísmo) que nem dá para continuar pregando a paz entre todos os seres em meio a isso. Há alguns dias eu já declarei que estou modificando minha forma de me posicionar e, como sempre digo que sou “vegana ao cubo” nem posso mesmo me considerar vegana, já que não uso nem me alimento com praticamente nada do que se ingere no veganismo. Hoje posso me definir como uma herbívora naturalista que também é pacifista e busca a paz entre todos os seres. E lamento, profundamente, a competição que se instalou no veganismo. Na ânsia em ser o primeiro, todos empatam em último lugar…

Da mesma forma como o veganismo tem sido mostrado e assimilado de forma equivocada, há os que repassam fotos da China como se fossem de algum mosteiro italiano, crianças deformadas necessitando de donativos, mas verificando bem, percebe-se que essas crianças nem existem ou já faleceram. Animais abandonados necessitando de cuidados ou donativos e que também não existem ou já foram adotados ou já morreram. E muitas outras mensagens e posts e artigos de algum “guru” ou pensamentos e reflexões atribuídas a grandes pensadores, mas que não o são…

Dificilmente isso mudará para melhor, a tendência, é aparecer mais gente cada vez mais deturpando as notícias até que algum “magnata” resolva desligar tudo e recolher a “bola” do jogo. E até que isso ocorra, só posso usar a frase famosa “me inclua fora disso”. Se não me falha a memória, essa frase foi criada pelos locutores do “Balancê”, um programa da Rádio Excelsior, criado pelo Osmar Santos na década de 80 para falar de esportes e que acabou sendo um humorístico onde atuou Fausto Silva (hoje conhecido como Faustão). Participei com meu irmão algumas vezes deste hilário programa, falando sobre nossa produtora a Manhattam Masana. Nosso slogan na nossa produtora era “Gente séria fazendo arte”… Bons tempos em que a criatividade era mais importante do que um alto cachê…

Consultarei meu departamento de assuntos aleatórios para confirmar se foi mesmo no Balancê que surgiu esta frase e confirmarei (ou não) aqui. O que precisa ser frisado é que esta frase não iniciou em nenhuma novela da Rede Bobo… Aliás, quase nada se iniciou em programas da Rede Bobo… Se insistem em afirmar isso, se deve a “dobradinha” povo com graves falhas de memória + muito jabá na mídia… Dá nisso!

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