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Conheça uma loja virtual (e-commerce) diferente!

11 de maio de 2017 Deixe um comentário

Conheça uma loja virtual (e-commerce) diferente! Imagine uma loja em que tudo é vendido a preços populares e a renda é toda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos!

Esta loja existe e já está em funcionamento há anos, porém só agora, está sendo divulgada. Ela faz parte de todo um projeto de vida de Lou de Olivier e sua família.

Uma família (Nardino Francisco de Oliveira e Lourdes Ressuto de Oliveira) começou há décadas várias atividades de ajuda ao próximo, sem interesse político ou econômico. São mais de setenta anos salvando vidas humanas e animais com atividades que vão desde atendimento/acolhimento, aulas e treinamentos gratuitos para população carente até acolhimento de animais abandonados, passando também por diversas ações de conscientização socioambiental e animal. com requintes de caridade. Lou de Olivier, filha do casal, em continuidade a grande obra implantada, faz diversas publicações científicas de importância mundial, mantém diversas atividades filantrópicas e abre mão dos seus direitos autorais de todos os e-books da loja, por isso, os preços podem ser bem acessíveis (a partir de R$ 3,00 já se pode adquirir um dos e-books). Em paralelo, Erasmo, o outro filho do casal, cuida das palestras sobre adoção consciente de animais e acolhe dezesseis gatos.

Contrariando a onda de violência e de egoísmo que vem tomando nosso pobre Planeta, em que nunca se sabe se os recursos doados serão realmente revertidos para ajudar a quem precisa, esta loja virtual é séria, os projetos sociais existem de verdade e cada centavo arrecadado se soma a tudo que esta família consegue através de trabalho duro, sempre encontrando tempo e recursos para estender a mão a quem muitas vezes chega até nós machucado e sem recurso algum. Em paralelo, também são executados projetos de educação ambiental, veganismo, respeito aos animais. Tudo sem apoio algum, sem campanhas de marketing e sem pirotecnia, apenas dezenas de boquinhas felizes com a ração de boa qualidade que recebem, além de carinho e conforto. E inúmeras pessoas beneficiadas com todas as publicações e ações de Lou de Olivier.

E o projeto está avançando, a ideia agora é, além de manter todas as ações já realizadas, reconstruir o teatro escola que a família manteve nas décadas de 80 e 90, com cursos e apresentações de Artes diversas, numa real inclusão social.

Acesse a loja, conheça esta nova forma de comércio e saiba que, ao adquirir qualquer dos e-books ou camisetas, estará colaborando com a continuidade de todas estas boas ações, além de ter contato com conteúdo de muito qualidade e informações preciosas em Educação, Saúde, romances, contos e poesias.

http://www.loudeolivier.com.br

Feliz dia das mães, com música e inocência de criança!!!

11 de maio de 2017 2 comentários

Desde 2003, quando foi publicada minha poesia (escrita em 2001) “À todas as mães” eu a divulgo todos os anos nesta época. Mas hoje, resolvi divulgar uma homenagem diferente às mães. Uma música bem antiga, dos anos 60, na voz de uma criança de apenas dois anos e nove meses (eu, Ana Lourdes de Oliveira, hoje conhecida pelo pseudônimo Lou de Olivier). Uma valsinha que fala do mês das mães e eleva uma prece por todas as mães do mundo!

Assista este vídeo e ouça a valsinha “Mês de maio”, gravada no final de 1963 e lançada no início de 1964 em diversas emissoras de TV como Record e Excelsior.  (Lou de Olivier é pioneira da TV brasileira e da música mundial) Se gostar, compartilhe, envie este link a todas as mães que conhece. Estão todas homenageadas!

 

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

11 de maio de 2017 1 comentário

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

By Lou de Olivier

No Rio de Janeiro, segundo a reportagem do Noticiário “Documento Verdade” – Rede TV: Polícia vai à casa de acumuladora de animais e registra cenas assustadoras”. De fato, o vídeo mostra a repórter tentando uma entrevista e, diante da recusa da moradora, a polícia é acionada e, desta vez, a entrada é permitida. No interior da casa, cenas chocantes. São sessenta gatos e dez cachorros, todos muito sujos, maltratados e a casa tem lixo (e fezes) acumulado por todos os lados. Porém, é possível verificar que os cães estão em uma área ao ar livre, isolados dos gatos. E há muitos potinhos de comida, além de vários sacos de ração, um deles quase cheio, o que demonstra que a mulher ao menos alimentava os animais.

Depois da vistoria, a cuidadora é presa e levada sob acusação de maus-tratos, enquanto o Psiquiatra Marcelo Piquet relata as características do “Transtorno de acumulador compulsivo”, o que, no meu entender, é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo, mas isso é tema para outro artigo… O detalhe é que, me parece, a mulher não foi examinada e ninguém, além de um dos investigadores, percebeu que ela também vive nesta sujeira toda. Talvez, invés de ser presa, fosse mais humano levar esta senhora ao Psiquiatra que tão bem relatou os sintomas e que poderia ajudar esta mulher a entender o mal que estava causando aos animais e a ela mesma, além da vizinhança também prejudicada.

Em outro ponto do país, em Alagoas, segundo matéria da Gazeta Web, outra mulher colocou um dos nove filhotes de cachorro (sob seus cuidados) dentro de uma máquina de lavar e, após todo o processo de lavagem, percebendo que o cãozinho ainda estava vivo, ela o jogou na tubulação de esgoto. Vizinhos retiraram o cãozinho do esgoto e acionaram uma ONG que o resgatou junto aos seus oito irmãozinhos, na tarde desta terça-feira (9). Os filhotes foram encaminhados para a sede da ONG e o caso foi denunciado à Comissão do Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas. Porém, no vídeo, a mulher que tentou matar o cãozinho aparece se justificando e até ironizando a situação. E dá para perceber que o cãozinho não deve ter resistido pois está já desfalecido no colo da pessoa que o resgatou…

Diante desses dois fatos, é preciso analisar quem, de fato, agiu de má-fé. A senhora já de idade que acumulou muitos animais e não teve como cuidar deles ou a outra que colocou de propósito o filhote na máquina de lavar?

O que precisa ser pensado é porque se quer adotar um animal. Há quem adote por pena do animal, há quem adote para ter companhia ou desestressar e o que quase sempre ocorre é a adoção por impulso, porque o animal aparece na porta da casa ou porque é encontrado abandonado em algum local. Num impulso, a pessoa o leva para casa e depois de um tempo descobre que não tem habilidade ou tempo ou paciência para cuidar e ai pensa em abandonar ou se livrar do bichinho…

É preciso também ter consciência e limites na hora de adotar um animal. Do ponto de vista terapêutico e até mesmo pelo lado material/físico, o ideal é que cada cuidador tenha um único animal, (no máximo dois animais) Desta forma é possível cuidar bem do animal, numa relação de carinho, sem se sobrecarregar e sem o animal se sentir rejeitado, o que acontece muito quando se tem muitos animais e poucos cuidadores. Se uma pessoa tem boas condições financeiras e pode pagar alguém para cuidar do animal enquanto ela trabalha/se ausenta ou quando a família é grande, pode-se adotar mais animais. Porém, uma pessoa sozinha, como é o caso da senhora do Rio de Janeiro, não deve adotar mais do que um, no máximo, dois animais. Senão passa de protetora a “acumuladora” porque, em algum momento, perderá as rédeas da situação e a sociedade não pensa duas vezes para julgar e condenar, ainda que a intenção da pessoa tenha sido das melhores.

É difícil prever o futuro, especialmente num país como o Brasil, mas se uma única pessoa adotar muitos animais, é provável que, em algum momento, não consiga cuidar deles. Aliás, alguns idosos mal conseguem cuidar de si mesmos e, nesses casos, deve haver alguém da família que possa ajudar. Deve haver também uma grande conscientização do que é adoção e posse consciente, sobre castração, evitando assim que os animais procriem indiscriminadamente e isso justifique colocar um dos filhotes numa máquina de lavar roupas.

A realidade é que muitas pessoas não tem noção do que é uma vida, seja ela humana, animal ou mesmo vegetal. São diferentes tipos, mas são vidas e precisam ser preservadas, no mínimo, respeitadas. Se não se pode cuidar de um animal, é melhor colocá-lo para adoção do que abandoná-lo ou tentar matá-lo. Sem dúvida a raça humana ainda tem muito a aprender. E, enquanto aprende é mais prudente que se afaste dos animais e de todas as vidas.

Saiba mais sobre adoção consciente, acesse Animangels, clique aqui

Saiba sobre veganismo, alimentação saudável e respeito a todas as vidas, acesse Ana Vegana, clique aqui e Solua, Vampirinho Vegano, clique aqui

Leia e assista aos vídeos:

Caso Rio de Janeiro: Rede TV, clique aqui. Publicado também no Portal ANDA, clique aqui

Caso Maceió: Gazeta Web, clique aqui. Publicado também no Portal Olhar Animal, clique aqui

 

 

 

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