Releases e Artigos publicados pela Imprensa

Releases e Artigos publicados pela Imprensa:
Palestras internacionais:
clique aqui e leia Dislexia Adquirida e Multiterapia são destaques mundiais
Lou de Olivier sua trajetória de superações e doações:
clique aqui e leia Lou de Olivier, mestra em sobrevivência
clique aqui e saiba a história de superação de Lou de Olivier
clique aqui e leia Filantropia, o que há de novo (ou lucrativo nisso?
clique aqui e leia Lou recebe seu quinquagéssimo primeiro troféu
clique aqui e saiba sobre ebook solidário
clique aqui e leia Vegana Lou reativa e-book solidário
Releases e Artigos sobre Multiterapia, a técnica desenvolvida por Lou de Olivier:
clique aqui e leia Multiterapia, a terapia do futuro
clique aqui e leia Multiterapia X Multidisciplinar
clique aqui e saiba sobre Multiterapia tratando TOC
clique aqui e leia Numerologia verdades e mitos
Releases e Artigo sobre Dislexia Adquirida, distúrbio detectado e defendido por Lou de Olivier por mais de trinta anos, agora aceito oficialmente pela Ciência da Saúde:
clique aqui e leia Dislexia Adquirida citada historicamente
clique aqui e saiba sobre Anoxia Perinatal
clique aqui e leia Dislexia Adquirida, a luta de Lou de Olivier
clique aqui e leia Dislexia Adquirida, informação segura
clique aqui e leia Dislexia Adquirida, nem tudo que se publica é correto
clique aqui e leia Dislexia sem rodeios, ciclo de palestras
clique aqui e leia Dislexia e Hiperatividade,distúrbio ou dom?
clique aqui e leia Dislexia, equívocos e acertos
clique aqui e leia Dislexia, a bola da vez

Releases sobre palestras de Lou de Olivier na Assembleia Legislativa SP:
clique aqui e leia Lou de Olivier ministra palestra sobre Dislexias e comorbidades na Alesp e provoca reflexões e debates
clique aqui e leia Lou de Olivier ministra palestra na ALESP sobre dificuldades e direitos dos deficientes intelectuais e/ou físicos
clique aqui e leia A Cidadania dos Autistas
Releases e Artigos sobre Veganismo, teatro, textos e outros temas/assuntos:
clique aqui e leia Vampiro Vegano ataca novamente
clique aqui e leia A criação de Lou de Olivier rendendo bons frutos
clique aqui e saiba sobre a Lou em dose dupla em mega evento
clique aqui e leia Peça teatral de Lou de Olivier sobre veganismo
clique aqui e leia Lou de Olivier participa de mais um evento vegano
clique aqui e leia Utilização de animais em experimentos científicos, artigo de Lou de Olivier
clique aqui e leia Lou de Olivier está de voltas
clique aqui e leia Nossos vampiros são melhores que os outros
clique aqui e leia Harambe, o gigante incompreendido, artigo de Lou de Olivier
clique aqui e saiba sobre o Vampirinho vegano, novidade da Lou
clique aqui e saiba sobre o subsite Ana Vegana
clique aqui e leia Lou de Olivier plantando nova consciência
clique aqui e leia Portal Lou de Olivier reformulado e com muitas novidades

DISLEXIA ADQUIRIDA E MULTITERAPIA SÃO DESTAQUES MUNDIAIS

Buscando novas tendências e estratégias de tratamentos psicológicos, acontecerá nos dias 10 a 12 de outubro de 2016, o 1º Congresso Mundial de Psicólogos Clínicos Globais – Reunião Anual em Kuala Lumpur, na Malásia. Lou de Olivier será uma das palestrantes neste importante congresso abordando seus dois principais temas de pesquisa: Dislexia Adquirida (Acquired Dyslexia) e Multiterapia (Multi Therapy) Confira!

(DINO) 14/09/2016

Suas pesquisas e publicações lhe proporcionaram destaque internacional, inclusive com os prêmios Lancaster House Award como Pesquisadora e Award Echo of Literature como Escritora ambos na Inglaterra nos anos 2000/2001.

O campo da Psicologia Clínica tem contribuído para o desenvolvimento de diferentes campos da Ciência e da Tecnologia, melhorando assim a qualidade da vida humana. As diferentes descobertas e invenções que conduzem ao desenvolvimento de várias aplicações e estratégias de tratamento tornam isso possível e aplicável.

Com o tema “As tendências, tecnologias e estratégias de tratamento em Psicologia Clínica” acontecerá o 1º Congresso Mundial de psicólogos clínicos globais – Reunião Anual em Kuala Lumpur, na Malásia, nos dias 10 a 12 outubro de 2016.

Lou de Olivier será uma das palestrantes neste importante congresso. E ela abordará seus dois principais temas de pesquisa que são: Dislexia Adquirida (Acquired Dyslexia) e Multiterapia (Multi Therapy).

Há muitos anos Lou de Olivier vem se destacando em suas pesquisas e atuações, insistindo em comprovações e inovações que ela traz sobre a aquisição de um distúrbio por ausência ou diminuição de oxigenação cerebral (anoxia/hipoxia) e sua inovadora técnica de tratamento em Multiterapia. Suas pesquisas e publicações lhe proporcionaram destaque internacional, inclusive com os prêmios Lancaster House Award como Pesquisadora e Award Echo of Literature como Escritora ambos na Inglaterra nos anos 2000/2001. E, em 2010/2011 o Distúrbio da Dislexia Adquirida foi indexado oficialmente nos Descritores de Saúde, em Inglês, Português e Espanhol.

National Library of Medicine – Medical Subject Headings cita “A afasia visual/receptiva caracterizada pela perda de uma capacidade anteriormente possuída para compreender o sentido ou significado de palavras manuscritas, apesar da visão intacta. Esta condição pode estar associada com infarto cerebral posterior da artéria (infarto, artéria cerebral posterior) e outras doenças cerebrais”. Sem dúvida este já é um grande avanço diante do que se publicava na década de 70 quando Lou de Olivier iniciou suas pesquisas, época em que, comprovadamente, se estudava a “Cegueira Verbal” como algo hereditário/genético, sem sequer admitir a hipótese de uma “aquisição de distúrbio por acidente”. Afirmação esta que Lou de Olivier já fazia, baseando-se em sua experiência pessoal e suas pesquisas. E, exceto na Alemanha, que já utilizava este termo “Dislexia”, em outros países este termo era desconhecido.

Então, sem dúvida, esta oficialização em 2010/2011 já tem sido um grande salto nas pesquisas da Dislexia Adquirida porém, para Lou de Olivier, ainda está incompleta a definição. Lou continua defendendo a tese da Dislexia (e outros distúrbios) adquirida por anoxia/hipóxia especialmente perinatal/neonatal, já que a oficialização veio apenas para a Dislexia Adquirida por AVC e outros acidentes cerebrais não identificados.

Tão importante quanto a tese da Dislexia Adquirida é a implantação do Método de Multiterapia desenvolvido por Lou de Olivier que trata diversos distúrbios de forma ampla, diversificada e artesanal, tornando o tratamento mais eficaz e rápido.

Estes importantes temas defendidos por Lou de Olivier estarão integrados a outros temas de outros pesquisadores do mundo todo e, certamente, contribuirão para uma grande oportunidade de conhecimento, implantação de novas ideias dentro das diversas áreas da Psicologia Clínica.

O evento ocorrerá em Kuala Lumpur, na Malásia. E é organizado por Conference Series e suas subsidiárias, incluindo iMedPub LLC and Conference Series Ltd com o apoio de mais de 1000 sociedades científicas e publica mais de 700 revistas/jornais de acesso aberto, que contém mais de 50000 eminentes personalidades, cientistas de renome como membros do conselho editorial.

Em breve mais informações sobre este importante evento científico que promete inovar e redimensionar a Psicologia Clínica em nível mundial.

Lou de Olivier é Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes
Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal.

Informações complementares sobre Lou de Olivier acesse: (site em Português e Inglês) http://loudeolivier.com/

sobre o congresso acesse: (site somente em Inglês) http://annualmeeting.conferenceseries.com/clinicalpsychologists

 

LOU DE OLIVIER – MESTRA EM SOBREVIVÊNCIA!

Muito além de uma excelente profissional, muito além de uma grande artista, acima de uma grande e especial experiência de vida, Lou de Olivier é a prova de que nenhum distúrbio, nenhuma sequela, nenhuma doença é obstáculo ou impedimento a quem quer, de fato, encontrar respostas e/ou se curar e que a força da mente e a re-ligação com Deus, a quem ela chama de Pai Eterno, estão acima de qualquer obstáculo.

São Paulo, SP, Brasil (DINO) 06/03/2014

No auge de sua carreira, sem no entanto ter até hoje o reconhecimento popular de sua obra, ela busca levar sua história de vida ao público em geral como um incentivo, uma prova da possibilidade de cura, de vitória diante das adversidades.

Algo entre um meteoro e uma montanha-russa podem resumir a carreira de Lou de Olivier em suas diversas áreas.
Desde a infância viveu entre altos e baixos, ora subindo muito alto, ora despencando, porém, com uma força de vontade e uma audaciosa visão futurista, sempre soube aproveitar as quedas como impulso para novas ascensões cada vez mais altas…

Vítima de acidentes gravíssimos (aéreo, automobilístico, afogamento e um AVC), desenganada pela medicina por três vezes, em todas elas, buscou uma força além de todos os limites, não só sobreviveu como reverteu a maioria das sequelas que teve. Estudou, pesquisou e hoje é nome referência em se tratando de distúrbios de aprendizagem. É detectora da Dislexia Adquirida, que depois de mais de trinta anos do início de suas pesquisas, está aceita pela Ciência da Saúde, descrita em Português, Espanhol e Inglês, onde recebeu o nome de Acquired Dyslexia. É também precursora da Multiterapia, técnica que ela desenvolveu para sua autocura e hoje estende aos que, como ela, são tratados como “casos perdidos” pela medicina tradicional. Lou também é escritora (escreve temas que vão desde veganismo até teologia), tem publicados atualmente nove livros didáticos, dois romances, mais de setecentas poesias, inúmeros artigos e dossiês em jornais e revistas nacionais e internacionais e quinze textos teatrais, sendo os mais aplaudidos: “Os Alienados” e “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais” ambos já montados por diversos elencos no Brasil e Portugal. Consta em livros oficiais como um grande nome na história do país e do mundo, livros porém reservados ao acesso de uma elite. Até hoje, Lou não é conhecida pelo grande público e suas literaturas, contra sua vontade, são acessadas apenas pelos mais letrados. Sua vontade é que todos tenham acesso às suas publicações e história de vida. 

No auge de sua carreira, sem no entanto ter até hoje o reconhecimento popular de sua obra, ela busca levar sua história de vida ao público em geral como um incentivo, uma prova da possibilidade de cura, de vitória diante das adversidades. Leia sua trajetória na íntegra em seu site pessoal, neste link:http://www.analou.loudeolivier.com/Historia-e-Trajetoria.php Navegue pelo site pessoal todo em:http://www.analou.loudeolivier.com/


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NUMEROLOGIA, VERDADES E MITOS – UMA ABORDAGEM NUNCA ANTES MOSTRADA

Neste pequeno artigo e no vídeo complementar, Lou de Olivier, com toda a sua experiência como terapeuta, revela seus conhecimentos em Numerologia e mostra o que é verdade e o que é mito em relação aos números e sua influência na vida das pessoas. E também como a Numerologia pode ser uma importante ferramenta utilizada corretamente na Terapia.

(DINO) 14/07/2016

Neste vídeo, mostro todos os principais detalhes de uma análise numerológica, qual a real influência dos números em uma casa, em relacionamentos ou na vida pessoal. Explico, de forma simples mas profunda, o que é verdadeiro e o que é mito…

Numerologia, verdades e mitos!

Há quem afirme que a Numerologia é feita só a partir da data de nascimento, há quem diga que é feita apenas pela análise do nome da pessoa. Há os que afirmam, com muita convicção, que morar (ou trabalhar) em uma casa de número (ou soma de números) 8 (oito) pode tornar o morador/trabalhador milionário, ou morar numa casa de número (ou soma de números) 6 (seis) é catastrófico pois uma casa seis atrai discórdias, brigas feias e até tragédias…

O mais grave nestes comentários não é o fato deles serem totalmente equivocados, é que são propagados por pessoas consideradas conhecedoras do assunto, atendendo as pessoas (e cobrando por isso), algumas apresentam-se até em TV e/ou rádio divulgando esses mitos e desta forma acabam desorientando o público, ao invés de orientá-lo.

Neste vídeo, mostro todos os principais detalhes de uma análise numerológica, qual a real influência dos números em uma casa, em relacionamentos ou na vida pessoal. Explico, de forma simples mas profunda, o que é verdadeiro e o que é mito em se tratando de Numerologia.

Apenas para situar o leitor, lembro que sou conhecida como Psicopedagoga, Multiterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, detectora e defensora da Dislexia Adquirida, Criadora da Multiterapia e também como Escritora/Dramaturga, porém, por ter sido desenganada pela medicina, fui obrigada a procurar respostas em diversas religiões e em muitos estudos paralelos, por isso eu também estudei muitas outras áreas e técnicas, entre elas, Parapsicologia, Psicanálise e Numerologia, sendo que estudei os três níveis Básico, Intermediário e Profissionalizante e resolvi abordar este assunto neste vídeo para esclarecer os diversos equívocos que estão sendo divulgados há anos sobre este tema.

A intenção, como sempre, é alertar e instruir o público.., 

Você que lê este artigo e/ou assiste ao vídeo, fique à vontade para comentar na página do youtube, onde está hospedado o vídeo e aproveite para compartilhar com seus contatos para que também tenham acesso a estas informações.

Lou de Olivier

Assista ao vídeo neste link: https://youtu.be/-9HKUZhCA08

Artigos e vídeos como estes podem ser acessados no subsite http://multiterapia.loudeolivier.com/

Acessando o Portal Lou de Olivier, clicando em “Português” pode-se acessar diversos outros sites e subsites com temas terapêuticos, educacionais e artísticos todos coordenados por Lou de Olivier. O endereço eletrônico do Portal é: http://loudeolivier.com/

ALERTA! O VAMPIRO VEGANO ATACA NOVAMENTE


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A saga do bem, o vampiro vegano, criação de Lou de Olivier, em destaque novamente! Aqui estão as boas ações que este projeto tem desencadeado, trazendo mensagem de uma nova consciência de vida. Esta ação multimídia de Lou de Olivier, atualmente, consta em monografias e teses. E está disponível em e-books (renda doada aos animais abandonados e deficientes intelectuais e para reconstrução de Teatro-Escola), e animação 3D no Youtube. Confira

Há séculos o tema “vampiro” desperta a imaginação de escritores e leitores. Há uma grande variedade de personagens criados “vampiros”, quase todos tem em comum o horror ao sol, a sede de sangue e até crimes em série. Este vampirinho, em especial, foi criado para mostrar ao público de todas as idades a necessidade de uma nova postura diante da vida e da natureza.

Segundo a autora, Lou de Olivier, o principal objetivo de sua criação é: “Trazer à luz alguém que pudesse ensinar de forma divertida e consciente uma mensagem que vai muito além do amor à natureza e aos animais, é o amor universal, que inclui também amar o próprio corpo e preocupar-se com o que se ingere – em termos de alimentação – e se usa em higiene e beleza.”

Solua, o vampirinho vegano surgiu diante da dificuldade que a autora enfrentava em viagens. Nunca encontrava comidas veganas (como ela gosta) e, em algumas vezes, tinha até que explicar o que é vegano para os donos de hotéis e restaurantes. Imagine, estar com muita fome, querendo apenas comer uma saborosa e nutritiva comida vegana e, ao invés disso, ter que participar de um debate (repleto de explicações sobre veganismo) e deboches, pois muitas vezes ela se via sendo afrontada ou ridicularizada por sua opção vegana de vida. “Em determinado evento – relata a autora – chegaram a me perguntar se eu só comia capim”…

A partir dai, Lou percebeu a necessidade de orientar de forma didática e idealizou todo o projeto. E que bom que ela acreditou no seu ideal e criou este vampirinho diferente e com um propósito tão nobre. Sim, a intenção é das mais nobres; mostrar ao público de todas as idades a necessidade de uma nova postura diante da vida e da natureza.

SOLUA, O VAMPIRINHO VEGANO É MULTIMÍDIA
Atualmente, além dos quatro resumos de episódios em animação 3D, há também camisetas do vampirinho vegano, três e-books sendo dois episódios em formato peça teatral intitulados “Plantando uma nova consciência” e “Ouvindo os animais” e o primeiro episódio também em formato conto. Estes episódios foram recentemente lançados para venda no site Amazon. Os vídeos têm sido repassados e republicados em diversos sites e blogs e já há, inclusive, algumas monografias e teses citando esta atuação socioambiental e animalista de Lou de Olivier. E o mais interessante, há alguns meses, veiculou-se a notícia de uma tribo de índios que se tornou vegana, exatamente como o texto original de Lou de Olivier cita.

Da próxima vez que você quiser ler uma boa aventura protagonizada por vampiros, considere ler um dos episódios de Solua, o vampirinho vegano. Além de aprender veganismo com argumentos fundamentados em Medicina e Nutrição, saiba que com o simples ato de comprar um e-book, já colaborará para uma grande ação social. Nesta nova fase, toda a renda continuará sendo doada em beneficio de animais abandonados e pessoas com deficiência mas irá além da doação pois Lou de Olivier está em fase de levantamento de verba para a reconstrução do Teatro-Escola popular que sua família manteve nas décadas de 80 e início de 90. Então, ao adquirir um dos e-books, você estará colaborando com mais este projeto em benefício de todos.

Os e-books podem ser adquiridos diretamente neste link:
https://www.amazon.com.br/s/ref=nb_sb_noss?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&url=search-alias%3Ddigital-text&field-keywords=Solua+vampirinho+vegano

Outros e-books de Lou de Olivier: https://www.amazon.com/Lou-de-Olivier/e/B014T9AS5E

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HARAMBE, O GIGANTE INCOMPREENDIDO (ARTIGO DE LOU DE OLIVIER)

Quem está acompanhando o caso do gorila assassinado no zoológico (ou quem não sabe do que se trata) deve ler este artigo. Nele são mostrados o lado psicológico da criança (que caiu no fosso) e do gorila, comparações com casos anteriores e ainda é levantada a discussão sobre o cativeiro dos zoológicos.

(DINO) 03/06/2016

Outro ponto importantíssimo neste triste episódio é o fato da criança ter caído de uma altura de quatro metros, estar machucada e amedrontada, não se sabe como ela entendeu a tentativa de salvamento feita por Harambe

Assisti a diversos vídeos, li reportagens e pesquisei muito antes de me propor a escrever este pequeno artigo pois não quero cometer nenhuma injustiça. E já sei o que abordar com segurança em relação ao caso do gorila Harambe que, como todos já devem saber, foi morto a tiros em consequência do episódio envolvendo a queda de um menino em sua jaula em um zoológico de Cincinatti, Ohio (EUA).

Em diversos vídeos é possível perceber que o gorila apenas protegia a criança, inclusive levantando-a para que não se afogasse e dando-lhe a mão. Acontece que, além de muito amedrontado pela inesperada visita em sua jaula, ele também demonstrava nervosismo provavelmente pelos muitos gritos e frases que os observadores emitiam. O que complicou o entendimento das atitudes do gorila foi o fato dele arrastar a criança segurando-a pela mão. Ele pretendia levar o garoto a um local mais seguro longe da agitação dos gritos e imaginou que arrastá-lo seria a forma mais rápida de salva-lo. O que, para Harambe, parecia um salvamento para quem observava parecia uma agressão ao menino.

Esta forma de “arrastar” a criança gerou manchetes e comentários sensacionalistas em alguns noticiários em que chegaram a afirmar que o gorila “arrastou a criança como um boneco de pano e só parou quando atiraram nele”. Irresponsabilidade da manchete que massacrou a memória de quem morreu protegendo (do seu jeito) uma criança humana. 

O zoo informou que Harambe deveria ser utilizado como “reprodutor” e que ainda poderá ser possível conseguir isso graças ao esperma recolhido dele há uns meses para testes de saúde. Então a morte de Harambe não foi em vão. Não pela possibilidade de ser reprodutor mesmo pós-morte, mas pelo fato de sua morte poder servir como marco na história desta prisão a que os animais são condenados. Se houver uma mobilização em massa para o fim dos zoológicos, não haverá mais nenhum nascimento em cativeiro. É a hora de nos unirmos e exigirmos o fim deste martírio conhecido como zoológico.

Outro ponto importantíssimo neste triste episódio é o fato da criança ter caído de uma altura de quatro metros, estar machucada e amedrontada, não se sabe como ela entendeu a tentativa de salvamento feita por Harambe e, embora eu não tenha encontrado nenhum vídeo mostrando o momento do assassinato, calculo que esta criança estava perto quando isso ocorreu. Alguém pensou nesta criança? Em como armazenará todo este episódio em sua mente? A criança também é uma vítima e poderá ser traumatizada por toda a vida. 

Vamos refletir sobre outros ângulos, não é? Neste episódio há duas grandes vítimas, Harambe que, em resumo, foi um gigante incompreendido e a criança que, muito provavelmente, está e se manterá traumatizada por muitos anos, talvez por toda a vida.

Uma curiosidade sobre este tema envolve três acontecimentos:

Em 1996, um menino de três anos caiu no fosso dos gorilas no zoológico Brookfield, em Chicago. Ao cair a criança bateu a cabeça e desmaiou. Houve uma gritaria quando perceberam que uma gorila se aproximava da criança porém, ao contrário do que pensavam, Binti Jua, (Filha do Sol Nascente em Swahili) aproximou-se, segurou a criança no colo, afastou os outros gorilas e carregou a criança até a porta de acesso dos tratadores. A criança então foi resgatada.

Em 1986, o menino Levan Merrit caiu no recinto dos gorilas em Durrell Wildlife Park. Na queda, a criança ficou desacordada e foi o gorila Jambo quem se aproximou e protegeu a criança da curiosidade de outros gorilas menores. Ao perceber que a criança estava acordando, inclusive começando a chorar, Jambo e os outros gorilas afastaram-se apressados e a criança foi resgatada.

Em comum estes casos têm o fato de ser um menino a cair no fosso, a atitude protetora de todos os gorilas protagonistas, cada um ao seu modo mas todos protetores e o mais curioso, os anos dos acontecimentos. 1986, 1996, 2016, um intervalo de dez anos separou duas atitudes heroicas dos gorilas no salvamento de crianças humanas. E vinte anos após, uma outra atitude de salvamento, porém desastrada, trouxe a morte ao gorila.

É possível perceber que, ao invés de evoluir, a humanidade está regredindo, ao invés de preservar vidas, as está ceifando e os maiores prejudicados são sempre os mais frágeis, ou seja, os animais e as crianças…

Vamos refletir sobre isso?

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia. É também Dramaturga e Escritora. Vegana e Ativista socioambiental/animal 

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Ativismo):
http://www.loudeolivier.com

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FILANTROPIA, O QUE HÁ DE NOVO (OU LUCRATIVO) NISSO?

Este artigo e, ao mesmo tempo, comunicado de Lou de Olivier aborda de forma clara os bastidores da filantropia, que que forma esta, de fato, se mantém, o fator empresarial que influencia a prática filantrópica, a impossibilidade de se fazer o bem apenas pelo bem e ainda relata boa parte da história de sua família, fundadora e, por muitos anos, mantenedora de três bairros de São Paulo e pioneira em diversos voluntariados. Confira!

(DINO) 03/06/2016

Quando a palestrante citou esta hipótese, eu, inocentemente, pedi a palavra e perguntei: 
– Mas e quem pratica a filantropia apenas para melhorar o mundo em que vivemos?
– Senhora – respondeu a palestrante – Isso não existe!

Antes de discorrer sobre filantropia, preciso explicar, resumidamente, o que me leva hoje a escrever este artigo. 

Venho de uma família que sempre praticou a filantropia apenas para melhorar o mundo. Há setenta anos, meu pai Nardino Francisco de Oliveira e minha mãe Lourdes Reçuto de Oliveira fundaram três bairros em São Paulo, capital e seguiram trazendo melhorias, cederam moradia, água, luz elétrica, escola, posto de saúde, tudo gratuitamente. Acolheram também 400 cães e inúmeros gatos de rua, enquanto viveram. Tudo com recursos próprios, sem sequer pensarem em pedir algum donativo, a verba vinha do trabalho duro que iniciava as três da manhã e terminava por volta da meia noite. Isso para eles era normal. Não pensavam em fundar ONGs ou OSCIPs não faziam selfies com as crianças ou os bichos abandonados nem campanhas de arrecadação nem sonhavam em saber o que era crowdfunding. Nem sequer imaginavam que seus filhos seguiriam seus passos em tudo, inclusive na inocência, e que mundo (e tipo de filantropia) enfrentariam hoje.

Em uma memorável palestra que assisti, há alguns anos, ouvi atentamente a palestrante, com idade para ser minha filha, anunciar os diversos recursos do “terceiro setor”. O quanto uma empresa pode “ganhar” se souber “investir” em filantropia. 

Uma empresa pode, por exemplo “limpar” sua marca pois, ao praticar a filantropia, faz com que todos percebam sua importância como mantenedora da vida, do meio ambiente, da educação, etc. Isso pode ser útil quando a marca tem alguma “mancha” no passado (ou no presente). Pode-se também usar a filantropia, entre outras coisas, para lavagem de dinheiro…

Quando a palestrante citou esta hipótese, eu, inocentemente, pedi a palavra e perguntei: 
– Mas e quem pratica a filantropia apenas para melhorar o mundo em que vivemos?
– Senhora – respondeu a palestrante – Isso não existe!

Entre risos e murmurinhos do público, a palestrante reiniciou sua palestra e eu, cabisbaixa, precisei admitir para mim mesma. Não há, nesta época em que vivemos, lugar para os elevados, os desprendidos, os que praticam o bem apenas pelo bem. Tudo tem que ter um “ganho”, tudo tem que ser “materializado”, o espiritualizado se reserva aos desencarnados ou mortos, ocasião inclusive em que todos se tornam anjinhos, todos se manifestam de forma suave, em voz baixa e trazendo mensagens de paz e harmonia… Mas este é tema para outro artigo. 
Voltando ao tema principal…

A sociedade civil divide-se basicamente em três setores: O primeiro formado pelo Governo, o segundo pelas empresas privadas, e o terceiro setor por associações sem fins lucrativos. Teoricamente este terceiro setor faz ações solidárias cobrindo o que o Governo não cobre. As ONGs (Organizações Não Governamentais) e OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) são formadas por voluntários e são, ao menos teoricamente, sem fins lucrativos. Na maioria dos casos recebem donativos das empresas do segundo setor e, em alguns casos, também do Governo que é primeiro setor. Isto é o que se chama “filantropia”

A “filantropia estratégica” é um termo moderno e cresce cada dia mais, em nível mundial, especialmente no Brasil que entende ser a melhor alternativa para as empresas que querem “causar o máximo de impacto perante a comunidade dispondo do mínimo de recursos”. Inclusive, especialistas no assunto aconselham que, ao invés de “desperdiçar” seus recursos filantrópicos auxiliando diversas entidades, a empresa deve abraçar uma única causa e investir em marketing pesado para “ficar conhecida por esta determinada causa”.

É assim que empresas que patrocinam rodeios podem ser conhecidas como “amigas da natureza”, empresas que testam em animais e até utilizam componentes de origem animal em suas fórmulas podem ficar conhecidas como “preservadoras do meio ambiente”, empresas que atuam com trabalho escravo viram “incentivadoras da educação infantil”, modelos altamente bancadas por empresas “tudo de ruim”, de repente aparecem engajadas em campanha de defesa de algum animal em risco de extinção e por ai vai. O que vale aqui não é a verdade é o “investir em um único segmento de pilantropia, ops… filantropia”

Este é o primeiro erro que percebo que minha família tem cometido estes anos todos. Qualquer pessoa ou entidade que peça, às vezes nem pedem, nós é que oferecemos, já é prontamente atendida. Ano passado, por exemplo, abracei a causa dos deficientes intelectuais e físicos e dei continuidade ao auxílio aos animais abandonados. Cheguei a doar um lote de livros (recursos próprios) que autografei na REATECH e dividi a verba entre a Associação de pais Inspirare, que continua ativa e o Gatomóvel que hoje segue em outros moldes, exatamente por falta de verba. Auxiliei outras entidades em outros segmentos também como veganismo e defesa do meio ambiente, enquanto isso, meu irmão engajou-se na luta pelos animais envenenados no interior de São Paulo e, como já foi dito, esta é uma péssima “estratégia de marketing”, segundo especialistas, deve-se escolher uma única causa e “investir nela.

No entanto, por mais que se oriente sobre como se “beneficiar” “investindo” no “terceiro setor”, continuo atendendo a todos que precisam. Ou melhor, continuei até hoje quando abri uma mensagem de uma pessoa “sem noção” acusando-nos de “angariar fundos” para utilizarmos em benefício próprio. Não é a primeira vez que alguém interpreta mal nosso altruísmo mas será a última pois trago este tema ao público por que, além de estar com a consciência tranquila, penso ser a única forma de resolver uma questão que vai além do comercial, busca denegrir a imagem de meus pais que tudo iniciaram.

Durante sessenta e sete anos (a família e eu) bancamos tudo com recursos próprios, deixando bem frisado que não pedíamos nem aceitávamos donativos. Mas veio a crise e precisamos pedir ajuda para continuar ajudando. Lancei o e-book solidário, com renda toda doada aos animais e pessoas deficientes, lancei uma campanha de crowdfunding para viabilizar os projetos do Vampirinho Vegano em animação 3D e das palestras gratuitas sobre Dislexia Adquirida da qual sou detectora e defensora mas as arrecadações foram irrisórias. No total, com todas as campanhas e vendas não arrecadei nem R$500,00. Isso mesmo que você leu, não consegui nem quinhentos míseros reais que, por sinal, foram doados na totalidade. Alguns poucos amigos colaboraram, alguns empenharam-se em ajudar a divulgar as iniciativas mas a grande maioria ficou mesmo no” tapinha nas costas” e nos elogios ao altruísmo das minhas ações…

Na atualidade, eu tenho produzido sozinha os episódios em animação 3D do vampirinho, já há quatro episódios em que eu faço tudo, textos, direção, produção, vozes, músicas, veiculação… também tenho palestrado sobre dislexia na medida do possível com recursos próprios e estou parada com as outras atividades por estar recuperando-me de (mais) um acidente. E hoje constato o que eu já deveria ter percebido há muito tempo quando voluntariei numa clínica de recuperação de toxicômanos, onde o lema era: “ninguém dá o que não tem”.

De fato, com este triste quadro descritivo do que vem a ser filantropia no mundo empresarial, com o fracasso de minhas campanhas de arrecadação e de vendas voltadas à doação e ainda, de tempos em tempos, algum enviado de ha satan (conhecido popularmente como satanás ou o oponente/inibidor em hebraico) invadindo meus e-mails e inbox do facebook para acusações infundadas e calúnias, já passa da hora de admitir que não se doa o que não se tem. 
A partir de agora, pessoas, ONGs, OSCIPs e quem mais necessitar de donativos, deverão pegar senha e aguardar quando eu tiver recursos PRÓPRIOS como sempre tive. Isso inclui também conhecimentos que, exceto no blog Luz do Eterno que continuará orientando gratuitamente, todas as outras áreas as quais ESTUDEI e INVESTI muito tempo e dinheiro para saber o que hoje sei, serão cobrados. E-book solidário terá apenas porcentagem de 10% doada e não a totalidade como foi por anos. Camisetas do vampirinho passarão a ser vendidas e não mais doadas ou sorteadas em eventos. Da mesma forma aulas e palestras terão valores de investimento. Quem necessitar de uma bolsa deverá passar por testes e contribuir com os projetos e não mais da forma como era, bolsas distribuídas apenas porque o indivíduo não podia pagar e sem nenhuma contribuição. 

Esta é a única forma de continuar pesquisando e produzindo, cobrar pelo meu trabalho como qualquer pessoa faz. E nunca mais demonstrar um sucesso fictício porque isso só serve para atrair invejas e intrigas. 

E, por fim, declaro ter VERGONHA de ter me intitulado por tanto tempo
como filantropa porque este comércio por trás das doações me enoja!

Se você esperava um singelo artigo orientando sobre filantropia talvez tenha se decepcionado mas se você busca conhecimento real e profundo do mundo em que vivemos e de como funciona a diferenciação entre o que vemos/interpretamos e o que de fato é na prática, bem-vindo(a)! 

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia,
Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora. É vegana e ativista socioambiental/animal e segue a
filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há setenta anos.

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Ativismo):
http://www.loudeolivier.com


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LOU DE OLIVIER PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SP ABORDANDO DEFICIÊNCIAS INTELECTUAL, MENTAL E FÍSICA

Lou de Olivier participou da Audiência Pública PL 763 – 2016, I Seminário de Estudos Espaço Mulher e Espaço Homem – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 29/04/2016, Plenário Tiradentes, abordando problemas e soluções para deficiência intelectual, deficiência mental e, como vive momento em que depende de muletas/cadeira de rodas, defendeu também os direitos dos cadeirantes e portadores de deficiências motoras.

(DINO) 03/05/2016

Lou demonstrou sua habilidade como pesquisadora do tema deficiência intelectual/mental que pesquisa há mais de 40 anos, apesar de nunca tê-los estudado em nível de segurança. E também na pesquisa recente sobre deficiência locomotora

Com o tema geral “É preciso mais segurança para o livre exercício das profissões?” aconteceu dia 29 de abril o I Seminário de Estudos Espaço Mulher e Espaço Homem 2016, evento ocorrido na Assembleia Legislativa São Paulo, Plenário Tiradentes em paralelo ocorreu a Audiência Pública PL 763, evento coordenado por Elizabeth Mariano. A Lou de Olivier coube a explanação: “As observações de segurança para pessoas com deficiências mentais ou físicas. E para o trabalho de seus terapeutas e educadores”

Numa resumida mas brilhante explanação, Lou demonstrou sua habilidade como pesquisadora do tema deficiência intelectual/mental que pesquisa há mais de quarenta anos, apesar de nunca tê-los estudado em nível de segurança. E também na pesquisa recente sobre deficiência locomotora. Lou que pesquisa anoxia/hipoxia e suas consequências sendo inclusive detectora e defensora da Dislexia Adquirida trouxe diversos questionamentos envolvendo as limitações, as dificuldades nos diagnósticos e tratamentos dos deficientes intelectuais/mentais e também físicos.

Durante a palestra, um dos principais pontos abordados por Lou de Olivier foi a necessidade de se diferenciar uma Deficiência Intelectual de uma mental pois a intelectual é quando o indivíduo tem atraso no seu desenvolvimento, dificuldades de aprendizagem, dificuldade para realizar tarefas diárias e interagir com o meio em que vive. Neste caso há comprometimento cognitivo. Esta deficiência, dependendo de seu grau e comorbidades pode ser tratada por um Psicólogo, Psicopedagogo, Fonoaudiólogo e por Neurologista. Não necessariamente por equipe multidisciplinar mas de forma ampla e sempre com acompanhamento neurológico.

A Deficiência Mental engloba uma série de condições que causam alteração de humor e comportamento e podem afetar o desempenho do individuo na sociedade. Essas alterações acontecem na mente do indivíduo, alterando também sua percepção da realidade. É caso psiquiátrico, deve ser tratado por um Psiquiatra, na maioria dos casos, com uso de medicamentos específicos para cada situação. Pode haver também comprometimento da aprendizagem mas este não é o principal distúrbio portanto, a ênfase no tratamento refere-se ao principal transtorno causador das alterações mentais/psicológicas.

No entanto pesquisas e diversos locais de atuação em terapias acabam classificando doença mental e deficiência intelectual como o mesmo tipo de distúrbio. Este é o principal ponto falho pois ao confundir os dois tipos de distúrbios se atrasa o diagnóstico e ignora-se o melhor tratamento. Além disso os deficientes intelectuais/mentais estão mais sujeitos a sofrer bullying, repressões, dependendo do distúrbio podem ser confundidos com mal educados ou até criminosos levando-se em conta as explosões que alguns distúrbios causam (como o caso da bipolaridade, autismo, limitrofia, etc.)
Quanto a Deficiência Motora, Lou de Olivier explicou que, para ela, até dois meses atrás seria bastante difícil abordar o tema pois ela nem imaginava como é ter uma limitação física. Apesar de já ter sofrido graves acidentes não teve grandes sequelas e, nos casos em que teve sequelas as contornou com muitos estudos/pesquisas e descobertas que sempre trouxe ao público. Mas, há dois meses, numa queda de escada, ela teve um metatarso quebrado e enfrentou algumas intervenções erradas e, com isso, algo que poderia ser até simples de recuperar, tornou-se uma longa e dolorosa espera pela cura… Passou a ter que locomover-se com muletas só dentro de casa e, quando raramente sai, necessita utilizar cadeira de rodas ou carrinhos motorizados. Isso a fez conhecer o lado dos cadeirantes, de pessoas que tem limitações motoras/locomotoras e dependem de algum acessório (bengala, muletas, andadores, cadeiras de rodas, etc.) para se deslocarem de um lado a outro. E, como sempre, Lou pôs-se a pesquisar e buscar soluções e relatou um pouco de tudo que tem descoberto sobre este tipo de deficiência.

Estatística:

Considerada a terceira em nível de porcentagem (dados Censo 2010 – IBGE) provavelmente não leva em conta todos os tipos e dificuldades. Os números acusam provavelmente as deficiências definitivas desconsiderando as momentâneas como pernas e pés quebrados. Caso fossem considerados todos estes casos, provavelmente as dificuldades motoras estariam em primeiro lugar.

Lou constatou que, nesta questão, enfrenta-se uma verdadeira batalha por um tratamento digno e, de fato, eficaz. As calçadas não tem nível adequado, escadas e rampas em diversos estabelecimentos também não oferecem segurança, muitos locais sequer dispõem de rampas, portas largas e outros requisitos para o livre trânsito de pessoas em cadeira de rodas e/ou portando muletas, andadores, bengalas. Transportes também não são adequados na maioria das vezes. Lou relatou que é praticamente impossível entrar em uma agência bancária utilizando muletas, embora algumas agências disponham de entradas especiais para cadeirantes, os portadores de muletas não têm a mesma facilidade pois não passam em portas giratórias e não são considerados cadeirantes. 

O Decreto nº 5.296/2004 regulamenta as Leis 10.048/2000 e 10.098/2000. A primeira dá prioridade de atendimento às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, e a segunda estabelece normas e critérios para a promoção da acessibilidade delas. A Lei Nº 10.098/2000 estabelece normas e critérios para promover a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. De acordo com ela, acessibilidade significa dar a essas pessoas condições para alcançarem e utilizarem, com segurança e autonomia, os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, as edificações, os transportes e os sistemas e meios de comunicação.

Porém, na prática, ocorrem fatos como os relatados anteriormente, ou seja, em teoria pode até funcionar mas, na prática, ainda há grande insegurança e impedimento para o livre trânsito de quem tem alguma dificuldade motora seja permanente seja temporária. 

E o mais preocupante, observou Lou, não se reflete nem se discute sobre curas e sim sobre tratamentos, muitas vezes ineficazes. No caso de ossos quebrados por exemplo, não se cogita que a alimentação, a reserva de vitaminas (no organismo do indivíduo acidentado), a exposição ao sol e diversos fatores são essenciais para a pronta recuperação. Hospitais não orientam como o paciente deve proceder com seu gesso, com muletas, com acessórios para conseguir se locomover. Tudo que oferecem são gessos e talas como paliativo.
É preciso orientar melhor a população, é preciso ter profissionais treinados para lidar melhor com situações que exigem imobilização de membros, é preciso mais humanização no tratamento dos acidentados e também dos portadores de limitações de locomoção permanentes. 
Na verdade só mesmo uma grande reforma em todo o sistema poderá oferecer tratamentos eficazes e mais humanização de forma geral a todos que necessitam de cuidados médicos, ponderou Lou de Olivier.

Leia a pesquisa de Lou de Olivier sobre deficiências (intelectual, mental e física) na íntegra no link:http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Defici%C3%AAncia-intelectual%2C-mental%2C-fisica.php 

Saiba mais sobre Multiterapia: http://multiterapia.loudeolivier.com/

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LOU DE OLIVIER MINISTRA PALESTRA SOBRE DISLEXIA, DISLEXIA ADQUIRIDA E COMORBIDADES E PROVOCA DEBATE E REFLEXÕES SOBRE O TEMA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SP

Na segunda-feira, dia vinte e oito de março de dois mil e dezesseis, Lou de Olivier ministrou palestra memorável sobre Dislexia, Dislexia Adquirida, comorbidades e o tratamento inovador Multiterapia Legítima. O evento ocorreu no Plenário Tiradentes Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

São Paulo – SP (DINO) 30/03/2016

Lou também propôs uma inovação não só nos tratamentos mas na forma como se discute a Dislexia que precisa urgentemente um novo olhar, uma nova percepção e novos métodos de tratamentos clínicos e aprendizagem nas escolas.

Lou de Olivier que é detectora e defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida e criadora do Método de Tratamento da Multiterapia Legítima, já há muitos anos publica artigos em jornais e revistas impressas e online, publica livros e e-books e ministra palestras esclarecendo os Distúrbios de Aprendizagem. Isso ocorre há quase trinta anos em nível Brasil e exterior. Porém, nem sempre suas descobertas e inovações podem chegar a todos os interessados, por isso Lou resolveu levar o tema ao conhecimento público e incitar um debate inovador por intermédio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Com o apoio do Deputado Estadual Professor Doutor Carlos Giannazi, ao qual agradecemos publicamente pelo apoio, Lou conseguiu ministrar uma brilhante palestra, durante a qual elucidou temas importantíssimos como: Dislexia e suas diversas variações, Dislexia Adquirida e sua necessidade de maior entendimento pelos profissionais de Saúde e professores, especialmente os que lidam com alfabetização alguns dos distúrbios que são confundidos com Dislexia mas não o são, causando assim um erro de diagnóstico e atraso no tratamento correto, diferenciação entre síndrome e transtorno, explicou as informações equivocadas sobre Dislexia em filmes e debates que se proliferam, citou os tratamentos atuais para Dislexia e comorbidades e as inovações da Multiterapia Legítima contribuindo para a agilização do tratamento.

Lou também propôs uma inovação não só nos tratamentos mas na forma como se discute a Dislexia que precisa urgentemente um novo olhar, uma nova percepção e novos métodos de tratamentos clínicos e aprendizagem nas escolas. Lou aproveitou para frisar que a Multiterapia não é Medicina Alternativa, não é esoterismo, não é estética como algumas clínicas tem se intitulado (atualmente já se oferece Multiterapia capilar que nada tem em comum com o método desenvolvido por Lou de Olivier). Ela ressaltou também que Multiterapia não é o mesmo que Multidisciplinar. Este se refere a diversos profissionais reunidos para o tratamento de um caso e a Multiterapia é um único profissional habilitado a atender um caso utilizando diversas técnicas e ferramentas. Lou frisou também que ela não é contra o tratamento Multidisciplinar, ela é contra a aplicação do Multidisciplinar sem necessidade. Lou define a Multiterapia desenvolvida por ela como “A Terapia do futuro acontecendo aqui e agora”

Um detalhe muito importante que deve ser lembrado é que Lou de Olivier, recentemente, sofreu mais um acidente entre tantos que já tem em sua trajetória e, desta vez, teve complicações, está temporariamente com dificuldade de locomoção. Por isso, ela teve que ir ao Plenário sentada em uma cadeira de rodas e ministrou toda a palestra sem poder mover-se do lugar. Isso precisa ser frisado para que se registrem também a resiliência e a grande capacidade desta lutadora (e vencedora) que não mede esforços, enfrenta todos os desafios, muitas vezes, abafa seus próprios dramas pessoais para lutar pelo bem de todos. Aproveitamos aqui para agradecer a Ruy de Oliveira Jacques e ao Jornalista Erasmo de Oliveira que auxiliaram Lou de Olivier em seu transporte antes, durante e depois do evento.

A melhor notícia sobre esta palestra é que, segundo a agência de noticias da ALESP, este debate iniciado por Lou de Olivier vai gerar bons frutos: : “O evento teve o apoio do deputado Carlos Giannazi (PSOL), que lamentou a ausência de debate sobre o tema nas redes estaduais e municipais de ensino, bem como a falta de preparo e conhecimento dos professores, diretores e alunos. “A partir desse debate vou estudar a possibilidade de apresentar um projeto de lei, obrigando o Estado a dar o tratamento necessário aos alunos com dislexia nas escolas, mediante uma política educacional própria para esse problema”, afirmou Giannazi.” Fonte desta informação:http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=370790 

E atenção: Todo o conteúdo desta palestra pode ser lido no e-book Dislexia sem rodeios que tem renda destinada à filantropia. http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br/

Acesse também o site oficial da Dislexia Adquirida: http://dislexiaadquirida.loudeolivier.com/

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A MULTITERAPEUTA E ESCRITORA LOU DE OLIVIER ESTÁ DE VOLTA E TRAZ MUITAS NOVIDADES EM E-BOOKS, LIVROS E PRODUTOS DE SUA AUTORIA

Romancista, Dramaturga, Especialista em distúrbios de aprendizagem e de comportamento, detectora da Dislexia Adquirida e Precursora da Multiterapia, recentemente lançou seu décimo livro didático, disponibiliza livros, e-books e produtos (alguns revertidos à filantropia) em sua recém-atualizada loja online. Divulga também alguns de seus e-books comercializados exclusivamente pelo site Amazon. Confira as novidades de Lou de Olivier!

(DINO) 20/05/2016

Acesse agora mesmo e saiba todas as novidades deste relançamento! Conheça os livros, e-books e produtos de Lou de Olivier disponíveis em sua loja virtual e alguns itens também no Site Amazon. Confira!

Conhecida entre professores, estudantes e pais que enfrentam os distúrbios de aprendizagem e transtornos de comportamento e encontram em seus livros e e-books as respostas que tanto procuram, Lou de Olivier, que também é lembrada por grandes sucessos teatrais como “Os alienados” e “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais”, está relançando sua loja online onde oferece seus livros autografados, e-books com temas variados, incluindo um curso de brinquedoteca para professores e o tão aguardado e-book “Dislexia sem rodeios” e ainda oferece novidades em lançamentos e promoções, como as camisetas com estampas do Vampirinho Vegano, personagem criado por Lou de Olivier para ensinar veganismo a crianças e adultos de todas as idades. 

Na loja, periodicamente, é possível também conhecer (e se inscrever em) seus workshops e vivências. 

Acesse agora mesmo e saiba todas as novidades deste relançamento! Conheça os livros, e-books e produtos de Lou de Olivier disponíveis em sua loja virtual e alguns itens também no Site Amazon. Confira!

E-books com renda revertida à filantropia: 

1. Solua, o vampirinho vegano, ouvindo os animais
2. Lou Blue – Poesias
3. Dislexia sem Rodeios
4. Brinquedoteca aliada à aprendizagem
5. Solua, o vampirinho vegano: Plantando uma nova consciência
6. Mística, Perversa, Sensual – Contos e crônicas
7. Solua, o vampirinho vegano

Livros (renda dos livros não é revertida à filantropia):

8. Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento
9. Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem
10. Psicopedagogia e Arteterapia – Teoria e Prática na Aplicação em Clinicas e Escolas

Nesta loja virtual, você encontra também camisetas personalizadas do Vampirinho Vegano e inscrições para vivências e workshops. Confira acessando: http://loudeolivier.lojaintegrada.com.br/ 

Vendas exclusivas pelo site Amazon:

Administrando o caos: Casamento, divorcio, família, filhos, trabalho. Aprenda de forma bem humorada a lidar com os problemas e encontrar soluções em todos os aspectos da vida Esta reunião dos melhores artigos de Lou de Olivier publicados em jornais e revistas impressos e eletrônicos traz respostas e soluções para, de fato, administrar o caos e viver de forma tranquila e equilibrada.
Comercializado exclusivamente pelo site Amazon: https://www.amazon.com.br/Administrando-caos-Casamento-problemas-encontrar-ebook/dp/B014SEGA5C?ie=UTF8&tag=99eboo-20 

O dia do meu casamento: Este texto foi escrito em 1999 em apenas uma noite de insônia e ficou esquecido até 2016. Ao encontrá-lo em um antigo arquivo e relê-lo percebi que valia a pena atualizá-lo e divulgá-lo. É um texto leve, romântico, sensual... E te convido a ler as linhas e entrelinhas... E descobrir os segredos do casar e do “não casar”... Comercializado pela Loja Lou de Olivier e também pelo site Amazon: https://www.amazon.com.br/dia-meu-casamento-aventura-Estrada-ebook/dp/B01AS4Z3Z4/ref=sr_1_8?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1463516798&sr=1-8 __________________________________________________________________________________________________

 

UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTO CIENTÍFICO: MUITA DOR PARA NENHUMA UTILIDADE!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários;

(DINO) 12/02/2016

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofencivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos. 

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. 
Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.
São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final. 

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?
Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo. 

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados. 

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem:http://anavegana.loudeolivier.com/
Para saber mais sobre Autismo e outras pesquisas minhas, acessem:
http://multiterapia.loudeolivier.com/ 
Outros temas, vídeos, artigos, etc, acessem: 
http://loudeolivier.com/ 

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.
Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Ativismo):
http://www.loudeolivier.com

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LOU DE OLIVIER PARTICIPARÁ DE MAIS UM EVENTO VEGANO COM MUITAS ATIVIDADES GRATUITAS.

Em razão do grande sucesso em evento anterior, Lou de Olivier ministrará mais uma aula aberta de Biodança (a dança da vida) para adultos e coordenará atividade infantil que inclui exibição de vídeos, pintura e sorteios de camisetas do Vampirinho Vegano. Todas as atividades são gratuitas. Confira!

São Paulo – SP (DINO) 19/01/2016

Lou de Olivier é Psicopedagoga, Psicoterapeuta e Dramaturga. Especialista em Medicina Comportamental, Precursora da Multiterapia e atuante em Arteterapia, Musicoterapia entre outras.

Biodança (a dança da vida) e Dançaterapia (a dança utilizada como terapia) são uma ótima forma de desenvolver uma valorização emocional e intelectual, equilibrando corpo e mente em movimentos ritmados. Proporcionando um processo psicológico consciente dando oportunidade aos participantes de conhecerem-se melhor enquanto aprendem alguns passos de dança e expressão corporal. Além de treinar um pouco de meditação, técnicas de relaxamento e respiração entre outras. E tudo isso ensinado de forma simples e muito descontraída por Lou de Olivier que desenvolveu há muitos anos sua técnica especial de Biodança.

Indicada a todos que queiram relaxar, se autoconhecer e desenvolver habilidades como respiração correta, equilíbrio, criatividade entre outras. Ideal também para livrar-se do estresse, ansiedade, desinibir-se e melhorar a autoestima

As atividades do vampirinho vegano já ganharam a simpatia de todos. Além de ensinar veganismo de forma lúdica mas também fundamentada em Medicina e Nutrição, o querido vampirinho sempre agrada a todos seja nas versões e-book solidário (com toda a renda doada aos cuidadores de animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual) seja em peça teatral ou contação de história, o vampirinho sempre é muito bem aceito. E, nesta apresentação, Lou de Olivier promete superar os sucessos anteriores pois exibirá suas duas novas criações, as cenas resumidas em animação 3D que ela acaba de lançar.

Isso mesmo, ela resolveu encarar a produção em animação 3D e, apesar de ainda ser uma aprendiz nesta área, já conseguiu produzir sozinha dois ótimos resumos dos episódios “Plantando uma nova consciência” e “Ouvindo os animais” e os exibirá no evento. Na sequência, Lou coordenará uma sessão de pintura dos desenhos do vampirinho vegano com as crianças e, ao final, fará uma pequena gincana com os pequenos e os que se destacarem ganharão camisetas com estampas do vampirinho vegano.

O evento Encontro Vegano de Verão JMA J’adore mes amis será dia 31/01/2016 (um domingo) com inicio as 12:00 horas e término as 20:00 horas e terá muitas atividades gratuitas além de muitos alimentos veganos deliciosos. 

As atividades coordenadas por Lou de Olivier serão nos seguintes horários:
Vampirinho Vegano com as crianças das 12:20 às 13:10 horas
Biodança/Dançaterapia (para adultos) das 14:30 às 15:20 horas, lembrando que os interessados em participar da Biodança deverão usar roupas leves e maleáveis e evitar alimentos sólidos, no mínimo, meia hora antes do início da atividade. 

Local do evento: Rua Joaquim Távora, 605 – Vila Mariana, (próximo ao metrô Ana Rosa). São Paulo, SP – Brasil.

Lou de Olivier é Psicopedagoga, Psicoterapeuta e Dramaturga. Especialista em Medicina Comportamental, Precursora da Multiterapia e atuante em Arteterapia, Musicoterapia entre outras. Premiada e reconhecida em todas as suas áreas de atuação Saúde, Educação e Artes. Identificadora/Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida, atualmente aceito oficialmente pela Ciência da Saúde em nível mundial classificado em Português, Espanhol e Inglês, sendo neste classificado como Acquired Dyslexia. Precursora da técnica intitulada Multiterapia, criadora do método terapêutico de equilíbrio total/Universal. Detém mais de cinquenta prêmios nacionais e quatro internacionais. Sua biografia consta em livros oficiais como Instituto Biográfico Brasileiro, ABACH, Biblioteca Nacional (Enciclopédia de Literatura Brasileira, Academia Brasileira de Letras, com original na Universidade de Michigan) entre outros.

Saiba mais em seu portal: http://www.loudeolivier.com

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DISLEXIA: EQUÍVOCOS E ACERTOS NAS PESQUISAS E PUBLICAÇÕES

Este artigo/comunicado cita muitos equívocos que tem sido publicados (oficial e extraoficialmente) sobre Dislexia e Dislexia Adquirida e esclarece este tema de forma objetiva. Confira!

(DINO) 26/02/2016

Em breve, Lou de Olivier ministrará palestra GRATUITA sobre Dislexia e comorbidades. O evento ocorrerá em São Paulo – SP – Brasil. Os interessados devem reservar vaga…

Circulam pela internet alguns artigos equivocados sobre dislexia adquirida citando o seguinte: “As dislexias adquiridas podem ser subdivididas, segundo Pinheiro 1994 e Morais 1996 em dislexias periféricas e centrais“, quando no original deste texto está escrito o seguinte: “Os principais padrões de disfunção na leitura podem ser divididos em dois grupos: Dislexias periféricas e Dislexias Centrais” ou seja, o referido texto atribuído a Pinheiro e Morais não cita em nenhum momento a Dislexia adquirida. Quanto a isso temos a declarar o seguinte:


Lou de Olivier começou a pesquisar dislexia a partir de 1978, logo após ter perdido a memória e a capacidade de leitura em um afogamento. Por esta época ela criou o termo Dislexia Adquirida para explicar o que ocorrera com ela. A partir dai este termo passou a ser amplamente divulgado por ela, a princípio extraoficialmente em consultas e simpósios, posteriormente em escritos oficiais.

Aprimorou seus estudos livres, seguiu cursando faculdades (Psicopedagogia, Musicoterapia, Neuropsicologia, Medicina Comportamental entre outras) até que conseguiu comprovar cientificamente a dislexia adquirida. 

Esta descrição da Dislexia Adquirida foi feita oficialmente por Lou de Olivier pela primeira vez em 1996 em seu artigo Dislexia – Definição exata do distúrbio. 
A principio o referido artigo foi publicado em jornais como Socorro News, Intersul (ambos em São Paulo – SP), Sunday News (São Paulo – New York), também foi publicado em jornais eletrônicos no Brasil e em Portugal simultaneamente. A partir de 2003 este artigo passou a integrar o texto do seu livro Distúrbios de aprendizagem/comportamento (verdades que ninguém publicou) e a partir de 2006 foi republicado em seu livro Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento atualmente em sua sexta edição. 

A definição é a seguinte:

2- “Dislexia Adquirida: É a que vem por meio de um acidente qualquer, como por exemplo, Anoxia Perinatal. (Anoxia é a diminuição ou ausência de oxigenação no cérebro), Acidente vascular Cerebral (o popular derrame) e outros acidentes e distúrbios que podem causar uma dislexia adquirida. No caso da anoxia perinatal, a criança poderá apresentar dificuldades significativas no aprendizado em vários níveis e, conseqüentemente, apresentar a dislexia ao ser alfabetizada… Em caso de anoxia por afogamento, AVC ou outros acidentes que possam deixar sequelas o indivíduo que possuía habilidade na leitura e escrevia normalmente passa a apresentar dislexia, tento colapsos de memória e muita dificuldade em ler e escrever“.

Esta definição oficial, divulgada por Lou de Olivier desde a década de 90 consta em diversos artigos publicados em revistas e jornais e também em seu livro “Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento”. 

Em se tratando de Dislexia, há também um grande equívoco que se perpetua pela grande quantidade de leigos publicando na Internet e, ultimamente, até alguns “pesquisadores” que publicam “TCCs” ou “Dissertações” comparando Dislexia Adquirida com a Dislexia do Desenvolvimento. Além desta comparação ser inadequada visto ser a Dislexia Adquirida, como o nome já diz, ADQUIRIDA por acidente (AVC, Anoxia entre outras causas), há trabalhos citados como científicos (até mesmo disponíveis para consulta online no Google Acadêmico) que também misturam definições da Psicopedagogia com a Neuropsicologia, o que torna o artigo inútil e a competência de seu autor questionável. Aliás, questionável também a credibilidade da Faculdade/Universidade que deixa passar uma defesa sem fundamentação e sem bases.

Como exemplo, pode-se citar a “comparação” das Dislexias Central e Periférica, com a Adquirida e de Desenvolvimento, citando-se inclusive a “dislexia profunda ou fonológica” como se fossem o mesmo distúrbio e, na realidade, apesar da semelhança, há uma diferença muito grande entre estes dois tipos de dislexia”. Como este artigo pretende ser introdutório, é impossível elucidar todo este tema. Importante apenas frisar que estas definições (Central e Periférica) são utilizadas pela Neuropsicologia e não podem ser comparadas com as definições utilizadas pela Psicopedagogia, lembrando que ainda há as definições em Psiquiatria/Psicologia que nem cabe citar aqui neste artigo introdutório. E um profissional tem obrigação de saber esta diferenciação e pesquisar muito antes de sair publicando artigos e até TCCs/Dissertações sem base fundamentada e confundido termos, sintomas e definições deste importante distúrbio. 


A infeliz insistência na “troca de letras”, no hemisfério direito “maior” e na necessidade de tratamento multidisciplinar é também algo que já beira a criminalidade, afinal, há quase trinta anos Lou de Olivier vem comprovando estas falhas (divulgando suas descobertas em nível mundial) e demonstrando alternativas muito mais viáveis e já não se justifica mais a publicação insistente destes equívocos, a menos que a intenção seja mesmo criminosa, confundindo o público leigo, confundindo até os estudantes e os profissionais recém formados ou em início de carreira e fazendo com que o maior lesado seja sempre o paciente impedido de encontrar informações corretas e um tratamento, de fato, eficaz. 

Este tema é muito complexo, impossível abordar todos os pontos em um único artigo. Aprofunde-se neste tema lendo dois livros impressos, ambos de autoria de Lou de Olivier, Editora WAK – Rio de Janeiro – RJ “Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento” e “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem”. Leia também o e-book (livro online) “Dislexia sem Rodeios”.

Saiba mais sobre estes livros e e-book acessando: http://loudeolivier.lojaintegrada.com.br/ 

Em breve, Lou de Olivier ministrará palestra GRATUITA sobre Dislexia e comorbidades. O evento ocorrerá em São Paulo – SP – Brasil. Os interessados devem reservar vaga escrevendo para o e-mail equipe@loudeolivier.com. Confirmaremos a inscrição, informando data, local

e horário do evento._______________________________________________________________________________________________________

 

LOU DE OLIVIER EM DOSE DUPLA: AULA ABERTA DE BIODANÇA/DANÇATERAPIA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIA SOBRE VEGANISMO

Lou de Olivier está sempre disposta a participar da divulgação do veganismo e das Artes, por isso, fará uma participação super especial no Primeiro Encontro Vegano Cultural JMA J’adore mes amis Confira os detalhes!

São Paulo – SP (DINO) 09/12/2015

Com toda esta bagagem artística, não só revolucionou o campo da Psicoterapia a partir da década de 90 (inclusive implantando o seu método Multiterapia criado em 80 e reformulado em 90), como mescla até hoje suas atuações em diversas áreas.

Lou de Olivier, além da grande experiência (e importância) nas áreas de Saúde e Educação, é também uma artista nata. Desde os três anos já iniciava-se profissionalmente em dança clássica e contemporânea e em canto popular, tendo sido a primeira criança no mundo a gravar um disco (vinil) aos três anos de idade participando de forma expressiva em diversos programas de TV (Excelsior, Record, posteriormente na TV Bandeirantes). Este pioneirismo rendeu a ela o primeiro troféu aos quatro anos de idade e a inclusão no Museu da TV brasileira. Em paralelo estudou alguns instrumentos musicais e, aos dezesseis anos, ingressou na arte de representar, o Teatro seguindo novamente pela TV onde atuou como atriz em uma novela e diversos comerciais, além de produzir diversos musicais de sucesso na década de 80 e ter coordenado o maior evento infanto juvenil da época, com seis mil artistas e dois mil técnicos sob seu comando, a Feira da Criança e do Adolescente…

Com toda esta bagagem artística, não só revolucionou o campo da Psicoterapia a partir da década de 90 (inclusive implantando o seu método Multiterapia criado em 80 e reformulado em 90), como mescla até hoje suas atuações em diversas áreas.

Esta semana, Lou disponibilizará uma parte de todo este conhecimento e fará uma dupla apresentação em evento: Contação de Historia (Solua, o vampirinho vegano) e aula aberta de biodança/dançaterapia. 

A Biodança/Dançaterapia:
Biodança é a dança da vida, movimentos que fazemos diariamente ganham uma nova forma na biodança. Induzindo movimentos e ações integradoras por meio de música, sons, gestos e relaxamentos, a biodança/dançaterapia traz beneficios ao corpo e à mente, induz à desinibição, melhora a auto-estima, favorece a integração de grupo e maior conhecimento da essência de si mesmo(a). A técnica de Lou de Olivier proporciona também uma reflexão meditativa tornando a experiência única e extremamente produtiva. Esta atividade será ministrada em aula aberta durante o evento. (atividade gratuita para pessoas de qualquer idade)

O Veganismo:

O veganismo está em evidência na atualidade porém nem todos que se dizem veganos estão, de fato, engajados na luta e ainda são poucas as pessoas que estão envolvidas de verdade na causa. Em paralelo, a maioria da população desconhece a causa (defesa dos direitos dos animais) e também desconhece os grandes benefícios que o veganismo (alimentação sem carne nem derivados de animais) traz ao organismo humano. 

O Projeto Solua:
Diante desta constatação e da sua dificuldade em conseguir comida vegana em viagens, Lou de Olivier criou, em 2012/2013 Solua, um vampirinho vegano que ensina crianças e adultos a amar e respeitar os animais e tudo que a natureza fornece e, ao mesmo tempo, ensina os humanos a adquirirem bons hábitos de alimentação e higiene.


O Projeto já nasceu vitorioso, prevendo uma ação multimídia. Lançado oficialmente em 2014 em versão e-book, o primeiro episódio (Plantando uma nova consciência) teve uma ótima aceitação, muitas pessoas que leram o e-book (ou compraram para ler para os filhos e netos) assimilaram os conhecimentos e já estão tornando-se veganas. (E algo importante desta primeira fase, toda a renda foi doada a crianças e animais abandonados)

Na sequência o mesmo episódio foi encenado como peça teatral mas teve que ser interrompido por problemas técnicos, mesmo assim, nas poucas apresentações que teve, foi muito elogiado e também modificou a consciência de algumas pessoas que assistiram. 

Agora Lou de Olivier disponibiliza uma Contação de História também sobre o primeiro episódio que inclui um desenho para colorir (atividade gratuita para as crianças) e já está na fila uma produção em animação 3D para este primeiro episódio (Plantando uma nova consciência) e/ou segundo episódio (Ouvindo os animais). 

Tudo isso será mostrado no evento.

Compareça, participe e traga sua família e amigos. 
Encontro Vegano Cultural JMA J’adore mes amis
Entrada franca
Dia 13/12/2015 (próximo domingo) das 12:00 às 20:00 horas, sendo as atividades ministradas por Lou de Olivier nos seguintes horários. 
Biodança/Dançaterapia aula aberta das 13:20 às 14:00 horas 
Contação de História Solua, o vampirinho vegano das 14:30 às 15:30 horas.
As duas atividades são gratuitas, para participar é só comparecer ao local nos respectivos horários, lembrando que, para participar da biodança, o ideal é usar roupas leves, sapatos sem salto e procurar não ingerir comidas pesadas uma hora antes da atividade. 

Lou também disponibilizará (para compra) alguns livros de sua autoria, com sessão de autógrafos,
cartilhas e camisetas do vampirinho vegano, além do desenho do vampirinho para colorir (gratis)

Haverá outras diversas atividades gratuitas e uma praça de alimentação vegana durante o período do evento. Vale a pena conferir!

Local do evento: Centro de Convenções Rebouças
Endereço: Pedestres, entrada pela Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 23 – Pinheiros – São Paulo-SP a 300 metros da estação Clínicas do metrô.
Entrada principal e estacionamento pela Av. Rebouças, 600 – Pinheiros – São Paulo-SP
Saiba mais sobre Solua, o Vampirinho vegano em:

http://www.soluavampirinhovegano.com.br/
ou no site Ana Vegana: http://www.anavegana.loudeolivier.com/

Saiba mais sobre Biodança e Dançaterapia http://www.multiterapia.loudeolivier.com/workshop.php 
Assista também este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zN6H18dFCg4 

Conheça mais sobre o evento vegano neste blog: http://encontrovegano.blogspot.com.br/ 

Acesse a pagina de Lou de Olivier no Museu da TV:http://www.museudatv.com.br/biografias/Lou%20de%20Olivier.htm

Acesse o Portal Lou de Olivier para saber mais sobre as diversas áreas de pesquisa e atuação de Lou de Olivier.http://loudeolivier.com/ (destaque para o subsite Dislexia Adquirida que, depois de quase trinta anos sendo defendido por Lou de Olivier, está oficialmente aceito pela Ciência da Saúde em Português.Inglês e Espanhol).

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A CRIAÇÃO DE LOU DE OLIVIER, O VAMPIRINHO VEGANO, RENDENDO BONS FRUTOS!

O projeto que teve início em 2010 e foi lançado em e-book na Internet em 2014 hoje já tem também um resumo de episódio em vídeo (animação3D), contação de história, tem outros episódios sendo criados e, o melhor, a história inicial está saindo da ficção para a vida real. Confira!

(DINO) 11/01/2016

Sem verba e sem equipe, ainda assim, Lou de Olivier se aventurou a produzir um resumo do segundo episódio (animação 3D) que já está disponível gratuitamente na Internet (Youtube) e a intenção é ampliar a produção…

O projeto que teve início em 2010 e foi lançado em e-book na Internet em 2014 hoje já tem também um resumo de episódio em vídeo (animação3D), contação de história, tem outros episódios sendo criados e, o melhor, a história inicial está saindo da ficção para a vida real. Confira!

A ideia surgiu em 2010 quando Lou de Olivier passou do vegetarianismo ao veganismo estrito (ou veganismo ao cubo como ela intitula). Diante da grande dificuldade em encontrar comida vegana do jeito que ela gosta e mais dificuldade ainda em explicar o que é veganismo aos donos de hotéis e restaurantes em suas viagens, Lou idealizou uma personagem capaz de convencer a todos os benefícios do veganismo. Um vampiro vegano!

Sim, o vampiro pareceu ideal, um ser que vive em função de sugar sangue (e vidas) ao transformar-se em vegano poderia convencer qualquer outro ser a também tornar-se vegano. Afinal, se um vampiro pode tornar-se vegano, todos também podem.

A ideia estava latente na mente de Lou mas ela ainda estava delineando a forma como levaria sua nova criação ao mundo. Porém a história já estava definida. Solua teria argumentos fundamentados em Medicina e Nutrição e seria capaz de convencer a todos (tribo de índios, gatos e outros animais, etc.) por onde passasse sobre os benefícios do veganismo para todos e, obvio, transformar todos os carnistas em veganos. Desde o início o projeto já nasceu multimídia, com intenção de lançar tanto livro impresso quanto e-book (livro virtual), teatro e cinema…

O primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” surgiu em 2010/2011 mas ficou parado por mais de um ano. Na cena em que Solua, ao chegar à tribo de índios, é cercado pela tribo em pleno ritual, Lou parou de escrever. Não lhe faltavam idéias mas é que, com a oficialização do Distúrbio da Dislexia Adquirida pela Ciência da Saúde (em 2011), no ano de 2012 Lou de Olivier (defensora do distúrbio agora oficializado) foi muito solicitada por revistas especializadas da área terapêutica, sua principal atuação. O ano de 2012 foi o mais produtivo para Lou de Olivier nesta área. Lou publicou seis dossiês e dois artigos na Revista Psique Ciência e Vida, um artigo na Revista Projetos Escolares e dois artigos na Revista Sentidos, além de diversos artigos em Jornais eletrônicos. Lou também foi agraciada com nove troféus e diplomas de honra ao mérito por sua atuação na área terapêutica e, com isso, acabou sem tempo para concluir o episódio de Solua, o vampirinho vegano.

2013 também foi um ano bem corrido para Lou de Olivier, tendo inclusive sido agraciada com dois troféus oficiais neste ano e o resultado é que o texto só ficou pronto para exibição em meados de 2014. A ideia do livro impresso foi abandonada, já que a intenção é preservar o meio ambiente. Então pensou-se em outros meios de divulgação. A princípio lançado em pequenos eventos, como contação de história, ganhou o mundo ao ser lançado em e-book em dezembro de 2014. A divulgação e aceitação foi tão completa que conseguiu leitores e admiradores no Brasil e em colônias de língua portuguesa em diversos países. 

Empolgada, Lou de Olivier resolveu levar ao teatro este primeiro episódio e, na sequência, já criando o segundo episódio, intitulado “Ouvindo os animais”. Por motivo de força maior, a peça teatral teve que ser interrompida logo após sua estréia e a tentativa de lançar em cinema esbarrou em falta de verba. Aliás, a falta de verba tem sido uma constante na maioria das produções atuais. Porém, Lou de Olivier não se deu por vencida, resolveu produzir sozinha os episódios em animação 3D. 

Sem verba e sem equipe, ainda assim, Lou de Olivier se aventurou a produzir um resumo do segundo episódio que já está disponível gratuitamente na Internet (Youtube) e a intenção é ampliar a produção criando diversos outros episódios sempre com uma mensagem sobre o veganismo e com uma musica fácil de assimilar para que as crianças (e adultos) que assistem tenham mais facilidade em lembrar a mensagem dos vídeos.
Vale a pena conferir este primeiro episódio em: https://www.youtube.com/watch?v=IgH9hn437ho 

E as boas novas não param por ai, a vida real imita a arte (ou vice-versa), em matéria recente o site Olhar Animal anunciou que uma tribo indígena da Amazônia Equatorial trocou a caça pelo cultivo de cacau. Para quem não sabe, no texto de Lou de Olivier, “Plantando uma nova consciência”, Solua convence uma tribo de índios a trocar a caça por cocos (para produzir seus artesanatos). Sobre isso, Lou de Olivier que é muito espiritualizada, diz: “Tudo que fazemos em alguma parte do planeta repercute em todo o sistema, não importa se tem muita ou pouca divulgação, se tem muito ou pouco público, se é uma iniciativa solitária ou em grupo, enfim, todos os nossos atos bons ou maus são registrados e ecoam no Universo. Por isso estou muito feliz em saber da conscientização desta tribo. Tenho certeza que é a primeira de muitas que se tornarão veganas. Como já conheço alguns gatinhos e cachorros que são veganos, apesar da ideia que se tem dos gatos (e cachorros) serem extremamente carnívoros, acho que gatos e cães se tornarem veganos como nos meus textos também é possível sim. E o que me deixa mais feliz nisso tudo é perceber que minha criação não é apenas ficção, é o inicio de uma nova conscientização provando que é possível todos se tornarem veganos, exatamente como o Solua, vampirinho vegano diz com tanta convicção. E como digo no texto, cada um fazendo sua parte, o mundo será melhor pra todos então todos os grupos, os ativistas, enfim, todos os veganos empenhados na divulgação do veganismo estão de parabéns!”

Lou de Olivier consta como Escritora, Dramaturga e Multiterapeuta das seguintes obras oficiais:
1 – Enciclopédia de Literatura Brasileira – Volume I – paginas 187, 405 e 670 da Fundação Biblioteca Nacional – Academia Brasileira de Letras – 2001- (Original de Universidade de Michigan)Organizado por Afrânio Coutinho e José Galante Sousa – Global Editora – RJ – Brasil; 
2 – Dicionario de Mulheres – Volume II – páginas 532-533 – da Historiadora Hilda Flores (2011);
3 – Integra os verbetes do livro histórico Brasil de A a Z idealizado em 2009 e lançado em 2012;
4 – Integra as paginas 279 e 280 do livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos – Destaques e Personalidade – do ano de 2009. 

Além do vídeo citado anteriormente, os textos estão disponíveis em e-book solidário (com toda a renda doada aos animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual. Saiba mais sobre o e-book solidário Solua, o vampirinho vegano neste link: 
http://www.anavegana.loudeolivier.com/Ebook-Solidario.php 

Em breve anunciaremos outros episódios. Quem quiser acompanhar a produção (ou participar da equipe) também pode acessar o portal e clicar em contact: http://www.loudeolivier.com 

Conheça também o subsite Ana Vegana que mostra todo o projeto Solua, vampirinho vegano.http://anavegana.loudeolivier.com/ 


Projeto aqui: http://www.anavegana.loudeolivier.com/vampirinho-vegano.php 

Site solua, o vampirinho vegano: http://www.soluavampirinhovegano.com.br/ 

Saiba sobre troféus, publicações e toda a trajetória de Lou de Olivier em:
http://www.analou.loudeolivier.com/ 

Outros artigos sobre Solua, o vampirinho vegano e e-book solidário nestes links: 
https://www.dino.com.br/releases/um-vampiro-vegano-e-a-novidade-de-lou-de-olivier-mostrando-uma-vida-mais-saudavel-a-criancas-de-todas-as-idades-dino89026253131 

https://www.dino.com.br/releases/lou-de-olivier-em-dose-dupla-aula-aberta-de-biodancadancaterapia-e–contacao-de-historia-sobre-veganismo-dino89081757131 

https://www.dino.com.br/releases/e-book-solidario-mais-uma-inovacao-da-multiterapeuta-lou-de-olivier-dino89026248131 

Olha Animal: Índios trocam caça por cacau: http://www.olharanimal.org/trafico-caca-e-pesca/10083-indios-da-amazonia-trocam-caca-por-cacau-em-nome-da-biodiversidade

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DISLEXIA, A BOLA DA VEZ? (A RESPONSABILIDADE NA DIVULGAÇÃO DE NOTÍCIAS)

Diante de muitos equívocos publicados sobre Dislexia, seus sintomas e suas comorbidades, Lou de Olivier (disléxica, pesquisadora do tema há quase 40 anos e detectora da Dislexia Adquirida) relata neste pequeno artigo a necessidade de se filtrar as informações sabendo distinguir a verdade dos equívocos. Diferencia também alguns dos sintomas e a forma correta como este distúrbio deveria ser detectado e tratado. Confira!

(DINO) 02/12/2015

Equívocos, para não dizer “mentiras” ficam camuflados entre alguns fatos comprovados e, com isso, fica cada vez mais difícil ao público distinguir o que é e o que não é correto…

Na ânsia de buscar mais audiência ou mais visitas quando se trata de web, emissoras de TV levam ao ar programas que “misturam” fatos comprovados com “achismos”, comprovam suas “teorias” citando pesquisas regionais e, muitas vezes, já descartadas pelo meio acadêmico e, com isso, prestam um desserviço ao público. Lamentavelmente alguns profissionais que apresentam-se em TV estão desatualizados ou por falta de conhecimento ou por uma questão comercial já que muitas informações sobre distúrbios esbarram no campo do comércio da saúde e educação…

Isso se agrava muito no caso da web já que muitas pessoas leigas fazem vídeos caseiros e divulgam o que viram na TV ou leram em algum site e acabam viralizando vídeos ou artigos nem sempre corretos.

Há muito tempo a divulgação orgânica esbarra com a paga ou patrocinada, especialmente quando se trata de web e na TV convencional isso já ocorre há umas três ou quatro décadas. O que é pago tem prioridade independente da relevância ou veracidade, o que é urgente (geralmente catástrofes, discriminações e crimes) tem mais chance de ir ao ar de forma gratuita e, com isso, as verdades ficam sujeitas a uma brecha na programação. Equívocos, para não dizer “mentiras” ficam camuflados entre alguns fatos comprovados e, com isso, fica cada vez mais difícil ao público distinguir o que é e o que não é correto, e profissionais como eu acabam tendo um esforço sobre-humano para esclarecer temas de interesse… E o pior, nem sempre se consegue esse esclarecimento nas massas.

A bola da vez é a Dislexia, até pouco tempo atrás relegada aos grupos de estudos, aos artigos acadêmicos e livros, de repente começou a ser divulgada em diversas emissoras. Isso deveria ser bom, afinal, a mídia resolveu dar chance de popularizar este tema. Porém, o que se nota é uma tendência ao retrocesso, divulga-se algumas descobertas mais recentes mescladas com dados ultrapassados, alguns colhidos na década de 80 e outras informações que cabem a outros distúrbios que parecem mas não são Dislexia.

Sendo assim, o que deveria ser uma utilidade pública passa a ser uma calamidade pública porque estipula uma grande lista de sintomas como todos sendo da Dislexia e aliado a outros fatores discutidos nas entrevistas e debates fazem o público leigo confundir-se mais ainda, ao invés de ter suas perguntas respondidas, acabam tendo muito mais dúvidas que antes não tinham.

Por outro lado, as faculdades mesclam suas grades curriculares e trazem ao mercado profissionais de Fonoaudiologia, Psicologia e Psicopedagogia, todos teoricamente aptos a tratarem os distúrbios de Aprendizagem, porém, na pratica, nem todos tem a vivência e experiência para o mercado. 

O resumo disso é que a Dislexia que tanto se insiste que seja genética/hereditária, pode também ser adquirida por acidente (anoxia/hipoxia, AVC entre outros), isso já está oficializado há anos. A maioria dos sintomas que se atribui à Dislexia são na verdade das comorbidades que nem sempre surgem ao mesmo tempo que a Dislexia, na grande maioria dos casos, a comorbidade surge após algum tempo de diagnóstico e tratamento inadequados, ou seja, invés de regredir, a Dislexia se agrava com comorbidades que não existiriam se o caso tivesse diagnóstico correto e tratamento eficaz.

São tantos os equívocos divulgados atualmente que nem há como esclarecer todos neste simples artigo. Convido-os a uma visita ao site oficial da Dislexia Adquirida, onde estão os dados, as pesquisas, o histórico oficial e outras informações relevantes. Também convido a lerem o e-book e participarem do ciclo de palestras que estou organizando “Dislexia sem rodeios”, onde abordo todos estes temas com profundidade e clareza.

O site oficial da Dislexia Adquirida é: http://dislexiaadquirida.loudeolivier.com/ 

Até o dia 10/12 é possível inscrever-se para assistir ao video exclusivo que gravei para TV e não foi ao ar. Inscreva-se neste link: http://www.kickante.com.br/campanhas/dislexia-sem-rodeios-0 

Após dia 10/12 as inscrições continuarão abertas apenas para participação na palestra presencial Dislexia sem rodeios. Saiba mais aqui neste link.
http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Dislexia-e-Dislexia-Adquirida–Informe-se%21.php

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Jornalista, Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora
de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.

Lou de Olivier é uma disléxica adquirida, tendo tornado-se especialista no tema justamente por procurar respostas para seu caso que foi desenganado pelos médicos. Sua trajetória neste segmento a levou a especializar-se em distúrbios causados por anoxia perinatal/hipoxia neonatal e geral.

Lou de Olivier é vegana, ativista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Ativismo):
http://www.loudeolivier.com

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LOU DE OLIVIER, UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO E VITÓRIAS!

Desmemoriada, desenganada pela Medicina, Lou de Olivier buscou sozinha as respostas que precisava. Acabou detectando um novo distúrbio (Dislexia Adquirida), desenvolvendo uma nova técnica terapêutica, (a Multiterapia) e tornando-se uma profissional múltipla, vencendo assim, sua própria condição disléxica e limitante. Atualmente, por um acidente, está momentaneamente sem locomoção e aproveita para lutar pelos direitos dos cadeirantes.

(DINO) 07/06/2016

Se eu me conformasse com o diagnóstico (ou veredicto?) dos profissionais que me atendiam eu poderia hoje estar pedindo ajuda mas eu estou aqui oferecendo soluções.

Era uma linda e ensolarada manhã, eu e meus amigos estávamos na praia. Um dos amigos, dizendo-se “jornalista” perguntava o que eu achava do amontoado de lixo que os “farofeiros” deixavam na praia e apontava um microfone imaginário em minha direção enquanto eu respondia:

– Ah, eu acho esta atitude dos farofeiros um verdadeiro lixo! Rindo muito, alguém nos lembrou que estava na hora do nosso costumeiro mergulho. Eu nadava muito bem e por isso sempre ganhava a corrida que apostávamos a nado no mar. E naquela manhã, como sempre, eu ganhei mas algo diferente ocorreu. Quando levantei a mão e gritei: “ganhei!”, um redemoinho se formou do nada e me envolveu. Tão forte estava o redemoinho naquele dia que morreram quarenta e cinco pessoas só naquele mesmo pedaço de mar onde eu me afoguei…

Eu só via água girando por todos os lados. Nadei mas não consegui sair do redemoinho, também não foi possível boiar, duas atitudes que se deve ter ao enfrentar “os fenômenos do mar” como dizia meu pai… cinco rapazes foram tentar me salvar mas acabaram se afogando também… eu mascava chiclete o tempo todo e foi o que me evitou engolir água… nas raras vezes em que eu conseguia vir à tona eu dava uma respirada e logo a água me “sugava” de novo não antes de ver a expressão de terror da tia da minha amiga Rita. 

Éramos muito cuidadas por nossos pais e só íamos à praia acompanhadas por algum adulto. Naquela manhã, a missão de olhar as três adolescentes (eu, Rita e uma outra menina que eu não consigo lembrar quem era) era da Sônia, tia da Rita… Eu podia ver a expressão aterrorizada da Sônia e ouvia a Rita gritando “Cadê o golfinho” em meio ao seu afogamento. (era uma piada que o salva-vidas contava, se nos afogássemos e ele não estivesse por lá, deveríamos procurar um golfinho pra nos salvar e ela acreditou, coitada!)

Sim, a Rita e a outra menina também se afogaram mas elas não estavam no redemoinho que entrei. Elas estavam a uns três metros de distância e acho que se afogaram por osmose rsss. De qualquer forma, a Sônia mais tarde disse que não conseguiria jamais esquecer as expressões que fazíamos aos nos afogarmos e que ela só estava aguardando o desfecho, se nós não conseguíssemos nos salvar, ela se atiraria ao mar e se afogaria também só pra não ter que explicar para nossas mães que tínhamos morrido…

Ainda havia um detalhe, eu não parava de pensar no baile do Havaí. Eu amava dançar, desde antes mesmo de conseguir andar eu já me agarrava aos móveis e dançava diante de qualquer som que ouvisse. E o baile do Havaí era uma grande paixão, eu me preparava meses antes, desenhando meu próprio modelo de vestido, enlouquecendo a costureira com os detalhes que queria… Durante meu afogamento eu só pensava que eu não podia ser tão azarada, eu poderia morrer em qualquer dia, menos no dia do baile…

Não sei ao certo quanto tempo fiquei sem respirar ou nos debatemos até que um milagre aconteceu, um adolescente surfista, usando sua prancha, conseguiu nos tirar do redemoinho… Ainda atordoada pelo afogamento eu disse que precisava agradecer ao “loirinho que nos salvou”. Alguém me disse: Ele se chama Marcelo! Olhei em volta mas o rapaz já não estava lá. Foi a última cena que me lembro antes de ver tudo escurecer e, na sequência, ficar desmemoriada, perder a capacidade de leitura e de falar idiomas estrangeiros… 

Mesmo nestas condições, eu fui ao baile, mas eu via todos de forma distorcida e uma sensação horrível de não existir, de ter morrido e esta não ser eu…

Consultei vinte e cinco dos melhores especialistas, inclusive dois estrangeiros e ninguém sabia o que eu tinha e menos ainda como me tratar… Fui desenganada por todos eles que diziam que eu estava condenada a nunca mais conseguir ler e nunca mais recuperar minha memória…
Eu passava horas sentada na mureta da praia, olhando as ondas que vinham e iam e ficava pensando em que ponto daquele imenso mar estavam minha memória, minha vida, minha existência. Continuava vendo tudo de forma distorcida, letras então passaram a ser apenas um amontoado de sinais sem nexo, eu não lia mais nada e, pertencendo a uma família de poliglotas (meu pai falava oito idiomas, meu irmão atualmente fala seis), eu era fraquinha, só falava Inglês e Francês e agora nem isso eu falava mais…

Acabava de fazer algo, esquecia, não lembrava de minha família, meus amigos, nomes de objetos… Olhava no espelho e não sabia o que era aquilo que se refletia à minha frente… Mas eu continuava escrevendo perfeitamente e foi ai que comecei a escrever diários, registrava tudo que eu via, o que fazia, o que comia, embora eu não distinguisse um pedaço de pizza de uma maçã ou berinjela, eu perguntava o que era aquilo que estávamos comendo e escrevia…

Foi escrevendo inúmeros diários que eu, de repente, me vi escrevendo uma peça teatral que eu intitulei “Eu inteiro, metade de mim”. Era assim que eu me sentia, inteira mas pela metade… Um texto forte demais que não sei de que arquivo da minha mente eu tirei… Nesta época eu já estava fazendo teatro por sugestão do melhor conceituado neurologista brasileiro da época. Ele também aconselhou minha mãe a me levar para “cuidar do espiritual” e foi uma fase horrível, passei por rituais que me feriram o corpo e o espírito, então nem vou relatar…

Dos meus diários surgiram poesias, contos, peças teatrais e uma ideia fixa: Descobrir o que eu tinha, o que me fazia ter a sensação de não existir e não conseguir mais ler nada. Logo eu que amava ler agora não distinguia mais uma letra da outra…

Eduardo, era um garoto que fazia tudo que eu pedisse, eu às vezes me lembrava dele, às vezes apagava tudo e eu nem sabia quem era ele mas ele continuava sempre ao meu dispor. Ele falava e lia bem Inglês e alemão e, depois dele ler uns três livros em Inglês para mim eu cismei com um livro grande, de capa preta todo escrito em alemão que pegamos numa biblioteca. Pedi a ele para ler para mim. Levou quase um mês para ele ler tudo mas, ao final, eu tinha a resposta. Minha perda da capacidade de leitura tinha um nome, ao menos para os alemães, era Dislexia… E eu tinha certeza de ter adquirido esta dislexia no afogamento…

Tudo anotado, passei a visitar todos os médicos que me atenderam e relatar que eu tinha descoberto o que eu tinha mas eles não me deram ouvidos. Percebi que estava sozinha nesta descoberta e eu mesma teria que desvendá-la por inteiro. Durante mais de dois anos o Eduardo e outros amigos leram muitos livros enquanto eu anotava todos os detalhes… Quatro anos depois eu já conseguia ler alguma coisa, ainda com dificuldade, mas lia e continuava escrevendo muito bem, foi quando entrei na primeira faculdade, hoje equivale a Artes Visuais mas, na época era Educação Artística e, na sequencia fiz bacharelado em Artes Cênicas e uma extensão em Musicoterapia… 

Ainda não sabia o que causou minha dislexia adquirida mas já sabia como lidar com ela e suas fases mais agudas… Foi estudando Psicanálise que, anos mais tarde, eu entendi finalmente o que tinha ocorrido com meu cérebro: Eu tinha sofrido uma anoxia (ou hipóxia) e passei a me preocupar com os bebês que sofrem esta privação de oxigênio durante o nascimento… Estudando Psicopedagogia e Neuropsicologia pude enfim, ligar minhas pesquisas e passei a publicar artigos e livros sobre diversos distúrbios, com ênfase em dislexias e anoxia perinatal (ou hipóxia neonatal).

No início, muito ridicularizada até por professores por ter base artística e por ser eu própria disléxica, mesmo assim, insisti e consegui comprovar minhas teses… Especializei-me também em Medicina Comportamental na UNIFESP, fiz duas especializações em Dependência Química também na UNIFESP, antes disso, estudei TOC e Tourette no HC-USP, participei da fundação da ASTOC, coligada ao PROTOC na época… Estudei paixões obsessivas. Tornei-me também Jornalista, Dramaturga, Apresentadora de TV. Cheguei a fazer Mestrado em Ciências Humanas mas saí com certificado especial por não conseguir, de forma alguma ter fluência em Inglês… Mas isso é só um detalhe…

Hoje tenho dez livros didáticos escritos e publicados, dezoito peças teatrais, inúmeros contos, poesias publicadas avulsas e em antologias, artigos publicados em revistas especializadas, sou precursora da Multiterapia. E meu maior orgulho é ter vencido minhas limitações e ter ido além, ter conseguido comprovar a existência de um distúrbio adquirido e hoje ele está oficializado pela Ciência da Saúde em Inglês, Português e Espanhol… Mas dois fatores me entristecem, é ver que até meus colegas, pessoas que leram meus livros, basearam teses em meus estudos, citam hoje a Dislexia Adquirida sem sequer mencionarem toda
a minha luta e pioneirismo e, pior, alguns profissionais ainda insistirem em classificar a Dislexia apenas como genética/hereditária, citando estudos já ultrapassados e sem aplicação na prática.

Mas sei que, mesmo que as pessoas nunca reconheçam minhas descobertas e todo o meu pioneirismo, o Universo reconhece e isso é que importa. E o melhor é hoje poder ir ao mar sem a sensação de ter sido roubada por ele. Hoje eu sei que o mar não roubou parte de mim como eu pensava, ele fez brotar em mim, uma outra parte que estava adormecida, ele me fez perceber o quanto sou forte e vencedora, porque graças a tudo que me aconteceu de ruim eu pude refletir todo o conhecimento e o bem dentro de mim…

Talvez este relato pareça um dos inúmeros contos que tenho escrito mas é minha vida real. Se eu me conformasse com o diagnóstico (ou veredicto?) dos profissionais que me atendiam eu poderia hoje estar pedindo ajuda mas eu estou aqui oferecendo soluções. Eu lutei muito, estudei e pesquisei muito e hoje eu ensino os diferentes sintomas dos distúrbios que podem até ser adquiridos num acidente. Eu ensino a entender o que é e o que não é dislexia, o que parece mas não é dislexia, eu abordo o tema de forma simples e objetiva, sem rodeios. E eu tenho o conhecimento científico mas eu também tenho o conhecimento do que é ser paciente. Aproveite esta que já é a terceira fase que estou ministrando. Participe, faça sua inscrição antecipada, garanta sua vaga na palestra online ou presencial

Saiba mais sobre as palestras: http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Dislexia-sem-rodeios.php

Acesse o site oficial da Dislexia Adquirida: http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com

Conheça o Portal Lou de Olivier - Tudo que você procura está aqui. http://www.loudeolivier.com ________________________________________________________________________________________________________________

 

DISLEXIA E HIPERATIVIDADE: DISTÚRBIO OU DOM?

Há mais de quarenta anos Lou de Olivier pesquisa e há mais de vinte anos publica artigos e livros elucidando distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Neste artigo, ela aborda a dúvida de duas leitoras sobre a polêmica afirmação dos distúrbios serem, na verdade, dons sensitivos. Confira a análise bem fundamentada de Lou de Olivier para este tema!

(DINO) 09/11/2015

Em resumo, não se deve confundir distúrbios neurológicos ou psicológicos com dons sensitivos ou paranormais. São totalmente diferentes e exigem abordagens diferentes.

Em um único dia duas pessoas me contataram abordando um tema polêmico, afirmando que as crianças índico e/ou cristais seriam confundidas com hiperativas ou disléxicas, isso resultaria num diagnóstico e possível medicação destas crianças como portadoras de distúrbios quando, na realidade, seriam seres especiais com a missão de transformar o mundo em algo melhor.

Uma destas pessoas que me contatou, inclusive, afirmou que a Ciência desconhece a Espiritualidade e, por isso, condenaria estas crianças a não cumprirem sua missão…

De fato, a maioria dos Cientistas desconhece a Espiritualidade/Teologia e a maioria dos Teólogos/Espiritualistas desconhece os caminhos da Ciência mas não se pode afirmar que todos sejam assim. Conheço alguns Teólogos/Espiritualistas que sabem também sobre as Ciências. E, no meu caso, sendo estudiosa e pesquisadora de temas médicos, terapêuticos e correlatos também pesquiso e vivencio com profundidade a Espiritualidade/Teologia. (E friso que Espiritualidade não é religião, é o dom de se comunicar com Deus, o Criador, o Universo e, se possível, usar este dom para melhorar a vida de todos. É possível encontrar sensitivos ou paranormais em qualquer religião e até mesmo entre os que se dizem ateus).

Exatamente por conhecer profundamente estas duas formas de entendimento é que tenho certeza do que afirmarei agora.

De fato, crianças especiais e sensitivas passaram pelo planeta e atualmente continuam a nascer e, mesmo que quase ninguém perceba, estão sempre conduzindo e mudando a humanidade, aos poucos mas estão. Mas não se pode confundi-las com hiperativas ou disléxicas até porque hiperatividade não é distúrbio, é sintoma e deve-se diagnosticar e tratar o distúrbio que desencadeia a hiperatividade e, no caso da Dislexia, é possível até percebê-la/diagnosticá-la em exames. Em resumo, não se deve confundir distúrbios neurológicos ou psicológicos com dons sensitivos ou paranormais. São totalmente diferentes e exigem abordagens diferentes. 

Há mais de vinte anos dedico-me a publicar artigos e livros elucidando estes e outros distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Fui a primeira profissional a destacar a importância de se detectar o distúrbio que causa a hiperatividade e não apenas medicar o sintoma da hiperatividade. E friso que nada tenho contra a medicação, acho inclusive necessária em alguns casos mas para que uma criança (ou adolescente) seja medicada, é preciso já ter sido diagnosticada. A partir do momento que já se detectou o distúrbio que a criança ou adolescente porta, pode-se e, em alguns casos, deve-se medicá-la. O que não é aconselhável é medicar a hiperatividade como sintoma e deixar o distúrbio principal correndo solto.

Esta afirmação, ao menos para mim, não é nova. Desde meus primeiros artigos, ainda escrevendo para jornais de bairro, eu já abordava isso. Assim como a Dislexia que também comecei a discorrer há mais de vinte anos e, já naquela época, eu definia a Dislexia Adquirida que hoje, graças a tantas publicações e debates que gerei, está aceita pela Ciência da Saúde e codificada em Inglês, Espanhol e Português. E todas estas minhas publicações não surgiram do nada nem apenas vi em livros ou artigos, eu vivenciei na prática quando me afoguei aos 16 anos (isso foi há quase 40 anos) e, desmemoriada, fui desenganada pelos 25 especialistas que me atenderam. 

Esta história já foi muito divulgada, não a contarei aqui, apenas a cito para frisar que conheço profundamente os temas e é por isso que ainda luto para esclarecer tantos equívocos que são mostrados como se fossem reais. No mundo todo, a cada semestre, publicam-se inúmeras pesquisas tanto científicas quanto de campo em se tratando dos distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Em meio a todas as publicações, há artigos que misturam sintomas de dois ou mais distúrbios alegando ser todos apenas da dislexia ou do TDAH, citam fontes já antigas e pesquisas já descartadas, abordam pseudo-descobertas em TV/radio, com isso divulgam muitos equívocos, citam grandes nomes do cinema ou da Ciência como portadores de distúrbios trazendo um glamour que não se percebe no cotidiano de quem porta distúrbios. Enfim, são tantos os absurdos que se divulgam, capazes de convencer os leigos mas não quem, como eu, dedicou a vida toda ao estudo aprofundado dos temas, sabe até onde se deve concordar e a partir de que momento é preciso “peneirar” o que se diz ou publica e filtrar as informações. 

Este é um tema complexo que não pode ser elucidado em apenas um artigo. Recomendo aos interessados em saber sobre Dislexia, TDAH, hiperatividade e muitas descobertas sobre estes temas, que participem do ciclo de palestras que estou programando. As inscrições e adesões podem ocorrer ate dia 10/12/2015 e o sistema é democrático: quem pode investir R$ 390,00 garante sua vaga em palestra presencial, quem não pode investir este valor, investe a partir de R$ 10,00 e pode assistir ao vídeo exclusivo que gravei para TV em 2014. Restam 33 dias para adesões e reservas.

Quem necessita apenas informações sobre hiperatividade e hipoatividade deve ler meu livro: Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem, autoria Lou de Olivier, editora WAK que aborda com profundidade este e temas correlatos. Deve ler também o dossiê (hiperatividade X hipoatividade) que escrevi para publicação na edição 81 da Revista Psique Ciência e Vida, editora Escala (procure números atrasados com o seu jornaleiro). Encontre também informações complementares nos sites: http://www.multiterapia.med.br (neste site você pode ler este artigo na integra) e também em http://www.dislexiaadquirida.com (que está sendo reformulado) e encontre meus livros e e-books em http://loudeolivier.lojaintegrada.com.br/exceto o e-book Administrando o caos que agora é comercializado com exclusividade pelo site Amazon: http://www.amazon.com/Lou-de-Olivier/e/B014T9AS5E/ref=dp_byline_cont_ebooks_1

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DISLEXIA SEM RODEIOS! PALESTRAS E LIVROS GRATUITOS SOBRE O TEMA. PRODUÇÃO COOPERATIVADA. INFORME-SE!

Ciclo de palestras e/ou produção de livro (cartilha) inédito elucidando a Dislexia e a Dislexia Adquirida, ministrados/produzidos pela detectora e defensora da Dislexia Adquirida Lou de Olivier. Tanto palestras quanto livros serão disponibilizados gratuitamente ao público. Com sistema de financiamento coletivo, Lou irá viabilizar este projeto.

(DINO) 16/10/2015

Mas Lou continua, acima de tudo pelo SEU direito à informação VERDADEIRA e cientificamente comprovada. É por VOCÊ (pai, mãe, professor, estudante ou profissional de Saúde/Educação) que busca e nem sempre encontra informações consistentes…

Há muitos anos se discute a dislexia, suas causas e possíveis tratamentos porém, lamentavelmente, ainda nos dias de hoje há muita polemica e até desinformação partindo muitas vezes dos próprios profissionais que a devem tratar. É comum encontrar-se entre os sintomas da dislexia a troca de letras que pode ser especificada como trocas verbais e auditivas, também é comum a afirmação de que é incurável e por isso deve-se tratar a dislexia de forma permanente.Isso gera uma insegurança e uma certa desesperança já que o individuo parece condenado a um estado sempre disléxico. Não se pode negar que um disléxico sempre será disléxico mas isso não o condena a ser sempre deficiente na aprendizagem. Há muitos tratamentos que podem treinar memória e aprendizagem do disléxico. 

É isso que Lou de Olivier vem divulgando há muitos anos prestando assessoria gratuita a emissoras de radio e TV e também por intermédio de seus livros, artigos em revistas especializadas, algumas palestras ministradas por Lou de Olivier no Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina. E alguns artigos publicados há muitos anos em Portugal e Inglaterra. Agora Lou quer intensificar esta divulgação levando a todos os cantos do Brasil e do mundo o resumo de conhecimentos adquiridos em quase quarenta anos de estudos e pesquisas. 

Lou de Olivier, aos dezesseis anos, passou por um afogamento em alto mar que lhe causou anoxia (falta de oxigenação no cérebro), em consequência disso, ficou um ano e meio desmemoriada e adquiriu dislexia. Isso passou despercebido pelos melhores especialistas da época que a desenganaram. Ela estaria, segundo eles, condenada a nunca mais conseguir ler nem guardar nada em sua memória. Inconformada, Lou passou a pesquisar seus sintomas, a principio, dependendo de amigos que liam para ela. Foi, aos poucos, recuperando a capacidade de leitura (ainda limitada até hoje) até conseguir pesquisar sozinha. Venceu a dificuldade com a leitura e tornou-se Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Dramaturga/Escritora e Jornalista. Premiada em todas as áreas de atuação, com mais de 50 troféus nacionais e 4 internacionais, sua biografia consta de livros oficiais e suas descobertas integram importantes melhorias na sociedade. 

Hoje, com 54 anos, Lou pode se considerar realizada pois tem seu talento reconhecido mundialmente, sua biografia consta de livros oficiais e sua trajetória lhe concedeu mais de 50 troféus nacionais e 4 internacionais como Terapeuta e também como Escritora. Tendo dedicado sua vida aos estudos e pesquisas sobre Dislexias e outros Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento, tem a felicidade de vivenciar a aceitação oficial do Distúrbio da Dislexia Adquirida (que detectou) pela Ciência da Saúde (isso foi em 2010). Se Lou parasse agora, poderia dizer que cumpriu sua missão e ja tem um legado imenso em diversas áreas para deixar. 

Mas Lou continua, acima de tudo pelo SEU direito à informação VERDADEIRA e cientificamente comprovada. É por VOCÊ (pai, mãe, professor, estudante ou profissional de Saúde/Educação) que busca e nem sempre encontra informações consistentes pois, infelizmente, a pouca divulgação que se tem não só da Dislexia como de outros Distúrbios semelhantes é feita de forma equivocada e nunca citando seu pioneirismo. Há quem diga até que o referido distúrbio não existe e mais diversos absurdos que se propagam como verdades. isso desorienta o público e desestimula as pesquisas sérias que Lou desenvove há quase 40 anos.

Por isso, Lou de Olivier reinicia o ciclo de palestras que deverá ocorrer da seguinte forma: Palestras presenciais em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em datas a serem agendadas. Palestra online (webinar) transmitida a todo o Brasil também em data a ser agendada. Em paralelo a impressão/edição de livros com o mesmo tema, cujo título é também “Dislexia sem rodeios”. Estes livros serão ofertados gratuitamente em escolas, faculdades e clínicas para orientação de pais, professores e profissionais sobre o que é e como lidar com a Dislexia.

Tudo isso só será possível com sua contribuição que pode ser a partir de R$ 10.00 (dez reais). Contribuindo, você recebe ótimos brindes e torna-se co-produtor desta ação social e educacional. Quando atingirmos a meta mínima de R$ 21.000.00 (vinte e um mil reais) já será possível produzirmos 1000 livros e o webinar. Ao atingirmos R$39.000.00 (trinta e nove mil reais) conseguiremos produzir o webinar, 3000 livros e a palestra presencial em São Paulo. Atingindo R$ 57.000.00 (cinquenta e sete mil reais) produziremos 5.000 livros, o webinar e as palestras em São Paulo e Belo Horizonte. E, ao atingirmos R$ 75.000.00 (setenta e cinco mil reais) produziremos 10.000 livros, o webinar e palestras nas capitais (São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro).

Se alcançarmos um valor muito maior do que o previsto, incluiremos outras capitais no roteiro. Caso não consigamos atingir o mínimo, ou seja, se arrecadarmos valor inferior a R$ 21.000.00, imprimiremos a quantidade de livros que for possível (pequena tiragem) e organizaremos uma tarde ou noite de autógrafos (em São Paulo – Capital), ocasião em que ofertaremos gratuitamente um exemplar do livro para cada colaborador da campanha. Os colaboradores que não puderem comparecer poderão receber os livros pelo correio.

Como em tudo que Lou de Olivier faz, parte da verba arrecadada será doada a associações de auxilio a animais abandonados e pessoas com Dislexia, com TDAH e/ou Autismo, portanto, ao colaborar com esta campanha, você não só será coprodutor desta grande obra educacional mas também participará da parte filantrópica. Confira, como participar e receber recompensas no link:

Atenção: Esta campanha encerrou-se com arrecadação mínima (apenas 150 reais) que foi doada em forma de ração ao Gatomóvel  e Lou de Olivier organizou por conta própria uma única palestra gratuita que ocorreu na Assembleia Legislativa SP, também lançou com recursos próprios o e-book de mesmo título “Dislexia sem rodeios”

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LOU DE OLIVIER LANÇA CAMPANHA CROWDFUNDING UNINDO LITERATURA INFANTIL E VEGANISMO

Mais uma iniciativa de Lou de Olivier, campanha de crowdfunding com a intenção de produzir dois episódios em cinema de animação (2D ou 3D) e/ou livros, ambos para disponibilização gratuita ao público e orientando sobre alimentação saudável, higiene e respeito à natureza, aos animais e a todos os tipos de vida.

(DINO) 29/09/2015

Lou de Olivier, uma vida dedicada à filantropia desvinculada de religião e política, apenas para tornar o planeta um lugar melhor para todos viverem. O Vampirinho Vegano é a síntese de toda a sua dedicação e amor ao próximo. Confira!

Quem a companha a carreira de Lou de Olivier já conhece sua “veganice” e seus projetos que unem diversas áreas sempre em benefício de todos.

Sempre preocupada em melhorar o mundo e tornar o planeta um bom lugar para todos viverem, Lou está reativando seu projeto Solua, o vampirinho vegano, que já foi lançado em e-book no final de 2014 com toda a renda doada aos cuidadores de animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual. O mesmo tema foi encenado em teatro no inicio de 2015.

Agora, para ampliar esta grande atuação multimídia,Lou passa de doadora a receptora, já que os custos de produção são altos e ela sozinha não consegue dar continuidade ao projeto, lança sua campanha de arrecadação de fundos (crowdfunding). Por tratar-se de uma campanha de arrecadação, não é possível saber de antemão qual o total que será arrecadado, por isso o planejamento inclui a produção de dois episódios em cinema de animação ( 2 D ou 3D) ou, se não atingir a verba necessária a estas produções, serão impressos livros e, em qualquer dos casos, tanto os desenhos animados quanto os livros serão disponibilizados gratuitamente ao publico.

Este projeto envolve diversas áreas e atuações, ensina sobre alimentação saudável, higiene, respeito à natureza e a todos os tipos de vida, portanto abrange educação/cultura, saúde, meio ambiente e também é filantrópico,ou seja, beneficia a todos os setores e tipos de público,


O primeiro episodio é “Plantando uma nova consciência”, neste o vampirinho explica de forma simples todos os beneficios de uma alimentação e vida saudáveis e o segundo é: “Ouvindo os animais”, neste o vampirinho conversa com os animais que lhe contam como se sentem sendo apenas vistos como alimentação para os humanos. A intenção maior é melhorar o mundo e propor a paz a todos os seres.

Todos os colaboradores receberão brindes e serão coprodutores de uma grande obra socioambiental e animal. 

Lou de Olivier, uma vida dedicada à filantropia desvinculada de religião e política, apenas para tornar o planeta um lugar melhor para todos viverem. O Vampirinho Vegano é a síntese de toda a sua dedicação e amor ao próximo. Confira! 

Entenda melhor por que Lou de Olivier vive para tornar o mundo melhor:

“Desde criança sempre me preocupei com o bem estar de todos. Lembro-me da primeira vez que vi um cavalo, ele estava andando na chuva. Eu só tinha três anos e perguntei à minha mãe que bicho era aquele. Ela respondeu cavalo mas eu repeti “pilalo” e fiquei com muita pena dele andar”descalço” na chuva. Naquele mesmo dia eu pedi ao meu pai para comprar sapatos para os pilalos que andavam descalços na chuva…

Não me lembro de nenhum dia na minha vida em que eu não tenha me preocupado em cuidar, doar, ajudar a todos humanos e animais. Passei por graves acidentes e, ao ser desenganada pela Medicina, fui eu mesma estudar e pesquisar. Cursei diversas faculdades, pesquisei muito e, ao encontrar respostas e curas, escrevi nove livros didáticos com a intenção de dividir meus conhecimentos com as pessoas, ensinar a todos para que não passem pelo que passei. Sou também autora de dezesseis peças teatrais, duas delas já encenadas e premiadas em todo o Brasil e em Portugal. Ja fui colaboradora de revistas especializadas, já gravei inúmeros vídeos educativos (para TV e Youtube) e já ganhei mais de cinquenta prêmios nacionais e quatro internacionais (troféus e/ou diplomas) por toda a minha colaboração nas áreas de saúde, educação e artes.

Se eu fosse materialista, estaria bilionária mas, como sou altruísta, estou sempre doando mais do que recebo e por isso agora estou aqui pedindo sua colaboração para dar continuidade a este projeto, que explica de forma teatralizada, o veganismo, não como apenas um estilo de vida mas como a melhor alimentação para os humanos e, ao mesmo tempo, o amor aos animais, todos eles. Nem dá para explicar, so conhecendo os textos de perto. E, se a campanha for um sucesso, assistindo aos episódios em animação. Ou, em segunda hipótese, lendo os livros que imprimirei.

Conto com a sua colaboração, todos juntos para um mundo melhor para todos!”

Se você, assim como Lou de Olivier, quer um mundo melhor para todos, acesse o link e colabore! A partir de R$ 10,00 (dez reais) já é possível colaborar e o melhor é que todos os colaboradores receberão recompensas em agradecimento, ou seja, você colabora com uma grande causa do bem e ainda ganha um lindo brinde!

Atenção! Esta campanha encerrou-se com apenas R$ 95,00 (noventa e cinco reais) de arrecadação. Esta verba foi doada em forma de ração ao Gatomovel e Lou de Olivier assumiu sozinha (sem verba e sem equipe) a produção dos episódios
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DISLEXIA E DISLEXIA ADQUIRIDA: NEM TUDO QUE SE DIVULGA É CORRETO! INFORME-SE!

Em quase 40 anos de pesquisas e publicações sobre Dislexia e Dislexia Adquirida, Lou de Olivier tem se dedicado a elucidar os diversos equívocos que são publicados por profissionais mal preparados. Este escrito, meio artigo meio crônica, aborda as diversas informações incorretas que foram recentemente divulgadas em rede nacional…

(DINO) 09/10/2015

Vem ai: “Dislexia sem Rodeios” Aguarde!

Há meses um programa de TV entrevistou supostos especialistas abordando Dislexia. Isso continua repercutindo de forma negativa pelos diversos equívocos que divulgaram, Por isso esclareço: 

Como sempre, citaram “Dislexia Adquirida” sem citar minhas pesquisas e pioneirismo, aliás se houvesse de fato intenção de abordar o tema com seriedade eu seria a pessoa correta para estar neste debate mas isso foi só o começo. O Médico citou fatores que podem causar Dislexia Adquirida mas omitiu o principal que é anoxia perinatal/hipoxia neonatal que eu publiquei oficialmente em 1996 o TCC que fiz sobre o tema. Em 1998 diversos sites de Saúde e/ou Educação e também meu Portal publicaram esta pesquisa na íntegra, onde se comprova a aquisição de distúrbios, especificamente Dislexia e Disgrafia, por anoxia. Lamentável que este Médico desconheça (ou omita) esta questão tão importante.

Ainda sobre Dislexia citaram a maior incidência em meninos, por um excesso de testosterona da mãe durante a gestação o que já ha tempos se descartou. Na verdade esta linha de raciocínio iniciou-se em 1982 com a publicação “The testosterone hypothesis: Assessment since Geschwind and Behan” – Albert M Galaburda (Annals of Dyslexia – January 1990 Volume 40, Issue 1,pp 18-38)

O resumo desta publicação é o seguinte: “A hipótese de Geschwind propõe uma interação causal entre imparcialidade não-direita, doenças imunológicas, e deficiência, inclusive dislexia, através da ação intra-uterina do hormônio masculino testosterona. Alguns estudos epidemiológicos têm apoiado, pelo menos, uma associação estatística entre os três traços; outros não têm. As associações entre distúrbios de aprendizagem e doença imune e entre os transtornos de aprendizagem e lateralidade direita não parecem ser melhor apoiado do que entre doenças imunológicas e imparcialidade não-direita. No entanto, nenhum dos dados acumulados até ao momento são conclusivos, porque não é claro que as amostras estudadas foram verdadeiramente representativa.

A evidência neuropatolgica, tanto em estudos de AUTÓPSIA em disléxicos humanos e em MODELOS ANIMAIS de anormalidades corticais de desenvolvimento, são coerentes, mas não um diagnóstico de patologia imunológica. Mecanismos são discutidos por que um sistema imunitário anormal poderia, assim, ferir o cérebro em desenvolvimento, com ênfase nas interações materno-fetais anormais, incluindo doença auto-imune materno e incompatibilidade materno-fetal. Uma origem genética também possível em que o papel materno é menos significativo”.

O que precisa ser muito frisado e entendido é que, além do próprio autor citar que não havia nenhum dado conclusivo e considerar o fator genético isentando as características da mãe, estes estudos americanos foram feitos em AUTÓPSIAS em humanos disléxicos e em ANIMAIS e, além da crueldade a que se expunham animais que sequer tem o mesmo organismo e reações humanas, as pesquisas “mais avançadas” neste época (1982) eram feitas em cerebros de disléxicos MORTOS… Enquanto isso, países como a Alemanha já estudavam casos de pacientes VIVOS e, por mais que alguns retrógrados relutem em aceitar, uma BRASILEIRA, desmemoriada e dependendo de amigos para ler e entender o tema já despontava com a descoberta da Dislexia Adquirida.

Continuando, esta teoria do excesso de testosterona seguiu até que, em 2007, outro estudo “No relation between 2D : 4D fetal testosterone marker and dyslexia” – Boets, Barta b; De Smedt, Berta; Wouters, Janb; Lemay, Katriena; Ghesquière, Pola (Neuroreport: 17 September 2007 – Volume 18 – Issue 14 – pp 1487-1491) publicou o seguinte: “Tem sido sugerido que os níveis elevados de exposição pré-natal a testosterona estão implicados na etiologia da dislexia e seus frequentes problemas sensoriais. Este estudo examinou 2D: 4D relação dígitos (um marcador de exposição à testosterona fetal) em crianças disléxicas e normais de leitura. Foram observadas 4D: há diferenças entre os grupos em 2D. Mas não mostraram a relação postulada com leitura, escrita, habilidade fonológica, a percepção da fala, processamento auditivo e processamento visual. Estes resultados desafiam a validade das teorias que atribuem um papel proeminente à exposição à testosterona fetal na etiologia da dislexia e suas deficiências sensoriais.

Como se comprova, esta teoria foi rebatida em 2007 mas, infelizmente, a emissora que pretende impor a imagem de maior audiência do país ainda traz ao público em 2015 um desavisado Medico citando a obsoleta teoria como se fosse atual …

Diversos outros equívocos foram divulgados durante este debate nesta emissora porém o espaço disponível para este artigo não comporta o relato na íntegra. Convido-os à leitura deste artigo completo acessando este link:http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Dislexia-e-Dislexia-Adquirida–Informe-se%21.php

Vem ai: “Dislexia sem Rodeios” Aguarde

Aproveito para agradecer a oportunidade que sempre tive (e tenho) de esclarecer este e outros temas importantes de forma aberta e verdadeira em diversos veículos de comunicação desde 1995, destacando-se as rádios Mundial, Record, Arandú (interior), Moarandu (capital), as emissoras de TV Record, RITTV, NGT, OrkutTV (web), as revistas como Mãe Moderna, Psique Ciência e Vida, Sentidos, UK Brazil (Inglaterra), os jornais Intersul SP, Sunday News (São Paulo-New York) e atualmente os portais como Dino, R7, The São Paulo Times e muitos outros (impossível citar a todos) mas, a todos que me publicam, meu sincero agradecimento pela oportunidade e parabéns por proporcionarem ao seu público uma leitura de alto nível e credibilidade. _____________________________________________________________________________________________

 

PORTAL LOU DE OLIVIER PASSA POR REFORMULAÇÃO E TRAZ NOVOS CONTEÚDOS

Com a mesma qualidade de sempre mas reformulado e atualizado, o Portal Lou de Olivier faz jus ao slogan “Tudo que você procura está aqui” Acesso a subsites de Artes, Saúde e Educação e muita informação em todos os níveis. Confira!

(DINO) 25/08/2015

Portal Lou de Olivier, Tudo que você procura está aqui

Presente na Internet desde 1996, o Portal Lou de Olivier tem atravessado estes anos todos sempre inovando, oferecendo artigos e textos de qualidade nas áreas de Artes, Educação e Saúde.

O Portal já manteve, inclusive, uma área de orientação de dissertações e teses com orientações preciosas a quem precisava defender um tema acadêmico. Também comportou o Espaço Cultural Dra. Lou de Olivier oferecendo leitura gratuita de diversos textos teatrais, oficinas e intercâmbios culturais tanto online quanto presenciais. 

Agora, o Portal traz mais novidades.

Uma delas é que voltou a ser bilíngue (Inglês-Português) e, em breve, oferecerá também o idioma Espanhol como opção de leitura de seus artigos e textos. Outra boa novidade é que os subsites integrantes do Portal também estão reformulados. O destaque dos subsites ficam por conta de cinco deles que são:

O subsite Multiterapia Legítima que traz diversos artigos orientando ao auto-conhecimento em nível terapêutico, meditações, incluindo um “retiro virtual” onde é possível fazer meditações online, desenvolvimento da mente, técnicas de equilíbrio total, explicações (artigos e vídeos) científicas sobre meditação e orientação sobre o Método da Multiterapia desenvolvida por Lou de Olivier; 

O subsite Dislexia Adquirida, orienta sobre os sintomas, identificações e a oficialização deste Distúrbio pela Ciência da Saúde;

O subsite Ana Vegana que orienta sobre alimentação saudável, respeito à natureza e aos animais, oferece receitas rápidas e muito nutritivas e mostra o Projeto Solua, o Vampirinho Vegano que, além de ensinar veganismo de forma fundamentada e teatralizada, tem toda a renda doada aos animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual;

O subsite Anoxia Perinatal que traz importantes informações sobre a falta de oxigenação cerebral, suas consequências, como evita-la durante o parto e muitas outras informações colhidas em artigos de Lou de Olivier já publicados em livros, artigos e dossiês de revistas especializadas;

E o subsite Luz do Eterno que traz diversos artigos sobre auto-conhecimento em nível filosófico-espiritual, desenvolvimento da mente em equilíbrio energético, orientações sobre como lidar com temas diários e inúmeras mensagens reflexivas para aprimoramento. 

O Portal agora está formulado para ser aberto em qualquer computador, notebook, tablet ou celular. Mas atenção, por enquanto somente o portal e alguns dos subsites estão disponíveis neste formato. Alguns subsites continuam formatados apenas para computadores e notebooks. Mas a ideia é, aos poucos, reformular também todos os subsites para facilitar a navegação em qualquer dispositivo.

O Portal também oferece acesso aos dois canais do Youtube (Canal Lou de Olivier e Canal Multiterapia Legítima) com diversos vídeos produzidos em TV ou estúdio e com temas muito interessantes. Fornece acesso aos sites de Artes mantidos por Lou de Olivier e também da acesso aos links externos como Wikipedia, Loja Virtual e até para a Pagina de Lou de Olivier no Museu da TV.

Confira tudo isso e muito mais acessando:

http://loudeolivier.com/ 

http://www.loudeolivier.com/

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A VEGANA LOU DE OLIVIER REATIVA PROJETO E-BOOK SOLIDÁRIO COM TEXTOS EDUCACIONAIS E RENDA DOADA AO AUXILIO DE ANIMAIS ABANDONADOS E PESSOAS DEFICIENTES.

Lou de Olivier relança textos de interesse em formato e-book, temas importantes como distúrbios de aprendizagem e de comportamento, como administrar o caos diário e, entre outros, o vampirinho vegano que ensina crianças e adultos o respeito à natureza e ao próprio organismo vivenciando o veganismo consciente.Tudo isso e mais pode ser lido por preço popular e a renda é doada aos animais abandonados e pessoas deficientes intelectuais. Confira

online (DINO) 31/07/2015

Tudo que faço tem intenção de levar boa informação, ajudar aos necessitados e tornar o mundo melhor para todos. Por isso continuo lutando e fico feliz em saber que muitas mudanças boas que hoje estão no mundo fui eu que ajudei a plantar. Lou Olivier

A filosofia vegana de Lou de Olivier não fica apenas na pregação. Além de manter um subsite (o Ana Vegana) com artigos fundamentados em Medicina e Nutrição, incentivando a alimentação saudável para os humanos e a preservação da vida de todos os animais, Lou também dedica grande parte do seu tempo à filantropia e a criar textos disseminando a pratica vegana de vida e outros temas de interesse terapêutico e educacional como tratamentos e inovações nos Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento, orientação para uma gravidez tranquila, orientação para aprendizagem das crianças e outros importantes temas de interesse de todos. Os temas relacionados a família, escola, educação e saúde também tem seus subsites (os principais são: Multiterapia. Dislexia Adquirida e Anoxia Perinatal) e diversos vídeos educativos também estão disponibilizados. 

Reunindo todo este seu conhecimento terapêutico, educacional e nutricional. Lou lançou, no ano passado, diversos títulos em e-book com preços acessiveis e renda doada para auxiliar cuidadores de animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual. Agora, Lou de Olivier reativa este projeto com mais títulos e mais inovações. A maior novidade fica por conta da personagem mais querida das crianças e adultos, “Solua, o vampirinho vegano” que prega explicitamente o respeito à Natureza, à vida em todas as formas como filosofia de vida.

Lançado na versão conto em dezembro de 2014, conquistou a simpatia do público adulto e, principalmente, infantil. O texto foi transformado em peça teatral e ganhou vida no palco em março de 2015. No momento, com a peça teatral em fase de reformulação para o palco, a personagem Solua continua ativa, além da versão em conto e em peça teatral, há também o segundo episódio ainda inédito e que será lançado na próxima semana, dia 10 de agosto disponibilizado em e-book, num evento online, ou seja, poderá ser acessado de qualquer lugar do mundo com acesso à Internet. No primeiro episódio, o vampirinho consegue convencer um fazendeiro, uma tribo de índios, um gato e até sua mãe, uma autêntica e tradicional vampira, a virarem veganos. E, como no final ele convence a todos, fica provado que, com os argumentos que ele usa, pode-se convencer qualquer pessoa a tornar-se vegana. No segundo episódio, o vampirinho conversa com os animais (porco, gato, galinha, vaca e um peixe) e ouve dos próprios animais como se sentem em relação ao modo carnívoro de alimentação humana. Um texto ao mesmo tempo comovente, esclarecedor e muito engraçado em algumas cenas. 

Portanto, para os veganos e para quem quer conhecer mais sobre o tema e o estilo de vida vegano, há trẽs ótimas opções, o primeiro episódio em versão conto e em versão teatral e o segundo episódio em versão teatral. Dose tripla de literatura e de amor à natureza. Ideal também para ler para as crianças e ensiná-las desde cedo o veganismo, qualidade de vida, convivência harmoniosa com a natureza, etc. 

Além destes três títulos, há outros também interessantes e úteis. Destaque para “Dislexia sem rodeios” que aborda o tema dislexia de forma simples e objetiva, “Brinquedoteca aliada à aprendizagem” que ensina pais e professores a usar brinquedos e brincadeiras para ensinar seus filhos/alunos, “Administrando o caos”, de forma organizada e objetiva, Lou de Olivier discorre sobre temas como: namoro, casamento, ciúmes, traições, divórcios, questões de trabalho e muitos outros temas ensinando como lidar e superar os principais problemas que trazem caos ao nosso cotidiano. Outro destaque é a trilogia Mística, Perversa, Sensual que traz diversos contos relatando suas pesquisas e descobertas em Parapsicologia, Neurolinguistica e Fisica quântica (Mística), contos baseados em casos reais que atendeu em consultório (perversa) e contos mesclando realidade e ficção para descontrair e relaxar após ler os contos anteriores (Sensual). Outros títulos são Lou Blue (poesias) e Multiterapia, Bem-vindos á Terapia do Futuro (ainda em fase de lançamento)

Mas a novidade não para por ai, quem adquirir três e-books, ou seja três títulos variados dos e-books, leva como brinde o e-book Lou Blue, com as melhores poesias (publicadas e algumas inéditas) de Lou de Olivier. E o melhor é que estará colaborando com as ações sociais de Lou de Olivier pois toda a renda dos e-books será doada ao auxílio de animais abandonados e pessoas com deficiência intelectual. As associações e projetos auxiliados com frequência por Lou de Olivier são: Gatomóvel, que acolhe animais abandonados e promove palestras de conscientização. Também reverte ao Projeto Tudo e todos pela sociedade promovendo cursos e palestras de conscientização, intercâmbio de conhecimentos para uma sociedade melhor e mais justa e auxiliando pessoas abandonadas. E Associação de Pais Inspirare (TDAH, Autismo e Dislexia). Além destas que são ajudadas periodicamente, há outras que Lou auxilia esporadicamente quando é possível fazê-lo. 

Cada e-book é vendido por apenas R$ 7,00 (sete reais),portanto, com apenas sete reais você já pode colaborar com esta grande obra educacional e socioambiental.


Conheça melhor o trabalho desta ativista e espalhe a ideia de um mundo melhor, afinal, a causa e o planeta são seus também!

E-books podem ser conhecidos e adquiridos na loja virtual: Acesse: http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br e clique em “e-book solidário.

Artigos e descrição do projeto vampirinho vegano no subsite: http://anavegana.loudeolivier.com/ 

Saiba mais sobre os e-books solidários neste link:
https://www.dino.com.br/releases/e-book-solidario-mais-uma-inovacao-da-multiterapeuta-lou-de-olivier-dino89026248131 

Saiba mais sobre o vampirinho vegano neste link: https://www.dino.com.br/releases/um-vampiro-vegano-e-a-novidade-de-lou-de-olivier-mostrando-uma-vida-mais-saudavel-a-criancas-de-todas-as-idades-dino89026253131_

 


PEÇA TEATRAL SOBRE VEGANISMO, MAIS UMA INICIATIVA DE LOU DE OLIVIER.

Uma comédia para todas as idades, que é parte integrante do Projeto de conscientização socioambiental/animal. O Projeto todo inclui e-book, peça teatral e outros meios de divulgação do veganismo e do respeito à natureza e a todos os modos de vida como forma sustentável de sociedade.

(DINO) 05/03/2015

Novo projeto multimídia de Lou de Olivier, além de ensinar alimentação saudável e respeito à natureza, tem parte da renda doada a crianças e animais abandonados.

O veganismo tem sido alvo de criticas de muitas pessoas que desconhecem a causa (defesa dos direitos dos animais) e também desconhecem os grandes benefícios que o veganismo (alimentação sem carne nem derivados de animais) traz ao organismo humano. Para isso surgiu Solua, um vampirinho vegano que ensina crianças e adultos a respeitarem a natureza e adquirirem bons hábitos de  alimentação e higiene. A versão em e-book ja está fazendo sucesso e a peça teatral está em fase final de ensaios com
estreia programada para março… (E o mais importante, parte da renda é doada a crianças e animais abandonados)

Solua, cujo nome é a junção de sol e lua é mais uma grande obra da renomada Lou de Olivier que parece conseguir transformar tudo o que toca em ouro. Sim, não é exagero citar que esta magnifica profissional, que já conquistou o mundo com suas pesquisas polêmicas e inovadoras, já descobriu uma nova técnica terapêutica, a Multiterapia, já detectou e conseguiu oficializar, em nível mundial, o distúrbio da Dislexia Adquirida e, entre seus inúmeros textos em poesia, teatro, romances e contos já teve duas peças teatrais (Os Alienados e Cinderela que não era Bela porque era Branca demais) encenadas simultaneamente no Brasil e Europa (Portugal), agora traz ao público, um importante detalhe de sua vida pessoal… Ela é vegana ao cubo, como ela mesma se intitula. E das suas andanças em busca de comida saudável, surgiu Solua..

Um vampiro diferente que vai conquistar você!

Esqueça tudo o que você já viu ou te contaram sobre vampiros! Aquela trilha de sangue, destruição ou
seduções incontidas…. Ele é diferente! Para começar, ele é vegano e nem chegou ainda a

adolescência… E já está mudando o mundo com uma única arma, a determinação! Seu amor pela
natureza, seu respeito a todos os tipos de vidas e seus conselhos sobre boa higiene e alimentação
saudável, fazem de Solua, uma personagem amável e ideal para ensinar crianças e adultos a terem uma
vida melhor e mais saudável.


Programe-se para assistir ao espetáculo que vai divertir você e toda a sua família mas, como em
tudo que Lou de Olivier escreve e produz, a diversão é só o começo, o que vale mesmo é a grande
lição de vida que fica depois que o riso passa e a memória traz à tona: É mesmo!!! Este texto faz
todo o sentido! Imperdível!
Solua, o vampirinho vegano, texto e direção: Lou de Olivier
Uma comédia para todas as idades.
Quanto? R$ 30,00 (adultos) R$ 15,00 Crianças e estudantes.
Quando? Dias 22 e 29 de março de 2015 (domingos) às 16:00 horas
Onde? Teatro do Ator – Praça Roosevelt 172 – Travessa da Rua da Consolação – Centro – São Paulo –
SP – Brasil
Após estas datas, é possível saber o roteiro de apresentações pelo link:
http://www.solua.loudeolivier.com ou no site Ana Vegana: http://www.anavegana.loudeolivier.com/

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MULTITERAPIA TRATANDO TOC (TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO) E TOURETTE

Multiterapia é uma mescla de áreas e técnicas Terapêuticas e Arteterapêuticas que moldam-se a cada caso tornando o tratamento mais rápido e eficaz.

(DINO) 26/02/2015

Lou de Olivier é Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Precursora da Multiterapia e detectora da Dislexia Adquirida. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros). E seu método mescla toda esta experiência

Apesar da terapia cognitiva comportamental ser considerada 
como a melhor escolha (existem estudos que defendem arduamente a terapia como primeira escolha). no tratamento do TOC (há relatos de ser mais efetiva que as intervenções farmacológicas, com melhora por longos períodos de tempo e baixas taxas de recaída), na verdade, poucas pessoas 
beneficiam-se dessa técnica, devido ao alto custo (cada sessão com um bom profissional não custa menos que quinhentos reais) e considera-se “terapia breve” o período médio de um ano, então um tratamento neste nível custa o equivalente a um carro popular zero Km. Frisando que aqui 
se relata o tratamento com um profissional qualificado e devidamente treinado. É possível encontrar profissionais que cobram quantias irrisórias por sessão mas também acabam “tratando” o paciente pelo resto da vida sem, de fato, resolverem seus traumas e limitações e sem curar seus distúrbios, o que, sem dúvida, fica bem mais caro do que uma terapia considerada breve, descrita anteriormente. Mas este é assunto para outro artigo…

Há alguns anos, eu desenvolvi um tratamento intitulado “Multiterapia” que, além da terapia comportamental, engloba muitas técnicas de terapias diversas, e que pode adaptar-se a cada caso em especial. Isso veio a acelerar e melhorar muito os resultados dos tratamentos não só do TOC, mas de outros vários distúrbios. O tratamento (totalmente eficaz) pode ser feito em um prazo médio de três meses o que, sem dúvida, significa uma grande conquista. 

Vale lembrar que esse tratamento não dispensa o acompanhamento psiquiátrico, especialmente nos casos mais graves. Mas a Multiterapia pode ser grande aliada ao tratamento medicamentoso e não da forma como geralmente é feito em que apenas o tratamento farmacológico freqüentemente representa o principal tratamento da maioria dos pacientes sofrendo de TOC, devido ao menor custo e a rápida resposta. Mas deve-se levar em conta que os medicamentos tratam o distúrbio como um todo, com ênfase nos sintomas, retirando características (consideradas) boas do distúrbio além disso, dependendo do histórico do paciente, podem viciar e causar dependência pela vida toda, ou seja, o que parecia mais barato e fácil, torna-se caríssimo não só pelo medicamento que será usado talvez pela vida toda, mas pelas seqüelas que poderá causar (dependência, lentidão, necessidade de aumento das doses). Então, há dois pontos a definir aqui:

O tratamento farmacológico so deve ser indicado nos casos mais graves.

E a Multiterapia pode ser grande aliada ao tratamento.


(este artigo segue descrevendo tipos de pacientes e medicamentos e só pode ser lido no livro citado abaixo, para que se evite mal entendidos e/ou auto medicação)


Devido ao despreparo de alguns profissionais de Saúde e a inexistência de equipamentos realmente precisos, o diagnóstico demora em média, dois anos. Ou seja, a partir da primeira consulta, geralmente com um pediatra (no caso de crianças) ou clínico geral (no caso de adultos) até se chegar a um profissional que detecte de fato o TOC, perde-se aproximadamente dois anos. Dependendo do despreparo e da desinformação dos envolvidos, esse período até o diagnóstico pode chegar a 5 anos e isso acaba contribuindo para o agravamento do distúrbio que, enquanto não é devidamente diagnosticado, obviamente segue sem nenhuma medicação ou tratamento de nenhuma espécie.

Enquanto os casos severos de TOC exigem tratamento farmacológico aliado a terapia, outros respondem somente com medicamentos e outros com TCC, mas levam anos para mostrar resultados (alguns estacionam, mas não regridem), a Multiterapia vem acelerando os resultados, diminuindo o tempo de tratamento. 

Como o tratamento é artesanal, ele se molda ao caso especifico e pode acelerar o processo de diagnostico e tratamento. E, sem dúvida, é bem melhor passar por um profissional que, logo no início, já sugira o distúrbio e encaminhe para exames e profissionais habilitados do que ficar “pulando” de profissional em profissional até conseguir um diagnóstico.

Deve-se entender que cada caso é um caso e que pode haver a possibilidade de um paciente não responder a 
Multiterapia ou a qualquer outra terapia, mesmo a farmacológica. São casos raros, mas existem. 

OBS: Vale lembrar que o método da Multiterapia, a princípio criticado e motivo de muita polêmica, só começou a ser aceito no país, depois que muitos pacientes vieram de 
outros países – especialmente França, Portugal e Inglaterra – tratar-se com Lou de Olivier. Isso aliado a algumas merecidas premiações no exterior, fizeram com que o método fosse mais respeitado e aceito no Brasil, o método acabou sendo muito procurado por pacientes esgotados por outros tratamentos longos e ineficazes. 


Esse assunto é melhor esclarecido no livro: “Distúrbios de 
aprendizagem/comportamento”, editora WAK, nas melhores livrarias.

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DISLEXIA ADQUIRIDA – INFORMAÇÃO SEGURA É A MELHOR ARMA PARA PREVENI-LA E/OU TRATÁ-LA

O Distúrbio da Dislexia Adquirida, depois de mais de 30 anos de luta de Lou de Olivier está aceito oficialmente nos descritores de Saúde, porém ainda é incompreendido e divulgado de forma equivocada. Este pequeno artigo traz novas informações úteis e indica diversas fontes confiáveis para quem quer, de fato, entender e esclarecer-se sobre o importante tema.

(DINO) 23/02/2015

Lutei para descobrir sozinha o distúrbio que adquiri num afogamento, lutei mais de 30 anos para oficializa-lo e agora luto para informar corretamente ao público. Espero que a luta dê lugar á vitória e todos tenham acesso à boa informação. Lou Olivier

Até pouco tempo atrás o termo dislexia adquirida era apenas alvo de protestos e comentários desdenhosos. Porém a detectora e defensora do tema, Lou de Olivier, insistiu até conseguir que o termo fosse oficializado e o distúrbio incluído oficialmente nos Descritores de Saúde em Português, Inglês e Espanhol. Apesar de todo este esforço e da conquista na inclusão oficial do distúrbio na Ciência da Saúde, ainda há muitos leigos e até profissionais confundindo os sintomas e as formas e aquisição. Então, Lou de Olivier entra em cena, novamente, para abordar o tema com clareza e simplicidade para que todos possam ter acesso à esta informação de forma correta.
A história de Lou de Olivier mistura-se a descoberta e classificação deste distúrbio. Desde seu afogamento em 1978, tendo sofrido anoxia/hipoxia (ausência de oxigenação no cérebro), o que, na época não foi diagnosticado, estando totalmente desmemoriada, tendo perdido a capacidade de identificar letras e números e também incapacitada de falar os idiomas nos quais antes tinha fluência, ou seja, Inglês e Francês e tendo dificuldades até para expressar-se em Português, sua língua principal) desenganada pela medicina saiu sozinha em busca de informações e estudos. Após alguns anos de pesquisa, tendo encontrado sozinha a causa de sua perda total de memória, passou a pesquisar anoxia/hipoxia perinatal (ausência de oxigenação no cérebro dos recém-nascidos). Nesta ocasião, já havia recuperado parte da memória, já estava cursando sua terceira faculdade (psicopedagogia) e conseguiu ligar a anoxia/hipoxia ao distúrbio da dislexia adquirida (termo que Lou de Olivier achou conveniente para explicar o ocorrido com ela).

Extremamente criticada, chegou a ser ameaçada de ser processada, por uma famosa associação que a acusava de “inventar” distúrbios que a referida associação teimava em afirmar que só poderiam ser genéticos/hereditários. Mas Lou de Olivier insistiu não só nesta comprovação mas em varias outras como a ligação entre o abuso de drogas aos sintomas de TOC (Trantorno Obsessivo-Compulsivo), a anoxia como uma possível causadora de distúrbios de aprendizagem e também de Autismo e seguiu suas polemicas pesquisas tendo criado também o método de Multiterapia. 

Atualmente, após quase 35 anos de seu inicio de pesquisa, estão comprovadas suas pesquisas sobre anoxia como uma das possíveis causas do autismo, como uma das principais causas de distúrbios de aprendizagem e, especialmente está definitivamente aceito o distúrbio da Dislexia Adquirida constando dos termos oficiais da Ciência da Saúde em língua portuguesa, espanhola e também inglesa, onde recebeu a denominação de Acquired Dyslexia. 

Apesar de toda a divulgação e atenção que o mundo está dispensando a este distúrbio, aqui no Brasil, ainda há grande desconhecimento e tem sido divulgado de forma incorreta, circulando pela internet e jornais impressos alguns artigos equivocados sobre o importante tema.

Para sanar este problema e esclarecer profissionais de Saúde e também pais, professores e estudantes, a detectora do distúrbio está disponibilizando gratuitamente material informativo que pode ser consultado em site oficial e também em seu portal multiterapêutico. Há também uma palestra ministrada gratuitamente desde que seja em São Paulo – Capital e seja possível colocar os livros de Lou de Olivier à venda no local da palestra. Em outras cidades/estados do Brasil, há necessidade de envio de passagens e cobertura de despesas da palestrante e, em alguns casos, de um assistente.


Mais informações:
Livros. pesquisas e monografias:
1 – Transtornos de comportamento e Distúrbios de Aprendizagem, autora Lou de Olivier – ano 2013 – Editora WAK – Rio de Janeiro – RJ;
2 – Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento, autora Lou de Olivier – atualmente em sexta edição- Editora WAK – Rio de Janeiro – RJ;
3- Distúrbios de Aprendizagem/comportamento – Verdades que ninguém publicou – autora Lou de Olivier – ano 2003 atualmente esgotado pois deu origem aos dois livros citados acima e não foi reeditado;
4 – Problemas de Aprendizagem na pré escola – autora Lou de Olivier – ano 1999, também esgotado;
5 – A Escola Produtiva, autora Lou de Olivier – ano 1999 também esgotado.
6 – Monografia Anoxia perinatal geraldo dislexia, disgrafia e outros distúrbios significativos de aprendizagem, 1996/1997.

Artigos em revistas e jornais:
1 – Dossiê anoxia perinatal e dislexia adquirida, autora Lou de Olivier, Revista Psique, edição 90, junho 2013, Editora Escala;
2- Artigo Dislexia, autora Lou de Olivier, Revista Sentidos edição 74, Janeiro 2013, Editora Escala;
3 – Entrevista com Lou de Olivier para a Revista Psicologia Brasil, edição 42, junho/julho 2007, Editora Criarp;
4 – Artigo Dislexia: Definição exata do Distúrbio, autora Lou de Olivier – publicado em diversos jornais impressos e eletrônicos entre 1996 e 2000, diversas editoras.

No período entre 1995 e 2013, Lou de Olivier publicou inúmeros artigos, dossiês, participou de inúmeras entrevistas em radio e televisão abordando o tema dislexia adquirida, além de temas correlatos (distúrbios de aprendizagem, transtornos de comportamento, distúrbios familiares) e divulgando também a técnica inovadora desenvolvida por ela e intitulada Multiterapia.

Videos: 

Vídeos exclusivos sobre Dislexia Adquirida:
http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/Videos-de-apoio.php 

Ouça e assista gratuitamente as entrevistas sobre dislexia e assuntos correlatos em:

http://www.analou.loudeolivier.com/Videos-e-Entrevistas.php 

Conheça todas as revistas e jornais que publicaram e/ou ainda publicam artigos e dossiês de Lou de Olivier:

http://www.analou.loudeolivier.com/Revistas-e-Jornais.php 

Sites e links oficiais sobre Dislexia Adquirida:

http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com/ 

http://www.loudeolivier.com.br/dislexia_adquirida.php 
http://dislexiaadquirida.wix.com/dislexiaadquirida 
http://www.loudeolivier.com/documents/dislexiadquirida.pdf 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dislexia_adquirida 
http://dislexiaadquirida.wix.com/dislexiaadquirida#!videos-importantes/c20c8 

Saiba sobre livros, workshops e a palestra gratuita que Lou de Olivier está ministrando gratuitamente por tempo limitado em: http://loudeolivier.lojaintegrada.com.br

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ANOXIA PERINATAL: SEGUNDOS QUE DECIDEM UMA VIDA… POR LOU DE OLIVIER

Anoxia Perinatal (Hipoxia Neonatal): Anoxia/Hipoxia é a diminuição/ausência de oxigenação do cérebro e pode ocorrer durante o parto. Melhor do que saber consequências e sintomas, é informar-se como evitá-la.

(DINO) 23/02/2015

Lou de Olivier pesquisa este tema desde 1980 e, ao longo desses anos, suas descobertas tem ajudado pais, professores e profissionais de Saúde a conhecerem melhor o tema e como lidar com ele e, mais, como evitá-lo.

Anoxia é a ausência ou diminuição da oxigenação no cérebro e pode ocorrer por vários fatores:
afogamento, enforcamento e, em graus mais leves, até numa crise de rinite, bronquite ou qualquer
fator que provoque a ausência de respiração. No recém-nascido, ocorre por fatores durante o parto
e, por isso, leva o “sobrenome” perinatal. Também conhecida como hipóxia ou anoxia neonatal,
creio que o termo mais correto seja mesmo “anoxia perinatal”, pois significa ausência/diminuição
da oxigenação cerebral durante o processo de nascimento.
Seja qual for a denominação escolhida, o importante é conhecer suas possíveis causas e tentar evitá-
la ao máximo. Em primeiro lugar, como o nome já diz, a anoxia perinatal ocorre durante o parto,
isso significa que também conta-se com o fator sorte, pois qualquer complicação neste momento,
pode gerá-la. Mas, além disso, deve-se verificar os fatores que podem complicar o processo de
expulsão do bebê, tornando o parto muito prolongado, por exemplo, ou impeçam a respiração
normal da mãe e do bebê.
Em vista disso, a futura mamãe deve cuidar-se desde as primeiras semanas da gestação,
abandonando vícios (cigarros, bebidas alcoólicas, drogas em geral), buscando uma alimentação
balanceada, que deve incluir frutas variadas, peixes como salmão, sardinha e verduras. Mas aqui
vale uma curiosidade: os peixes citados são considerados gordurosos e devem ser consumidos com
moderação e, quanto às verduras, algumas são apontadas como desencadeantes de crises de rinite
alérgica, tais como chicória e escarola. Portanto, antes de estipular sua “dieta de gestante”, consulte
um nutricionista ou outro profissional que possa orientá-la quanto a isso.
Apesar de não ser minha opinião pessoal, devo dizer que o melhor tipo de parto continua sendo o
normal em diversas versões e posições, de acordo com a paciente, ambiente etc. Para que seja bem
tranquilo, pode-se fazer (durante toda a gravidez), técnicas de relaxamento, dança, expressão
corporal e até meditação. Estas técnicas poderão ser passadas à gestante por um bom arteterapeuta.
Mulheres com diabetes, hipertensão, anemia ou obesidade precisam de acompanhamento especial.
E todas as gestantes, sem exceção, precisam fazer pré-natal, com visitas periódicas ao médico
(ginecologista/obstetra), que acompanhará todo o processo de gestação.
Seguindo todas as recomendações, certamente, o parto terá tudo para ser bem sucedido e será muito
mais tranquilo, se for feito pelo mesmo médico que orientou o pré-natal.

Dra. Lou de Olivier
louevoce@loudeolivier.com

Saiba mais sobre Anoxia Perinatal, acessando: http://anoxiaperinatal.loudeolivier.com/

Conheça o Portal Lou de Olivier www.loudeolivier.com Muitas informações em diversas áreas em linguagem simples para facilitar a qualquer pessoa o entendimento.

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E-BOOKS SOLIDÁRIOS DE LOU DE OLIVIER AJUDAM A MANTER MUITA GENTE NA ESTRADA!

Um sistema onde todos ganham. O leitor ganha por poder adquirir ótimos títulos a preços populares, as associações ganham os donativos, a natureza ganha por não se desperdiçar papel na impressão…

(DINO) 19/02/2015

Qualquer atitude é válida, desde que seja tomada de fato e não morra na boa intenção!

Inovação. Esta é a característica fundamental dos projetos socioambientais
e de filantropia da Multiterapeuta Lou de Olivier. Cada e-book vendido,
além de ter um valor justo e acessível a todos, ainda tem sua renda
revertida para o apoio ao Gatomóvel, um projeto de Educação Ambiental que
salva e ensina a salvar vidas de animais há décadas. Conheça mais:

O nome de Lou de Olivier é associado a uma vasta produção cultural, sendo
ela autora de cerca de vinte livros publicados. No total, são cerca de mil
textos teatrais, poesias, crônicas, contos e artigos científicos sobre
Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento, em jornais e revistas de
diversos países.

Para que sua obra se eternize, o principal motivo, além de sua qualidade
técnica e artística, é a destinação de recursos para obras socioambientais
de fato, onde cada centavo se transforma em alimento, roupas, ração de boa qualidade, carinho e conforto para dezenas de crianças e animais acolhidos das ruas, em péssimas
condições.

Um dos beneficiados com estas doações é o Gatomóvel. O ponto forte do Gatomóvel, porém, é a Educação Ambiental, através de
palestras e artigos para jornais e revistas. Cada palestra, incentiva o amor e o respeito à VIDA em todas as suas formas, seja ela um gato de rua
ou um Ser Humano, pois a pequena diferença entre um alto executivo e um mendigo, é a mesma de um gato de raça e um gato abandonado; uma semana dormindo ao relento e se alimentando de lixo, bastam para que ambas as formas de vida atinjam seu extremo inferior e mostrem o quanto a vida é delicada e preciosa.

Ciente da gravidade das condições da Natureza, Lou de Olivier sabe que já não bastam medidas simbólicas ou paliativas, chegou a hora de atitudes
firmes e concretas, se a Raça Humana quiser diminuir um pouco suas agressões à Mãe-Terra, enquanto ainda há algo a se preservar. Em sua
essência, o e-book é ecologicamente correto, pois não requer papel nem tinta, nem transporte por meios físicos para chegar ao leitor. Cada e-book
vendido, é uma fonte de conhecimento e lazer, além de trazer embutido um forte apelo ambiental, ao ajudar a manter o Gatomóvel na estrada, salvando vidas e criando mais e mais consciência ecológica.

Os títulos são variados, os preços, populares e você pode participar deste projeto, comprando um (ou mais) e-book solidário, por apenas R$ 7.00 (sete reais), colaborando com nossas doações à causa animal verdadeira, de resultados, que salva vidas de imediato, ao mesmo tempo em que planta a semente do respeito à Natureza, de modo permanente e sustentável.

Para adquirir seu e-book, acesse:

http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br/


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OS NOSSOS VAMPIROS SÃO MELHORES QUE OS DOS OUTROS!

Solua, o Vampirinho Vegano é de autoria da renomada Lou de Olivier, a direção também é sua. Em sua décima quinta peça teatral, sempre mostrando uma nova visão de vida e conduta, Lou promete repetir os grandes sucessos de seus textos anteriores como “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais”, em cartaz desde 1985 e “Os Alienados” sucesso desde 1998 até hoje em todo o Brasil e também em Portugal onde recebeu o titilo “Os Alucinados”

(DINO) 09/02/2015

Solua ensina de forma educativa e muito divertida a importância de uma boa e saudável alimentação, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida. Uma comédia musical que agrada a todas as idades. Estréia prevista para março. Confira!

Sempre que surge um vampiro na tela, ou é um sedutor romântico, ou é um monstro, mas sempre um bebedor de sangue, bem nojento. Opiniões à parte, assim como os vampiros, o veganismo também é assunto de grandes discussões, pois alguns o veem como bandeira de defesa dos direitos dos animais e entram em choque com aqueles que defendem o direito de comer até pedregulho.

Hoje, enquanto recolhemos água de chuva ácida para compensar a represa cenográfica, já é viável falar de uma personagem criada para conscientizar as pessoas de que vivemos numa era em que as atitudes drásticas são uma necessidade. A destruição da vida na Terra é assunto da geração presente, não é mais algo profetizado para um futuro distante.

Solua é um vampiro vegano, nascido em uma família de vampiros “normais”, tão ogros quanto qualquer pessoa que se alimente como uma draga, sem calcular as consequências de se comer qualquer porcaria. Acima de ser um direito, alimentação saudável é um dever de cada um, para consigo mesmo, já que nosso corpo é um patrimônio insubstituível.

Esta personagem, faz parte de um amplo projeto de conscientização ecológica/socioambiental, composto por e-book, peça teatral e muitas outras formas de mostrar às pessoas que a Terra é um ser vivo como nós e que o equilíbrio ecológico deve começar dentro de cada pessoa, para se tornar uma realidade mundial.

Conheça o e-book, a peça teatral e todo o projeto, acessando: http://www.anavegana.loudeolivier.com/vampirinho-vegano.php

A peça Solua, o Vampirinho Vegano é de autoria da renomada Lou de Olivier a direção também é sua. Em sua décima quinta peça teatral, sempre mostrando uma nova visão de vida e conduta, Lou promete repetir os grandes sucessos de seus textos anteriores como “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais”, em cartaz desde 1985 (até a atualidade) e “Os Alienados” sucesso desde 1998 até hoje em todo o Brasil e também em Portugal onde recebeu o título “Os Alucinados”. Ambas as peças tem sido encenadas por diversos grupos e companhias ao longo desses anos, quase sempre com a assessoria de Lou de Olivier e sempre com grande sucesso de público e crítica. 

Detalhe interessante: Lou de Olivier também faz uma participação especial como a Mãe Vampira, provando que é perfeitamente possível atuar em diversas áreas com competência e profissionalismo. Imperdível!

Release elaborado pelo Jornalista Erasmo de Oliveira – 67110-SP

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LOU DE OLIVIER, PLANTANDO UMA NOVA CONSCIÊNCIA DE VIDA NO PLANETA. A ÚNICA FORMA SUSTENTÁVEL DE SE VIVER…

Atuando na saúde, na Educação e nas Artes com a mesma competência e profissionalismo, Lou de Olivier já se tornou referência também como ativista socioambiental/animal e na filantropia. Seu mais recente projeto visa não só plantar uma nova consciência de vida no planeta como intensificar doações aos necessitados. Confira!

(DINO) 12/02/2015

A distancia entre sonho e conquista chama-se atitude… A distancia entre trevas e LUZ chama-se CERTEZA. By Lou de Olivier

O mundo está repleto de belas mulheres, mas há belas e “belas”.
Lou é dessas belas que fazem a diferença!

Lou de Olivier na Saúde:

Tendo Mestrado especial em Ciências Humanas e sendo Pós Graduada em Psicopedagogia e em Medicina Comportamental, é ainda Graduada em Educação Artística, Bacharel em Artes Cênicas e Especializada em Arteterapia. Sua formação acadêmica inclui ainda Musicoterapia, Psicanálise Clínica, Magistério com Licenciatura Plena e mais de vinte anos de estudos dentro da Área Artística, destacando-se os cursos de Roteirista de Cinema e Técnicas da Direção Cinematográfica, entre outros. É, sem dúvida, totalmente esclarecida em teorias destas áreas.

Além de todos estes estudos teóricos, sofreu alguns acidentes, incluindo uma anoxia por afogamento o que lhe deixou com características disléxicas e, desenganada pela Medicina convencional, teve que estudar e praticar muito para alcançar a autocura, o que a levou a desenvolver uma técnica diferenciada de tratamento. Por tudo isso, tornou-se uma profissional única, conhecendo profundamente tanto a parte teórica quanto a prática dos distúrbios que trata. sabendo o lado também do paciente.

Extraiu o melhor de cada área que estudou (e ainda estuda) e aliou à técnicas de dança e teatro. Isso tornou seu método único e totalmente inovador no tratamento, controle e, em alguns casos, cura de distúrbios de aprendizagem, de memória, TOC (Transtornos Obsessivo Compulsivo) e distúrbios diversos.

Dos livros ainda a venda destacam-se: “Distúrbios familiares”, “Distúrbios de aprendizagem e de comportamento” e “Psicopedagogia e Arteterapia”. Os outros titulos de sua autoria estão esgotados.

Percebendo a deficiência no entendimento e tratamento dos distúrbios e as técnicas usadas, muitas vezes de forma errada e improdutiva, criou palestras especiais para professores, profissionais de saúde e estudantes destas áreas. Palestras estas, onde passa aos participantes o melhor de suas técnicas e descobertas, transformando o evento numa oportunidade única de aprendizado em todos os sentidos.

Lou de Olivier nas Artes e na Filantropia:

Autora de 15 textos teatrais/cinematográficos, dos quais um, intitulado: “Os alienados” ja foi montado e premiado no Brasil e em Portugal e a peça “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais” em constante temporada pelo Brasil. Atualmente volta à cena com uma peça teatral integrante do projeto filantrópico Solua, o Vampirinho Vegano. Aqui são muitas as novidades, a começar pela volta também aos palcos, numa ousadia que só podia partir dela.

Num momento em que todo o mundo volta-se à sua descoberta, pela qual lutou arduamente por mais de trinta anos, a Dislexia Adquirida (Lou é a detectora deste distúrbio), enfim aceita oficialmente e constando nos Descritores de Saúde em Português, Inglês e Espanhol e com todos esperando seus pronunciamentos, Lou de Olivier tem a ousadia de pisar os palcos novamente, numa participação especial em sua recente peça teatral.

Lou de Olivier cita: “Defender a Dislexia Adquirida tem sido uma de minhas grandes lutas. Assim como a Multiterapia. E durante muitos anos sacrifiquei minha arte pessoal para manter a seriedade da imagem que todos esperam de uma detectora de distúrbio. Mas é inegável que só consegui chegar onde estou por que o teatro me permitiu treinar a memória pedida no afogamento. Atuar cenicamente me proporcionou a sanidade que os tratamentos médicos desenganaram. No ponto em que cheguei de credibilidade, acho que posso ousar um pouco subindo novamente um palco e atuando… até porque a causa é nobre em todos os sentidos… o que não significa que abandonei minhas descobertas e convicções terapêuticas, ao contrário, reforço minhas pesquisas comprovando na minha atuação cênica, a eficácia do meu método” By Lou de Olivier.

Continuando, esta é, como muitas das peças de Lou de Olivier, muito mais do que um texto teatral, além de didática elucidando alimentação correta, melhor qualidade de vida e respeito a todos os tipos de vida no planeta, tem parte da renda doada à causas filantrópicas, especialmente crianças e animais abandonados e deficientes intelectuais. Lou também tem intenção de resgatar a atuação filantrópica do Teatro-Escola que manteve em família nas décadas de 80 e inicio de 90. Durante muitos anos, ofereceu gratuitamente cursos de Teatro, Dança, Desfiles de moda, Modelo Fotográfico, Etiqueta entre outros, treinando inúmeras crianças e adolescentes que, de outra forma, não teriam acesso a estes cursos. Também realizou muitas montagens teatrais, musicais e um curta metragem com os elencos surgidos na periferia e treinados pelo Teatro-Escola.

Esta atuação foi bruscamente interrompida com a morte de seus pais e outras perdas que sofreu à época. Porém, manteve sua atuação sempre auxiliando os mais necessitados e, atualmente, prepara a volta deste importante polo cultural. 

Ainda em filantropia, Lou atuou em sua clinica a Psiconeuroarte e também no Espaço Cultural Dra. Lou de Olivier onde ministrava suas palestras e Work Shops e atendia pacientes gratuitamente ou a preços populares.

Reativar o Teatro-Escola é apenas a continuidade de uma vida voltada à filantropia, herdada de seus pais e avós. Há mais de setenta anos, em vários períodos e projetos, a família dedicou-se a ajudar os mais carentes e Lou seguiu os passos dos pais, dedicando-se a diversas causas sociais sem nenhum vínculo político, religioso e nenhum tipo de patrocínio…

Bem, finalizando, pegue toda esta experiência e estudos (práticos e teóricos) e a grande versatilidade nas Artes, adicione um altruísmo e simplicidade surpreendentes e coloque tudo na imagem de uma bela e extrovertida morena, cujos hobbies principais são Numerologia, flamenco e dança do ventre. Então responda: Lou é ou não é tudo de bom???

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ANA VEGANA, VEGANISMO CONSCIENTE, MAIS UMA INICIATIVA LOU DE OLIVIER

Por ser “vegana ao cubo”, como se intitula, Lou de Olivier desenvolveu um site e dois projetos que não só divulgam o veganismo de forma bem fundamentada como tem suas rendas revertidas a doações beneficiando crianças e animais abandonados e também deficientes intelectuais.

(DINO) 11/02/2015

Ana Vegana, Veganismo Consciente

Com a ideia de difundir o veganismo consciente, a ativista socioambiental
Lou de Olivier coloca no ar seu site reformulado, onde mostra, através de textos
simples e diretos, todos os mitos e verdades envolvendo o consumo de
produtos de origem animal e vegetal.

O projeto todo envolve o e-book solidário (cuja renda é revertida para auxilio aos necessitados (crianças abandonadas, deficientes intelectuais e
projetos de proteção animal, como o Gatomóvel) e o projeto “Solua, o
vampirinho vegano”, uma ação multimídia cuja intenção é atingir todo tipo
de público, desde crianças até terceira idade, pois os benefícios do
veganismo são incontáveis. Este projeto inclui e-book, peça teatral e, na sequência, outras formas e divulgação. 

Desde a preservação da Natureza, até a melhoria da qualidade de vida,
consumir alimentação saudável faz muito bem, até para a economia do país.
Ainda em fase de gestação, vem aí também um filme para cinema sobre Solua e
a ideia é fazer uma série de obras cênicas, mostrando didaticamente e em
capítulos, a conturbada vida de uma criança vegana, que precisa lutar mesmo
dentro de casa para manter suas convicções.

Saiba mais sobre o projeto Solua, o vampirinho vegano: http://www.anavegana.loudeolivier.com/vampirinho-vegano.php

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UM VAMPIRO VEGANO É A NOVIDADE DE LOU DE OLIVIER MOSTRANDO UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL A CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES!

Ele era só uma criança, e vampirinho para completar, mas seu amor pela natureza, pelos animais, sua força e determinação mudaram tudo à sua volta… Solua, o Vampirinho vegano, é uma linda história e uma forma diferente de ensinar o veganismo às crianças e adultos de todas as idades.

(DINO) 16/12/2014

O charmoso e determinado vampiro vegano mostra de uma forma divertida e cheia de aventura como amar a natureza, os animais e manter a saúde com bons hábitos de alimentação e higiene. Mais uma inovação de Lou de Olivier em e-book e, em breve, no teatro

Tanto a personagem (um vampiro vegano) quanto a história surgiram das observações de Lou de Olivier (uma vegana ao cubo, como ela mesma se intitula) diante das grandes dúvidas que a maioria das pessoas demonstra sobre veganismo.

Em suas viagens e participações em eventos, Lou observava sempre a grande dificuldade em obter uma comida vegana, na verdade, precisava até explicar o que é ser vegano aos donos de hotéis e restaurantes e, quase sempre, terminava seu dia estressada, esfomeada e sem se fazer entender. Em viagens mais longas acabava passando só a frutas e água e pensava em fazer algo para mudar isso…

Notou também que os próprios veganos, na maioria das vezes, defendiam apenas a não crueldade com os animais, não percebendo que o veganismo faz bem ao organismo humano. Tanto é verdade que, na atualidade, há grandes atletas veganos, há pessoas que chegam saudávies aos cem anos e também são veganos.

Lou notou ainda a imensa dificuldade em conseguir ração vegetariana para gatos no Brasil, tendo que explicar em todos os Pet Shops que buscava algo tão simples que já é bem difundido na Europa e Estados Unidos mas, no Brasil, ainda é extremamente questionado.

Além de fazer muitos artigos esclarecedores e até colocar no ar o site Ana Vegana que aborda o veganismo fundamentado em Ciências e não apenas como ideologia, Lou pensou em fazer mais. Trazer à Luz alguém que pudesse ensinar de forma divertida e consciente uma mensagem que vai muito além do amor à natureza e aos animais, é o amor universal que inclui também amar o próprio corpo e preocupar-se com o que ingere em termos de alimentação e usa em higiene e beleza.

Foi ai que surgiu a ideia de um vampirinho (que teoricamente alimentaria-se de sangue não só de animais mas também de humanos) nascendo vegano, ou seja, gostando de verduras, legumes e frutas, e com extrema capacidade de amar, com garra e determinação, mudando tudo por onde passa…

Solua é uma homenagem às crianças que, em nossa atualidade, já estão nascendo com uma consciência vegana, muitas delas dando grandes lições nos pais e outros adultos, algumas chegam a transformar suas mães em veganas já na gravidez, fazendo-as sentirem desejos incontroláveis de alimentarem-se com legumes, grãos e frutas e repudiando carnes e derivados de animais. Lou de Olivier sempre afirma que não são as crianças que estão nascendo mais evoluídas ou “adiantadas” e sim os adultos que se atrasaram em seu aprendizado rumo à verdadeira união de todas as espécies. Aliás, Lou foi uma dessas crianças que, já na gravidez, fez a mãe procurar comidas veganas, infelizmente, há mais de cinquenta anos atrás, ao nascer, Lou foi obrigada a ingerir carnes e produtos de origem animal, porém sua essência vegana prevaleceu e hoje não só é vegana como tem no veganismo uma de suas principais causas defendidas.

O nome Solua é a junção de sol e lua, o que também é filosófico demonstrando que é na união do dia e da noite que se tem a completude de um ciclo e é na escuridão que se pode ver a Luz. Da mesma forma a indiazinha Luasol tem propositadamente o nome de Solua ao contrário mostrando uma personagem oposta a ele… Todas as outras personagens também tem características filosóficas além de artísticas/literárias tornando o texto vibrante e muito atraente em cada cena. 

Uma história que, na verdade, é um conto, na medida exata de ensinar uma boa lição, sem estender demais o tema. Mas isso é só o começo, o texto, a princípio, integra o projeto de Lou de Olivier E-book solidário (livros eletrônicos que são vendidos a preços populares e tem suas rendas doadas a diversas instituições) mas já está em fase de seleção de elenco para virar peça teatral, há também o projeto para livro impresso e, na sequência, outras formas virão… E outra boa novidade, a história é relatada em forma de episódio, portanto, em breve teremos também outros episódios do vampirinho que já nasceu de bem com o Universo e já está atraindo muitos fãs antes mesmo de seu lançamento oficial. 

O lançamento oficial na Internet será dia 21/12/2014 (domingo), mas o texto já está disponível na loja virtual de Lou de Olivier. Em breve anunciaremos data oficial de estréia do espetáculo teatral.

Ao adquirir o e-book Solua, o vampirinho vegano, além de ler um lindo e emocionante episódio, você colaborará com nossas doações aos animais e crianças abandonados e também aos portadores de deficiência intelectual.

Saiba mais: 

Solua, no e-book solidário: 

Acesse: 
http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br/
e clique em e-book solidário 

Confira o subsite Ana Vegana:

http://www.anavegana.loudeolivier.com/

Saiba mais sobre e-book solidário:

https://www.dino.com.br/releases/e-book-solidario-mais-uma-inovacao-da-multiterapeuta-lou-de-olivier-dino89026248131 .______________________________________________________________________________________________

 

DISLEXIA ADQUIRIDA, A LUTA DE LOU DE OLIVIER

Dislexia Adquirida é o distúrbio detectado e defendido por mais de trinta anos pela brasileira Lou de Olivier, atualmente codificado nos Descritores de Saúde em Inglês, Espanhol e Português. É a Dislexia que pode ser adquirida em um acidente (por anoxia – falta de oxigenação cerebral, AVC, entre outros)

(DINO) 11/02/2015

A Dislexia pode ser hereditária/congênita mas também pode ser adquirida por acidentes como anoxia/hipoxia e AVC.

Sempre que a tv fala sobre Dislexia, cita o Tom Cruise e a Cher, fala tudo
superficialmente e sai pela tangente. No fundo, as reportagens sobre este tema nada esclarecem e, para qualquer pessoa com um mínimo de raciocínio, não basta
dizer que as pessoas nascem com dislexia e pronto, aí, é só levar à Fono e 
bingo!

Dislexia é um distúrbio do cérebro, não da fala. Equivoco (intencional?) de
quem manda os pobres pacientes procurarem tratamentos paliativos e o que poderia ser uma cura ou algo bem próximo dela, fica restrito aos mais letrados ou aos mais “antenados”.

Assim como se pode nascer com uma perna faltando ou amputá-la em um
acidente ao longo da vida, a dislexia também pode ser congênita ou
adquirida. Basta levar uma boa bordoada na cabeça ou ficar alguns minutos
debaixo d’água sem respirar e qualquer pessoa, mesmo as celebridades deste planeta, podem virar um belo pé de alface. Ops, podem adquirir um distúrbio que os tornem disléxicos,

Também, encharcar-se de bebida alcóolica como se fosse limonada, pode trazer toda
uma geração de crianças com distúrbios mentais e de comportamento..

O trabalho de pesquisa da dislexia adquirida foi iniciado com pioneirismo
no mundo pela brasileira Lou de Olivier, que sofreu um afogamento e sentiu
na pele o vácuo criminoso da ausência de tratamento eficaz para seu
distúrbio. Ela estudou muito, fez diversas faculdades, escreveu diversos
livros e vive um padrão de vida bem modesto, em comparação com o que
poderia ter ganhado perpetuando mentiras. Vale a pena conhecer o trabalho
de Lou de Olivier, ao menos para não morrer na inocência, acreditando na
versão pasteurizada da Mídia.

Saiba mais sobre a Dislexia Adquirida lendo os livros de Lou de Olivier, especialmente “Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento” e “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem” Ambos da WAK Editora – Rio de Janeiro- RJ e/ou acessando o site oficial que é http://www.dislexiaadquirida.com

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MULTITERAPIA – BEM-VINDOS À TERAPIA DO FUTURO!

Multiterapia é uma junção de terapias voltadas ao melhor tratamento de distúrbios e disfunções. A Multiterapia é versátil, engloba áreas de Psicopedagogia, Medicina Comportamental, Neuropsicologia e técnicas de Psicanálise, Arteterapia, Musicoterapia, Biodança, entre outras áreas que, adaptadas conjuntamente a cada caso, tornam o tratamento (artesanal) mais rápido, eficiente e pratico.

(DINO) 11/02/2015

A Multiterapia desenvolvida por Lou de Olivier tem se mostrado muito eficaz nos tratamentos dos diversos distúrbios de aprendizagem, alguns transtornos de comportamento além de grande eficiência no tratamento de estresse, depressão e ansiedade.

Atualmente, as pessoas exigem o direito de serem medicadas ou tratadas como doentes 
quando deveriam exigir o seu direito de serem curadas ou, mais ainda, 
de NÃO ADOECEREM. 
Criou-se uma massificação, somos todos iguais…
NÃO SOMOS todos iguais!!!

Cada organismo tem características próprias 
e reage de uma determinada forma aos estímulos e tratamentos.
Diagnósticos são demorados…

Tratamentos acabam sendo ineficazes ou incompletos… Simplesmente porque procura-se tratamentos que, nem sempre, são os mais eficientes ou adequados ao caso…

Pense nesta hipótese: Que tal uma romaria do funileiro ao mecânico, do tapeceiro ao eletricista,
uma perda de tempo, dinheiro e paciência? Que tal levar seu carro a uma
concessionária autorizada, preparada com pessoal e equipamentos para
consertar o veículo como um todo e não como um amontoado de partes?

Se a ideia de levar um automóvel a uma oficina de fundo-de-quintal já
parece absurda, como é que as pessoas aceitam a ideia de levar seus filhos
numa longa peregrinação de médico em médico, de exame em exame, cada
profissional fazendo o mínimo pelo paciente e passando a batata quente para
dezenas de outros, focados em partes da pessoa e não no Ser Humano como um todo?

Multiterapia, é a terapia criada por Lou de Olivier, que preconiza que
apenas um profissional deve ampliar seu leque de conhecimentos e cuidar do
paciente visando sua CURA, exatamente como os médicos de antigamente, que
visitavam as famílias em um Ford bigode, com uma maletinha e muita boa
vontade, poucos recursos, mas uma tremenda compaixão pela dor alheia, cura
rápida, na medida do impossível, sem um calhamaço de exames e remédios
fabricados em série.

Será que os bons tempos voltaram e as pessoas passarão a enfrentar os males
mentais e comportamentais do Século XXI, voltando ao que se fazia antes
dessa maldita revolução industrial, que nos transformou em máquinas de
produzir e consumir, acabando com nossos sentimentos e valores humanos?

Declaração de Lou de Olivier sobre a Multiterapia: “Foi em meio à desesperança que desenvolvi a Multiterapia. Desenganada pela Medicina tradicional, ridicularizada por alguns professores, continuei buscando respostas até chegar ao Método diferenciado que desenvolvi. A Multiterapia nasceu da minha dor… E hoje alivia a dor de tantos outros que também não encontram soluções para seus casos nas terapias convencionais”.

É possível saber um pouco mais sobre esta importante técnica terapêutica nos livros de Lou de Olivier e também no site http://www.multiterapia.med.br

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E-BOOK SOLIDÁRIO: MAIS UMA INOVAÇÃO DA MULTITERAPEUTA LOU DE OLIVIER

Neste projeto todos ganham, o leitor ganha porque pode adquirir e-books com excelente conteúdo a preços populares e, como toda a renda obtida é revertida a filantropia, muitas ONGs de assistência a crianças e animais abandonados e associações de apoio a pessoas com distúrbios diversos ganham em doações.

(DINO) 25/11/2014

Caridade não é doar o que nos está sobrando, mas saber dividir o que estamos usando… By Lou de Olivier

Lou de Olivier é nome consagrado tanto na área Terapêutica quanto Artística e Educacional. Com inúmeras publicações em livros, antologias, revistas e mais de cinquenta troféus no Brasil e quatro no exterior como Escritora, Pesquisadora e Dramaturga sempre desenvolvendo técnicas inovadoras, levando ao público o que há de melhor em todas as suas áreas de atuação.

Extremamente altruísta e humanitária, Lou de Olivier presta assessoria gratuita à revistas, jornais, emissoras de radio e TV. Desenvolve de forma contínua, diversas atividades filantrópicas, sendo ativista das causas socioambiental e animal. Também atua fortemente em defesa dos portadores de Distúrbios de Aprendizagem e Transtornos de Comportamento. 

Pensando nestas crianças e adolescentes e também nos animais, Lou de Oliver está lançando mais um projeto inovador: 

“E-book Solidário” . Trata-se de mais um projeto filantrópico colocando alguns títulos em forma de E-books a venda a preços populares revertendo toda a renda a associações de apoio a portadores de distúrbios intelectuais e a causas sócio-ambiental e animal. Os primeiros títulos são: “Brinquedoteca aliada à aprendizagem” (curso), “Trilogia Mística, Perversa, Sensual” (contos, crônicas e poesias), “Administrando o caos” (auto-ajuda, um guia para lidar e acertar a estressante vida moderna)…

E a maior inovação fica por conta do lançamento:

E-book “Multiterapia: Bem-vindos à Terapia do Futuro”, texto que organiza todo o conteúdo já publicado sobre o método criado po Lou de Olivier desde seu inicio (1980) até hoje e relata casos bem sucedidos e comprovados. Este e-book integrará o inovador lançamento de Lou de Olivier unindo a boa Literatura com a solidariedade.

Mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier que, em breve, disponibilizará outros títulos também. 

Atualmente sua única fonte de renda como profissional de Saúde/Educação é a porcentagem na venda dos livros. Eventualmente algum workshop ou vivência realizados também lhe traz uma renda. Mas isso não é impedimento e Lou, que já reverte parte da renda da venda de seus livros para ajudar muitos animais e crianças abandonados, agora disponibiliza quatro e-books com renda revertida totalmente à filantropia.

Há duas ONGs de ajuda a animais e uma associação de pais de portadores de distúrbios que já estão listadas para receberem os donativos. Mas outras entidades também podem candidatar-se aos donativos. Estes serão distribuídos de acordo com o volume de vendas e por ordem de inscrição. As associações e ONGs que forem beneficiadas precisarão colaborar divulgando o projeto, o que irá trazer mais retorno para as próprias beneficiadas.

Participe deste projeto, comprando um (ou mais) e-book solidário, por apenas R$ 7.00 (sete reais) e colaborará com nossas doações à associações de portadores de distúrbios diversos e a cuidadores de animais. Acesse:http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br/

Lou de Olivier é Detectora e defensora da Dislexia Adquirida, atualmente aceita oficialmente pela Ciência da Saúde descrita em Português, Espanhol e Inglês (Acquired Dyslexia).
Depois de implantar o método de Multiterapia e criar a Terapia do Equilíbrio Total, ela inovou com o workshop: Corpo, Mente e Movimento. E agora traz mais esta novidade filantrópica que beneficia muitos


Outras informações podem ser lidas em seu portal oficial http://www.loudeolivier.com 

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LOU DE OLIVIER RECEBE PRÊMIO FÊNIX/OSCAR DE OURO 2014, O QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO PRÊMIO DE SUA BRILHANTE CARREIRA, EM NOITE DE GALA NA ALESP

Lou de Olivier, renomada Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Criadora da Multiterapia, detectora da Dislexia Adquirida, atuante também como Dramaturga e Escritora recebe Prêmio Fênix/Oscar de Ouro por sua atuação não só em Artes, Educação e Saúde mas por sua grande ação filantrópica e ativismo socioambiental e animal. O Evento de premiação foi organizado por Petrucio Melo e ocorreu na Assembléia Legislativa de São Paulo na noite de 13/10/2014

(DINO) 16/10/2014

Mais uma vez Lou de Olivier tem reconhecidos seus talentos e atuações em prol da sociedade. Recebeu em 13/10/2014 seu quinquagésimo prêmio nacional, o Prêmio Fênix/Oscar de Ouro outorgado na ALESP em evento de Petrucio Melo

No dia 13 de outubro de 2014, Lou de Olivier foi uma das homenageadas, recebendo das mãos da Condessa e Comendadora Rosângela Carvalho, o Prêmio Fênix/Oscar de Ouro 2014. Este maravilhoso evento organizado e comandado por Petrucio Melo aconteceu no auditório Franco Montoro na Assembleia Legislativa de São Paulo – SP – Brasil.

A noite, muito animada, iniciou-se com um coquetel. Em seguida a abertura feita por Petrucio Melo e a composição da seleta mesa homenageadora com nomes consagrados do meio artístico e empresarial. Talentos dos mais diversos segmentos desfilaram em trajes de gala e passaram pelo palco recebendo este significativo prêmio. Diversos cantores apresentaram suas músicas inéditas transformando o evento num verdadeiro show de talentos e diversão.

Foi neste ambiente festivo e luxuoso que Lou de Olivier (pseudônimo literário de Ana Lourdes de Oliveira) recebeu seu quinquagésimo prêmio nacional, o Prêmio Fênix/Oscar de Ouro 2014. O prêmio consiste em medalha, troféu e certificado de Honra ao Mérito e foi-lhe outorgado por sua brilhante atuação não só em pesquisas avançadas em Dislexia e outros Distúrbios de Aprendizagem, especialmente a Dislexia Adquirida, da qual é detectora, pesquisas em Multiterapia, da qual é precursora e seus nove livros didáticos que muito orientam pais, professores e profissionais de Saúde/Educação mas também sua grande colaboração com as Artes, especialmente com suas peças teatrais, num total de quinze títulos, alguns já encenados em diversas capitais do Brasil e em Portugal, como: “Os Alienados” escrita em 1998 (encenada em Portugal com o título “Os Alucinados” e Três Contos que eu vou te contar! (ou A Cinderela que não era Bela porque era Branca demais) escrita em 1982 e encenada pela primeira vez em 1985. Ambas peças encontram-se em cartaz de forma praticamente contínua desde sua criação, sendo periodicamente encenadas por grupos amadores e profissionais em todo o Brasil.
Além de toda esta colaboração à sociedade, Lou de Olivier é também vegana (não consome nenhum produto de origem animal) e ativista das causas socioambiental e animal, está sempre envolvida em atividades filantrópicas, auxiliando direta ou indiretamente a população em geral, mantém um portal variado e extremamente informativo, com diversos subsites onde é possível ler artigos e boas informações sobre Veganismo (alimentação saudável) Anoxia Perinatal (falta de oxigenação cerebral no parto), Dislexia Adquirida, Artes (Super Ação Máxima), muitos vídeos informativos e muito mais.
Ainda citando premiações e homenagens, em reconhecimento a sua valorosa atuação em diversas áreas, Lou de Olivier integra as paginas 279 e 280 do livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos – Destaques e Personalidades – do ano de 2009.

Lou de Olivier também é citada nas paginas 187, 405 e 670 da Enciclopédia de Literatura Brasileira – Volume I Organizado por Afrânio Coutinho e José Galante Sousa – Global Editora – RJ – Brasil – Fundação Biblioteca Nacional – Academia Brasileira de Letras-2001 (Original de Universidade de Michigan).
Citada também nas paginas 532-533 do Dicionário de Mulheres – Volume II -2011-(da Historiadora Hilda Flores)
Lou também consta do livro histórico Brasil de A a Z idealizado em 2009 e lançado em 2012 pelo Instituto Biográfico Brasileiro e Academia Brasileira de Artes Cultura e Historia.
Também consta do quadro de pioneiros da televisão brasileira no Museu da TV – São Paulo – Brasil
Entre outras citações e premiações. 

Frisamos que as referidas premiações não envolvem dinheiro, são em sua maioria, troféus e/ou diplomas e certificados registrando a ampla e árdua atuação de Lou de Olivier em prol do bem estar da sociedade como um todo.
Saiba mais sobre Lou de Olivier e sua grande obra acessando o portal:
http://www.loudeolivier.com/ 
Lou no museu da TV: http://www.museudatv.com.br/biografias/Lou%20de%20Olivier.htm
Lou na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lou_de_Olivier


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DISLEXIA ADQUIRIDA, DETECTADA POR LOU DE OLIVIER, É RELATADA HISTORICAMENTE NESTE ARTIGO.

A Dislexia Adquirida foi identificada por Lou de Olivier noventa e oito anos após a primeira detecção da Dislexia (isolada) pelo Médico alemão Oswald Berkhan. Aliás, foi em livro alemão que Lou de Olivier percebeu que havia “adquirido” este distúrbio durante o afogamento que sofreu em 1978. E passou a defender a possibilidade de um distúrbio, no caso, a dislexia ser adquirido numa anoxia/hipóxia (diminuição/ausência de oxigenação cerebral)

(DINO) 03/01/2015

Lou escrevia tudo que pensava, via, sentia, sonhava. Anotando diário, ela escreveu sua primeira peça teatral. Eu inteiro, metade de mim. Era como Lou se sentia, inteira mas pela metade. E, por gravar tudo para ouvir e decorar, descobriu a Multiterapia

Atribui-se a Oswald Berkhan, médico alemão, a primeira identificação da dislexia em 1881, mas o termo “dislexia” foi cunhado em 1887 por um oftalmologista também alemão, Rudolf Berlin. Apesar do termo ser citado na Alemanha desde aquela época, demorou para ser usado em outros países, especialmente no Brasil, onde, até algumas décadas atrás, ainda se intitulava Cegueira verbal e até hoje há quem defenda apenas a causa hereditária/genética, negando-se a aceitar a evolução das pesquisas não só de Lou de Olivier mas de diversos outros profissionais e pesquisadores de dislexias no mundo todo.
Trajetória das pesquisas:
1896: W. Pringle Morgan descreveu a “Cegueira de Palavra Congenital” publicado em British Medical Journal..
1890 a 1900: James Hinshelwood publicou vários artigos sobre dislexia e publicou, em 1917, livro “a Cegueira de Palavra Congenital”, sugeriu que o maior problema na dislexia era a deficiência na memória visual de palavras e letras.
Lesão cerebral era outra causa muito estudada mas, em 1925, Samuel T. Orton escreveu que a dislexia não dependia de lesão ou dano cerebral. Orton, em parceria com a Psicologa Anna Gillingham, desenvolveu as intervenções educacionais que formaram a base do ensino multisensorial que até hoje são usadas para ensinar crianças disléxicas.
1951 G. Mahec fez experimento em que percebeu que crianças sem dislexia leram da esquerda para a direita mais facilmente e crianças disléxicas leram na mesma velocidade independente do sentido que liam e 10% dos disléxicos leu melhor da direita para a esquerda. Isso deu início à ideia do hemisfério esquerdo ser maior nos portadores de dislexia. Esta ideia seguiria por muitos anos até que Lou de Olivier elucidou este tema (em 2003)
Nos anos 70 entendeu-se a importância da consciência fonológica na dislexia. Em 79, enquanto Lou de Olivier afirmava sua “Dislexia Adquirida” num afogamento, Galaburda e Kemper relataram suas descobertas após observarem cérebros pós-autópsias das pessoas disléxicas,que os centros de línguas nestes eram diferentes dos normais. 

Por ter perdido a capacidade de leitura, Lou dependia de amigos que liam para ela livros sobre psiquiatria e correlatas. Foi num livro alemão, (do qual Lou, infelizmente, não recorda o título), lido por um amigo que tinha fluência no idioma, que Lou verificou os sintomas descritos e teve certeza de ter adquirido o referido distúrbio. Os principais sintomas eram ausência de memória, incapacidade de leitura, ausência de concentração.

Passou a relatar sua descoberta a todos os Médicos que a atendiam porém nenhum deles se convenceu pelos seus argumentos. Até porque o distúrbio dela era novo, ela escrevia com certa fluência mas não conseguia ler em Português e perdera a capacidade de falar, ler e escrever em outros idiomas. As pesquisas mais avançadas na época eram com cérebros de disléxicos falecidos, Médicos estudavam a diferença do centro de linguagem nos cérebros disléxicos versus não disléxicos. Como admitiriam a possibilidade de se “adquirir um distúrbio”? Parecia-lhes apenas um grande devaneio de uma adolescente desmemoriada.
Uma busca pelo Google acadêmico dá uma série de artigos com títulos que remetem à Acquired Dyslexia publicados a partir de 1977, porém, lendo-os na íntegra percebe-se que estudos preocuparam-se com inabilidade de leitura deixando em aberto as causas que levaram à Dislexia e até hoje as comprovações oficiais são voltadas à Dislexia Adquirida por AVC e outras doenças cerebrais. Lou desde 1978 defendeu a Dislexia causada por acidentes com privação de oxigênio no cérebro (Afogamentos, enforcamentos, anoxia/hipóxia perinatal/neonatal)
Após três anos de testes e exames em que os Médicos afirmavam não detectar nada físico e recusavam-se a aceitar a teoria que esta defendia, a de ter “adquirido uma dislexia”, restavam a ela só duas opções: Conformar-se em viver desmemoriada para sempre ou busca,de forma independente, solução ao seu caso.
Cursava teatro para auxiliar a recuperação de memória e já conseguia, com dificuldade, ler, mas esquecia tudo assim que lia. Passou a gravar tudo que precisava lembrar, textos, artigos, livros e ouvir as gravações de forma contínua, inclusive, durante o sono. Este método deu origem ao que hoje ela aplica como Multiterapia. Obviamente, hoje, com muito mais bases científicas. 
Em 1981 recuperou a fluência de leitura e passou a pesquisar com mais intensidade, já não dependia de ninguém para ler para ela. Seguiu pelo bacharelado em Artes Cênicas e estudou Musicoterapia, englobando os recursos das Artes no método que já apresentava bons resultados com portadores de autismo e Down. 
Entre 1981 e 1996, ano em que publicou o primeiro artigo oficial sobre a Dislexia Adquirida, Lou cursou Psicopedagogia, Neuropsicologia, Psicanálise e muitos treinamentos em Psiquiatria.
Em 1989, seguindo a linha de pesquisa de Galaburda e Kemper, surgiram estudos de Cohen e outros desenvolvimento cortical era danificado nos primeiros seis meses do crescimento fetal do cérebro nos disléxicos. Pesquisas oficiais sugeriam a genética/hereditariedade e, os anos 90 trouxeram técnicas de neuroimagem com mais pistas sobre o processamento fonológico nos disléxicos. Ninguém cogitava a possibilidade do distúrbio adquirido em acidente e nem uma anoxia ou hipóxia perinatal.
Mas agora Lou não era mais só uma jovem desmemoriada, já se posicionava como Psicopedagoga e Psicoterapeuta, com especializações, extensões e, acima de tudo, com sua vivência prática. Com força e determinação seguiu publicando, palestrando, divulgando a dislexia adquirida no Brasil e exterior, especialmente Europa (Inglaterra e Portugal), onde escreveu em revistas impressas e eletrônicas, sugeriu a muitos pesquisadores que verificassem a possibilidade de aquisição de um distúrbio e conquistou dois prêmios.
A partir de 1996 foram 9 livros didáticos, inúmeros artigos em revistas e jornais, entrevistas em rádio e TV, além de dois programas próprios Lou e Você (1999) e De tudo um pouco (2008/2009), sempre elucidando a Dislexia Adquirida e distúrbios diversos.
Em 2011/2012 a Dislexia Adquirida foi oficializada nos descritores da Saúde, Português, Espanhol e Inglês (Acquired Dyslexia). Hoje encontra-se a descrição de Dislexia Adquirida em diversos sites, artigos e em descritores oficiais como National Library of Medicine – Medical Subject Headings, inclusive, variações da dislexia adquirida tais como Acquired Global Dyslexia, Acquired Spelling Dyslexia, Acquired Alexia entre outros que virão. 
E isso só é possível porque Lou de Olivier não se acomodou com um diagnóstico fatalista, ela estudou, pesquisou, impulsionou outros pesquisadores, encontrou a solução para sua dislexia adquirida e levou suas descobertas a todo o mundo. 
Leia este artigo na íntegra e com detalhes de pesquisa:
http://www.dislexiaadquirida.loudeolivier.com)
Livros: http://loudeolivier.tudonavitrine.com.br

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AUDIÊNCIA PÚBLICA CIDADANIA DOS AUTISTAS – 10.11.14, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO E II SEMINÁRIO DE ESTUDOS ESPAÇO MULHER 2014

Diante da situação alarmante envolvendo os portadores de Autismo que correm o risco de perderem o direito à inclusão social, devido ao pedido do Ministério Público de extinção da ação civil pública, que trata de garantia direitos aos AUTISTAS, haverá, em caráter extraordinário, audiência pública “Cidadania dos Autistas” na Alesp. A precursora da Multiterapia Lou de Olivier será uma das palestrantes do evento com proposta inovadora. Confira!

São Paulo, SP, Brasil (DINO) 05/11/2014

Lou de Olivier é uma das palestrantes no importante evento Cidadania dos Autistas que ocorrerá dia 10/11/2014 na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

Já está confirmado que, com base no atendimento a Lei Federal, o Ministério Público/SP pediu via judicial a extinção da ação civil pública, que trata de garantia direitos aos AUTISTAS, Em razão disto, a juíza da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital marcou uma
audiência pública para o final de novembro de 2014, na ocasião informa que debaterão temas para Políticas Públicas sobre o autismo. Porém, familiares estão preocupados, pois mesmo com ações processuais individuais para obter recursos a fim de permitir a educação adequada para seus filhos com Autismo,ainda, assim, acaba faltando verbas para atendimentos complementares.

Concluem os familiares e profissionais da área da educação e da saúde, que não havendo mais obrigatoriedade judicial, crianças, adolescentes e jovens portadores do Transtorno Autista restarão abandonados e   impossibilitados do acesso à inclusão escolar e orientação para comportamentos sociais, devidamente adequados para o aprendizado. 

Visando expor estas opiniões propor soluções, em paralelo, acontecerá no dia 10/11/2014 a Audiência Pública na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). Na  ocasião serão apresentados temas com importantes conferencistas, que refletirão sobre a situação atual dos “Autistas” e, também haverá exposição de trabalhos já bem sucedidos, durante o II Seminário de Estudos Espaço Mulher/2014. Tais temas servirão de base para
que os participantes possam analisar o reflexo que causará a extinção da Ação Civil Pública, sendo este o único parâmetro de garantias de direitos às pessoas Autistas no Estado de São Paulo. E, compreenderão o que realmente é necessário, e se norteiem para o que devem solicitar nas Politicas Públicas, de forma que contemplem o atendimento adequado e que permita a inclusão com a evolução dos direitos Autistas, como pessoas humanas e cidadãs, e não segregadas. Estarão presentes familiares, professores e profissionais de saúde especialistas em Autismo/Asperger e Comorbidades, além de depoimentos e sugestões , que serão recebidos pela organização dos eventos. 

Palestrantes confirmados:

Profa. Psicopedagoga e psicoterapeuta Lou de Olivier abordará a Multiterapia como aliada na educação social e comportamental dos autistas 

Atuante como psicopedagoga, psicoterapeuta, especialista em MedicinaComportamental, bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do
direito autoral em Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia,Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio
Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora denove livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, entre outras diversas publicações nacionais e internacionais.


Abordando a importância de atendimento social e do Centro formador da Cruz Vermelha, estarão:

sra. Aline Rosa – Jornalista formada pela Universidade Nove de Julho. Pós graduada em Gestão de Pessoas. Gerente de Projetos Sociais e
Voluntariado da Cruz Vermelha Brasileira Filial do Estado de São Paulo e sra . Luciana Mateus – Enfermeira com Licenciatura em Enfermagem
pela Universidade São Paulo. Especialista em Gestão Educacional. Mestranda em Ciências da Saúde. Diretora do Centro Formador da Cruz Vermelha Brasileira Filial do Estado de São Paulo.

 
Psiquiatra Dr. Estevão Vasdasz : abordará A inclusão na área de saúde pública (de crianças, jovens, adultos e idosos autistas, e, outras síndromes). Ele é médico psiquiatra especializado em infância e adolescência. Foi professor instrutor chefe do setor de psiquiatria da infância e adolescência da Santa Casa de São Paulo. É o criador do PROTEA (Programa Transtornos do Espectro Autista), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).



Administrador de Empresas sr. Jan Wiegerinck abordará a inclusão no trabalho para jovens e adultos autistas e outras síndromes, palestra proferida pelo empresário, administrador de empresa e bacharel em Direito pela Universidade de Nimega (Holanda-1952) e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, em 1972. Fundador e presidente da Organização Gelre, empresa pioneira em trabalho temporário no Brasil ( há mais de 50 anos). 


Psicóloga e Profª Carmen Lydia da Silva Trunci de Marco discorrerá sobre a inclusão na Educação (de crianças a jovens autistas e outras síndromes), palestra proferida pela pedagoga, psicóloga, pós-graduada em Terapia Familiar Sistêmica e especialista em Psicologia Escolar e Clínica, pelo Conselho Regional de Psicologia. Diretora do Colégio Paulicéia, e, da Clyma Assessoria em Educação Inclusiva, e, da Ser Especial – Associação Assistencial de Integração ao Trabalho. 


Profª Mestra Ivete de Masi apresentará Aspectos do acolhimento em Escolas Públicas (de crianças a adultos autistas, e outras doenças mentais e
deficientes intelectuais). Professora Ivete de Masi possui Mestrado em Educação Especial, é professora universitária, e coordenadora técnica em
“Lares – Legião de Assistência para Reabilitação de Excepcionais”. 

Haverá também depoimentos de mães e familiares (ainda em fase de inscrições) O evento é destinado a todas as pessoas interessadas no tema “Cidadania dos Autistas”. As vagas são limitadas e gratuitas, em número de até 50 pessoas, para a Audiência Pública “CIDADANIA DE AUTISTAS” no dia 10/11/14, no auditório Senador Teotônio Vilella, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Av. Pedro Alvares Cabral, n° 201, 1º andar – Bairro Ibirapuera, Frente ao Parque Ibirapuera).

Garanta sua vaga inscrevendo-se gratuitamente, solicitando sua ficha de inscrição, que deverá ser preenchida e enviada até o dia 10/11/14, pelo e-mail. audiencia.autismo.101114.alesp@gmail.com

E atenção: As inscrições poderão ser encerradas antes da data prevista, caso haja o total preenchimento das 50 vagas disponíveis, portanto, corra para garantir sua vaga.

Informações e inscrições: elisbri@gmail.com
audiencia.autismo.101114.alesp@gmail.com

Fonte deste release: Elisabeth Mariano – Diretora do Instituto Espaço Mulher.

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MULTITERAPIA VERSUS MULTIDISCIPLINAR (SAIBA DIFERENCIAR AS TÉCNICAS E ESCOLHER O MELHOR TRATAMENTO PARA O SEU CASO) – BY LOU DE OLIVIER

Multiterapia é uma inovação terapêutica, adaptada a cada indivíduo tornando o tratamento mais rápido e eficaz. Não é Multidisciplinar nem exige intervenções de diversos profissionais, ao contrário, um ÚNICO profissional é habilitado para detectar e aplicar a melhor sequência de terapias que solucionarão (ou amenizarão) diversos distúrbios/disfunções. Multiterapia Legítima é aqui com sua precursora Lou de Olivier.

São Paulo, SP, Brasil (DINO) 13/10/2014

Multiterapia Legítima diretamente com a criadora do método (Lou de Olivier) Não temos representantes nem intermediários e desaprovamos os que se utilizam do termo Multiterapia para vender serviços multidisciplinares ou estéticos.

No Brasil, tem sido criadas clinicas e/ou anunciadas técnicas de “multiterapia”/”multiplasterapias” que nada tem em comum com o meu método de Multiterapia/Multiplas Terapias e nem se vinculam a mim, por isso, divulgo este comunicado para orientar o publico.

Como já foi amplamente abordado, a Multiterapia que criei engloba varias técnicas que vão desde Psicanálise Clinica até Arteterapia, adaptadas a cada paciente de forma única, ou seja, o tratamento é moldado de tal forma que cada paciente passa por um tratamento independente do distúrbio/disfunção ser igual ao de outro paciente. Isso exige muito estudo, pesquisa e também sensibilidade por parte do profissional que aplica a Multiterapia. Enquanto não consigo a regulamentação de minha técnica (e isso vai ocorrer, nem que eu tenha que sair do Brasil e implantar minha técnica em outro pais que me reconheça e valorize como pesquisadora e inovadora profissional) a única habilitada a implantar e aplicar este método sou eu e alguns poucos profissionais que eu treinei.

O que freqüentemente acontece em clinicas que se intitulam de “Multiterapia” ou “Múltiplas Terapias” na verdade, é “multidisciplinar”, é uma junção de profissionais unidos para um mesmo tratamento. Então fonoaudiólogo, psicólogo, psicopedagogo, fisioterapeuta e outros profissionais trabalham numa mesma clinica e podem atender simultaneamente um mesmo paciente. Este tipo de tratamento até funciona mas depende de uma total integração entre os profissionais para aplicarem técnicas compatíveis e não divergentes e significam também muitas sessões para o paciente, já que cada profissional atende individualmente em suas sessões. A tentativa de juntar mais de dois profissionais numa mesma sessão seria improdutiva e inviável em todos os aspectos. Por isso, tratamento multidisciplinar implica em muitas sessões com vários profissionais. Isso é MULTIDISCIPLINAR.

 

MULTITERAPIA é UMA TECNICA que ENGLOBA DIVERSAS ÁREAS E TÉCNICAS e justamente por isso é mais eficaz, rápida e completa que qualquer outra técnica terapêutica atual. MULTITERAPEUTA é UM ÚNICO PROFISSIONAL extremamente habilitado em diversas áreas terapêuticas e apto a aplicar os diversos recursos da Multiterapia e adaptar cada tratamento a cada paciente de forma artesanal, única e englobada. Em casos muito graves, que exigem uso de medicação, o Multiterapeuta pode e deve trabalhar em conjunto com um Neurologista e/ou Psiquiatra, em alguns casos pode-se incluir tratamento com Fisioterapeuta ou Psicomotricista. Porém estes últimos só devem ser necessários em casos de acidentes ou limitações que comprometem movimentos físicos e necessitam de exercícios físicos de reabilitação.

 

Já uma clínica Multidisciplinar deve oferecer tratamentos com Psicopedagogo, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Fisioterapeuta e, entre outros, acompanhamento com pedagogo. Cada um desses profissionais deve atender em uma sessão individual e, por isso, o tratamento além de muito mais longo, depende de compatibilidade entre profissionais e suas técnicas em conjunto. O pais é livre e cada terapeuta tem direito a abrir e atuar em sua clinica. O que é inaceitável é abrir uma clinica Multidisciplinar e anunciá-la como Multiterapêutica, ai é crime e é direito do consumidor reclamar e recusar-se ao tratamento equivocado.
 
A Multiterapeuta Lou de Olivier pesquisa, publica artigos e livros (e trata) Distúrbios de Aprendizagem (Dislexia, Disgrafia, Discalculia, Hiperlexia, etc), Distúrbios de comportamento (TOC/Tourette, toxicomania, etc), Distúrbios familiares (violência domestica, terapias de casais, etc). É especializada em distúrbios causados por anoxia perinatal/hipoxia neonatal e por dependência química. Lou de Olivier – Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros). Autora de quinze textos teatrais e nove livros didáticos.


COMUNICADO IMPORTANTE SOBRE MULTITERAPIA:


Multiterapia é uma junção de terapias voltadas ao melhor tratamento de distúrbios e disfunções. A Multiterapia é versátil, engloba áreas de Psicopedagogia, Medicina Comportamental, Neuropsicologia e técnicas de Psicanálise, Arteterapia, Musicoterapia, Biodança, entre outras áreas que, adaptadas conjuntamente a cada caso, tornam o tratamento (artesanal) mais rápido, eficiente e pratico. O maior diferencial da Multiterapia está na sensibilidade do terapeuta ao detectar qual a melhor junção de tecnicas ou mesmo o desmembramento das mesmas para cada caso.
Multiterapeuta é um profissional treinado e atuante nestas diversas áreas da Terapia, apto a mesclar as técnicas de acordo com as necessidades de cada paciente. É único, totalmente capacitado e não uma equipe Multidisciplinar atuando junta. Pode-se ter uma equipe porém não com cada individuo cobrindo uma área numa junção desengonçada de atuações e sim uma equipe de profissionais de diversas áreas todos coordenados por um Multiterapeuta apto a orientar esta equipe.

 

OBSERVACAO CRUCIAL:
Os termos “Multiterapia” e “Multiterapeuta” foram criados por Lou de Olivier, para designar seu trabalho, o qual, por seu ineditismo e pioneirismo, não se encaixa em nenhuma das definições utilizadas pelos profissionais de terapia que se baseiam em fundamentos ditados ha mais de um século, por grandes nomes da época, os quais, atualmente, em pleno século XXI, tornaram-se informações desatualizadas. E/ou utilizam-se de recursos limitados dentro do que se considera holismo.
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