Arquivo

Arquivo do Autor

O tempo certo…

14 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

relogioDesde que me afoguei, aos dezesseis anos, e segui desmemoriada por muito tempo, eu descobri o gosto pela pesquisa. A princípio, dependendo de amigos que liam para mim e, ao terminar minha primeira faculdade, foi pedido um TCC com pesquisa de campo. Nesta época, eu já conseguia ler com alguma dificuldade, mas já conseguia ler o suficiente para fundamentar a pesquisa de campo. Então eu entendi, desde aquela época, que uma das minhas grandes paixões era a pesquisa, a investigação, o entender, a fundo, diversos temas…

Segui estudando e pesquisando, Artes Cênicas, Musicoterapia, Psicanálise, Neuropsicologia, Psicopedagogia, Medicina Comportamental e áreas correlatas. Além dos estudos oficiais, eu sempre pesquisei também sobre Filosofia, Teologia, Teosofia e afins… Foi ai que, há alguns anos, eu encontrei um curso com um tema de autoconhecimento maravilhoso que era ministrado por um professor russo. Não pensei duas vezes, me inscrevi no curso que, além de fantástico, era ministrado online e gratuitamente. Era tudo de bom!

Aguardei, ansiosa, pelo primeiro dia de aula. Antes, porém, comprei um livro que estava indicado como complementar ao curso. A autoria do livro era deste professor, mas o livro estava traduzido para diversos idiomas e, felizmente, também para o Português. Assim como o curso era ministrado com tradução simultânea.

Impaciente, comecei a ler o livro de mais de seiscentas páginas antes mesmo da primeira aula. Confesso que não consegui entender praticamente nada. Apesar de estar traduzido para o Português, me parecia, literalmente, russo!

Pensei que, quando o curso se iniciasse, eu então poderia compreender todo o conteúdo do livro, mas me decepcionei muito quando, na primeira aula, eu também não entendi quase nada do que o professor ensinou. Ainda assim eu assisti mais duas aulas dele até decidir trancar minha matrícula. Muito triste, admiti que eu não tinha afinidade com este professor, nada entendia dos ensinamentos dele e a única decisão acertada seria parar o curso e procurar outro professor. Meu consolo foi saber que a maioria dos alunos também desistiu do curso, que acabou sendo cancelado.

Encontrei uma professora que ensinava o mesmo tema, mas numa linguagem bem simples e num nível bem básico. A aula dela era presencial, em português. E eu fiquei feliz ao perceber que entendia perfeitamente tudo que ela ensinava. Assim, eu fiz o curso básico e o intermediário com ela. Na sequência, matriculei-me numa escola e cursei mais dois níveis também presenciais.

Dois anos depois destes cursos, recebi um convite para retornar ao curso do professor russo e resolvi arriscar. Apesar da insegurança, eu destranquei minha matrícula e me surpreendi quando percebi que tudo o que ele falava agora estava muito fácil de entender. Então eu, enfim, pude fazer o curso completo com este professor. E tanto me empolguei e pesquisei que acabei até alcançando um nível bem superior aos alunos da minha turma…

Entendi que eu precisava de uma boa base para poder entender o curso do professor e, só depois de dois anos em outros cursos, eu atingi o nível de entendimento para até ultrapassar os ensinamentos dele…

Sempre que eu anuncio uma grande descoberta ou proponho um curso ou uma publicação que traz inovações futuristas e não tenho retorno imediato, eu me lembro desta minha fase e da história que desencadeou este meu aprendizado. Como neste momento, eu tenho anunciado diversas inovações, inclusive em forma de romance, uma forma que eu penso ser mais agradável de aprender, lendo um enredo interessante e romanceado. Uma mescla de estilos, acaba não atraindo ninguém pois as pessoas parecem procurar temas “focados” nesta época. E o que anúncio, muitas vezes, contradiz o consenso. E, já que Nélson Rodrigues dizia “toda unanimidade é burra”, mas ele há tempos morreu e parece que quase ninguém quer concordar com ele em nossa época… Em resumo, depois de dois anúncios em que, segundo o facebook, foram atingidas quase seis mil pessoas, houve quatrocentos e doze envolvimentos, mas apenas quatorze cliques e, na realidade, ninguém concretizou sequer uma compra de um e-book, só posso entender que, ou a propaganda do facebook não funciona. E isso não procede, já que muitas pessoas vivem de anúncios nas redes sociais, principalmente facebook. Ou, o que parece mais acertado, estou fazendo como o professor russo, oferecendo um conhecimento de pós-graduação sem que as pessoas tenham passado por uma base. Ou porque também muito do que ensino mostra a inutilidade de grande parte dos ensinamentos atuais…

 

 

árvores e livros

A Brinquedoteca aliada à aprendizagem, por exemplo, eu implantei entre 1997 e 2009 aproximadamente. Só agora em 2017 passou a ser utilizado de forma contínua. Comecei a citar a Dislexia Adquirida desde 1978, comecei a defender o tema oficialmente no início da década de 1990 e só por volta de 2012 foi aceita pela Ciência da Saúde e, ainda assim, com restrições, só a causada por AVC, ainda defendo a Dislexia causada por anoxia/hipoxia… E, assim, tantos outros temas que eu anunciei muito antes e demoraram dez, quinze, vinte anos para serem aceitos… Então, pensando assim, estou animada porque meus romances inovadores que misturam gêneros, informações diversas, abordam questões profundas e camufladas pela mídia e ainda trazem muita aventura e romance, com renda doada aos animais abandonados, em uns quinze ou vinte anos serão lidos e transformados em Best Sellers… Não é ótimo?

Se você não quer esperar tanto tempo e prefere ler agora, clique aqui e conheça meus diversos títulos.

Anúncios

Mais promoção relâmpago. Confira!

11 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Diante do grande sucesso da promoção leitura grátis, o prazo foi estendido.  Os dois ebooks de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) estarão disponíveis gratuitamente até as 12:00 horas de hoje, dia 11/12/2017. Corra que ainda dá tempo de ler.

É só clicar no link da promoção de seu interesse. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso, e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.  Ao término desta promoção, as 12:00 horas do dia 11/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 12,69 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Para ler gratuitamente         

“Armagedom Har Meggido
(Ana e o Apocalipse) ” clique aqui .

Para ler gratuitamente Solua, o vampirinho vegano em Plantando uma nova consciência, clique aqui

Promoção Relâmpago 2 – Leia grátis Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse)

8 de dezembro de 2017 1 comentário

O super romance de Anna Lou Olivier  Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse) está disponível para leitura GRÁTIS das zero horas do dia  9 até as 23:59 horas de 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo). Confira!

Esta é uma obra de ficção baseada em Teorias de Conspiração (Super Teorias Conspiratórias), Teorias de Teletransporte, Teorias de Sonho Lúcido, entre outras teorias. É fundamentada em estudos de Física Quântica (Universos Paralelos), Paranormalidade e Teologia. Não pretende ser profética, nem religiosa ou satírica. E, sim, provocar reflexões em relação aos possíveis romances entre androides e humanos, aos rumos que a humanidade segue, aos questionamentos que muitos fazem enquanto outros apenas desacreditam. E, acima de tudo, a busca constante do que será nosso futuro no Planeta Terra (?)

Neste final de semana, este super romance  pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso, e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Armagedom Har Meggido (Ana e o Apocalipse) ”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 12,69 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Promoção relâmpago 1: Vampirinho Vegano grátis para leitura.

8 de dezembro de 2017 1 comentário

A coleção de livros veganos infanto-juvenis da série Vampirinho Vegano inovando mais uma vez. Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo) o primeiro episodio está disponível para leitura GRÁTIS. Confira!

Idealizada desde 2010 e lançada em 2014 em e-books (livros digitais) para a preservação do meio ambiente e, a pedido do público, em algumas cartilhas em papel, atualmente, a série contém 4 episódios, sendo três em português e um em Inglês. Tem também 4 desenhos animados, que podem ser assistidos gratuitamente, diversas atividades como contação de história, peças de teatro e já se eternizou no projeto Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos profissionais apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras, ocasião em que foi assistida de forma presencial por duas mil crianças e duzentos adultos. E assistida por inúmeras pessoas, na forma online disponível até hoje no site oficial.

Neste final de semana, o primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Solua, o Vampirinho Vegano em Plantando uma nova consciência”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 9,41 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Acesse também o site oficial com todo o material produzido em vídeos, ebooks etc desde 2014: http://soluavampirinhovegano.com.br/

Morgan Freeman e Lou de Olivier unidos por uma falha do Sistema

28 de novembro de 2017 1 comentário

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) foto das redes sociais

Morgan Freeman – foto Internet

Morgan Freeman falou ou escreveu uma frase a respeito da Consciência Humana como solução para o racismo?
Ou Foi Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) a autora desta frase?
Será que Morgan Freeman e Lou de Olivier são a mesma pessoa?

Ou será que a Internet é apenas uma grande fábrica de ilusões? 

Confira neste artigo, estas e outras respostas interessantes.

Em uma entrevista que aconteceu em dezembro de 2005 concedida a Mike Wallace, (60 minutos da CBS), Morgan Freeman recebeu a seguinte pergunta: O que você pensa sobre o Mês da História Negra? Morgan Respondeu: Ridículo! E seguiu explicando seu raciocínio, que não deveriam renegar a História dos Negros a um único mês, que se não há um mês para comemorar a História dos Judeus ou História dos Brancos, porque haver um mês para a História dos Negros? A História dos Negros é a História da América. E a forma de acabar com o racismo é parar de falar sobre ele. E propôs ao entrevistador que parasse de chamá-lo de negro e ele não o chamaria de branco. Seriam apenas ele, Morgan Freeman, e seu entrevistador, Mike Wallace, independente de suas cores ou raças. (Esta é minha tradução livre para entrevista porque a entrevista foi em INGLÊS)

Este é o resumo do que Morgan Freeman falou na entrevista.

Dois anos ANTES desta entrevista, em 2003, num país chamado Brasil, onde se fala PORTUGUÊS e não inglês, uma pessoa atuante em diversas áreas terapêutica, artística, educacional e escrevendo também poesias e reflexões, chamada Lou de Olivier, (não por coincidência, esta que vos escreve agora), em meio a uma acalorada discussão sobre a implantação do Dia da Consciência Negra, com a intenção de mostrar que TODOS DEVEM SER TRATADOS COM IGUALDADE, criou (em Português) uma frase: “No dia em que invés de se preocuparem com a consciência negra, branca ou amarela, buscarem a consciência humana, não haverá necessidade de comemorar o dia da consciência negra” by Lou de Olivier 2003

A frase teve tanta repercussão que Lou (eu) se empolgou, escreveu uma sequência e saiu divulgando entre os amigos e contatos. Em 2004, ela aprimorou a frase que ficou assim: “No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2004

Esta frase chegou até a ser formatada por uma amiga de Lou e passou a circular pela Internet em grupos de discussão e no Orkut. Circulou até por volta de 2008, quando Lou de Olivier parou de postar sobre o tema. Porém, a mensagem continuou sendo compartilhada, agora não mais por Lou de Olivier, até que alguém, não se sabe quem nem com que propósito, retirou o nome da Lou e colocou como autor, nada menos do que Morgan Freeman.

Por falar em Morgan Freeman, em 3 de junho de 2014, ele foi entrevistado por Don Lemon (CNN) . Em determinado momento, Lemon perguntou se a raça seria um fator de distribuição de renda nos EUA. Freeman respondeu: Hoje? Não! Você e eu somos a prova disso. Você coloca em sua mente o que quer fazer e parte para a ação (vai lá e faz)…

Quem quiser ler todo o conteúdo das entrevistas, em Inglês, poderá acessar no final deste artigo. Agora o importante é comparar o que Freeman disse em entrevistas com as frases de Lou de Olivier:

Stop talking about it. I’m going to stop calling you a white man, and I’m going to ask you to stop calling me a black man. I know you as Mike Wallace. You know me as Morgan Freeman. You want to say, `Well, I know this white guy named Mike Wallace.’ You know what I’m saying?” Freeman

“No dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo terminará.” by Lou de Olivier 2003/2004

Nem quem aprendeu Inglês na escolinha da tia Nenê, na base do “the book is on the table” poderia confundir estas frases. Lou escreveu em Português, Freeman nem escreveu nada, ele falou em Inglês: frases totalmente diferentes, contextos diferentes, países diferentes, estruturas diferentes, e forma diferente de racismo entre os países. Aliás, é bom lembrar que, sempre que alguém se identifica como “brazilian”, logo vem o comentário: – Oh, Brazil! Samba, carnival and football! I know!

Há menos de duas semanas ouvimos isso num chat… Parece que, para o mundo, tudo no Brasil se resume a samba e futebol… Não há cabeças pensantes… Ao menos é a impressão que temos do que acham de nós quando nos identificamos como brasileiros em congressos ou eventos.

Deve ser por isso que pegaram, descaradamente, a mensagem da Lou e colocaram como sendo do Freeman. E o pior é que ninguém questionou, foram compartilhando, aplaudindo, achando o máximo, até que a Jornalista Glória Maria postou no Instagram, ai viralizou o que faltava…

Conclusão:

Sabem, eu, (que agora me assino Anna Lou Olivier, para fugir de outro plágio, desta vez do meu pseudônimo), fiz cadastro no Instagram só para contatar a Glória, me identificar e pedir, gentilmente, que ela desfaça o mal-entendido. Até comentei que ela sendo culta e inteligente, deve querer esclarecer este equívoco com seu público. Ela nem sequer se manifestou. Acessei alguns dos principais sites que repassaram este equívoco e postei mensagem com links para visita e confirmação. Mas logo fui classificada como “spammer” e impedida de continuar postando.

Alguém furtar meu texto e mensagens e divulgar como sendo dele ou de um “famoso” pode, mas eu, que sou a verdadeira autora, fazer algumas postagens esclarecedoras não pode, é SPAM! Quem acompanha minha carreira sabe que, há poucos meses, descobri um curso de minha autoria totalmente copiado e jogado na Internet de forma deturpada. Agora esta mensagem que também não é a primeira a ser plagiada. E, neste caso, nem posso saber a quem processar. Vai saber quem fez esta troca de autoria. O Freeman nem deve saber disso… Até pensei em contatá-lo e pedir que, em alguma entrevista, esclarecesse ao seu público que ele nada falou a respeito da Consciência Humana e quem escreveu a famosa frase fui eu.

However, silly me! (No entanto, boba eu!)

Mas, ao acessar a página de contato dele, já pude ler algo assim: “Não aceitamos inscrições não solicitadas tais como materiais não especificamente solicitados ou não enviados por meio de uma fonte profissional (agente, advogado ou gerente). Resumindo, gente comum que não tem uma representação ou não foi solicitada, nem tem sua mensagem lida… resta então rezar para o verdadeiro e Eterno Deus resolver a situação, já que o deus criado por Hollywood não atende os não representados…

Concluindo, este episódio me fez acordar, mais do que já acordei. A Internet é mesmo uma grande fábrica de ilusões. Se fosse algo sério que gerasse bons frutos, autores e grandes pensadores como fomos nós iniciando há mais de vinte anos, hoje deveríamos ser mundialmente conhecidos e respeitados. No entanto, continuamos anônimos, vendo nossas ideias e pensamentos serem sugados e publicados como sendo de outros autores, enquanto nós continuamos compartilhando com alguns poucos amigos e leitores. E que bom que ainda temos estes poucos amigos e leitores que nos incentivam.

Mas são poucos os que ficam sempre conosco. Muitos ficaram pelo caminho, meus fãs se dispersaram. Até os certificados dos dois prêmios que ganhei na Inglaterra em 2000/2002 se perderam em uma de minhas muitas mudanças. Recentemente eu doei o que sobrou de meus troféus e relíquias do meu pioneirismo até a atualidade para o Museu da TV Brasileira (PróTV). E, no final, O Freeman também vai fazer a passagem, todos nós um dia vamos morrer e, quem nasceu e investiu aqui no Brasil parece que não terá direito nem a deixar memórias. Afinal, se enquanto estamos vivos, já nos furtam tantos textos e mensagens, imagine depois de mortos…

Leia também, Consciência Negra com Morgan Freeman, autoria Lou de Olivier, clique aqui

Leia, Lou de Olivier doa seus troféus relíquias ao Museu da TV, clique aqui.

Leia algumas mensagens reflexivas de Anna Lou Olivier, clique aqui e aqui.

Agradecimentos ao site E-farsas, que publicou adendo sobre autoria de Lou de Olivier, ao site Voz de Petrópolis que replicou o artigo e aos blogs que alteraram o post citando autoria de Lou de Olivier, o blog Dr André Mansur (Brasil) e o blog Os pontos de vista (Portugal).

 Clique nos nomes para ler na íntegra.

Assista ao vídeo sobre o tema, a seguir:

 

Veganismo e meio ambiente: Com quantas árvores se faz um livro?

26 de novembro de 2017 1 comentário

Você sabe com quantas árvores se faz um livro?

Neste pequeno artigo vou mostrar, de forma simplificada, não só estes dados, como vou comparar o papel comum com o reciclado e abordar o formato e-book. E como tudo isso influencia no meio ambiente. Vem comigo!

Foto de fundo site Dreamstime, fotos dos e-books (livros digitais) de autoria de Anna Lou Olivier, incluídos na foto pela própria autora usando editor Gimp.

Muitas pessoas se dizem defensoras do meio ambiente, dos animais e da vida, mas não se dão conta do mal que causam ao ambiente, cada vez que optam por um livro impresso invés de digital. Os dados são variáveis, mas de uma forma geral, podemos entender que, utilizando técnicas de fabricação de papel mais comuns (processo “mecânico” ou “triturado”), cada árvore pode produzir uma média de 75 quilos de papel, sendo necessário doze árvores para produzir uma tonelada de papel, de acordo com o Conservatree, Recycled environmental paper information.

Um cálculo aproximado, levando em conta um livro de peso médio, pode-se afirmar que, cada livro carregue 0,028 de árvore. Numa projeção pode-se calcular que 34,8 livros podem ser produzidos a partir de cada árvore. Estes dados são uma média e podem variar, de acordo com o tamanho da árvore, o número de páginas do livro e o método de fabricação do papel, entre outros detalhes.  

Foto Site Dreamstime, editada por Anna Lou Olivier

Aqui entra o papel reciclado que parece ser a melhor opção. No entanto, há tempos, a indústria afirma que não há uma comprovação segura de que o uso do papel reciclado possa trazer menos impactos para o meio ambiente do que o papel comum. Esalq-USP realizou um estudo fundamentado em literatura técnica sobre reciclagem de papéis e comprovou que a produção de papel 100% reciclado utilizado na produção de escrita e impressão pode gerar um volume de efluentes até seis vezes maior que o papel comum. O mesmo estudo ainda comprovou que o processo de preparação das aparas para produção de papéis reciclados destinados à impressão e escrita pode gerar consumo adicional de energia elétrica de até 750 kWh/t, este consumo não ocorre na fabricação do papel comum.

 

Em um artigo antigo, publicado pelo Estado de São Paulo em 07 de maio de 2008, Antônio Gimenez, gerente da área de Negócios de Impressão e Conversão da International Paper (IP) afirmou: O processo de fabricação do papel reciclado consome mais água, mais produtos químicos e mais energia elétrica do que o papel branco. Isso porque a fibra reciclada passa por uma etapa a mais de clareamento, para eliminar impurezas, que não existe na produção do papel brancoPara Gimenez parece que o papel comum é mais adequado até porque ele também afirma: É um mito dizer que o papel reciclado salva árvores, pois aqui elas já são cultivadas e para esse fim No meu entender, este cultivo de árvores destinadas ao mercado de papéis para escrita e impressão também é dispendioso pois o solo poderia ser utilizado para plantio de alimentação, já que, estamos numa época de escassez de alimentos e a tendência é piorar. Mas esta é a minha humilde opinião, já que não sou produtora de papel nem de alimentos, apesar de ser uma grande produtora de textos para leitura tanto didáticos quanto para entretenimento.

Aliás, neste ponto, devo explicar que, quando criei o Vampirinho Vegano em 2010 eu pensei em todas as formas de produção e divulgação. E optei por e-books (livros digitais) para também preservar o meio ambiente. Já que tanto o papel comum (branco) quanto o reciclado tem seus prós e muitos contras, pensei que o ideal seria lançar toda a série do vampirinho apenas de forma digital. Porém, muitas pessoas nem sabiam bem o que é e-book, perguntavam sobre frete, queriam saber quantas páginas tinham as histórias e eu acabei cedendo e fazendo um pequeno lote de apenas 30 cartilhas. Elas venderam rapidamente, mas os e-books (em PDF) foram pouquíssimos a vender. E, quando decidi passar toda a comercialização para o site Amazon, que não dispõe de PDF, (apenas de visualização em aplicativo), as vendas simplesmente cessaram.

Comenta-se agora em 2017, entre os editores, que o e-book “não pegou” no Brasil. Isso se confirma pelo fato da própria Amazon estar projetando abrir livrarias físicas e comercializar livros físicos. Mas eu pergunto: O que acontece com o povo brasileiro, que consegue perfeitamente acessar sites, ler artigos, participar de chats, postar em redes sociais, tudo de forma virtual e não consegue aceitar uma leitura de um livro digital? Até porque, usando como exemplo, um livro que, na forma física (impressa) custaria trinta reais, pode ser adquirido por aproximadamente doze reais (em alguns casos, até menos) na versão digital… É para se pensar muito!

Bem, voltando ao antigo artigo/matéria do Estadão, entre diversos comentários dos especialistas da área, dois são dignos de (re) citação:

O primeiro comentário foi feito por Sonia Chapman, que, na ocasião da publicação do artigo era diretora-presidente da Fundação Espaço Eco, atualmente pelo que pude verificar, divide-se em diversos projetos também em sustentabilidade, afirmou: “O importante é o uso racional da matéria-prima e energia”. “É a mesma discussão que se tem com os alimentos orgânicos. Se toda a população passar a comer orgânicos, não vai haver terras suficientes para produzir dessa maneira. Não há coleta de lixo urbano que permita só a produção do papel reciclado.”

Foto site Dreamstime

Este comentário nos leva a uma profunda reflexão. De fato, não há terra suficiente para produzir orgânicos para toda a população do planeta. Muito da terra já está comprometido com o solo desgastado por diversos fatores que nem cabe citar neste pequeno artigo. Quanto a coleta de lixo, tudo poderia se resolver com uma reeducação da população e um maior investimento em coleta tanto de lixo comum quanto de material reciclável. Mas a questão do solo é mesmo preocupante. E, provavelmente, irreversível.

A matéria do Estadão terminou afirmando que “a reportagem procurou as ONGs de defesa do meio ambiente Greenpeace e WWF, mas elas informaram que não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

 

Diante disso, o que se pode refletir é o seguinte:

Levando em conta as definições destas ONGs, sendo: World Wide Fund for Nature é uma Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá” E Greenpeace é uma organização não governamental de ambiente com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia do Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.”

É bem preocupante o fato das duas ONGs apenas responderem que “não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

Como já afirmei, esta reportagem foi feita em 2008 e não foi atualizada, então entende-se que ainda esteja valendo. O principal nisso tudo é perceber a seriedade do tema, não só pelo fato dos dois tipos de papéis geraram diversos problemas ao meio ambiente mas pela carência de novos solos para plantio de alimentos orgânicos.

Vamos refletir melhor sobre isso?

 

A saber: O projeto vampirinho vegano, atualmente tem quatro desenhos animados (disponíveis no YouTube), diversos vídeos de cenas e esquetes gravadas por seis elencos em seis cidades brasileiras (também disponíveis no YouTube e no site oficial do vampirinho vegano), três e-books em português e um em Inglês, além de outros recursos. Todos online. Afinal, defender os animais e o meio ambiente e usar papéis sejam comuns (brancos) ou reciclados para imprimir as histórias seria uma grande incoerência, não acha?

 

Acesse o site oficial e assista aos vídeos e desenhos, clique aqui.

Conheça os e-books que, além de ensinar veganismo de forma lúdica, tem a renda (quando vende) doada aos animais abandonados. Clique aqui

E-books que valem ração e amor. Confira!

23 de novembro de 2017 4 comentários

Há quase oitenta anos, meus pais fundaram três bairros em São Paulo – SP – Brasil. Antes disso, meu pai já era um grande provedor de vários membros da família dele e a família da minha mãe. E, ao se estabelecer em São Paulo, passou a acolher também animais abandonados.

Chegou a manter quatrocentos cachorros e inúmeros gatos, que ele cuidava diariamente com duas boas refeições, banhos, medicamentos e muito carinho. Ele também mantinha vinte casas que cedia aos pobres. Além de não cobrar aluguel, ele fornecia água, energia elétrica, alimentação, medicamentos, escola… Enfim, ele sustentava as famílias, que ficavam aos seus cuidados até se firmarem e poderem manter-se sozinhas, quando desocupavam as casas, geralmente já tinha alguma outra família na fila e ocupava a casa para ser cuidada pelo meu pai.

Em um dos bairros que meus pais fundaram tem até uma praça com o nome do meu pai em reconhecimento a toda a obra social que ele plantou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu irmão e eu já nascemos  neste ambiente e seguimos esta grande obra, não com o poder que meu pai tinha. Até porque,quando meu pai faleceu, a tão falada “Lei do Retorno” não nos contemplou. Invés de encontramos bons advogados para nos auxiliarem, fomos ludibriados por dois advogados e um contador que se diziam nossos “irmãos”. Com apenas duas assinaturas perdemos aproximadamente vinte por cento do patrimônio. Os outros oitenta por cento foram perdidos na sequência também com duas assinaturas para uma construtora que, há tempos, propunha uma permuta que nunca recebemos…

Estou relatando isso porque, mesmo com tantos golpes que recebemos da vida, continuamos na medida do possível auxiliando quem necessita. Eu ajudo a cuidar de vinte animais recolhidos das ruas. Alguns foram jogados por outras pessoas por cima do nosso muro como se fossem pedras e todos foram acolhidos. Todos os meses eu gasto uma boa quantia, não vou dizer quanto, mas daria para passar um bom fim de semana num hotel quatro estrelas em nada mesmo do que Londres (no inverno que é mais barato, obvio). Pois bem, eu invisto esta verba todos os meses para sustentar estes bichinhos…

Há três  anos aproximadamente, eu tive ideia de oferecer meus e-books (que nada gasto para editar) para venda e com a verba arrecadada eu doaria aos animais. Cheguei a inaugurar uma loja virtual exatamente com este propósito, mas apesar de muita divulgação, não deu retorno e eu a encerrei… No momento, eu disponibilizo diversos e-books, no site Amazon, ainda com esta intenção de doar aos animais, não só estes que já sustento, mas outros que eu possa auxiliar. Entre os e-books tem também três episódios do Vampirinho Vegano que ensina o amor aos animais de forma lúdica…

 

Mas, para ser franca, nenhum dos romances vendeu, não tiveram nem leituras, não por serem ruins. Ao contrário, tem enredos maravilhosos e são muito bem escritos, os poucos que leram amaram. Acontece que, como sou muito mais conhecida com Multiterapeuta, as pessoas não procuram meus romances. E mais, com tantos caloteiros por ai, muitas pessoas pensam que posso estar dando algum “golpe”. Aliás, aproveito para citar que, tanto eu quanto meu irmão temos alguns “homônimos” que, talvez até de propósito, tem feito tudo para sujar nossa reputação. Um tal “Erasmo de Oliveira” já aplicou alguns golpes na praça e uma tal “Lou de Olivier” já publicou diversos e-books pornográficos. Recentemente alterei meu pseudônimo para Anna Lou Olivier para não ser confundida com esta “homônima”.

Diante de tudo isso, até entendo que as pessoas tenham receio de doar, mas eu não peço doações. Eu ofereço um e-book por um preço popular, disponível diretamente no site Amazon, um dos mais confiáveis do e-commerce. O comprador tem total segurança na compra e tem acesso a um ótimo conteúdo. Se eu vou doar a verba ou comprar pinga, esta questão é minha. Não cabe ao leitor julgar. Mesmo assim, me disponho a explicar que pretendo mesmo doar a renda, quando eu a tiver. Até o momento, não teve venda alguma. Mas tendo ou não, eu continuarei doando aos animais enquanto for possível fazê-lo. Se você gostou da nossa trajetória, quer ler um ótimo romance a um preço bem acessível e, com isso, colaborar com minhas doações, clique nas fotos dos ebooks e será direcionado(a) ao site Amazon. 

Neste momento, até amanhã 24 de novembro de 2017, meu romance “Planos para o passado” está em promoção por apenas R$ 1,99. Clique no banner para acessar. (Promoção encerrada, aguarde outra promoção em breve)

Se preferir outros títulos, clique nas fotos correspondentes e conheça também meu lançamento Armagedon Har Meggido (ana e o Apocalipse)

 

 

Não fornecemos endereço nem fones porque já não temos mais como recolher animais. E muitas pessoas aproveitam-se para descartar os bichinhos na nossa porta. Mas, se você tiver dúvidas ou quiser comentar, clique aqui e deixe seu comentário.

%d blogueiros gostam disto: