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Archive for the ‘animais’ Category

Testes em animais: Muita dor para nenhum resultado afirma Lou de Olivier

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo é um pouco antigo, mas continua atual. Aborda de forma aprofundada a inutilidade dos testes em animais. Na ocasião em que foi escrito, este artigo foi publicado em grandes portais como Agência O Globo e ANDA

 

e teve ótima repercussão. Porém, como até hoje continua a discussão sobre a aprovação ou não da abolição de testes em animais por faculdades e universidades, no momento, com todos esperando a assinatura de Geraldo Alckmin (projeto 706/2012, autoria de Feliciano Filho), é importante relembrar este artigo que trata com argumentos sérios a polêmica da  utilização de animais. E prova porquê não há nenhuma necessidade nem resultados nestes experimentos científicos.

Utilização de animais em experimento científico: Muita dor para nenhuma utilidade!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários:

 

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu, nascido na Polônia, Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem: http://anavegana.loudeolivier.com/

Ação multimídia, Vampirinho Vegano, acessem clicando aqui
Para saber mais sobre Autismo e outras pesquisas minhas, acessem clicando aqui
Loja virtual com preços populares e renda toda doada aos animais abandonados, acessem clicando aqui
Outros temas, vídeos, artigos,(Saúde, Educação, Artes, Pacifismo) acessem, clicando aqui

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista sócio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Este artigo foi publicado em 03/02/2016 pelo Portal ANDA. Leia, clicando aqui. E publicado em 12/02/2016 por diversos portais, destacando-se Agência O Globo. Leia, clicando aqui

 

Ler Planos para o passado com 80% de desconto é mais prazeroso!

13 de julho de 2017 Deixe um comentário

Ultimas horas da promoção. Ainda dá tempo de ler este romance por apenas R$ 2.10. Toda a renda será doada aos animais abandonados.

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A promoção esta acabando, mas ainda dá tempo de você garantir um super desconto e ler o romance Planos para o passado escrito por Lou de Olivier.  Sucesso de público e crítica, com notas positivas em veículos como The São Paulo Times e Agência O Globo, além de um movimentado enredo trazendo desde dança do ventre até viagem no tempo, há um diferencial maior, toda a renda será doada ao auxílio de animais abandonados. Confira! Leia por apenas R$ 2,10 (dois reais e dez centavos) promoção válida até as 23:59 horas de sexta-feira, dia 14/07/2017 (após esta data, o valor normal será de R$ 10,69). Aproveite esta super promoção. 

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O que a mídia está dizendo:

“Lou de Olivier está de volta à Literatura e nos brinda com este espetacular romance: “Planos para o passado” é mais do que um romance. O texto tem muita aventura, ação, amor, dança do ventre, sensualidade e tudo isso acontecendo simultaneamente dentro de um avião prestes a cair”. The São Paulo Times edição 16/11/2016

“…um romance, beirando a ficção científica que tem muita ação, viagem no tempo, dança do ventre, amores vividos à flor da pele, a construção e desconstrução psicanalítica e, entre muitos outros “temperos”, a tensão dentro de um avião que pode cair a qualquer momento. Tudo isso acontece ao mesmo tempo em “Planos para o passado”. The São Paulo Times edição 14/11/2016

Planos para o passado, romance de Lou de Olivier em promoção e com renda doada aos animais abandonados -publicado pela Agência O Globo quarta-feira, 12 de julho de 2017 – Horário 18:24

 

O que os leitores estão dizendo:

Principais avaliações de clientes

Por Cliente Amazon em 18 de novembro de 2016

“Excelente qualidade de escrita! Além de ser uma história empolgante é escrita de uma forma bem didática e de fácil compreensão. Faz com que nos arremetamos a um encontro conosco mesmo através das lembranças e conflitos da personagem”. Cliente Amazon

 

Por Cliente Amazon em 21 de novembro de 2016

 ” Excelente! Nossa! Fiquei encantada! Começa como se fosse um enredo e acaba de forma inesperada. Mostra a realidade do trabalho dos policiais, uma aula sobre como viajar de avião e também sobre dança do ventre. Ainda mostra o amor vivido sem preconceitos. E fala sobre veganismo… E tudo isso relatado de forma extremamente bem escrita, romanceada e simples de entender. Merece mil estrelas! Recomendo para todas as meninas que fazem (ou querem fazer) dança do ventre pq a autora dá uma aula sobre isso, para quem é ou quer conhecer veganismo e para todos que gostam de física quântica, ficção científica e muito romance e sensualidade”. Cliente Amazon

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Perguntem aos gatos!

11 de junho de 2017 Deixe um comentário

Diante da polêmica que se instalou em relação aos gatos abandonados em parques públicos, não só estou me empenhando (junto ao DEPAVE e Secretaria)  em ajudar a solucionar como estou escrevendo alguns artigos no sentido de educar a população para eliminar o abandono de animais domésticos. Esta semana publiquei: Por que adotar um animal? (para ler, clique aqui) E estou divulgando meu artigo com bases em muitos anos de estudos comprovando que os gatos são os melhores companheiros para crianças autistas. (para ler, clique aqui). Também escrevi um resumo do que foi a região (onde hoje está um desses parques com gatos abandonados) desde a chegada de meus pais (fundadores da região) em 1951 e o que é hoje. (para ler, clique aqui).

Quanto a polêmica em si, de um lado pessoas reclamam do mau cheiro e sujeira que os gatos contribuem para causar, das doenças que podem transmitir e de afastarem animais silvestres que habitavam o local, de outro lado administradores e responsáveis preocupados, buscam diversas soluções sem, no entanto, conseguirem conciliar opiniões e ações. E de outro lado, protetores e simpatizantes se desesperam ao saber da possibilidade dos gatos serem encaminhados para tratamentos e adoção, alegam inclusive que alguns são ferais, por isso, seria impossível coloca-los em “gaiolas” ou “domestica-los”.

Porém como estudiosa da mente humana e animal, entendo que eles não são ferais, eles ESTÃO ferais justamente pelas condições de privação em que vivem. Lembrando que gatos costumam dormir muito, cerca de dezesseis horas por dia. Num parque, precisam estar em estado de alerta, tem seu sono interrompido. Esta pode ser uma das causas de alguns parecerem “ferais”. Outros fatores que contribuem para a agressividade de alguns deles podem ser  maus-tratos (cães que avançam neles, pessoas que jogam-lhes pedras, etc.), escassez de comida, de água, disputa por território, entre outros.  Penso que o termo ideal para classifica-los seja que “estão ferozes/agressivos”, já que feral se refere a fúnebre e, em linguagem popular, ao animal que originariamente era selvagem, foi domesticado e voltou à vida selvagem. Não é o caso dos gatos que foram domesticados há quase dez mil anos no Oriente Médio e atualmente são animais domésticos e adaptam-se ao ambiente de acordo com seus recursos.  E foram abandonados nos parques, por imposição humana e não por opção. 

É um círculo vicioso, já que permanecendo nos parques estão mais sujeitos a maus-tratos e privações, além de condenados a solidão. Pois famintos e descuidados, raramente recebem carinho, o mais comum é serem enxotados. E isso os torna mais agressivos. E, por fome, acabam perseguindo os pássaros que ou são devorados ou fogem assustados desencadeando também situação de estresse a eles (pássaros).

Estive no parque Nabuco (situado na região fundada por meus pais, na zona sul de São Paulo – SP – Brasil) e verifiquei que muitos dos gatos se aproximam miando muito e pedindo ajuda. Percebe-se em seus olhos e atitudes que não pedem apenas comida e água, eles pedem atenção, carinho, alívio de suas privações… Alguns, simplesmente param de miar e entregam-se ao carinho… Acariciei e me comuniquei com alguns deles, são dóceis, estão assustados e buscam proteção e atenção, cuidados que uma família poderia dar. Se, em meio a eles há alguns mais agressivos, são casos a resolver em separado, mas não se pode generalizar como se todos fossem feras que não merecem sequer a chance de tentar uma adoção.

As noites tem sido muito frias aqui em São Paulo – SP – Brasil, em média seis graus. Fico pensando nestes inúmeros gatos abandonados em diversos parques. Eles tem pelos, mas não são suficientes para conter este frio intenso. Como devem sofrer a noite, quando não há ninguém nos parques, só frio e escuridão…

Cada gato tem características próprias, mas de forma geral, eles se alimentam três vezes ao dia, alguns comem em pequenas quantidades diversas vezes ao dia. Isso quando estão cuidados por uma família. Nos parques, acabam se alimentando apenas uma vez ao dia, às vezes nem isso, dependendo das pessoas que levam comida/ração a eles. Tudo isso deve ser analisado antes das pessoas julgarem, ainda mais as que estão de longe,  julgando pelo que acham e não pelo que é na realidade. 

É preciso pensar no que é melhor para os gatos e para todos os animais que habitam o local. E que seja bom para a população que o frequenta, também, ou seja, é um assunto delicado que necessita muita reflexão para uma decisão acertada.

Mas para resolver de vez esta polêmica, tenho uma sugestão. Antes de decidir o que é melhor para eles, perguntem aos gatos. Se eles querem continuar nos parques, sujeitos a tantos contratempos ou se querem dormir numa caminha quentinha, bem alimentados e ao lado de uma família carinhosa e acolhedora…E isso não é uma piada. Eles se comunicam pelo olhar, pelos gestos e será fácil entender a preferência deles. Até porque, quem tem amor no coração, consegue se comunicar até com as árvores e vegetais… Ainda mais com os gatos que são seres tão comunicativos!

By Lou de Olivier

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Pioneira da TV brasileira e da Música mundial. Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, vinte e-books, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezoito peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.

Lou de Olivier é vegana (defende TODOS os animais), ajuda a manter com recursos próprios 17 (dezessete) gatos acolhidos das ruas, diversos projetos de ajuda a humanos e animais. Há muitos anos estuda o comportamento dos gatos, desenvolveu a Terapia Integrativa Humanos e Animais e o Projeto dançando com animais.  Lou é Pacifista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Pacifismo): http://www.loudeolivier.com

Solua, o vampirinho vegano liberado para montagens teatrais gratuitas.

24 de maio de 2017 4 comentários

Solua ensina, de forma lúdica, veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição e mostra, de forma educativa e muito divertida, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida, além da importância de uma boa e saudável alimentação. O vampirinho vegano trata a todos com carinho, respeito e muito amor.

É um pacifista que ensina o amor como arma para a melhoria de vida para todos e a conquista da verdadeira paz entre todos os seres!

 

Desde 2010 quando foi idealizado até hoje já são dois contos, duas peças teatrais, quatro desenhos animados, cartilhas, e-books, bloquinhos, camisetas, gincanas e até a mega-apresentação teatral que reuniu seis grupos teatrais e foi levada à mais de duas mil crianças em seis cidades brasileiras. Tudo isso (incluindo os brindes) tem sido oferecido gratuitamente em eventos presenciais. E está disponível para visualizações na Internet em diversos vídeos de elencos e também nos desenhos animados.

 

Agora, Lou de Olivier inova mais uma vez. Ela decidiu liberar o texto dos esquetes para que possam ser encenados em eventos e/ou escolas, desde que sejam respeitadas algumas regras. O texto deve ser ensaiado e apresentado na íntegra, sem cortes e sem acréscimos, as apresentações devem ser gratuitas e sem nenhum interesse comercial, apenas levar o veganismo a todos e a autoria de Lou de Olivier deve ser citada em toda a divulgação impressa e/ou digital (flyers, banners, etc.).

 

O texto está resumido de forma dinâmica para apenas dois atores, então é possível encená-lo em duplas. Em caso de grupos que tenham estrutura para ensaios e apresentações de todas as personagens, há possibilidade de montagem de uma das peças teatrais na íntegra. Interessados devem escrever para equipe@loudeolivier.com solicitando a senha para download do esquete e/ou informações sobre as peças teatrais na íntegra.

 

Os ensaios e apresentações que forem comunicados à equipe com antecedência (enviando fotos, vídeos, etc.), serão incluídos no site oficial e amplamente divulgados, sendo assim, uma ótima forma de promover as duplas, grupos e eventos participantes e o principal, levar o veganismo bem fundamentado e pacifista ao máximo possível de crianças (e adultos também).

 

Esta é mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier, sem patrocínios, sem vínculo político ou religioso, apenas a intenção de melhorar o mundo para que todos vivam em paz. Conheça todo o projeto, todas as apresentações, vídeos de elencos, desenhos e muito mais no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

 

Conheça também a loja virtual solidária, diversos e-books a preços populares e toda a renda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos. Acesse: http://loudeolivier.com.br/

Loja virtual solidária em 39 portais

15 de maio de 2017 Deixe um comentário

Notícia boa é assim, se espalha rapidamente. Tão logo lançamos, a divulgação já foi publicada por 39 portais e agências de notícias entre as quais:

 

Agência O Globo, clique aqui,

 

 

Agência Estado (AEMídia), clique aqui,

 

 

The São Paulo Times, clique aqui

 

E mais 36 portais. Confira mais esta iniciativa de Lou de Olivier!

Conheça uma loja virtual (e-commerce) diferente!

11 de maio de 2017 Deixe um comentário

Conheça uma loja virtual (e-commerce) diferente! Imagine uma loja em que tudo é vendido a preços populares e a renda é toda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos!

Esta loja existe e já está em funcionamento há anos, porém só agora, está sendo divulgada. Ela faz parte de todo um projeto de vida de Lou de Olivier e sua família.

Uma família (Nardino Francisco de Oliveira e Lourdes Ressuto de Oliveira) começou há décadas várias atividades de ajuda ao próximo, sem interesse político ou econômico. São mais de setenta anos salvando vidas humanas e animais com atividades que vão desde atendimento/acolhimento, aulas e treinamentos gratuitos para população carente até acolhimento de animais abandonados, passando também por diversas ações de conscientização socioambiental e animal. com requintes de caridade. Lou de Olivier, filha do casal, em continuidade a grande obra implantada, faz diversas publicações científicas de importância mundial, mantém diversas atividades filantrópicas e abre mão dos seus direitos autorais de todos os e-books da loja, por isso, os preços podem ser bem acessíveis (a partir de R$ 3,00 já se pode adquirir um dos e-books). Em paralelo, Erasmo, o outro filho do casal, cuida das palestras sobre adoção consciente de animais e acolhe dezesseis gatos.

Contrariando a onda de violência e de egoísmo que vem tomando nosso pobre Planeta, em que nunca se sabe se os recursos doados serão realmente revertidos para ajudar a quem precisa, esta loja virtual é séria, os projetos sociais existem de verdade e cada centavo arrecadado se soma a tudo que esta família consegue através de trabalho duro, sempre encontrando tempo e recursos para estender a mão a quem muitas vezes chega até nós machucado e sem recurso algum. Em paralelo, também são executados projetos de educação ambiental, veganismo, respeito aos animais. Tudo sem apoio algum, sem campanhas de marketing e sem pirotecnia, apenas dezenas de boquinhas felizes com a ração de boa qualidade que recebem, além de carinho e conforto. E inúmeras pessoas beneficiadas com todas as publicações e ações de Lou de Olivier.

E o projeto está avançando, a ideia agora é, além de manter todas as ações já realizadas, reconstruir o teatro escola que a família manteve nas décadas de 80 e 90, com cursos e apresentações de Artes diversas, numa real inclusão social.

Acesse a loja, conheça esta nova forma de comércio e saiba que, ao adquirir qualquer dos e-books ou camisetas, estará colaborando com a continuidade de todas estas boas ações, além de ter contato com conteúdo de muito qualidade e informações preciosas em Educação, Saúde, romances, contos e poesias.

http://www.loudeolivier.com.br

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

11 de maio de 2017 1 comentário

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

By Lou de Olivier

No Rio de Janeiro, segundo a reportagem do Noticiário “Documento Verdade” – Rede TV: Polícia vai à casa de acumuladora de animais e registra cenas assustadoras”. De fato, o vídeo mostra a repórter tentando uma entrevista e, diante da recusa da moradora, a polícia é acionada e, desta vez, a entrada é permitida. No interior da casa, cenas chocantes. São sessenta gatos e dez cachorros, todos muito sujos, maltratados e a casa tem lixo (e fezes) acumulado por todos os lados. Porém, é possível verificar que os cães estão em uma área ao ar livre, isolados dos gatos. E há muitos potinhos de comida, além de vários sacos de ração, um deles quase cheio, o que demonstra que a mulher ao menos alimentava os animais.

Depois da vistoria, a cuidadora é presa e levada sob acusação de maus-tratos, enquanto o Psiquiatra Marcelo Piquet relata as características do “Transtorno de acumulador compulsivo”, o que, no meu entender, é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo, mas isso é tema para outro artigo… O detalhe é que, me parece, a mulher não foi examinada e ninguém, além de um dos investigadores, percebeu que ela também vive nesta sujeira toda. Talvez, invés de ser presa, fosse mais humano levar esta senhora ao Psiquiatra que tão bem relatou os sintomas e que poderia ajudar esta mulher a entender o mal que estava causando aos animais e a ela mesma, além da vizinhança também prejudicada.

Em outro ponto do país, em Alagoas, segundo matéria da Gazeta Web, outra mulher colocou um dos nove filhotes de cachorro (sob seus cuidados) dentro de uma máquina de lavar e, após todo o processo de lavagem, percebendo que o cãozinho ainda estava vivo, ela o jogou na tubulação de esgoto. Vizinhos retiraram o cãozinho do esgoto e acionaram uma ONG que o resgatou junto aos seus oito irmãozinhos, na tarde desta terça-feira (9). Os filhotes foram encaminhados para a sede da ONG e o caso foi denunciado à Comissão do Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas. Porém, no vídeo, a mulher que tentou matar o cãozinho aparece se justificando e até ironizando a situação. E dá para perceber que o cãozinho não deve ter resistido pois está já desfalecido no colo da pessoa que o resgatou…

Diante desses dois fatos, é preciso analisar quem, de fato, agiu de má-fé. A senhora já de idade que acumulou muitos animais e não teve como cuidar deles ou a outra que colocou de propósito o filhote na máquina de lavar?

O que precisa ser pensado é porque se quer adotar um animal. Há quem adote por pena do animal, há quem adote para ter companhia ou desestressar e o que quase sempre ocorre é a adoção por impulso, porque o animal aparece na porta da casa ou porque é encontrado abandonado em algum local. Num impulso, a pessoa o leva para casa e depois de um tempo descobre que não tem habilidade ou tempo ou paciência para cuidar e ai pensa em abandonar ou se livrar do bichinho…

É preciso também ter consciência e limites na hora de adotar um animal. Do ponto de vista terapêutico e até mesmo pelo lado material/físico, o ideal é que cada cuidador tenha um único animal, (no máximo dois animais) Desta forma é possível cuidar bem do animal, numa relação de carinho, sem se sobrecarregar e sem o animal se sentir rejeitado, o que acontece muito quando se tem muitos animais e poucos cuidadores. Se uma pessoa tem boas condições financeiras e pode pagar alguém para cuidar do animal enquanto ela trabalha/se ausenta ou quando a família é grande, pode-se adotar mais animais. Porém, uma pessoa sozinha, como é o caso da senhora do Rio de Janeiro, não deve adotar mais do que um, no máximo, dois animais. Senão passa de protetora a “acumuladora” porque, em algum momento, perderá as rédeas da situação e a sociedade não pensa duas vezes para julgar e condenar, ainda que a intenção da pessoa tenha sido das melhores.

É difícil prever o futuro, especialmente num país como o Brasil, mas se uma única pessoa adotar muitos animais, é provável que, em algum momento, não consiga cuidar deles. Aliás, alguns idosos mal conseguem cuidar de si mesmos e, nesses casos, deve haver alguém da família que possa ajudar. Deve haver também uma grande conscientização do que é adoção e posse consciente, sobre castração, evitando assim que os animais procriem indiscriminadamente e isso justifique colocar um dos filhotes numa máquina de lavar roupas.

A realidade é que muitas pessoas não tem noção do que é uma vida, seja ela humana, animal ou mesmo vegetal. São diferentes tipos, mas são vidas e precisam ser preservadas, no mínimo, respeitadas. Se não se pode cuidar de um animal, é melhor colocá-lo para adoção do que abandoná-lo ou tentar matá-lo. Sem dúvida a raça humana ainda tem muito a aprender. E, enquanto aprende é mais prudente que se afaste dos animais e de todas as vidas.

Saiba mais sobre adoção consciente, acesse Animangels, clique aqui

Saiba sobre veganismo, alimentação saudável e respeito a todas as vidas, acesse Ana Vegana, clique aqui e Solua, Vampirinho Vegano, clique aqui

Leia e assista aos vídeos:

Caso Rio de Janeiro: Rede TV, clique aqui. Publicado também no Portal ANDA, clique aqui

Caso Maceió: Gazeta Web, clique aqui. Publicado também no Portal Olhar Animal, clique aqui

 

 

 

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