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Archive for the ‘jornalismo’ Category

Entrevista exclusiva com Lou de Olivier para Revista Psique

7 de agosto de 2017 Deixe um comentário

Já nas bancas a edição 138 da Revista Psique Ciência e Vida que traz uma entrevista exclusiva com Lou de Olivier  abordando Distúrbios de Aprendizagem, com ênfase em Dislexia sob vários aspectos mas citando também Dislalia, Distúrbio Específico de Linguagem, Síndrome de Irlen,explicando sua técnica de Multiterapia e, entre outros temas, a baleia azul. Confira a entrevista e outros importantes temas abordados nesta edição. Peça ao seu Jornaleiro.

Fonte: Entrevista exclusiva com Lou de Olivier para Revista Psique

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Testes em animais: Muita dor para nenhum resultado afirma Lou de Olivier

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo é um pouco antigo, mas continua atual. Aborda de forma aprofundada a inutilidade dos testes em animais. Na ocasião em que foi escrito, este artigo foi publicado em grandes portais como Agência O Globo e ANDA

 

e teve ótima repercussão. Porém, como até hoje continua a discussão sobre a aprovação ou não da abolição de testes em animais por faculdades e universidades, no momento, com todos esperando a assinatura de Geraldo Alckmin (projeto 706/2012, autoria de Feliciano Filho), é importante relembrar este artigo que trata com argumentos sérios a polêmica da  utilização de animais. E prova porquê não há nenhuma necessidade nem resultados nestes experimentos científicos.

Utilização de animais em experimento científico: Muita dor para nenhuma utilidade!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários:

 

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu, nascido na Polônia, Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem: http://anavegana.loudeolivier.com/

Ação multimídia, Vampirinho Vegano, acessem clicando aqui
Para saber mais sobre Autismo e outras pesquisas minhas, acessem clicando aqui
Loja virtual com preços populares e renda toda doada aos animais abandonados, acessem clicando aqui
Outros temas, vídeos, artigos,(Saúde, Educação, Artes, Pacifismo) acessem, clicando aqui

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista sócio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Este artigo foi publicado em 03/02/2016 pelo Portal ANDA. Leia, clicando aqui. E publicado em 12/02/2016 por diversos portais, destacando-se Agência O Globo. Leia, clicando aqui

 

Multiterapia em destaque em diversos portais e blogs. Confira!

9 de julho de 2017 Deixe um comentário

Multiterapia X Multidisciplinar diferenças na abordagem e nos resultados.
Publicado em 36 portais,sites e blogs. Destacando-se Agência O Globo.
Leia, clicando aqui ou acesse o link: https://glo.bo/2sV5i76

  A Multiterapia como aliada na educação social e comportamental dos autistas. Publicada em 31 portais, sites e blogs. Destacando-se Agência O Globo.

Leia, clicando aqui ou acesse o link: https://glo.bo/2tXfRXm

 

Em breve, mais dois artigos sobre Multiterapia publicados e citados aqui. Volte a esta pagina em dois dias para ler os novos artigos ou inscreva-se para receber nossas atualizações. Escreva-nos: equipe@loudeolivier.com

Se preferir, clique para seguir este blog.

Comorbidades e recaídas nos Distúrbios de Aprendizagem

12 de junho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo foi publicado em duas partes pelo Jornal’Ecos da Literatura Lusófona Paris & Brasília 10 de Dezembro de 2006 – Edição N°54 e 25 de Dezembro de 2006 – Edição N°55 e , na íntegra pelo Jornal O Rebate – Macaé, ano I, Nº 47 – 22 a 29 de dezembro de 2006. A partir de 2013 passou a integrar meu livro Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem, sendo ampliado, atualizado e republicado no livro. Divulgo aqui as versões originais em PDF que fazem parte do meu Portal Oficial Lou de Olivier.

 

Pouco ou nada se publica sobre comorbidades* e recaídas nos distúrbios de aprendizagem e considero isso uma grande falha, já que, em qualquer distúrbio, especialmente nos adquiridos por acidentes, é comum haver fases de melhora e fases de piora dos sintomas, assim como é comum um paciente apresentar características de um distúrbio predominante e características de outro ou outros distúrbios secundários, não só nos comportamentais mas também nos de aprendizagem.

 

Que fique claro que estas variações de fases, embora possam ocorrer em outros tipos de distúrbios de aprendizagem, são mais comuns nos adquiridos por acidente, em sua maioria, decorrentes de anoxia (ou hipóxia). E que as comorbidades podem ocorrer em qualquer tipo de distúrbio de aprendizagem ou de comportamento.          

 Como este assunto é complexo e extenso, o dividirei em duas partes.

 

Neste artigo falarei sobre as recaídas  (para ler, clique aqui)

 

e na sequência, ou seja, em outro artigo, falarei sobre as comorbidades (para ler, clique aqui).

Adquira este livro, acessando:
 http://loudeolivier.com.br/

Perguntem aos gatos!

11 de junho de 2017 Deixe um comentário

Diante da polêmica que se instalou em relação aos gatos abandonados em parques públicos, não só estou me empenhando (junto ao DEPAVE e Secretaria)  em ajudar a solucionar como estou escrevendo alguns artigos no sentido de educar a população para eliminar o abandono de animais domésticos. Esta semana publiquei: Por que adotar um animal? (para ler, clique aqui) E estou divulgando meu artigo com bases em muitos anos de estudos comprovando que os gatos são os melhores companheiros para crianças autistas. (para ler, clique aqui). Também escrevi um resumo do que foi a região (onde hoje está um desses parques com gatos abandonados) desde a chegada de meus pais (fundadores da região) em 1951 e o que é hoje. (para ler, clique aqui).

Quanto a polêmica em si, de um lado pessoas reclamam do mau cheiro e sujeira que os gatos contribuem para causar, das doenças que podem transmitir e de afastarem animais silvestres que habitavam o local, de outro lado administradores e responsáveis preocupados, buscam diversas soluções sem, no entanto, conseguirem conciliar opiniões e ações. E de outro lado, protetores e simpatizantes se desesperam ao saber da possibilidade dos gatos serem encaminhados para tratamentos e adoção, alegam inclusive que alguns são ferais, por isso, seria impossível coloca-los em “gaiolas” ou “domestica-los”.

Porém como estudiosa da mente humana e animal, entendo que eles não são ferais, eles ESTÃO ferais justamente pelas condições de privação em que vivem. Lembrando que gatos costumam dormir muito, cerca de dezesseis horas por dia. Num parque, precisam estar em estado de alerta, tem seu sono interrompido. Esta pode ser uma das causas de alguns parecerem “ferais”. Outros fatores que contribuem para a agressividade de alguns deles podem ser  maus-tratos (cães que avançam neles, pessoas que jogam-lhes pedras, etc.), escassez de comida, de água, disputa por território, entre outros.  Penso que o termo ideal para classifica-los seja que “estão ferozes/agressivos”, já que feral se refere a fúnebre e, em linguagem popular, ao animal que originariamente era selvagem, foi domesticado e voltou à vida selvagem. Não é o caso dos gatos que foram domesticados há quase dez mil anos no Oriente Médio e atualmente são animais domésticos e adaptam-se ao ambiente de acordo com seus recursos.  E foram abandonados nos parques, por imposição humana e não por opção. 

É um círculo vicioso, já que permanecendo nos parques estão mais sujeitos a maus-tratos e privações, além de condenados a solidão. Pois famintos e descuidados, raramente recebem carinho, o mais comum é serem enxotados. E isso os torna mais agressivos. E, por fome, acabam perseguindo os pássaros que ou são devorados ou fogem assustados desencadeando também situação de estresse a eles (pássaros).

Estive no parque Nabuco (situado na região fundada por meus pais, na zona sul de São Paulo – SP – Brasil) e verifiquei que muitos dos gatos se aproximam miando muito e pedindo ajuda. Percebe-se em seus olhos e atitudes que não pedem apenas comida e água, eles pedem atenção, carinho, alívio de suas privações… Alguns, simplesmente param de miar e entregam-se ao carinho… Acariciei e me comuniquei com alguns deles, são dóceis, estão assustados e buscam proteção e atenção, cuidados que uma família poderia dar. Se, em meio a eles há alguns mais agressivos, são casos a resolver em separado, mas não se pode generalizar como se todos fossem feras que não merecem sequer a chance de tentar uma adoção.

As noites tem sido muito frias aqui em São Paulo – SP – Brasil, em média seis graus. Fico pensando nestes inúmeros gatos abandonados em diversos parques. Eles tem pelos, mas não são suficientes para conter este frio intenso. Como devem sofrer a noite, quando não há ninguém nos parques, só frio e escuridão…

Cada gato tem características próprias, mas de forma geral, eles se alimentam três vezes ao dia, alguns comem em pequenas quantidades diversas vezes ao dia. Isso quando estão cuidados por uma família. Nos parques, acabam se alimentando apenas uma vez ao dia, às vezes nem isso, dependendo das pessoas que levam comida/ração a eles. Tudo isso deve ser analisado antes das pessoas julgarem, ainda mais as que estão de longe,  julgando pelo que acham e não pelo que é na realidade. 

É preciso pensar no que é melhor para os gatos e para todos os animais que habitam o local. E que seja bom para a população que o frequenta, também, ou seja, é um assunto delicado que necessita muita reflexão para uma decisão acertada.

Mas para resolver de vez esta polêmica, tenho uma sugestão. Antes de decidir o que é melhor para eles, perguntem aos gatos. Se eles querem continuar nos parques, sujeitos a tantos contratempos ou se querem dormir numa caminha quentinha, bem alimentados e ao lado de uma família carinhosa e acolhedora…E isso não é uma piada. Eles se comunicam pelo olhar, pelos gestos e será fácil entender a preferência deles. Até porque, quem tem amor no coração, consegue se comunicar até com as árvores e vegetais… Ainda mais com os gatos que são seres tão comunicativos!

By Lou de Olivier

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Pioneira da TV brasileira e da Música mundial. Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, vinte e-books, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezoito peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal.

Lou de Olivier é vegana (defende TODOS os animais), ajuda a manter com recursos próprios 17 (dezessete) gatos acolhidos das ruas, diversos projetos de ajuda a humanos e animais. Há muitos anos estuda o comportamento dos gatos, desenvolveu a Terapia Integrativa Humanos e Animais e o Projeto dançando com animais.  Lou é Pacifista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Conheça o Portal Lou de Olivier (Saúde, Educação, Artes, Pacifismo): http://www.loudeolivier.com

Olha o passarinho! Fotografia, quem tem direito de publicação?

2 de junho de 2017 Deixe um comentário

Você sabia que numa fotografia estão “embutidos” diversos direitos? E que, dependendo do caso, pode gerar processos e multas ao ser publicada? Neste artigo eu abordo este tema…

Em primeiro lugar, vou explicar porque resolvi escrever sobre este tema, já que há anos não escrevo nada sobre direitos autorais… Desde que me tornei vegana, em 2010, passei a ter problemas ao frequentar eventos, pois eu acabava não comendo nem bebendo nada do que era servido. E sendo vista como chata, esnobe, etc. E, em 2013, depois de ouvir até a ofensiva pergunta “se eu só comia capim” feita por um convidado “colunável” que posa para a Imprensa como se fosse muito educado, eu afastei-me dos eventos não veganos, por motivos óbvios. Segui participando de eventos veganos, apresentando o vampirinho vegano e até lecionando gratuitamente biodança nesses eventos. Em 2016 me acidentei e acabei me ausentando também dos eventos veganos.

Em fevereiro de 2017, depois de mais de um ano afastada de todos os eventos, retornei comparecendo (como convidada) à exposição Laura Cardoso, em março (como ex homenageada) ao Prêmio Excelência Mulher organizado pelo CIESPSUL (FIESP). Foi noticiado aqui no blog e em alguns portais. Na sequência, compareci como convidada ao prêmio Industrial do ano. E resolvi enviar um release para a Imprensa, como sempre faço, citando os participantes, os organizadores e agradecendo o convite. Enviei a única fotografia que eu tinha que, por sinal, me foi enviada (via Facebook) pelo próprio fotógrafo que a tirou e que conheço há muitos anos. Ao enviar a foto para a Imprensa, eu citei os nomes e cargos de todos os integrantes da foto (que incluía o fotógrafo) e também citei a autoria dele.

Não imaginei que alguém pudesse se incomodar com isso, até porque seria uma divulgação gratuita em diversos portais, além do meu blog. Por isso, me surpreendi negativamente quando recebi, do fotógrafo, a reivindicação dos direitos autorais e a não autorização de divulgação da referida foto. Segundo ele, eu poderia apenas “curtir e compartilhar”. O Facebook parece ter condicionado as pessoas ao curtir e compartilhar só na rede, mas a ideia era divulgar para a Imprensa… E não na matrix da matrix!

Enfim, para evitar discussões inúteis, eu me desculpei, retirei o release da lista de divulgação, retirei a foto da nota já divulgada no meu blog e hoje estou escrevendo para esclarecer este assunto. Afinal, quem tem direitos autorais de uma fotografia?

De uma forma simplista, pode-se afirmar que o Fotógrafo tem direitos sobre a fotografia como obra intelectual que é especificado no parágrafo VII do Artigo 7º da LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.  Porém todas as pessoas fotografadas também tem direitos de uso de imagem e podem vetar a publicação de uma fotografia, dependendo do caso, exigindo até indenização, caso se sintam lesadas pela publicação não autorizada. Isto está bem explicado no Capítulo II (dos direitos da personalidade), Artigo 20º da LEI No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002. Isto é tão sério que nenhum programa de TV vai ao ar, nenhuma revista ou jornal publica fotografias enfim, nenhum meio de comunicação sério publica nada sem um contrato de cessão de imagem, ou cessão de direitos de uso/exibição de imagem. E, para completar, os advogados lembram que há também o direito das marcas e objetos que aparecem na foto, ou seja, se na foto, além das pessoas, aparecer um quadro de um pintor famoso, antes do fotógrafo publicá-la, deverá ter consentimento do dono do quadro (quem comprou o quadro) e do artista (ou representante dele) que pintou o quadro. Se, na foto, houver uma garrafa de refrigerante ou bebida alcoólica, o fotógrafo deverá obter autorização da empresa fabricante da bebida. Se as pessoas que aparecem na foto estiverem usando um modelo de roupa de grife, deverá haver autorização do estilista/dono da grife e assim por diante.

Quase nunca isso é respeitado basicamente por dois motivos. Por desconhecimento das leis ou por comodismo, afinal, para uma empresa de bebidas ou um grande estilista é até bom que sua marca (ou modelo) circule em fotos pelas redes sociais, é uma “propaganda gratuita”. E as pessoas que posam para fotos, geralmente ficam felizes com sua exposição nas redes. Mas, na prática, qualquer foto que vá a público, incluindo redes sociais, que não tenha autorizações das pessoas e objetos fotografados corre o risco de ser retirada do ar e gerar processo indenizatório.

Eu, particularmente, acho tudo isso uma grande ignorância, um festival de egos inflados que acabam rapidinho quando um indivíduo sofre um acidente qualquer, fica inválido temporária ou permanentemente, envelhece demais para manter-se lúcido ou, por qualquer motivo, para de respirar por alguns minutos e vira um “vegetal”… A vida é tão efêmera que se preocupar com direitos autorais de um momento registrado ou de algo escrito ou seja lá o que for é uma grande bobagem. Se eu fosse processar todos que me furtaram textos, publicaram meus textos e/ou fotos sem meu consentimento e furtaram  até meus projetos inteiros, talvez ganhasse muito dinheiro com indenizações, mas perderia minha paz lutando anos na justiça…

Mas respeito os que lutam por seus direitos neste plano extremamente material. E comunico que, a partir deste episódio, não mais publicarei nada a respeito de eventos que não sejam produzidos por mim, nem me deixarei fotografar seja qual foto o objetivo. Afinal, também tenho meus direitos reservados à (não) exposição da minha imagem. Aliás, bem faziam os ciganos antigos que se recusavam a posar para fotos, segundo eles, uma foto “prende” a alma das pessoas num momento de registro… No fundo, eles tinham razão!

Industrial do ano 2017

28 de maio de 2017 Deixe um comentário

Lou de Olivier participou, como convidada, do evento “Industrial do ano 2017” promovido pela CIESP-SUL (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo Distrital Sul) e pela Fraternidade Aliança Aca Laurência, braço social da Entidade.

O evento ocorreu no Salão Nobre FIESP, na quinta-feira, dia 25/5/2017 e premiou as empresas e profissionais que mais se destacaram durante o período, assim como as empresas aniversariantes. (que completaram 110, 70, 65, 60, 50, 40, 30, 25, 22, 15 e 10 anos de fundação este ano).

O evento contou com a presença de autoridades, empresários, diretores do Ciesp/Fiesp e convidados.

 

Vale lembrar que Lou de Olivier é vegana e, sempre que participa de eventos com coquetel, explica educada e de forma bem fundamentada, porque não ingere nada de origem animal. Mostrando que o veganismo faz bem para a saúde humana, para os animais e para o meio-ambiente. E muitas pessoas se interessam pelo assunto, após ouvir os argumentos da Lou. Assim, ela vai disseminando o veganismo com respeito e bons argumentos, de forma pacífica e consciente. 

 

Palmas para a Lou! E parabéns a todos os homenageados!

 

 

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