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Archive for the ‘Multiterapia’ Category

Promoção Relâmpago 3 livros pelo preço de 1. Confira!

25 de abril de 2017 Deixe um comentário

Oportunidade, quem ainda não tem os  livros de Lou de Olivier editados pela WAK, pode adquiri-los com um super desconto!  De R$120,00 por apenas R$47,70  Aproveite!

3 livros nesse kit

DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM E DE COMPORTAMENTO

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Lou de Olivier

Psicopedagoga. Psicoterapeuta. Especialista em Medicina Comportamental. Precursora da Multiterapia. Detectora da Dislexia Adquirida. Escritora (vários gêneros). Dramaturga.

Premiada no Brasil e Europa como escritora, dramaturga e como pesquisadora, é especialista em Distúrbios de Aprendizagem e de Comportamento e, também, em Dependência Química. Autora de dez livros didáticos e inúmeros artigos em revistas especializadas. Identificadora da Dislexia Adquirida que, após muitos anos de sua defesa e publicações em muitos livros e artigos, hoje está aceita e indexada, constando dos termos oficiais da Ciência da Saúde em Língua Portuguesa, Espanhola e, também, Inglesa, onde recebeu a denominação de Acquired Dyslexia.

Sua mais recente participação internacional foi (online) em 2016 1º Congresso Mundial de Psicólogos Clínicos Globais – Reunião Anual em Kuala Lumpur, na Malásia. No Brasil, a publicação mais recente é  “Desvendando mitos sobre Dislexia” mostrando inclusive distúrbios que são confundidos com Dislexia como é o caso da Síndrome de Irlen e pode ser lido nas paginas 74 a 79.

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Dislexia, novo artigo de Lou de Olivier

30 de março de 2017 2 comentários


A Revista Psique número 133 (Cento e trinta e três)  publicou um especial sobre Dislexia contendo dez paginas, sendo que seis dessas páginas são assinadas por Lou de Olivier.  À Lou de Olivier coube a abordagem “Desvendando mitos sobre Dislexia” mostrando inclusive distúrbios que são confundidos com Dislexia como é o caso da Síndrome de Irlen e pode ser lido nas paginas 74 a 79. 

No especial são abordadas outras visões da Dislexia, porém chamamos a atenção do leitor para o fato de haver discordâncias já que são entendimentos diferentes da Dislexia. Como  Lou  de Olivier, além de pesquisadora, é também portadora de Dislexia Adquirida, tem um entendimento mais detalhado/diferenciado do distúrbio.

Houve também um pequeno erro na bibliografia que citou o e-book “Dislexia sem rodeios” de forma abreviada mas informamos que os interessados neste e-book podem acessar a loja virtual http://loudeolivier.com.br/ Há também indicação de dois livros “Distúrbios de Aprendizagem e de comportamento”  e “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem”, clique aqui ambos de autoria de Lou de Olivier e editados por WAK Editora. Conheça estes livros, clicando aqui

Confira a capa desta edição e peça no seu jornaleiro ou acesse aqui

Acesse o site oficial da Dislexia Adquirida, clique aqui

Newsletter março 2017

16 de março de 2017 Deixe um comentário

Entrevista: Entrevista (em vídeo) exclusiva de Lou de Olivier concedida ao programa TV Embelezar abordando Multiterapia, técnica terapêutica desenvolvida por ela desde a década de 80 e aprimorada até hoje.

Saiba mais, clique aqui

Artigo Bullying (incluindo três vídeos): Liberado artigo antigo, mas ainda atual sobre bullying sofrido por pessoas com alguma deficiência física ou intelectual e como proceder nesses casos. O artigo original foi publicado pela Revista Sentidos – Edição 73. Leia-o, clicando aqui 

 

Curso Multiterapia: Vem ai uma nova e especial turma de Multiterapia, a novidade é que, agora o curso está reformulado e os dois primeiros módulos podem ser cursados por qualquer pessoa que queira se autoconhecer e viver em plenitude. O terceiro módulo é reservado aos profissionais de terapia que querem atender seus pacientes com a técnica de Lou de Olivier. Interessados, cliquem aqui e nos contatem  solicitando mais detalhes.

Artigo completo mitos sobre Dislexia (incluindo três vídeos). Vale a pena ler e ver (ou rever) estes vídeos.  Clique aqui

Saiba mais sobre Multiterapia: http://multiterapia.med.br/

Saiba mais sobre Dislexia Adquirida: http://dislexiaadquirida.com/

Lou de Olivier em entrevista exclusiva TV Embelezar

15 de março de 2017 Deixe um comentário
Entrevista de Lou de Olivier para TV Embelezar abordando Multiterapia em
tratamentos de Distúrbios de Aprendizagem e/ou comportamento, diferença
entre Multiterapia e Multidisciplinar e outros temas correlatos.
Confira! Dúvidas ou comentários, contate-nos, clique aqui

TV Embelezar – 2017-03-15 – Lou de Olivier from TV Embelezar on Vimeo.

Bullying, nem o básico se sabe (artigo publicado pela Revista Sentidos)

3 de março de 2017 Deixe um comentário

Especialista dá dicas e informações que uma escola deve seguir e conhecer. Atenção aos cuidados que pais e educadores devem ter .

Por Lou de Olivier / Fotos: Shutterstock (ao final, são mostrados vídeos complementares)
bullying_sentidos
Bullying é um termo inglês derivado de bully, que significa algo como “valentão” e define todas as formas de agressões físicas ou psicológicas praticadas de forma contínua e intencional. Estas acontecem, aparentemente, sem motivação e, geralmente, são praticadas por um grupo de “valentões”. Também pode ser praticada por apenas um indivíduo, mas é menos comum. Esse ato de violência acaba por intimidar, além de, em alguns casos, machucar a vítima que geralmente está em situação de desigualdade, sem poder reagir.
No caso específico de deficiência física/intelectual na escola, temos basicamente duas formas de analisar. Primeiramente pelo tipo da instituição – se só recebe alunos com deficiência, esses casos de bullying se tornam mais raros, pois todos os alunos estão no mesmo nível de necessidade. Mesmo variando suas deficiências, estarão sempre em igualdade. O problema principal aparece quando a escola é mista, ou seja, quando uma escola aceita alguns alunos com deficiência em meio aos outros considerados “normais”.

Pessoas com deficiência e a educação pública*
Há 280 mil alunos com deficiência matriculados em escolas especiais de 1ª a 8ª séries.
Há outros 300 mil em classes regulares nessas mesmas séries.
Apenas 9 mil alunos conseguiram chegar ao ensino médio.
Há 18.200 escolas públicas para alunos portadores de necessidades especiais no país.
Somente 120 títulos didáticos têm versão em braile, segundo informações do MEC (Ministério da Educação e Cultura). Segundo o último resumo técnico do Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), em 2011, quase 80% do total de matrículas da Educação Especial estava nas escolas públicas, o restante, quase 20%, estava nas instituições particulares de ensino.
*Segundo o Instituto Ethos (2002)

bullying-sentidos02Vídeos lúdicos e informativos podem
ser exibidos a alunos e familiares
como educação para a prevenção

Neste segundo caso (ou havendo algum episódio de bullying, mesmo sendo uma escola especializada), há uma grande necessidade de a escola, os professores e os pais interagirem de várias formas. Cabe também aos pais, levando em conta suas posses, tipo de deficiência apresentada pelo filho (a), e outros detalhes, pesquisar bem várias escolas antes matricular seu filho (a). Após definida a escola, ao chegar para o primeiro dia de aula, deve-se ter uma atitude cordial com todos, apresentar-se com educação e de forma amistosa.
É preciso mostrar a todos os alunos as qualidades de cada um, de forma educada e incentivadora

Em se tratando de alunos com deficiência, caberá aos professores, coordenadores e outros responsáveis pela escola incentivar apresentações entre os alunos. Caso haja atritos, providências devem ser tomadas imediatamente. Ou com os causadores se desculpando ou, em caso de agressões, denunciando-os aos responsáveis e resolvendo tudo no início, pois, quanto mais o tempo passar, mais as agressões se tornarão frequentes e mais violentas ficarão, cada vez mais difíceis de controlar.

COMO IDENTIFICAR
Para saber se a criança sofre bullying na escola, os pais devem ficar atentos aos sinais da criança em relação a escola. Crianças que alegam dores ou qualquer motivo para justificar não ir à escola podem estar sendo vítimas de bullying. Da mesma forma, crianças que apareçam com alguma marca, arranhões, mordidas, enfim, qualquer sinal que possa sugerir agressões físicas devem ser investigados.

COMO AMENIZAR/EVITAR
Conversar abertamente sobre o assunto com os alunos e pais procurando integrar os alunos com deficiência aos outros; exibir vídeos sobre o assunto. Mostrar a todos os alunos as qualidades de cada um, de forma educada e incentivadora, para que todos entendam que têm qualidades e podem usá-las de forma produtiva e, assim, superando suas possíveis falhas e limitações. Também é aconselhável, ao conversar com os alunos, explicar que não podemos considerar alguém diferente ou “defeituoso” só por apresentar algum tipo de deficiência. Na verdade somos todos diferentes uns dos outros, isso compõe nossa característica particular e nos torna únicos. E se um ou vários coleguinhas apresentam deficiência, é uma ótima oportunidade de demonstrarmos nossa solidariedade, ajudando-o em suas dificuldades e nunca zombando ou tratando-o mal.
De acordo com o tipo de deficiência, deve-se proceder de forma a solucionar os pontos fracos, ou seja, alunos que apresentam problemas no aprendizado podem ser incentivados a ter aulas particulares ou de reforço, que pode ser na própria escola, além de um atendimento psicopedagógico. Casos de deficiência auditiva ou de fala também precisam de acompanhamento, neste caso, de um fonoaudiólogo. Um pouco mais raros, mas também possíveis, são os desvios de conduta, além de traumas e outras ocorrências que precisam ser atendidas por um psicólogo.

Deficiências intelectuais ou doenças mentais precisam do acompanhamento de um psiquiatra ou neurologista e outras deficiências físicas também necessitam de um acompanhamento medico de acordo com cada necessidade.
A escola ideal deve oferecer, no mínimo, os serviços de um Psicopedagogo para atender casos de problemas/distúrbios de aprendizagem, de um Psicólogo para os traumas, desvios de conduta etc. E de um Fonoaudiólogo para casos que envolvam fala/audição. Estes serviços podem ser executados na própria escola ou através de convênios firmados entre os profissionais e a escola. Aqui estamos citando escolas particulares que absorvem alunos com maior poder aquisitivo. No caso de alunos com menor poder aquisitivo cujos pais não têm condições de arcar com as despesas de uma escola particular poderão procurar os serviços públicos oferecidos por intermédio das secretarias municipais. O interessante é a escola pública estar preparada para sugerir os encaminhamentos e saber, de antemão, quais são os canais mais próximos de atendimento.
O bullying ocorre sempre quando não há nenhuma fiscalização de adultos ou responsáveis.

Outro detalhe importante, o bullying ocorre sempre quando não há nenhuma fiscalização de adultos ou responsáveis. Portanto, outro fator importante: deve haver mais fiscalização e profissionais especializados para conduzir os alunos durante os intervalos e mesmo durante as aulas. E é bom saber, também, que a escola pode ser enquadrada no Código de Defesa do Consumidor, pois presta serviço aos consumidores e é responsável por todos os acontecimentos dentro de suas dependências – isso inclui bullying. Mas deve-se lembrar que, ocorrendo fora dos portões da escola, torna-se difícil enquadrá-la, já que foge do local interno. Importante também saber que tanto agressores quanto agredidos necessitam de muito diálogo e acompanhamento terapêutico para solucionar seus traumas e conflitos.

Quanto aos deveres dos Governos
Atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais.
Adotem o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política, matriculando todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam fortes razões para agir de outra forma. Desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em países que possuam experiências de escolarização inclusiva. Estabeleçam mecanismos participatórios e descentralizados para planejamento, revisão e avaliação de provisão educacional para crianças e adultos com necessidades educacionais especiais. Encorajem e facilitem a participação de pais, comunidades e organizações de pessoas portadoras de deficiências nos processos de planejamento e tomada de decisão concernentes à provisão de serviços para necessidades educacionais especiais. Invistam maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva.
Garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de treinamento de professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a provisão de educação especial dentro das escolas inclusivas.

 

Assista aos vídeos sobre bullying em entrevista concedida ao Programa Análise Direta em três partes.


SERVIÇO
Assista vídeos sobre bullying e assuntos terapêuticos em:
http://www.loudeolivier.com/videos-entrevistas.php
Leia dados publicados na íntegra em:
Atenção: Este link estava ativo na publicação deste artigo. Hoje, em 2017, na republicação está fora do ar: http://www.ethos.org.br/_uniethos/documents/ manual_pessoas_deficientes.pdf http://portal. mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf 
http://institutoparadigma.org.br 
Livros:
Lou de Olivier é psicóloga, psicopedagoga, psicoterapeuta, especialista em Medicina Comportamental e escreveu os livros “Distúrbios familiares” e “Distúrbios de aprendizagem e de comportamento”, ambos da Editora WAK, indicados como material complementar a este artigo.

Dislexia e Dislexia Adquirida: nem tudo que se divulga é correto! Informe-se!

19 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Há anos tem sido divulgados uma série de mitos (equívocos) sobre Dislexia e isso torna não só o entendimento falho como confunde os leigos e até os profissionais que tratam o distúrbio. Eu, Lou de Olivier, há quarenta anos dedico-me a elucidar este tema e trago aqui neste pequeno artigo, a explicação dos três principais mitos mais divulgados sobre a Dislexia.

Há alguns meses um programa de TV entrevistou supostos especialistas abordando Dislexia. Na sequência muitos outros programas de TV passaram a abordar o tema e os vídeos na Internet viralizaram. Isso continua repercutindo de forma negativa pelos diversos equívocos que divulgaram…

Leia este artigo na integra, clique aqui, ou se preferir, assista ao vídeo:

Anoxia perinatal, momentos que decidem uma vida!

2 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Anoxia perinatal, momentos que decidem uma vida

Anoxia é a ausência ou diminuição da oxigenação no cérebro e pode ocorrer por vários fatores: afogamento, enforcamento e, em graus mais leves, até numa crise de rinite, bronquite ou qualquer fator que provoque a ausência de respiração. No recém-nascido, ocorre por fatores durante o parto e, por isso, leva o “sobrenome” perinatal.

Também conhecida como hipóxia ou anoxia neonatal, creio que o termo mais correto seja mesmo “anoxia perinatal”, pois significa ausência/diminuição da oxigenação cerebral durante o processo de nascimento.

Seja qual for a denominação escolhida, o importante é conhecer suas possíveis causas e tentar evitá-la ao máximo. Em primeiro lugar, como o nome já diz, a anoxia perinatal ocorre durante o parto, isso significa que também conta-se com o fator sorte, pois qualquer complicação neste momento, pode gerá-la. Mas, além disso, deve-se verificar os fatores que podem complicar o processo de expulsão do bebê, tornando o parto muito prolongado, por exemplo, ou impeçam a respiração normal da mãe e do bebê.

Em vista disso, a futura mamãe deve cuidar-se desde as primeiras semanas da gestação, abandonando vícios (cigarros, bebidas alcoólicas, drogas em geral), buscando uma alimentação balanceada, que deve incluir frutas variadas,  verduras, levando-se em conta alguns detalhes, como por exemplo: quanto às verduras, algumas são apontadas como desencadeantes de crises de rinite alérgica, tais como chicória e escarola. E, dependendo de cada caso, algumas mulheres podem ter alergias diversas ou intolerância a alguns alimentos que, de forma geral, não são causadores de alergias. Portanto, antes de estipular sua “dieta de gestante”, consulte um nutricionista ou outro profissional que possa orientá-la quanto a isso.

Apesar de não ser minha opinião, devo dizer que o melhor tipo de parto continua sendo o normal em diversas versões e posições, de acordo com a paciente, ambiente etc. Para que seja bem tranquilo, pode-se fazer (durante toda a gravidez), técnicas de relaxamento, dança, expressão corporal e até meditação. Estas técnicas poderão ser passadas à gestante por um bom Arteterapeuta ou um Psicoterapeuta que tenha treinamento em Artes. 

Mulheres com diabetes, hipertensão, anemia ou obesidade precisam de acompanhamento especial. E todas as gestantes, sem exceção, precisam fazer pré-natal, com visitas periódicas ao médico (ginecologista/obstetra), que acompanhará todo o processo de gestação.

Seguindo todas as recomendações, certamente, o parto terá tudo para ser bem-sucedido e será muito mais tranquilo, se for feito pelo mesmo médico que orientou o pré-natal.

Este artigo foi escrito em 2005 e, desde então tem sido publicado em diversos portais, sites e revistas impressas. Este tema é explicado em profundidade no Dossiê Anoxia perinatal por Lou de Olivier publicado na revista Psique edição junho/2013 – são 18 páginas abordando anoxia perinatal e dislexia adquirida. Também no livro “Transtornos de Comportamento e Distúrbios de Aprendizagem” – autora Lou de Olivier – primeira edição – WAK, o tema Anoxia perinatal/hipoxia neonatal é abordado em contraponto ao Autismo.

Saiba mais:

Acesse o site exclusivo sobre anoxia perinatal: http://anoxiaperinatal.loudeolivier.com/

Assista ao vídeo sobre anoxia perinatal/hipóxia neonatal: 

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