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O VAMPIRINHO VEGANO DE LOU DE OLIVIER AGORA É INTERNACIONAL

11 de março de 2017 Deixe um comentário

Além de e-books, cartilhas, desenhos animados, camisetas e peças teatrais já lançados em Português, agora Lou de Olivier inova lançando o primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano traduzido para o Inglês. O projeto todo é filantrópico, não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso, busca plantar uma nova consciência socioambiental e animal e tem renda doada aos cuidadores de animais abandonados. Confira!

 

O Projeto já é bem conhecido há anos e, logo após o sucesso da Mega-apresentação Teatral Vegana que levou o texto “Plantando uma nova consciência” na forma presencial a seis cidades brasileiras e de forma online para o mundo, agora inova mais uma vez.

O primeiro episódio foi traduzido para o Inglês e já está sendo lançado em formato e-book (livro online) com exclusividade, pelo site Amazon. O enredo já é conhecido pelas crianças e adultos brasileiros, mas está sendo grande novidade para as crianças e adultos que falam e leem em Inglês. “Solua, the little vegan vampire” tem a mesma sequência do português. Ele começa comendo muitas frutas no supermercado, vai parar no sítio do Senhor Soom, se envolve com uma tribo de índios e acaba convencendo a todos sobre os benefícios do veganismo para humanos e animais. Destaque também para o gatinho “Miau”, que também vira vegano e até aprende a falar. Em Inglês ele se chama “Meow”. Assim como a renda dos e-books em Português foi doada a cuidadores de animais abandonados e deficientes intelectuais, a renda dos e-books em Inglês também será doada e, se houver uma boa venda dos e-books, a renda também poderá ser usada para a continuidade do projeto que não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso.

Aliás, vale frisar que Lou de Olivier até o momento, não obteve nenhum lucro financeiro neste projeto. A maioria dos materiais, assim como apresentações, tem sido grátis e a renda que entra do pouco que é vendido é investida em rações, medicamentos e outros recursos em auxílio aos cuidadores de animais abandonados. Portanto, este não é um trabalho comercial e não visa lucro financeiro. A atuação é, de fato, plantar uma nova consciência socioambiental e animal, buscando a paz para todos os seres vivos.

A ideia é, em breve, traduzir também o segundo episódio para o Inglês e o primeiro episódio para outros idiomas. Lembrando que o segundo episódio ainda é desconhecido do grande público. Nele, Solua encontra-se com alguns animais como a vaquinha Zuleite, O porquinho Oinc Oinc e a galinha Gigi e, entre muitas aventuras, eles contam como se sentem sendo usados como alimentos dos humanos. Há também uma cena tocante quando Solua encontra um peixinho à procura de sua mãe e precisa contar a ele que ela foi “pescada” pelos humanos e ele agora é um órfão.

Os textos são de autoria de Lou de Olivier e a revisão na tradução é de Erasmo de Oliveira.

Adquira o e-book em Inglês, clicando aqui

Adquira o e-book em Português, clicando aqui

Saiba mais detalhes no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br

Neste site também é possível assistir quatro episódios em desenho animado (animação 3D), vídeos de apresentações teatrais e muitas novidades.

Promoção relâmpago: Planos para o passado por apenas R$ 2,10. Aproveite!!!

6 de março de 2017 Deixe um comentário

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Uma simples viagem de volta transforma-se em uma mescla de romance/paixão ardente e ficção científica. O avião, impossibilitado de aterrissar, é arremetido por três vezes pelo experiente piloto. Em meio ao pânico de alguns passageiros que temem a queda do avião, Arine, que é Escritora e Ativista Vegana, começa a relembrar seu passado, seus amores… Alguns vividos ardente e até escandalosamente, outros interrompidos, outros sequer experimentados. E, mentalmente, tenta mudar o rumo deles. Então as cenas voltam à mente dela e ela as revive como se acontecessem naquele momento.

Tudo isso regado a muito romantismo, impetuosidade, sensualidade e dança do ventre. Ela acaba tendo uma única certeza, quer o divórcio e quer recomeçar a vida de forma totalmente diferente. Pensa, inclusive, em procurar Eduardo, um Investigador de Polícia que ela amou há muitos anos atrás… Mas uma grande surpresa a aguarda no aeroporto e poderá mudar sua vida para sempre. Isso… se aquele avião, finalmente, conseguir pousar em segurança…

E atenção:
Este texto engloba, além dos temas já citados na sinopse, uma mescla de Física Quântica e Ficção Científica. Há uma viagem no tempo, misturando universos paralelos e caminhando para um final totalmente inesperado. Não há nenhuma “guerra nas estrelas” nem invasão de extraterrestres como é mais comum em textos de ficção científica. Aqui, em “Planos para o passado”, a viagem de avião mistura-se a uma viagem dentro da própria personagem e é esta “mescla de viagens” que torna este texto tão rico e… diferente!

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O que a mídia está dizendo: “Lou de Olivier está de volta à Literatura e nos brinda com este espetacular romance: “Planos para o passado” é mais do que um romance. O texto tem muita aventura, ação, amor, dança do ventre, sensualidade e tudo isso acontecendo simultaneamente dentro de um avião prestes a cair.” The São paulo Times edição 16/11/2016

“…um romance, beirando a ficção científica que tem muita ação, viagem no tempo, dança do ventre, amores vividos à flor da pele, a construção e desconstrução psicanalítica e, entre muitos outros “temperos”, a tensão dentro de um avião que pode cair a qualquer momento. Tudo isso acontece ao mesmo tempo em “Planos para o passado”. The São Paulo Times edição 14/11/2016

 

 

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O Pré Destinado

20 de fevereiro de 2017 Deixe um comentário

Por muitos anos tenho assistido a uma grande campanha para destruir a grande obra que meu pai fez neste mundo. Roubaram todo o nosso patrimônio, destruíram nossas fotos e documentos, mas não puderam apagar nossa memória nem os benefícios que estão implantados hoje e estarão sempre. Hoje revelo parte da história deste homem que deveria ser tratado como herói, mas pela ganância dos ditos “poderosos” foi tratado como um louco…

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Filho de José Francisco de Oliveira, um português que, apesar de sua remota origem judaica e sua condição de “marrano”, não seguia nenhuma religião e Anna Quintina de Oliveira, Nardino conviveu muito pouco com a família. José era alcoólatra e viciado em jogos de azar, seguia ora ganhando ora perdendo e, cada vez mais viciado tanto na bebida quanto no jogo, certa noite, sem condições de pagar o que devia ao viajante árabe, ganhador do jogo, teve uma ideia: Ofereceu o primogênito como escravo. Era Nardino que, na época tinha apenas cinco anos de idade e não entendeu porque foi acordado na madrugada, obrigado a fazer sua pequena mala e afastar-se de sua mãe que, aos prantos, pedia ao marido que não levasse o menino. Mas José, enlouquecido, arrastou Nardino e o entregou ao árabe ganhador da aposta.

Nardino passou a trabalhar o dia todo para pagar a dívida de seu pai e, a noite, ele recolhia réstias de alho que não eram boas para consumo, juntava o pouco aproveitável e fazia pequenos pacotes que ele vendia por um preço bem mais baixo, escondido do árabe, na vizinhança. E juntava cada centavo que conseguia. Seu objetivo: Rever a mãe que estava a mais de quinhentos quilômetros de distância. Aproximadamente três anos depois, Nardino agora com oito anos já sabia negociar muito bem. A convivência com o árabe e o desejo de rever a mãe o impulsionaram a tornar-se um excelente comerciante. Foi quando chegou o telegrama; sua mãe tinha falecido com apenas 33 anos de idade, durante (mais) um parto. Nardino já tinha juntado uma pequena fortuna e poderia tranquilamente viajar de primeira classe para, ver sua mãe, mesmo que fosse morta. Mas o árabe, não se sabe porque, deteve o telegrama até que o último trem partisse. Quando o entregou a Nardino, este só pode chorar a noite toda, agarrado ao telegrama, olhando sua pequena fortuna juntada com tanto sacrifício e que não tinha servido ao seu propósito de rever sua mãe.

No dia seguinte, revoltado, ele investiu todo o seu dinheiro em pólvora e uma grande manilha, juntou o máximo de cacos de vidro e pedras que podia encontrar e pôs-se a construir um canhão e uma espécie de pedestal para suportá-lo. Demorou alguns dias, construindo-o secretamente. Até que, numa madrugada em que todos dormiam tranquilamente, ele terminou a construção de sua arma, ateou fogo e a arma descontrolada passou a atirar inúmeros cacos de vidro e pedras a todos os lados. O desespero se instalou na pequena cidade, muitos gritavam que “o Nardino estava bombardeando a cidade”.

Neste dia, o árabe percebeu a grande injustiça que cometia. Não só tendo aceitado uma criança de apenas cinco anos para trabalhos escravos, mas tendo escondido o telegrama impedindo Nardino de ver a mãe morta. Então propôs um salário em troca de seu trabalho. Apesar de magoado e revoltado, ele não tinha escolha: aceitou. Assim, com apenas oito anos de idade, ele teve seu primeiro emprego remunerado. E também teve permissão para frequentar a escola, como toda criança tem direito. E aprimorou seus conhecimentos no comércio, no idioma árabe e, posteriormente, em outros idiomas.

Certo dia, ao negociar um tecido, recebeu uma Bíblia como parte do pagamento. Estava escrita em Latim. Nardino passou então a decifrar o que estava escrito e não só teve seu primeiro contato com parte das Escrituras mas aprimorou estudos no Latim que, naquela época, fazia parte da grade de aulas nas escolas. A partir dai despertou seu interesse em aprender outros idiomas e ler Bíblias em outros idiomas também.

Ainda adolescente, Nardino já tinha renda própria e um alto padrão de vida, já tinha seu próprio comércio e podia dizer-se, ao menos, financeiramente, realizado. Aos dezoito anos, veio o chamado para alistar-se. Ele confiou sua loja a um amigo que ficou encarregado de retirar uma parte da renda como salário e o restante dividir em duas partes, uma seria enviada aos seus irmãos menores, que agora sofriam muito nas mãos de uma madrasta. E a outra parte seria enviada ao quartel para bancar as despesas de Nardino que, ao alistar-se, teria direito apenas ao alojamento e alimentação e ele queria continuar estudando….

Esta história continuará a ser descrita, em breve, no próximo capítulo. Mas você já pode ler sobre a trajetória e a obra de Nardino Francisco de Oliveira, clicando aqui. Como curiosidade, segundo a Wikipédia “ O serviço militar foi tornado obrigatório através de lei, em janeiro de 1906, durante o governo de Afonso Pena, quando o marechal Hermes da Fonseca era ministro da Guerra. Porém, só foi efetivamente implementado com a entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. A obrigatoriedade do serviço militar, hoje, é disciplinada pela Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964, que dispõe, em seu artigo 5º, o seguinte:

A obrigação para com o Serviço Militar, em tempo de paz, começa no 1º dia de janeiro do ano em que o cidadão completar dezoito anos de idade e subsistirá até 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos.

  • § 1º Em tempo de guerra, esse período poderá ser ampliado, de acordo com os interesses da defesa nacional.

Vó Dora – por um doce compartilhar

18 de janeiro de 2017 Deixe um comentário

Em 1997 quando acessei a Internet pela primeira vez, só havia um provedor, o UOL (Universo Online). Havia também o Zaz (que acabou virando Terra), mas o UOL parecia mais confiável, por isso, o escolhi. Meu plano dava direito a uma única página como site e eu a publiquei com meus dados, uma foto e um pequeno artigo. No início eu utilizava a Internet apenas para complementar minhas pesquisas sobre anoxia perinatal/hipoxia neonatal. Eu estava em fase final de pesquisas práticas e já a havia fundamentado em livros impressos e confesso que não encontrei muito na Internet, mas serviu para me familiarizar com o sistema. Terminada (e fundamentada) a pesquisa, eu a enviei para ser publicada em alguns sites educacionais e agora era hora de defender minha ideia/tese e, na sequência, fui voluntariar numa clínica de dependência química. Com todas essas atividades, em áreas tão divergentes, a minha Internet ficou esquecida até final de 1998.

Foi no final de 1998 que voltei a me conectar e só então pude explorar mais os recursos da Internet.

Era uma grande diversão acessar os chats e outros serviços oferecidos. E o mais interessante, muitas vezes, acessávamos chats do Zaz, mas o UOL também já oferecia alguns chats bem interessantes. Passei um mês conectando-me o dia todo e participando de chats e fóruns, até que veio a conta telefônica. Naquela época era Internet discada e a minha conta veio astronômica. Tive que negociar a dívida e passei a conectar só para baixar e-mails e os lia em off…

Mais alguns meses e um amigo poeta descobriu a “novidade”. A conexão após a meia-noite contava como um só pulso telefônico, ou seja, podíamos conectar a partir da meia-noite e teclar até as seis da manhã que só gastaríamos um único pulso… Ah, foi uma festa! Passei a escrever artigos e publicá-los no meu site e também em portais nacionais e internacionais. Descobri alguns sites de hospedagem gratuita, entre eles, o GeoCities, o Tripod e o HPG. Primeiro eu criei diversos sites e os publiquei com diversos endereços e, na sequência, criei um portal imenso, eu mesma fiz todas as 300 páginas, depois de um curso de oito horas de Dreamweaver. E, depois de lutar umas 48 horas, consegui colocar no ar meu mega portal (que existe até hoje com outras hospedagens pagas) ,

A atividade que eu mais gostava era o fórum de poesia. Passávamos todas as madrugadas teclando, fazendo poesias, trocando mensagens… Agora já estávamos no ano 2000 e eu participava de vários fóruns de poesia. Foi num desses fóruns de poesias que conheci o Marc Fortuna. O fórum era constituído por poetas do Portal Blocos, Leila Miccolis, Uhracy Faustino e outros grandes poetas e amigos que se reuniam todas as noites para poetar… Nós trocávamos elogios, fazíamos poesias coletivas e até chegamos a agendar alguns encontros presenciais dos poetas participantes, mas não se concretizaram e o contato continuou só pela Internet mesmo.

Não lembro bem a data, só sei que foi em 2001, notei as poesias do Marc dedicadas à sua avó Dora. Ele postava todas as noites e fiquei sabendo que a avó dele estava internada num hospital em São Paulo – SP – Brasil. Ele morava na Inglaterra…

Certo dia, ao ler uma linda poesia que ele postou, eu comecei a pensar:

– De que adianta esse rapaz escrever poemas tão lindos se a avó dele está internada e não tem acesso a eles?

Então eu o contatei e perguntei se ele gostaria que eu imprimisse os poemas e fosse ao hospital lê-los para a avó dele. Ele pareceu emocionado quando respondeu com uma pergunta: se eu faria mesmo isso, afinal ele era um desconhecido. Eu garanti que faria, não importava que fosse um desconhecido, era alguém que sofria pela ausência e doença da avó. Não me custaria nada fazer algo para amenizar este sofrimento…

Ele autorizou-me a imprimir os poemas e, assim que pude, fui ao hospital. Quando falei para a enfermeira que leria algumas poesias para a vó Dora, ela vibrou. Disse que amava poesias, se poderia ouvir também. Eu concordei. Ela ajudou a vó Dora a sentar-se e as duas ficaram ouvindo minha leitura. A companheira de quarto da vó Dora também pôs-se a ouvir. Uma enfermeira que passava pelo corredor, ouviu e também entrou no quarto. Quando terminei a leitura, já havia uma “plateia” de quatro pessoas. No segundo dia, quando entrei no quarto, a vó Dora já estava sentadinha esperando e, ao lado dela, não só as quatro ouvintes do dia anterior, mas também outras pacientes e enfermeiras. Foi assim que, no terceiro dia, o quarto mais parecia um teatro com lotação esgotada e eu uma grande atriz declamando belos versos.

Quando terminei a leitura, uma das enfermeiras suspirou e comentou:

– Que amor desse neto pela avó, meu Deus! E que pena ele estar tão longe…

Outra enfermeira disse:

– Pode estar fisicamente longe, mas com este anjinho aqui trazendo e lendo as poesias dele, ele fica mais perto da avó…

Emocionada, eu me levantei e já me encaminhei à porta, dizendo:

– Bem, agora o anjinho tem que atender outra ocorrência…

– Por quê não fica para encontrar a família dela? Eles perguntaram por você.

– Perguntaram? O quê perguntaram?

– Nós comentamos que você tem vindo aqui ler as poesias e a dona Dora está até melhor, mais disposta. Disseram que querem te conhecer.

Meio desconcertada eu saí dizendo que numa outra hora eu os esperaria. Só neste dia eu me dei conta do que estava fazendo. Eu ia ao hospital, lia os poemas, saia, escrevia ao Marc relatando como a avó dele estava e não percebia que estava invadindo a privacidade de uma família que eu nem conhecia. E se não gostassem de mim? E se nunca nos conhecêssemos? Na verdade eu pensava em ler os poemas e só. Confesso que me espantei com o fato de podermos nos conhecer um dia.

Fui ler os poemas por mais dois dias e consegui sair sem ninguém da família me ver. Mas, no sexto dia, a mãe do Marc chegou antes do horário. Eu ainda estava no quarto quando ela entrou. Ela apresentou-se e me agradeceu pelo que eu estava fazendo. Respondi que nem precisava agradecer, estamos aqui neste planeta pra ajudar uns aos outros… Logo estávamos conversando como amigas e eu me senti bem com eles.

Neste dia iniciamos uma grande amizade. O Marc veio ao Brasil, justamente para ver a avó que tinha tido uma espécie de recaída. Nos conhecemos pessoalmente. Ele me trouxe alguns presentes, me agradeceu muito pelo que eu fazia pela Vó Dora e devo confessar que foi uma das poucas pessoas que me agradeceu. Eu já estava tão acostumada com ingratidões, que até espantei-me com tanto carinho dele e da família dele comigo. Cheguei a ficar uns dias no sítio da família e tenho grande carinho por todos. E o Marc visitou meu Espaço Cultural aqui em São Paulo. 

Infelizmente a vó Dora faleceu naquele mesmo ano, mas a grande amizade que construímos e as boas recordações seguem até hoje. Achei que deveria escrever este relato. É uma homenagem à nossa bela amizade e uma recordação de um tempo em que a Internet era um local agradável em que conhecíamos pessoas de bem. Hoje em dia, ao menos para mim, tornou-se insegura. Recentemente passei por apuros ao estender a mão a algumas pessoas e acho que a Internet não é mais a mesma. Por isso valorizo tanto as pessoas, como o Marc Fortuna e família. Pessoas de bem que quero ter sempre em meu círculo de amizades.

promoção relâmpago. Aproveite!!!

24 de dezembro de 2016 Deixe um comentário
 Atenção: Promoção relâmpago, apenas do dia 23 ao dia 25/12/2016
 
Aproveitando o clima de festas deste final de ano, meu ebook “Planos para o passado: (Romance Ficção Científica que também aborda Dança do Ventre, rotina policial, Física Quântica entre outros interessantes temas) (B01MCZ5RK8) fará parte de uma seleção especial de eBooks com direito a cupom de desconto no valor de R$10. 
O leitor terá direito a R$10 de desconto na compra, inserindo o cupom PRESENTE10 na página de meu ebook antes de comprá-lo na Amazon.com.br. A promoção irá do dia 23 de dezembro às 20:00 até 23:59 do dia 25 de dezembro de 2016.
 

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ATENÇÃO: 

Cada leitor poderá utilizar o cupom somente UMA VEZ no site da Amazon.com.br.

  Aproveitem a oportunidade.

 OBS: Antes de comprar, procure o botão “insira um cupom de desconto” que está à direita, entre o “adicionar à lista de desejos” e os botões de compartilhamento. 

Corra e aproveite. Imperdível! clique aqui

 

Novo romance de Lou de Olivier na mídia

13 de dezembro de 2016 Deixe um comentário

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O recente lançamento de Lou de Olivier está bombando na mídia. Trata-se do romance “Planos para o passado” que foi resenhado por Fernando de Mello e está publicado no Arca Literária (clique aqui).

Ainda no Arca, pode-se ler uma excelente entrevista com Lou de Olivier (clique aqui) e encontrar a sinopse de Planos para o passado (clique aqui).

A Revista Conexão Literária também publicou uma excelente entrevista com Lou de Olivier (clique aqui)

Aguarde, em breve, mais notícias sobre os recentes lançamentos de Lou de Olivier.

E vem ai, um mega evento teatral de Lou de Olivier. Em breve!

Lou de Olivier lança três romances simultaneamente (leia grátis)

15 de novembro de 2016 2 comentários

Este é o título da matéria publicada ontem em diversos blogs e jornais.
Leia algumas das  principais citações.
E conheça também duas promoções relâmpago com dois e-books que podem ser lidos
gratuitamente entre os dias 18 e 20 de novembro. Confira!

 “um romance, beirando a ficção científica que tem muita ação, viagem no tempo, dança do ventre, amores vividos à flor da pele, a construção e desconstrução psicanalítica e, entre muitos outros “temperos”, a tensão dentro de um avião que pode cair a qualquer momento. Tudo isso acontece ao mesmo tempo em “Planos para o passado”.” The São Paulo Times

Clique aqui ou  na imagem da capa para acessar este ebook

Promoção relâmpago

Leia gratuitamente este e-book do dia 18/11 a 20/11. Para acessar o e-book é só clicar na imagem, ao entrar na página, preencher com seu nome e e-mail. Dúvidas ou problemas para baixar este e-book, contate-nos. equipe@loudeolivier.com

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“Há ainda um romance realístico intitulado “Tua força é meu destino, teu destino é minha missão”, a história de uma modelo famosa e sua conturbada vida amorosa… … O romance “Tua força é meu destino, teu destino é minha missão” está sendo lançado esta semana e deverá também ser comercializado com exclusividade pelo site Amazon.”  The São Paulo Times

Clique  aqui ou na capa para acessar a pagina deste romance

Promoção relâmpago

Leia gratuitamente este e-book do dia 25/11 a 27/11. Para acessar o e-book é só clicar na imagem, ao entrar na página, preencher com seu nome e e-mail. Dúvidas ou problemas para baixar este e-book, contate-nos. equipe@loudeolivier.com

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Lou de Olivier em entrevista concedida ao Conexão Literatura. Leia, clicando aqui

 Lou de Olivier lança simultaneamente três romances em formato e-book. Um ficção científica, um romance realístico e um relato autobiográfico. Todos com o humor e a diversidade de gêneros que caracterizam a obra de Lou de Olivier. A ficção científica tem também sensualidade e até dança do ventre, o autobiográfico tem humor e registros históricos de Arte e o realístico tem até numerologia. Confira! Blog Gente Atual

 Leia também: Mística, Perversa, Sensual.

Clique na capa para ler:

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 “Planos para o passado” é vendido exclusivamente pelo site Amazon e pode ser adquirido neste link: http://amz.onl/5uXMIaA

Outros títulos de Lou de Olivier,
clique aqui

 

Fontes:

(Fundado em dezembro de 2013, The São Paulo Times® traz matérias e notícias, além de identificar tendências por meio de uma equipe de jornalistas e colunistas especializados em diversos assuntos. Ao trazer conteúdo do famoso jornal The New York Times e da premiada revista americana Newsweek, posiciona-se como uma publicação com perspectiva global para um público cosmopolita.)
Blog Gente Atual (Informação ágil, completa e de credibilidade. As principais notícias de cerca de 2.600 veículos de notícia, 24 horas por dia.)

 


								
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