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Promoção relâmpago 1: Vampirinho Vegano grátis para leitura.

8 de dezembro de 2017 1 comentário

A coleção de livros veganos infanto-juvenis da série Vampirinho Vegano inovando mais uma vez. Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo) o primeiro episodio está disponível para leitura GRÁTIS. Confira!

Idealizada desde 2010 e lançada em 2014 em e-books (livros digitais) para a preservação do meio ambiente e, a pedido do público, em algumas cartilhas em papel, atualmente, a série contém 4 episódios, sendo três em português e um em Inglês. Tem também 4 desenhos animados, que podem ser assistidos gratuitamente, diversas atividades como contação de história, peças de teatro e já se eternizou no projeto Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos profissionais apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras, ocasião em que foi assistida de forma presencial por duas mil crianças e duzentos adultos. E assistida por inúmeras pessoas, na forma online disponível até hoje no site oficial.

Neste final de semana, o primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Solua, o Vampirinho Vegano em Plantando uma nova consciência”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 9,41 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Acesse também o site oficial com todo o material produzido em vídeos, ebooks etc desde 2014: http://soluavampirinhovegano.com.br/

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Veganismo: Anna Lou Olivier responde perguntas sobre…

3 de novembro de 2017 2 comentários

Assista em vídeo ou leia o texto na sequência

 

Olá! Eu sou Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) e hoje responderei a 13 perguntas feitas pelo ativista Animadruga. Na verdade é uma entrevista que ele fez, com perguntas bem complexas, que estou respondendo neste post. Quem quiser comentar as perguntas dele e/ou minhas respostas, fique à vontade. Vamos lá responder?

Oi. Se importaria de gravar um vídeo respondendo 13 perguntas sobre direito dos animais e se deveríamos ser éticos? Se puder por favor me avise. São essas:

1- Se podemos matar a fome sem comer os animais, e ainda sermos saudáveis, então por que comer os animais?

R – A desinformação causa este tipo de situação. A maioria das pessoas desconhece que pode se alimentar sem comer nada de origem animal. São poucas as pessoas que se dedicam a explicar sobre veganismo de forma objetiva, há muitas informações desencontradas. Muitos artigos comprovam necessidade de ingerir produtos animais e os artigos que defendem o vegetarianismo/veganismo são escassos e sem grandes fundamentações. Eu, por exemplo, tornei-me vegana estudando Medicina Comportamental, numa aula de Neurologia. Na época eu era ovo-lacto, mas comia carne e peixe esporadicamente. Depois dessa aula, parei de ingerir carne em definitivo e passei a pesquisar mais a fundo. Ao viajar, passava muita fome, pois ninguém sabia o que é veganismo. Em 2010 idealizei o vampirinho vegano que ensina veganismo baseado em Medicina e Nutrição, além dos direitos dos animais. Hoje, este projeto está consolidado em três e-books em Português, um em Inglês, cartilha, camisetas, quatro desenhos animados que fiz sozinha por falta de verba e apoio. Já aconteceu também a Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos teatrais em seis (cidades) estados brasileiros. Em consideração ao meu prestígio como Dramaturga, eles se apresentaram gratuita e simultaneamente, todos coordenados por mim. A maioria dos elencos se interessou pelo veganismo a partir dos ensaios da minha peça. Isso reforça a ideia de que, se houvesse mais informação bem fundamentada, muitas pessoas se interessariam mais pelo veganismo. E um detalhe importante, nesta Mega-apresentação, só nas apresentações presenciais foram duas mil crianças e mais de duzentos adultos que assistiram. Depois disso, foi postado no site oficial e até hoje está sendo assistido. 

2- Qual critério os veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta pergunta é complexa, na medida em que existem até listas de critérios adotados pelos veganos e justificativas para o veganismo. Sendo assim, seria improdutivo enumerar todos estes critérios. Então, respondendo por mim, na minha opinião, o que precisa acontecer é uma mudança de consciência. As pessoas precisam entender que os animais são seres sencientes que merecem respeito e direito à vida, mas elas também precisam entender que, alimentando-se sem nada de origem animal, estão fazendo bem para a própria saúde delas e para o meio-ambiente. Na minha opinião, isso resume todos os critérios e justificativas para o veganismo.

3- Qual critério os não-veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os não-veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta é uma pergunta que deveria ser feita aos não veganos e até mesmo geraria um debate entre os veganos e não-veganos. Mas, da mesma forma que veganos tem lista de critérios e justificativas, os não veganos também tem. Eu acho improdutivo ficar discutindo quem tem razão. Para mim, o mais produtivo é plantar uma nova consciência que é o que faço com palestras e com o projeto Vampirinho Vegano. Todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Acho que isso é bem mais produtivo do que ficar discutindo indefinidamente quem tem ou não razão. Até porque cada um tem seus argumentos e sempre acha que tem razão. Tem até um velho ditado que cita: “você quer ser feliz ou quer ter razão?” Vamos refletir sobre isso?

4- É ético tratar alguém de outra espécie como uma propriedade? Vc se classifica como dona ou como tutora de um animal que cria?

R – Não é ético tratar ninguém como propriedade nem de outra e nem da mesma espécie. Como Multiterapeuta, preciso admitir que não é nada saudável se relacionar com outro ser humano ou animal em nível de posses. No meu caso, não me considero nem dona nem tutora. Para mim, ele é um ser que convive comigo, eu o trato da melhor forma possível e ele escolheu estar comigo. Foi ele que veio a mim, eu não fui buscá-lo. Acho que, se um ser chega à sua porta e pede ajuda, você deve acolher. Foi o que fiz. Só isso. Ninguém é dono de ninguém. Em nenhum nível.

5- Vc concorda que os animais são seres pertencentes a categoria de vulneráveis? Vc concorda que todo uso que se faça de um vulnerável, que não pode consentir, é abuso?

R – Sim, os animais são vulneráveis. E concordo que ninguém em situação de vulnerabilidade deva ser usado ou sofrer bullying ou ser judiado ou morto. Isso inclui crianças, idosos e todos os seres fragilizados. Friso que defendo todos os seres indefesos. E os animais fazem parte da minha defesa.

6- Por que as leis de bem-estar animal vigentes consideram que os animais são bem tratados nos rodeios, abatedouros e laboratórios? Os animais estão tendo os seus interesses respeitados?

R – Não, os animais não estão tendo seus interesses/direitos respeitados. Mas, quanto a Leis, implicaria em explicar algo extremamente complexo que é a política. Como são feitas as Leis, como são defendidas e votadas. Eu levaria horas para explicar tudo. Então, apenas vou resumir que as Leis não são feitas para atender minorias. Elas atendem interesses da maioria considerada dominante e nem sempre são justas. Se tiver interesse em saber mais sobre política, assista este vídeo em que falo resumidamente de minhas pesquisas e de política. https://youtu.be/tSyM018vup0 OBS: É um resumo de diversos debates televisivos em que eu participei, portanto há outros temas terapêuticos e artísticos também. Mas é um vídeo curto, pouco mais de 17 minutos com muita informação, que inclui como funciona o sistema político. Vale a pena assistir.

7- Respeitar os animais deve ser algo moralmente opcional ou moralmente obrigatório? Vc imporia o respeito aos animais ou permitiria o abuso de animais?

R- Eu busco o equilíbrio em tudo. Penso que o equilíbrio é a base para a verdadeira paz. Então penso que nem deve ser opcional e nem obrigatório. Deve ser, como sempre friso, uma mudança de consciência. Se as pessoas são bem informadas e elevam sua consciência, elas mudam moralmente, elas mudam seus costumes. Se elas não se conscientizarem, nada mudará.

8- Uma pessoa que faz sexo com um animal sem o consentimento do animal deveria ser presa?

R – Aqui eu preciso abrir uma reflexão. Antes de se pensar em prisão, punição, é preciso analisar o que levou este indivíduo a se relacionar com um animal. Como Multiterapeuta, já assisti alguns casos de pessoas que se envolveram com animais, se apaixonaram por animais. Não vem ao caso entrar em detalhes, mas há casos em que a pessoa tem um desvio, uma disfunção e precisa de tratamento. Obvio que há casos em que a pessoa age apenas por depravação. Então, é preciso analisar cada caso e entender se a pessoa se relaciona com o animal por ter um desvio/disfunção ou apenas por prazer/devasso. Só depois dessa avaliação, pode-se pensar em punição. Questiono também a prisão que não reabilita ninguém. Ao contrário, em muitas ocasiões, pessoas submetidas ao sistema prisional, acabam mais desajustadas. E ainda há a questão do proibido, então, muitas vezes, a prisão faz o indivíduo se motivar a fazer o proibido justamente pelo risco de ser preso.

Tudo isso deve ser pensado antes de se questionar prender ou não alguém. Não sei se estou me fazendo entender, mas esses são os principais pontos que devem ser analisados antes de se sugerir que alguém seja preso. Até porque, quem conhece o sistema prisional, especialmente no Brasil, sabe bem que prisão quase nunca significa solução… A questão é muito complexa, não dá para explicar em detalhes, mas espero ter elucidado de forma simples esta questão.

9- Uma pessoa que come o corpo de alguém de outra espécie, sem o consentimento desse alguém, deveria ser presa?

R – Levando em conta que já expliquei a questão da prisão, só posso acrescentar que comer produtos de origem animal já é uma prisão, já faz muito mal ao organismo humano e isso só não é mais divulgado por esbarrar em interesses comerciais. Então, quem come carne e outros produtos de origem animal já está escravizado. Acho que, quem deveria ser preso, é o profissional que, sabendo dos bastidores da alimentação, divulga conselhos para as pessoas comerem carne e outros produtos animais. São vários os profissionais considerados renomados que defendem este tipo de alimentação. E ai, como rebatê-los?

Eu não fui a única que assistiu aquela aula de Neurologia, mas fui a única que saiu divulgando o veganismo…Onde estão os outros profissionais que estudaram comigo? E os “renomados” que lançam seus vídeos e, em minutos, viralizam porque tem “audiência garantida” e propagam mitos sobre alimentação com produtos de animais… Porque meus vídeos têm vinte ou trinta visualizações enquanto os deles têm milhões? Tudo isso deve ser questionado antes de imaginar que alguém deva ser preso porque comeu o corpo de um animal. Concorda?

10- Numa sociedade civilizada, as pessoas deveriam ter direito de exercer sua religião sacrificando gatos, galinhas, fazer abate halal e etc.. para os seus deuses? Ou deveriam ser proibidas? Se deve proibir a prática de uma fé quando essa fé visa matar alguém que não quer morrer?

R – A questão religiosa envolve vários pontos. Antes de falar sobre isso, friso que passei por muitas religiões ocidentais e orientais, há muitos anos estudo arqueologia, história e teologia, inclusive estudo as Escrituras em Hebraico. Por isso, penso estar apta a responder esta questão.

Em primeiro lugar, é preciso saber, como já disse no vídeo “Veganismo é religião?”, há diversos segmentos religiosos adeptos do vegetarianismo e veganismo. Há comunidades judaicas, cristãs, espíritas, entre outras que são vegetarianas/veganas, há também adventismo e budismo que pregam vegetarianismo/veganismo dentro de suas crenças, há até segmentos de candomblé/umbanda que seguem o veganismo. Portanto, é perfeitamente possível seguir uma crença religiosa e ser vegetariano/vegano.

Porém, a questão religiosa vai além. Religião significa religação. Houve uma ruptura e há necessidade de religação. É nesta religação que ocorrem rituais e deve-se entender que quem precisa de ritual é o ser humano, não os deuses ou o universo. Entendo que somos regidos por uma força superior, inclusive superior a esta matrix em que vivemos. Esta força superior é pura Luz, se é Luz não precisa de velas, de sangue, comidas, ou seja lá o que for que o ser humano imagina ser necessário. Isso e ritual, quem precisa disso é o ser humano que busca se conectar. Portanto, religação busca conexão e não necessita de nenhum ritual. Em resumo, qualquer ritual é desnecessário, pior ainda se envolver a morte de algum ser. Esta questão é bem complexa. Espero ter explicado de forma resumida. Quem tem interesse em se aprofundar, pode acessar o meu site http://luzdoeterno.eco.br que encontrará muitos temas explicados de forma aprofundada.

11- Culturas tradicionais como touradas, rinhas, circos com animais, farra do boi, vaquejadas, rodeios, charretes, foie gras (figado de ganso), andam sendo proibidas por lei em vários lugares. Impor o fim de tais praticas é um avanço ou regresso? Criar leis para proteger os interesses dos animais melhora ou piora as culturas?

R – Tudo depende da cultura e de cada um, então há culturas (e pessoas) que podem respeitar as Leis, há culturas (e pessoas) que podem desrespeitar justamente pelo prazer de fazer algo proibido. De uma forma geral, como já frisei, há necessidade de elevar a consciência das pessoas. Elevando a consciência, nem há necessidade de Leis, as pessoas passam a ter atitudes mais altruístas e conscientes porque elevaram o nível de pensamento e não porque alguém proibiu por lei.

12- Vc já chegou a preparar/comer versões veganas de feijoada, sushi, moqueca, estrogonofe, vatapá, hamburguer, nugget, salsicha, linguiça, coxinha, lasanha, yakisoba, sopa, risoto, pizza, queijo, bolo, torta, brigadeiro? Se já comeu, as versões veganas são mais gostosas ou menos saborosas que as versões feitas de corpos mortos de animais/secreções de animais?

R – De todas estas comidas que você citou, as que eu comia antes de me tornar vegana, ou seja, sushi, lasanha, bolo e pizza costumam ser mais saborosas na versão vegana. Pratos como estrogonofe, yakisoba e risoto eu comia raramente e parei de ingerir ao me tornar vegana. Comi só uma vez moqueca e não gostei. Nunca comi vatapá nem uma feijoada completa. Estes pratos nunca fizeram parte da minha alimentação. Coxinha eu comia quando era criança, não comi mais na fase adulta. Enfim, para mim, veganismo é mesmo uma nova consciência, inclusive alterando os pratos consumidos.

13- Qual é o melhor argumento contra o veganismo/direito dos animais?

R – Esta também é uma pergunta que envolve o pensar dos não veganos. Mas eu penso que, quando há um bom argumento, o contra-argumento não existe. No meu caso, como já relatei, todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Porque eu explico de uma forma tão obvia e bem fundamentada em Medicina, Nutrição , ecologia entre outras áreas que é impossível alguém questionar. Até hoje, só algumas pessoas questionaram a necessidade divulgada pela Ortomolecular que cita o sangue tipo O necessitado de carne para obter saúde, mas eu tenho argumentos convincentes para isso também. Então, o questionamento para quando a explicação é completa e bem fundamentada. Penso que falta esta abordagem ampla para que mais pessoas entendam o veganismo e se tornem veganas conscientes.

Bem, espero ter respondido bem suas questões, animadruga. Fique à vontade para comentar. Quem tem dúvidas, comentários ou perguntas pode escrever aqui, clique aquiQuem quer saber mais pode acessar:

http://soluavampirinhovegano.com.br

http://anavegana.loudeolivier.com

http://loudeolivier.com

Assista esta entrevista em vídeo

 

ou neste link: https://youtu.be/HRabZN6uTao

Testes em animais: Muita dor para nenhum resultado afirma Lou de Olivier

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo é um pouco antigo, mas continua atual. Aborda de forma aprofundada a inutilidade dos testes em animais. Na ocasião em que foi escrito, este artigo foi publicado em grandes portais como Agência O Globo e ANDA

 

e teve ótima repercussão. Porém, como até hoje continua a discussão sobre a aprovação ou não da abolição de testes em animais por faculdades e universidades, no momento, com todos esperando a assinatura de Geraldo Alckmin (projeto 706/2012, autoria de Feliciano Filho)em relação a cobaias, é importante relembrar este artigo que trata com argumentos sérios a polêmica da  utilização de animais. E prova porquê não há nenhuma necessidade nem resultados nestes experimentos científicos.

Utilização de animais em experimento científico: Muita dor para nenhuma utilidade!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários:

 

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu, nascido na Polônia, Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem: http://anavegana.loudeolivier.com/

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Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista sócio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Este artigo foi publicado em 03/02/2016 pelo Portal ANDA. Leia, clicando aqui. E publicado em 12/02/2016 por diversos portais, destacando-se Agência O Globo. Leia, clicando aqui

 

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

11 de maio de 2017 1 comentário

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

By Lou de Olivier

No Rio de Janeiro, segundo a reportagem do Noticiário “Documento Verdade” – Rede TV: Polícia vai à casa de acumuladora de animais e registra cenas assustadoras”. De fato, o vídeo mostra a repórter tentando uma entrevista e, diante da recusa da moradora, a polícia é acionada e, desta vez, a entrada é permitida. No interior da casa, cenas chocantes. São sessenta gatos e dez cachorros, todos muito sujos, maltratados e a casa tem lixo (e fezes) acumulado por todos os lados. Porém, é possível verificar que os cães estão em uma área ao ar livre, isolados dos gatos. E há muitos potinhos de comida, além de vários sacos de ração, um deles quase cheio, o que demonstra que a mulher ao menos alimentava os animais.

Depois da vistoria, a cuidadora é presa e levada sob acusação de maus-tratos, enquanto o Psiquiatra Marcelo Piquet relata as características do “Transtorno de acumulador compulsivo”, o que, no meu entender, é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo, mas isso é tema para outro artigo… O detalhe é que, me parece, a mulher não foi examinada e ninguém, além de um dos investigadores, percebeu que ela também vive nesta sujeira toda. Talvez, invés de ser presa, fosse mais humano levar esta senhora ao Psiquiatra que tão bem relatou os sintomas e que poderia ajudar esta mulher a entender o mal que estava causando aos animais e a ela mesma, além da vizinhança também prejudicada.

Em outro ponto do país, em Alagoas, segundo matéria da Gazeta Web, outra mulher colocou um dos nove filhotes de cachorro (sob seus cuidados) dentro de uma máquina de lavar e, após todo o processo de lavagem, percebendo que o cãozinho ainda estava vivo, ela o jogou na tubulação de esgoto. Vizinhos retiraram o cãozinho do esgoto e acionaram uma ONG que o resgatou junto aos seus oito irmãozinhos, na tarde desta terça-feira (9). Os filhotes foram encaminhados para a sede da ONG e o caso foi denunciado à Comissão do Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas. Porém, no vídeo, a mulher que tentou matar o cãozinho aparece se justificando e até ironizando a situação. E dá para perceber que o cãozinho não deve ter resistido pois está já desfalecido no colo da pessoa que o resgatou…

Diante desses dois fatos, é preciso analisar quem, de fato, agiu de má-fé. A senhora já de idade que acumulou muitos animais e não teve como cuidar deles ou a outra que colocou de propósito o filhote na máquina de lavar?

O que precisa ser pensado é porque se quer adotar um animal. Há quem adote por pena do animal, há quem adote para ter companhia ou desestressar e o que quase sempre ocorre é a adoção por impulso, porque o animal aparece na porta da casa ou porque é encontrado abandonado em algum local. Num impulso, a pessoa o leva para casa e depois de um tempo descobre que não tem habilidade ou tempo ou paciência para cuidar e ai pensa em abandonar ou se livrar do bichinho…

É preciso também ter consciência e limites na hora de adotar um animal. Do ponto de vista terapêutico e até mesmo pelo lado material/físico, o ideal é que cada cuidador tenha um único animal, (no máximo dois animais) Desta forma é possível cuidar bem do animal, numa relação de carinho, sem se sobrecarregar e sem o animal se sentir rejeitado, o que acontece muito quando se tem muitos animais e poucos cuidadores. Se uma pessoa tem boas condições financeiras e pode pagar alguém para cuidar do animal enquanto ela trabalha/se ausenta ou quando a família é grande, pode-se adotar mais animais. Porém, uma pessoa sozinha, como é o caso da senhora do Rio de Janeiro, não deve adotar mais do que um, no máximo, dois animais. Senão passa de protetora a “acumuladora” porque, em algum momento, perderá as rédeas da situação e a sociedade não pensa duas vezes para julgar e condenar, ainda que a intenção da pessoa tenha sido das melhores.

É difícil prever o futuro, especialmente num país como o Brasil, mas se uma única pessoa adotar muitos animais, é provável que, em algum momento, não consiga cuidar deles. Aliás, alguns idosos mal conseguem cuidar de si mesmos e, nesses casos, deve haver alguém da família que possa ajudar. Deve haver também uma grande conscientização do que é adoção e posse consciente, sobre castração, evitando assim que os animais procriem indiscriminadamente e isso justifique colocar um dos filhotes numa máquina de lavar roupas.

A realidade é que muitas pessoas não tem noção do que é uma vida, seja ela humana, animal ou mesmo vegetal. São diferentes tipos, mas são vidas e precisam ser preservadas, no mínimo, respeitadas. Se não se pode cuidar de um animal, é melhor colocá-lo para adoção do que abandoná-lo ou tentar matá-lo. Sem dúvida a raça humana ainda tem muito a aprender. E, enquanto aprende é mais prudente que se afaste dos animais e de todas as vidas.

Saiba mais sobre adoção consciente, acesse Animangels, clique aqui

Saiba sobre veganismo, alimentação saudável e respeito a todas as vidas, acesse Ana Vegana, clique aqui e Solua, Vampirinho Vegano, clique aqui

Leia e assista aos vídeos:

Caso Rio de Janeiro: Rede TV, clique aqui. Publicado também no Portal ANDA, clique aqui

Caso Maceió: Gazeta Web, clique aqui. Publicado também no Portal Olhar Animal, clique aqui

 

 

 

Vampirinho Vegano na mídia (apresentação Zona Norte)

10 de maio de 2017 Deixe um comentário

Publicamos esta nota de agradecimento aos 33 (trinta e três) veículos de comunicação que publicaram notas/releases sobre a apresentação de Lou de Olivier (vampirinho Vegano na zona norte de São Paulo – SP – Brasil, neste domingo, dia 07/05/2017.  Como não podemos citar todos os blogs, jornais eletrônicos e agências de notícias que publicaram, citamos aqui os links da Agência O Globo, clique aqui e The São Paulo Times, clique aqui. Agradecimentos também ao Jornal Rola no Brasil (What’s up in Brazil) que publicou nota, clique aqui e aos outros 31 (trinta e um) veículos que prestigiaram o evento, noticiando a apresentação.

Fotos e detalhes desta e de outras apresentações, palestras e eventos podem ser acessados no site oficial:  http://soluavampirinhovegano.com.br/

Agradecimentos também aos sites e blogs que noticiaram antes do evento ocorrer,cloaborando assim com nossa divulgação. São eles:

Noticias da Lou, clique aqui  e aqui

Olhar animal, clique aqui

Mimi Veg, clique aqui

Eventos Veganos Divulgação, clique aqui

Eventos Veganos Veggi&Tal, clique aqui (Obs: O link para este site está quebrado, aguardamos que retorne para indicá-lo aqui)

Apresentação Especial Solua, vampirinho vegano

18 de abril de 2017 7 comentários

ATENÇÃO:  Quem vai de metrô ou por qualquer motivo não puder levar um saco de 4 kgs de areia para gatos, poderá optar por doar o equivalente em $$ (aproximadamente R$ 7,00 sete reais) que será utilizado para comprar areia e doar aos gatinhos do Projeto Animangels)

Apresentação especial do Solua, o Vampirinho Vegano na Zona Norte de São Paulo – SP – Brasil.

Dia 7 de maio de 2017, domingo, as 14:30 horas na sede Cipen Cursos, Rua Darzan, 350.
Fica entre a Avenida Cruzeiro do Sul e a Avenida Dr. Zuquim, pertinho do metrô Santana.

Terá apresentação dos desenhos animados do vampirinho vegano, gincana, sorteio de camiseta, cartilha e/ou bloquinho do vampirinho vegano e também uma seção de pintura com lápis de cor.

O ingresso é um saco de areia para gatos (que doaremos aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels).

Compareça e traga suas crianças. Elas vão amar! E você também!

LOU DE OLIVIER PROFERE PALESTRA MEMORÁVEL SOBRE VEGANISMO

23 de março de 2017 2 comentários
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