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Posts Tagged ‘Ana vegana’

Apresentação Especial Solua, vampirinho vegano

18 de abril de 2017 4 comentários

ATENÇÃO:  Quem vai de metrô ou por qualquer motivo não puder levar um saco de 4 kgs de areia para gatos, poderá optar por doar o equivalente em $$ (aproximadamente R$ 7,00 sete reais) que será utilizado para comprar areia e doar aos gatinhos do Projeto Animangels)

Apresentação especial do Solua, o Vampirinho Vegano na Zona Norte de São Paulo – SP – Brasil.

Dia 7 de maio de 2017, domingo, as 14:30 horas na sede Cipen Cursos, Rua Darzan, 350.
Fica entre a Avenida Cruzeiro do Sul e a Avenida Dr. Zuquim, pertinho do metrô Santana.

Terá apresentação dos desenhos animados do vampirinho vegano, gincana, sorteio de camiseta, cartilha e/ou bloquinho do vampirinho vegano e também uma seção de pintura com lápis de cor.

O ingresso é um saco de areia para gatos (que doaremos aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels).

Compareça e traga suas crianças. Elas vão amar! E você também!

LOU DE OLIVIER PROFERE PALESTRA MEMORÁVEL SOBRE VEGANISMO

23 de março de 2017 2 comentários

Operação Carne Fraca, o outro lado da questão

19 de março de 2017 Deixe um comentário

Existe uma tendência natural (ou proposital?) de se perceber sempre e apenas o lado ruim das situações. Esta forma distorcida da realidade tem sido plantada pela mídia há muitos anos. E conduz o público leigo a pensar sempre como se tudo fosse uma grande tragédia e não houvesse nenhum bem nos acontecimentos. Especialmente aqui no Brasil.


 A bola da vez é a “Operação Carne fraca”. Segundo a Revista Época (REDAÇÃO ÉPOCA

18/03/2017 – 14h59),De acordo com a Polícia Federal, ao menos 30 empresas produtoras de carne no Brasil adulteravam a data de validade dos produtos comercializados. Para mascarar a aparência e o cheiro ruim da carne vencida, eram usados produtos químicos – o ácido ascórbico, substância potencialmente cancerígena. As empresas também injetavam água nas peças, para aumentar o peso dos produtos, e acrescentavam papelão no preparo de embutidos. As carnes chegavam aos supermercados graças ao pagamento de propina a fiscais do Ministério da Agricultura, que afrouxavam a vigilância. Nem sempre a propina envolvia dinheiro – até mesmo caixas de carnes, frango e botas foram dadas como forma de pagamento pela vista grossa das autoridades”.

 A matéria segue com diversas informações, no mínimo, dúbias mas vamos analisar esta primeira sequência: Sobre a questão da carne vencida, mascarada e o papelão nos embutidos (que por sinal, não é só papelão, há muitas outras substâncias nos embutidos que fazem o papelão ser apenas um detalhe)… Esta não é uma nova informação. Eu soube disso há uns quinze anos, quando tornei-me ovo-lacto-vegetariana (sujeita a recaídas) e desde então passei a divulgar informações. Ao me tornar vegana em definitivo, em 2010, criei o site Ana Vegana, o Projeto Solua Vampirinho Vegano e intensifiquei as publicações e divulgações de forma multimídia. Assim como eu, inúmeras pessoas conscienciosas escrevem artigos, falam em entrevistas e o que espanta não é a recente “descoberta” amplamente divulgada pela mídia e sim o fato do público só agora tomar conhecimento disso.

O que faltou para este mesmo público saber disso muitos anos antes? Faltou o público ler mais, se informar mais e, acima de tudo, parar de esperar a “grande mídia” noticiar. Infelizmente, a maioria só acredita no que a “grande mídia” divulga. O que os leigos não sabem é que a “grande mídia” só divulga o que é pago ou tem interesse direto ou até mesmo o que não bate de frente com os patrocinadores ou dirigentes. Por isso, dificilmente, se encontra uma informação dessas de imediato. Quando é divulgada já se passaram muitos anos e a divulgação ocorre quando já não se tem mais como consertar a situação ou não dá mais para esconder.

Outra análise que se faz necessária: Este fator de adulteração de datas é uma prática comum a inúmeros estabelecimentos, isso inclui supermercados, hipermercados e praticamente todos os grandes estabelecimentos que lidam com perecíveis. Cabe ao comprador estar atento e observar o que está comprando quanto ao aspecto, cheiro e outros detalhes e não se informar apenas pela data de validade.

Concordo que esta adulteração de datas é uma ação ruim dos estabelecimentos. Porém os veículos midiáticos esquecem (ou não tem interesse) em divulgar que diversas redes de supermercados tem duas ações que considero muito boas.

A primeira é oferecer alimentos fracionados, frutas, legumes e até verduras são escolhidos, retiradas suas partes estragadas e vendidas cortadas, ou seja, aproveita-se a parte boa do alimento e vende-se de forma mais barata em partes menores. Outra ação é que se pode encontrar em todas as seções, (alguns supermercados tem uma seção específica) produtos com data próxima do vencimento com descontos de até 50%. Isso deveria ser amplamente divulgado, mas não é porque o interesse é sempre mostrar o lado ruim de tudo. O que é bom só acontece no exterior, segundo a mídia, o que é um equívoco. Quem conhece e/ou tem contato com o exterior, sabe que por lá as coisas também não são tão maravilhosas. A diferença está na “venda da ideia” de que o exterior é um paraíso e o Brasil é um inferno quando, quem tem mais percepção sabe que o mundo está em crise, o planeta agoniza em todos os sentidos. E a questão está fora de controle para todos, não só para os brasileiros.

Finalizando este artigo que já está meio longo, tão logo se noticiou esta Operação Carne Fraca, surgiram inúmeras manifestações de veganos e vegetarianos satirizando os carnistas, rindo muito da situação de quem ingere carne. A única observação que faço é verifiquem o que vocês veganos e vegetarianos ingerem, invés de rir dos carnistas. Se um vegano ingere alimentos com agrotóxicos ou embutidos, congelados e outros alimentos industrializados e questionáveis, não está longe do que os carnistas ingerem. Além disso há questões que envolvem o clima, a escassez de água e de alimentos que está crescendo de forma assustadora, novas “doenças” que surgem justo por meios que deveriam curá-las… interesses manipulados por uma cúpula que busca poder e domínio do planeta a qualquer preço. E, já que não se pode alterar isso, porque foge ao nosso poder de decisão, a melhor atitude é entender tudo como bom e produtivo. No caso desta operação carne fraca, inúmeras pessoas se tornarão vegetarianas ou até veganas, ainda que pelo medo e asco. E isso será bom para elas, para o planeta e para os animais. Além disso, muitas outras “descobertas” serão divulgadas e isso também será bom para todos.

Vamos refletir sobre isso?

Saiba mais sobre veganismo consciente, acesse o site Ana Vegana, clique aqui

Conheça o Projeto Mutimídia Solua, vampirinho vegano, clique aqui

O VAMPIRINHO VEGANO DE LOU DE OLIVIER AGORA É INTERNACIONAL

11 de março de 2017 Deixe um comentário

Além de e-books, cartilhas, desenhos animados, camisetas e peças teatrais já lançados em Português, agora Lou de Olivier inova lançando o primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano traduzido para o Inglês. O projeto todo é filantrópico, não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso, busca plantar uma nova consciência socioambiental e animal e tem renda doada aos cuidadores de animais abandonados. Confira!

 

O Projeto já é bem conhecido há anos e, logo após o sucesso da Mega-apresentação Teatral Vegana que levou o texto “Plantando uma nova consciência” na forma presencial a seis cidades brasileiras e de forma online para o mundo, agora inova mais uma vez.

O primeiro episódio foi traduzido para o Inglês e já está sendo lançado em formato e-book (livro online) com exclusividade, pelo site Amazon. O enredo já é conhecido pelas crianças e adultos brasileiros, mas está sendo grande novidade para as crianças e adultos que falam e leem em Inglês. “Solua, the little vegan vampire” tem a mesma sequência do português. Ele começa comendo muitas frutas no supermercado, vai parar no sítio do Senhor Soom, se envolve com uma tribo de índios e acaba convencendo a todos sobre os benefícios do veganismo para humanos e animais. Destaque também para o gatinho “Miau”, que também vira vegano e até aprende a falar. Em Inglês ele se chama “Meow”. Assim como a renda dos e-books em Português foi doada a cuidadores de animais abandonados e deficientes intelectuais, a renda dos e-books em Inglês também será doada e, se houver uma boa venda dos e-books, a renda também poderá ser usada para a continuidade do projeto que não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso.

Aliás, vale frisar que Lou de Olivier até o momento, não obteve nenhum lucro financeiro neste projeto. A maioria dos materiais, assim como apresentações, tem sido grátis e a renda que entra do pouco que é vendido é investida em rações, medicamentos e outros recursos em auxílio aos cuidadores de animais abandonados. Portanto, este não é um trabalho comercial e não visa lucro financeiro. A atuação é, de fato, plantar uma nova consciência socioambiental e animal, buscando a paz para todos os seres vivos.

A ideia é, em breve, traduzir também o segundo episódio para o Inglês e o primeiro episódio para outros idiomas. Lembrando que o segundo episódio ainda é desconhecido do grande público. Nele, Solua encontra-se com alguns animais como a vaquinha Zuleite, O porquinho Oinc Oinc e a galinha Gigi e, entre muitas aventuras, eles contam como se sentem sendo usados como alimentos dos humanos. Há também uma cena tocante quando Solua encontra um peixinho à procura de sua mãe e precisa contar a ele que ela foi “pescada” pelos humanos e ele agora é um órfão.

Os textos são de autoria de Lou de Olivier e a revisão na tradução é de Erasmo de Oliveira.

Adquira o e-book em Inglês, clicando aqui

Adquira o e-book em Português, clicando aqui

Saiba mais detalhes no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br

Neste site também é possível assistir quatro episódios em desenho animado (animação 3D), vídeos de apresentações teatrais e muitas novidades.

A média na mídia!

11 de março de 2017 Deixe um comentário
Lou de Olivier, aos 4 anos, recebendo o 1º troféu TV Excelsior. Revista São Paulo na TV

Lou de Olivier, aos 4 anos, recebendo o 1º troféu TV Excelsior. Revista São Paulo na TV

Apesar de ser pioneira da TV brasileira, ser a primeira criança no mundo a gravar um vinil com dois anos e nove meses e lançá-lo aos três anos de idade e, na fase adulta ter me tornado muito conhecida como Multiterapeuta e Dramaturga, ainda assim, enfrento diariamente uma grande luta para conseguir divulgar um release ou alguma nota, geralmente de utilidade pública em emissoras de TV, rádio e/ou jornais/revistas. Principalmente quando o tema vai de encontro a uma série de mentiras que são plantadas com “jabás”.

Para quem não sabe, jabá é uma abreviação de jabaculê. Iniciou-se na indústria da música denominando uma espécie de suborno que as gravadoras pagavam aos programas de rádio para executarem determinadas músicas. Há muitos anos passou a designar uma “exposição na mídia em troca de dinheiro” ou até mesmo uma definição de “suborno”. E, pasmem os leitores, isso não ocorre somente no meio artístico, isso ocorre em diversas áreas até mesmo em publicações científicas.

Por isso, é tão raro ver algo meu publicado e, quando isso ocorre, podem ter certeza de que foi publicado gratuitamente e contém verdades que não se compram nem se vendem. Porque não aceito pagar para publicar o que quer que seja.

E me espanto com a rapidez com que a Internet consegue “plantar” mentiras e equívocos que, antes demoravam um bom tempo para virem à tona, já que tudo deveria passar por um “processo de publicação”. Hoje qualquer pessoa pode criar uma conta grátis de e-mail, criar um site ou blog também grátis e sair atirando a todos os lados e publicando o que lhe vem à cabeça sem censura e sem medida do que está fazendo. Especialmente aqui no Brasil isso é cada vez mais comum. Nem tanto na Europa que não tem nada grátis, apesar de Bruxelas já estar prometendo Wi-Fi grátis a partir de 2020 e existirem “chips” pré pagos que mantém viajantes conectados em toda a Europa, a grande maioria dos usuários paga muito alto para estar conectado, por isso, há um filtro natural. Afinal, ninguém vai pagar uma pequena fortuna para plantar mentiras ou disseminar boatos, embora haja gente assim, são mais raras quando precisam pagar caro por isso… Já no Brasil…

No mercado dos livros então, desde que surgiram os e-books, qualquer pessoa pode escrever, formatar e sair vendendo seu próprio livro, independente da quantidade de abobrinhas que tenha a dizer (ou escrever). E isso ocorre em nível mundial, já que publicar e-books grátis está ao alcance de qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

Neste ponto sou obrigada a assumir minha responsabilidade não só por ter sido pioneira da Internet no Brasil, mas por ter, em parceria com meu irmão, inventado o “livro virtual”, ainda na década de oitenta/noventa. Nós tivemos a brilhante ideia de gravar histórias, artigos e até mesmo um livro (de nossa autoria, fique bem frisado) em disquetes e vender os disquetes como “livros virtuais”. Imediatamente fizemos um magnífico release e saímos divulgando aos quatro cantos do mundo. O símbolo da campanha era uma barata roendo um livro de papel e nossos argumentos eram fortes, afinal, um livro virtual nunca seria “roído”, era o futuro da Literatura…

Mal sabíamos nós que seríamos literalmente roubados em nossas ideias, e que estávamos iniciando uma verdadeira febre de escrita que passou a ser publicada em apenas alguns cliques. Como nunca registramos nossas ideias, ficamos sempre só com a lembrança de ter feito algo com ótima intenção e que, quase sempre, acaba sendo usado de forma errada ou até mesmo malintencionada por pessoas que não tem outro objetivo que não seja ganhar dinheiro ou fama (ou os dois, porque não?).

Free Picture: Red CarpetID: 7065204 © Dmitry Sunagatov | Dreamstime Stock Photos

Free Picture: Red CarpetID: 7065204 © Dmitry Sunagatov | Dreamstime Stock Photos

Ainda sobre a Internet, não demorou para surgirem os vídeos, clipes, os “vídeos-clips” e uma grande quantidade de gravações e filmagens “extraoficiais” que “fabricam” , diariamente, novos “astros” , “estrelas”, “celebridades”. Isso me lembra um acontecimento quando resolvi usar meu canal do YouTube (que antes era usado só para armazenar minhas entrevistas e participações em TV) para gravar vídeos independentes. Assisti a alguns vídeos do tipo, “como trazer público para seu canal” e, ao comentar um vídeo que gostei, recebi a resposta “Que bom que gostou, fico muito feliz em ter sido assistido por uma apresentadora de verdade”… Ué, pensei eu, os vídeos do YouTube são criados por “apresentadores de mentira?”… 

Em meio a tudo isso, diariamente surgem “celebridades” que se misturam aos “BBB” da vida e ninguém mais sabe quem é quem. Estou afastada dos eventos artísticos, mas quando raramente vou a um, noto a grande quantidade de “ninguéns” sendo tratados como celebridades porque apareceram em algum vídeo viral ou algo assim… Aliás, o próprio termo “celebridade” já é questionável, afinal, a definição é “uma pessoa amplamente reconhecida pela sociedade. A palavra deriva-se do latim celebritas, sendo também um adjetivo para célebre, que quer dizer famoso, celebrado“. Ai vem a questão, celebrado por quê? Encontrou a suposta cura do câncer? Mudou o rumo da humanidade com suas descobertas? Fez um vídeo viral sobre o desprezo que sua avó me deu? Ou será que pagou um grande jabá para “plantar” uma série de “feitos” que não fez de verdade? Ou para martelar uma sofrida música ou uma interpretação irrisória (ou qualquer ato sem relevância) até todos começarem a julgá-la o máximo?

Isso tem ocorrido no veganismo, por exemplo, inúmeras “celebridades” se apresentando como “veganas” quando sabemos que não o são. Apenas perceberam o grande “ibope” que conseguem ao se declararem “veganas”. Aqui entram também pessoas comerciantes que perceberam, no veganismo, uma ótima fonte de renda e passaram a vender alimentos e produtos veganos, sem sequer serem veganos. Recentemente, li um depoimento de um rapaz que dizia ter trabalhado em restaurantes veganos cujos donos são carnistas,… Mas como assim? Confesso que me espantei com esta informação. Isso tem sido comum dentro do veganismo. Posicionar-se como vegano apenas em busca de fama ou dinheiro. (ou os dois, porque não?). A repetição deste questionamento foi proposital.

Aliás, o veganismo está tão enraizado no ego (ísmo) que nem dá para continuar pregando a paz entre todos os seres em meio a isso. Há alguns dias eu já declarei que estou modificando minha forma de me posicionar e, como sempre digo que sou “vegana ao cubo” nem posso mesmo me considerar vegana, já que não uso nem me alimento com praticamente nada do que se ingere no veganismo. Hoje posso me definir como uma herbívora naturalista que também é pacifista e busca a paz entre todos os seres. E lamento, profundamente, a competição que se instalou no veganismo. Na ânsia em ser o primeiro, todos empatam em último lugar…

Da mesma forma como o veganismo tem sido mostrado e assimilado de forma equivocada, há os que repassam fotos da China como se fossem de algum mosteiro italiano, crianças deformadas necessitando de donativos, mas verificando bem, percebe-se que essas crianças nem existem ou já faleceram. Animais abandonados necessitando de cuidados ou donativos e que também não existem ou já foram adotados ou já morreram. E muitas outras mensagens e posts e artigos de algum “guru” ou pensamentos e reflexões atribuídas a grandes pensadores, mas que não o são…

Dificilmente isso mudará para melhor, a tendência, é aparecer mais gente cada vez mais deturpando as notícias até que algum “magnata” resolva desligar tudo e recolher a “bola” do jogo. E até que isso ocorra, só posso usar a frase famosa “me inclua fora disso”. Se não me falha a memória, essa frase foi criada pelos locutores do “Balancê”, um programa da Rádio Excelsior, criado pelo Osmar Santos na década de 80 para falar de esportes e que acabou sendo um humorístico onde atuou Fausto Silva (hoje conhecido como Faustão). Participei com meu irmão algumas vezes deste hilário programa, falando sobre nossa produtora a Manhattam Masana. Nosso slogan na nossa produtora era “Gente séria fazendo arte”… Bons tempos em que a criatividade era mais importante do que um alto cachê…

Consultarei meu departamento de assuntos aleatórios para confirmar se foi mesmo no Balancê que surgiu esta frase e confirmarei (ou não) aqui. O que precisa ser frisado é que esta frase não iniciou em nenhuma novela da Rede Bobo… Aliás, quase nada se iniciou em programas da Rede Bobo… Se insistem em afirmar isso, se deve a “dobradinha” povo com graves falhas de memória + muito jabá na mídia… Dá nisso!

A Importância do Animal de Estimação por Lou de Olivier

1 de março de 2017 Deixe um comentário

Atenção: Este artigo foi escrito em 2003 (quando eu não era vegana) especialmente para a Revista Mãe Moderna. Além da publicação nesta revista impressa, foi publicado em diversos blogs e portais e ficou anos disponível para leitura gratuita. Diante de muitos artigos escritos por desconhecidos e usando todas as informações aqui contidas sem sequer citarem minha autoria, menos ainda a publicação na revista, resolvi republicá-lo aqui no blog.   dancando-com-os-animais-by-lou-de-olivier

Os animais domésticos são, sem dúvida, grandes companheiros e fazem muito bem a todos (crianças e adultos). Para os adultos, especialmente os que vivem sozinhos, os animais são como um membro da família, suprindo as necessidades de afeto e atenção que os animais sabem nos dar como ninguém. Para as crianças, então, além de companheiros de todas as horas, os animais ainda servem de aprendizado, pois mostram de forma acelerada as fases principais da vida (nascer, crescer, adoecer, sofrer acidentes “se não se cuidar”, morrer). Enfim, estas fases são mais aceleradas nos animais e a criança acaba conhecendo-as através deles. Além disso, os animais tornam seus donos mais responsáveis, visto que precisam de constantes cuidados e isso desenvolve a responsabilidade.

Mas nem tudo é alegria. Há uns fatores que devem ser analisados antes de adquirir ou, preferencialmente, adotar um animal de estimação. O primeiro fator a ser considerado é se há alguém na família que tenha alergia (rinite, asma, bronquite). Para os alérgicos é impossível conviver com um gato, cachorro ou mesmo passarinho, pois pelos e penas irão provocar-lhe crises. Então, neste caso, a pessoa poderá manter um aquário com peixinhos ou uma tartaruga ou qualquer outro animal que não lhe dê alergia.


Outro fator importante é a idade das crianças que conviverão com o animal. Claro que cada criança tem seu tempo e amadurece numa fase só sua, mas a idade considerada ideal para ganhar seu primeiro bichinho de estimação é entre os seis e sete anos. Nesta idade, a criança já está familiarizada com a escola, já é mais sociável, já pode entender suas responsabilidades em relação ao presente que está ganhando, tem condições de entender que não poderá maltratar o bichinho nem apertá-lo muito num carinho sufocante (e isso é próprio das crianças e até de alguns adultos que excedem na força de seus carinhos), e também da responsabilidade com a higiene e alimentação do animal. Também nesta idade será fácil para ela entender que deverá cuidar-se para evitar que o bichinho, sem querer, a machuque, principalmente no caso de gatos e cachorros que, envolvidos em brincadeiras acabam mordendo ou arranhando seus donos.

Se um casal já tem um animal de estimação, e a mulher engravida deverá haver um trabalho de adaptação do animal com a gravidez e, posteriormente, com a chegada do bebê, porque os animais também tem reações diante da rejeição, da divisão de atenção, etc. Após o nascimento da criança, então deverá haver uma fase de “apresentações” do bebê ao animal e vice-versa. E, a partir daí, deverá haver sempre um adulto supervisionando as brincadeiras, pois, como já foi dito, há perigo de mordidas, arranhões, principalmente quando a criança começa a engatinhar/andar. Também há risco da criança machucar o animal por ainda não ter maturidade para lidar com ele.


Os cães são muito brincalhões e adaptam-se facilmente às crianças. Mas precisam tomar um banho por semana e sair para passear, por mais curta que seja a caminhada, ao menos uma vez ao dia. Então, deve-se pensar se a(s) pessoa(s) que cuidará(ão) do cão terá(ão) tempo para cuidar direitinho dele.

Os gatos são mais limpos, independentes, saem sozinhos, aprendem sozinhos a usar seu banheiro de areia higiênica, banham-se diariamente com a língua e isso faz com que precisem de menos banhos, apenas um a cada vinte ou vinte e cinco dias, ocasião onde também deverão ser cortadas e lixadas suas unhas. E ai vai uma dica especial, leve o gato ao veterinário para cortar as unhas, pois há um limite de corte que, se ultrapassado, faz com que ele sangre muito.

Também, no caso de gatos, fala-se em toxoplasmose, uma doença que pode levar a mulher grávida ao aborto ou gerar crianças com graves comprometimentos no sistema nervoso central e muitas complicações. Particularmente, acho uma injustiça, pois a informação que tenho é de que os parasitas causadores da doença (mais precisamente um protozoário chamado Toxoplasma gondii) podem ser encontrados em verduras, legumes, carnes cruas ou mal cozidas e até em frutas mal lavadas. Então, há muitas formas de se contrair a doença, além do contato com as fezes de alguns gatos, pois nem todos os gatinhos estão contaminados… (gatos que bebem leite não fervido ou comem carne crua ou ainda caçam ratos estão sujeitos a esta doença). Para não correr riscos, a gestante deve evitar lidar com fezes do bichano durante a gravidez (pode pedir a alguém que limpe sua caixa de areia durante o período, por exemplo), mas jamais deve pensar em se livrar dele, afinal, como já foi explicado, não há riscos. Porém, se nunca teve um gato, certamente não será boa ideia comprar ou recolher algum gato órfão enquanto estiver grávida. Melhor adiar para depois do bebê nascer.

Esses são os dois tipos de animais que tive a vida toda e, por isso, conheço bem como cuidar deles, quanto aos outros (pássaros, tartarugas, peixes, hamsters, etc.) não tenho muitas informações. Ideal será procurar um veterinário e pedir dicas antes de adquirir um animal.


Para finalizar, leve em conta também que o animal necessita de vacinas e visitas ao veterinário periodicamente. Os gatos, neste caso, precisam de mais vacinas do que os cães. Também é preciso pensar na alimentação dos bichos que não deve ser a mesma dos seres humanos. Os bichos têm necessidades diferentes das nossas e precisam de rações que lhes supram essas necessidades. Aliás, isso lembra-me uma curiosidade sobre um gato de uma amiga minha que, sempre que come uma azeitona, age como se estivesse drogado. Não sei se isso se deve ao sal contido na azeitona que, provavelmente altera sua pressão ou se é algum outro componente. Isso necessitaria de muita pesquisa para uma resposta mais concreta. Mas esse caso ilustra bem o que estou dizendo. Uma inocente azeitona pode ser uma espécie de alucinógeno para um bichano que gosta de roubar um pedaço de pizza da mesa do seu dono. Então, todo cuidado é pouco, ao alimentar-se um animal de estimação.

Bem, analisando-se todos esses fatores, resta concluir que, apesar do trabalho e da constante atenção que os animais nos exigem, eles retribuem nossa atenção como ninguém e são, sem dúvida, nossos melhores amigos, companheiros nos momentos de alegria, solidários nas horas difíceis, sempre dispostos a nos acolher e dividir conosco todos os momentos.

Cada animal que passa por nossa vida nos traz um conhecimento, um ensinamento e nos faz crescer. Aprendemos muito com eles. E, neste aprendizado, fica sempre uma boa lição. Meu último gatinho, por exemplo, ensinou-me a escolher melhor meus amigos… Ironicamente, ele ensinou-me em seus nove meses de vida, muito mais do que aprendi a vida toda em relação aos amigos. Então, se prestarmos atenção, veremos que os animais de estimação são, além de companheiros, excelentes professores da matéria vida!

Dra. Lou de Olivier – Psicopedagoga e Multiterapeuta

Revista Mãe Moderna – ano 1 – edição 03, ano 2003 – pgs. 30 e 31 –
Editora Cusman – São Paulo – SP – Brasil

Assista entrevista resumida de Lou de Olivier concedida ao Programa Ultracão TV Gazeta abordando a importância  dos animais na vida da criança, os cuidados que se devem ter com as crianças e com os animais, o projeto dançando com animais e outros temas resumidos.

Assista a entrevista completa abordando relacionamento crianças e animais, como lidar com animais que se sentem solitários ou precisam ficar sozinhos grande parte do dia, dançando com animais (gatos) e outros detalhes importantes.

Sucesso total na Mega-apresentação teatral vegana!!!

17 de fevereiro de 2017 Deixe um comentário

solua-plantandoO projeto já é conhecido por muita gente: Solua, o vampirinho vegano, trazendo informações preciosas sobre alimentação saudável, respeito à natureza e a todos os tipos de vida. Já foi disponibilizado em e-books, cartilhas, camisetas, contação de histórias, gincanas, animação 3D… mas o auge mesmo foi a Mega-apresentação Teatral Vegana que aconteceu, com muito sucesso, entre 03/02 e 10/02/2017 em diversas cidades brasileiras e também online.

A ideia inicial da Mega-apresentação Teatral Vegana originou-se do irmão da Lou de Olivier, o Jornalista Erasmo de Oliveira que, durante uma reunião de patrocínio (que não se concretizou), sugeriu a apresentação de esquetes do vampirinho vegano em todas as lojas da empresa no Brasil todo. A empresa, receosa de perder seu rico dinheirinho com uma ideia tão mirabolante, recusou a proposta. Mas Lou de Olivier acreditou, amadureceu a ideia e, com a colaboração de diversos elencos que já participaram de outras peças teatrais de sua autoria, realizou este excepcional evento que inovou a forma de apresentação teatral e levou a quase duas mil crianças e aproximadamente 200 adultos os conceitos de Veganismo fundamentados em Medicina e Nutrição.

Todos os participantes empenharam-se ao máximo, mas os destaques ficaram para Gicelda Petrole me_gicelda(do elenco de São Paulo – SP, dirigido por Lou de Olivier) que fez uma pesquisa sobre todos os tipos de frutas, legumes e verduras para melhor ensinar às crianças.

 

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Em Aparecida – SP, sob direção de Danival Mascarini, aconteceram apresentações em escolas e no salão da Secretaria de Cultura da cidade de Aparecida que apoiou o projeto junto ao Prefeito Sr. Ernaldo Cesar Marcones, ou seja, deram uma grande demonstração de união e interesse pelo novo conhecimento.

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Em Fortaleza – CE, a Cia Introspectus, sob direção de Márcia Ribeiro, mostrou todo o seu talento e empenho nesta Mega-apresentação Teatral Vegana. Márcia Ribeiro e Felipe Ferreira deram um show de interpretação, apresentando-se em dois horários no Colégio Futuro Mestre.

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Em Itanhaém, a inovação ficou por conta da Cia Teatro Galpão de Itanhaém, sob direção de Sílvio Mello (que também é vegano), o elenco formado por crianças também deu um show de interpretação e apresentou tanto o ensaio aberto quanto a apresentação oficial por sistema stream (online).

 

O elenco de Campo Grande – MS, enfrentou problemas com uma súbita enfermidade da diretora Beth Terras, mas também deu sua colaboração ao evento. Assim também o ator Narciso Campos precisou afastar-se da produção em São Paulo – SP, por motivos de saúde,mas deixou sua colaboração em fotos e vídeos dos ensaios.

E assim, o que era pra ser apenas um dia, virou uma semana de grandes apresentações. É Solua, o vampirinho vegano conquistando a todos com seus conselhos e seu amor pela natureza, pelos animais e por todos os tipos de vida. Confira a programação no site oficial, acompanhe os melhores momentos dos ensaios e das apresentações. Acesse: http://soluavampirinhovegano.com.br

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