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Testes em animais: Muita dor para nenhum resultado afirma Lou de Olivier

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo é um pouco antigo, mas continua atual. Aborda de forma aprofundada a inutilidade dos testes em animais. Na ocasião em que foi escrito, este artigo foi publicado em grandes portais como Agência O Globo e ANDA

 

e teve ótima repercussão. Porém, como até hoje continua a discussão sobre a aprovação ou não da abolição de testes em animais por faculdades e universidades, no momento, com todos esperando a assinatura de Geraldo Alckmin (projeto 706/2012, autoria de Feliciano Filho), é importante relembrar este artigo que trata com argumentos sérios a polêmica da  utilização de animais. E prova porquê não há nenhuma necessidade nem resultados nestes experimentos científicos.

Utilização de animais em experimento científico: Muita dor para nenhuma utilidade!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários:

 

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu, nascido na Polônia, Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem: http://anavegana.loudeolivier.com/

Ação multimídia, Vampirinho Vegano, acessem clicando aqui
Para saber mais sobre Autismo e outras pesquisas minhas, acessem clicando aqui
Loja virtual com preços populares e renda toda doada aos animais abandonados, acessem clicando aqui
Outros temas, vídeos, artigos,(Saúde, Educação, Artes, Pacifismo) acessem, clicando aqui

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista sócio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Este artigo foi publicado em 03/02/2016 pelo Portal ANDA. Leia, clicando aqui. E publicado em 12/02/2016 por diversos portais, destacando-se Agência O Globo. Leia, clicando aqui

 

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Solua, o vampirinho vegano liberado para montagens teatrais gratuitas.

24 de maio de 2017 4 comentários

Solua ensina, de forma lúdica, veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição e mostra, de forma educativa e muito divertida, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida, além da importância de uma boa e saudável alimentação. O vampirinho vegano trata a todos com carinho, respeito e muito amor.

É um pacifista que ensina o amor como arma para a melhoria de vida para todos e a conquista da verdadeira paz entre todos os seres!

 

Desde 2010 quando foi idealizado até hoje já são dois contos, duas peças teatrais, quatro desenhos animados, cartilhas, e-books, bloquinhos, camisetas, gincanas e até a mega-apresentação teatral que reuniu seis grupos teatrais e foi levada à mais de duas mil crianças em seis cidades brasileiras. Tudo isso (incluindo os brindes) tem sido oferecido gratuitamente em eventos presenciais. E está disponível para visualizações na Internet em diversos vídeos de elencos e também nos desenhos animados.

 

Agora, Lou de Olivier inova mais uma vez. Ela decidiu liberar o texto dos esquetes para que possam ser encenados em eventos e/ou escolas, desde que sejam respeitadas algumas regras. O texto deve ser ensaiado e apresentado na íntegra, sem cortes e sem acréscimos, as apresentações devem ser gratuitas e sem nenhum interesse comercial, apenas levar o veganismo a todos e a autoria de Lou de Olivier deve ser citada em toda a divulgação impressa e/ou digital (flyers, banners, etc.).

 

O texto está resumido de forma dinâmica para apenas dois atores, então é possível encená-lo em duplas. Em caso de grupos que tenham estrutura para ensaios e apresentações de todas as personagens, há possibilidade de montagem de uma das peças teatrais na íntegra. Interessados devem escrever para equipe@loudeolivier.com solicitando a senha para download do esquete e/ou informações sobre as peças teatrais na íntegra.

 

Os ensaios e apresentações que forem comunicados à equipe com antecedência (enviando fotos, vídeos, etc.), serão incluídos no site oficial e amplamente divulgados, sendo assim, uma ótima forma de promover as duplas, grupos e eventos participantes e o principal, levar o veganismo bem fundamentado e pacifista ao máximo possível de crianças (e adultos também).

 

Esta é mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier, sem patrocínios, sem vínculo político ou religioso, apenas a intenção de melhorar o mundo para que todos vivam em paz. Conheça todo o projeto, todas as apresentações, vídeos de elencos, desenhos e muito mais no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

 

Conheça também a loja virtual solidária, diversos e-books a preços populares e toda a renda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos. Acesse: http://loudeolivier.com.br/

Vampirinho vegano de Lou de Olivier invade a Zona Norte de São Paulo – Brasil

Depois do grande sucesso da mega-apresentação teatral vegana que aconteceu simultaneamente em diversas cidades brasileiras, Lou de Olivier está levando o projeto para diversos locais de São Paulo – SP, sempre com a nobre intenção de ensinar veganismo de forma lúdica e bem fundamentada, o que inclui além do amor aos animais, o amor e o respeito ao meio ambiente e a todos os tipos de vidas. E, desta vez, a boa ação não foi só na apresentação do evento. O ingresso foi um saco de areia de quatro quilos para gatos e toda a arrecadação foi doada aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels.

O local escolhido para iniciar esta nova jornada do projeto vampirinho vegano foi a Zona Norte, em parceria com o Cipen Cursos, que recebeu, neste domingo, dia 07 de maio de 2017, uma produtiva visita do vampirinho vegano por intermédio de desenhos animados, gincana com distribuição de brindes como cartilhas, bloquinhos e camisetas do vampirinho vegano e também uma animada sessão de pintura com lápis de cor. Todas estas atividades divertem e também educam as crianças, cita Lou de Olivier.

A apresentação ainda teve uma palestra resumida proferida por Lou de Olivier, para os adultos que acompanhavam as crianças, sobre os benefícios do veganismo para o meio ambiente, para o organismo humano e para a conquista da verdadeira paz entre todos os seres. Ao final, o jornalista Erasmo de Oliveira que coordena o Projeto Animangels falou um pouco sobre adoção responsável.

A plateia seleta e atenta gostou muito das informações recebidas e as crianças vibraram com os desenhos e as atividades do vampirinho vegano.

Foram arrecadados trinta e seis quilos de areia que já foram levados aos gatinhos. A ideia é repetir o evento periodicamente até mesmo para que as pessoas possam criar o saudável hábito de sair num domingo para diversão e aprendizado de uma nova forma de entender a natureza e os animais.

Saiba mais sobre o Projeto Multimídia Solua, vampirinho vegano, assista aos desenhos animados, a muitos vídeos de ensaios e apresentações, além de conhecer e-books e muito mais em seu site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

Saiba mais sobre veganismo bem fundamentado, com dicas de alimentação e beleza vegana, no site Ana Vegana: http://anavegana.loudeolivier.com/

Conheça o Projeto Animangels: https://animangels.wordpress.com/

Saiba mais sobre o Cipen Cursos: http://www.cipencursos.com/

Esta semana o vampirinho vegano estará na zona Norte de São Paulo – Brasil

É esta semana e todos são bem-vindos!

Apresentação Especial Solua, vampirinho vegano

18 de abril de 2017 7 comentários

ATENÇÃO:  Quem vai de metrô ou por qualquer motivo não puder levar um saco de 4 kgs de areia para gatos, poderá optar por doar o equivalente em $$ (aproximadamente R$ 7,00 sete reais) que será utilizado para comprar areia e doar aos gatinhos do Projeto Animangels)

Apresentação especial do Solua, o Vampirinho Vegano na Zona Norte de São Paulo – SP – Brasil.

Dia 7 de maio de 2017, domingo, as 14:30 horas na sede Cipen Cursos, Rua Darzan, 350.
Fica entre a Avenida Cruzeiro do Sul e a Avenida Dr. Zuquim, pertinho do metrô Santana.

Terá apresentação dos desenhos animados do vampirinho vegano, gincana, sorteio de camiseta, cartilha e/ou bloquinho do vampirinho vegano e também uma seção de pintura com lápis de cor.

O ingresso é um saco de areia para gatos (que doaremos aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels).

Compareça e traga suas crianças. Elas vão amar! E você também!

O VAMPIRINHO VEGANO DE LOU DE OLIVIER AGORA É INTERNACIONAL

11 de março de 2017 Deixe um comentário

Além de e-books, cartilhas, desenhos animados, camisetas e peças teatrais já lançados em Português, agora Lou de Olivier inova lançando o primeiro episódio de Solua, o vampirinho vegano traduzido para o Inglês. O projeto todo é filantrópico, não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso, busca plantar uma nova consciência socioambiental e animal e tem renda doada aos cuidadores de animais abandonados. Confira!

 

O Projeto já é bem conhecido há anos e, logo após o sucesso da Mega-apresentação Teatral Vegana que levou o texto “Plantando uma nova consciência” na forma presencial a seis cidades brasileiras e de forma online para o mundo, agora inova mais uma vez.

O primeiro episódio foi traduzido para o Inglês e já está sendo lançado em formato e-book (livro online) com exclusividade, pelo site Amazon. O enredo já é conhecido pelas crianças e adultos brasileiros, mas está sendo grande novidade para as crianças e adultos que falam e leem em Inglês. “Solua, the little vegan vampire” tem a mesma sequência do português. Ele começa comendo muitas frutas no supermercado, vai parar no sítio do Senhor Soom, se envolve com uma tribo de índios e acaba convencendo a todos sobre os benefícios do veganismo para humanos e animais. Destaque também para o gatinho “Miau”, que também vira vegano e até aprende a falar. Em Inglês ele se chama “Meow”. Assim como a renda dos e-books em Português foi doada a cuidadores de animais abandonados e deficientes intelectuais, a renda dos e-books em Inglês também será doada e, se houver uma boa venda dos e-books, a renda também poderá ser usada para a continuidade do projeto que não tem nenhum patrocínio nem vínculo político ou religioso.

Aliás, vale frisar que Lou de Olivier até o momento, não obteve nenhum lucro financeiro neste projeto. A maioria dos materiais, assim como apresentações, tem sido grátis e a renda que entra do pouco que é vendido é investida em rações, medicamentos e outros recursos em auxílio aos cuidadores de animais abandonados. Portanto, este não é um trabalho comercial e não visa lucro financeiro. A atuação é, de fato, plantar uma nova consciência socioambiental e animal, buscando a paz para todos os seres vivos.

A ideia é, em breve, traduzir também o segundo episódio para o Inglês e o primeiro episódio para outros idiomas. Lembrando que o segundo episódio ainda é desconhecido do grande público. Nele, Solua encontra-se com alguns animais como a vaquinha Zuleite, O porquinho Oinc Oinc e a galinha Gigi e, entre muitas aventuras, eles contam como se sentem sendo usados como alimentos dos humanos. Há também uma cena tocante quando Solua encontra um peixinho à procura de sua mãe e precisa contar a ele que ela foi “pescada” pelos humanos e ele agora é um órfão.

Os textos são de autoria de Lou de Olivier e a revisão na tradução é de Erasmo de Oliveira.

Adquira o e-book em Inglês, clicando aqui

Adquira o e-book em Português, clicando aqui

Saiba mais detalhes no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br

Neste site também é possível assistir quatro episódios em desenho animado (animação 3D), vídeos de apresentações teatrais e muitas novidades.

Sucesso total na Mega-apresentação teatral vegana!!!

17 de fevereiro de 2017 Deixe um comentário

solua-plantandoO projeto já é conhecido por muita gente: Solua, o vampirinho vegano, trazendo informações preciosas sobre alimentação saudável, respeito à natureza e a todos os tipos de vida. Já foi disponibilizado em e-books, cartilhas, camisetas, contação de histórias, gincanas, animação 3D… mas o auge mesmo foi a Mega-apresentação Teatral Vegana que aconteceu, com muito sucesso, entre 03/02 e 10/02/2017 em diversas cidades brasileiras e também online.

A ideia inicial da Mega-apresentação Teatral Vegana originou-se do irmão da Lou de Olivier, o Jornalista Erasmo de Oliveira que, durante uma reunião de patrocínio (que não se concretizou), sugeriu a apresentação de esquetes do vampirinho vegano em todas as lojas da empresa no Brasil todo. A empresa, receosa de perder seu rico dinheirinho com uma ideia tão mirabolante, recusou a proposta. Mas Lou de Olivier acreditou, amadureceu a ideia e, com a colaboração de diversos elencos que já participaram de outras peças teatrais de sua autoria, realizou este excepcional evento que inovou a forma de apresentação teatral e levou a quase duas mil crianças e aproximadamente 200 adultos os conceitos de Veganismo fundamentados em Medicina e Nutrição.

Todos os participantes empenharam-se ao máximo, mas os destaques ficaram para Gicelda Petrole me_gicelda(do elenco de São Paulo – SP, dirigido por Lou de Olivier) que fez uma pesquisa sobre todos os tipos de frutas, legumes e verduras para melhor ensinar às crianças.

 

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Em Aparecida – SP, sob direção de Danival Mascarini, aconteceram apresentações em escolas e no salão da Secretaria de Cultura da cidade de Aparecida que apoiou o projeto junto ao Prefeito Sr. Ernaldo Cesar Marcones, ou seja, deram uma grande demonstração de união e interesse pelo novo conhecimento.

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Em Fortaleza – CE, a Cia Introspectus, sob direção de Márcia Ribeiro, mostrou todo o seu talento e empenho nesta Mega-apresentação Teatral Vegana. Márcia Ribeiro e Felipe Ferreira deram um show de interpretação, apresentando-se em dois horários no Colégio Futuro Mestre.

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Em Itanhaém, a inovação ficou por conta da Cia Teatro Galpão de Itanhaém, sob direção de Sílvio Mello (que também é vegano), o elenco formado por crianças também deu um show de interpretação e apresentou tanto o ensaio aberto quanto a apresentação oficial por sistema stream (online).

 

O elenco de Campo Grande – MS, enfrentou problemas com uma súbita enfermidade da diretora Beth Terras, mas também deu sua colaboração ao evento. Assim também o ator Narciso Campos precisou afastar-se da produção em São Paulo – SP, por motivos de saúde,mas deixou sua colaboração em fotos e vídeos dos ensaios.

E assim, o que era pra ser apenas um dia, virou uma semana de grandes apresentações. É Solua, o vampirinho vegano conquistando a todos com seus conselhos e seu amor pela natureza, pelos animais e por todos os tipos de vida. Confira a programação no site oficial, acompanhe os melhores momentos dos ensaios e das apresentações. Acesse: http://soluavampirinhovegano.com.br

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