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Posts Tagged ‘vampirinho vegano’

Mais promoção relâmpago. Confira!

11 de dezembro de 2017 Deixe um comentário

Diante do grande sucesso da promoção leitura grátis, o prazo foi estendido.  Os dois ebooks de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) estarão disponíveis gratuitamente até as 12:00 horas de hoje, dia 11/12/2017. Corra que ainda dá tempo de ler.

É só clicar no link da promoção de seu interesse. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso, e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.  Ao término desta promoção, as 12:00 horas do dia 11/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 12,69 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Para ler gratuitamente         

“Armagedom Har Meggido
(Ana e o Apocalipse) ” clique aqui .

Para ler gratuitamente Solua, o vampirinho vegano em Plantando uma nova consciência, clique aqui

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Promoção relâmpago 1: Vampirinho Vegano grátis para leitura.

8 de dezembro de 2017 1 comentário

A coleção de livros veganos infanto-juvenis da série Vampirinho Vegano inovando mais uma vez. Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2017 (sábado e domingo) o primeiro episodio está disponível para leitura GRÁTIS. Confira!

Idealizada desde 2010 e lançada em 2014 em e-books (livros digitais) para a preservação do meio ambiente e, a pedido do público, em algumas cartilhas em papel, atualmente, a série contém 4 episódios, sendo três em português e um em Inglês. Tem também 4 desenhos animados, que podem ser assistidos gratuitamente, diversas atividades como contação de história, peças de teatro e já se eternizou no projeto Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos profissionais apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras, ocasião em que foi assistida de forma presencial por duas mil crianças e duzentos adultos. E assistida por inúmeras pessoas, na forma online disponível até hoje no site oficial.

Neste final de semana, o primeiro episódio “Plantando uma nova consciência” pode ser lido gratuitamente no site Amazon. É só acessar o link a partir das 00 horas do dia 9/12/2017 e clicar no link da promoção. Atenção estará escrito “comprar agora”, mas ao clicar será baixado gratuitamente. Quem já tem cadastro no site Amazon, só precisa acessar o site e ir direto ao link da promoção. Quem não tem cadastro deverá preencher nome, e-mail e uma senha.

Pedimos aos leitores que, após a leitura, façam a gentileza de escrever um comentário dando sua opinião sobre o texto que leu e classificando quantas estrelas acha que o texto merece. Este simples gesto incentiva a autora a melhorar, se for preciso e a continuar escrevendo. Agradecemos antecipadamente aos que se dispuserem a opinar na pagina, ao final da leitura.

Para ler gratuitamente “Solua, o Vampirinho Vegano em Plantando uma nova consciência”, clique aqui (lembre-se de aguardar as zero horas do dia 09/12/2017). Ao término desta promoção, as 23:59 horas do dia 10/12/2017 os e-books voltarão ao preço normal R$ 9,41 com toda a renda doada aos animais abandonados.

Acesse também o site oficial com todo o material produzido em vídeos, ebooks etc desde 2014: http://soluavampirinhovegano.com.br/

Veganismo e meio ambiente: Com quantas árvores se faz um livro?

26 de novembro de 2017 1 comentário

Você sabe com quantas árvores se faz um livro?

Neste pequeno artigo vou mostrar, de forma simplificada, não só estes dados, como vou comparar o papel comum com o reciclado e abordar o formato e-book. E como tudo isso influencia no meio ambiente. Vem comigo!

Foto de fundo site Dreamstime, fotos dos e-books (livros digitais) de autoria de Anna Lou Olivier, incluídos na foto pela própria autora usando editor Gimp.

Muitas pessoas se dizem defensoras do meio ambiente, dos animais e da vida, mas não se dão conta do mal que causam ao ambiente, cada vez que optam por um livro impresso invés de digital. Os dados são variáveis, mas de uma forma geral, podemos entender que, utilizando técnicas de fabricação de papel mais comuns (processo “mecânico” ou “triturado”), cada árvore pode produzir uma média de 75 quilos de papel, sendo necessário doze árvores para produzir uma tonelada de papel, de acordo com o Conservatree, Recycled environmental paper information.

Um cálculo aproximado, levando em conta um livro de peso médio, pode-se afirmar que, cada livro carregue 0,028 de árvore. Numa projeção pode-se calcular que 34,8 livros podem ser produzidos a partir de cada árvore. Estes dados são uma média e podem variar, de acordo com o tamanho da árvore, o número de páginas do livro e o método de fabricação do papel, entre outros detalhes.  

Foto Site Dreamstime, editada por Anna Lou Olivier

Aqui entra o papel reciclado que parece ser a melhor opção. No entanto, há tempos, a indústria afirma que não há uma comprovação segura de que o uso do papel reciclado possa trazer menos impactos para o meio ambiente do que o papel comum. Esalq-USP realizou um estudo fundamentado em literatura técnica sobre reciclagem de papéis e comprovou que a produção de papel 100% reciclado utilizado na produção de escrita e impressão pode gerar um volume de efluentes até seis vezes maior que o papel comum. O mesmo estudo ainda comprovou que o processo de preparação das aparas para produção de papéis reciclados destinados à impressão e escrita pode gerar consumo adicional de energia elétrica de até 750 kWh/t, este consumo não ocorre na fabricação do papel comum.

 

Em um artigo antigo, publicado pelo Estado de São Paulo em 07 de maio de 2008, Antônio Gimenez, gerente da área de Negócios de Impressão e Conversão da International Paper (IP) afirmou: O processo de fabricação do papel reciclado consome mais água, mais produtos químicos e mais energia elétrica do que o papel branco. Isso porque a fibra reciclada passa por uma etapa a mais de clareamento, para eliminar impurezas, que não existe na produção do papel brancoPara Gimenez parece que o papel comum é mais adequado até porque ele também afirma: É um mito dizer que o papel reciclado salva árvores, pois aqui elas já são cultivadas e para esse fim No meu entender, este cultivo de árvores destinadas ao mercado de papéis para escrita e impressão também é dispendioso pois o solo poderia ser utilizado para plantio de alimentação, já que, estamos numa época de escassez de alimentos e a tendência é piorar. Mas esta é a minha humilde opinião, já que não sou produtora de papel nem de alimentos, apesar de ser uma grande produtora de textos para leitura tanto didáticos quanto para entretenimento.

Aliás, neste ponto, devo explicar que, quando criei o Vampirinho Vegano em 2010 eu pensei em todas as formas de produção e divulgação. E optei por e-books (livros digitais) para também preservar o meio ambiente. Já que tanto o papel comum (branco) quanto o reciclado tem seus prós e muitos contras, pensei que o ideal seria lançar toda a série do vampirinho apenas de forma digital. Porém, muitas pessoas nem sabiam bem o que é e-book, perguntavam sobre frete, queriam saber quantas páginas tinham as histórias e eu acabei cedendo e fazendo um pequeno lote de apenas 30 cartilhas. Elas venderam rapidamente, mas os e-books (em PDF) foram pouquíssimos a vender. E, quando decidi passar toda a comercialização para o site Amazon, que não dispõe de PDF, (apenas de visualização em aplicativo), as vendas simplesmente cessaram.

Comenta-se agora em 2017, entre os editores, que o e-book “não pegou” no Brasil. Isso se confirma pelo fato da própria Amazon estar projetando abrir livrarias físicas e comercializar livros físicos. Mas eu pergunto: O que acontece com o povo brasileiro, que consegue perfeitamente acessar sites, ler artigos, participar de chats, postar em redes sociais, tudo de forma virtual e não consegue aceitar uma leitura de um livro digital? Até porque, usando como exemplo, um livro que, na forma física (impressa) custaria trinta reais, pode ser adquirido por aproximadamente doze reais (em alguns casos, até menos) na versão digital… É para se pensar muito!

Bem, voltando ao antigo artigo/matéria do Estadão, entre diversos comentários dos especialistas da área, dois são dignos de (re) citação:

O primeiro comentário foi feito por Sonia Chapman, que, na ocasião da publicação do artigo era diretora-presidente da Fundação Espaço Eco, atualmente pelo que pude verificar, divide-se em diversos projetos também em sustentabilidade, afirmou: “O importante é o uso racional da matéria-prima e energia”. “É a mesma discussão que se tem com os alimentos orgânicos. Se toda a população passar a comer orgânicos, não vai haver terras suficientes para produzir dessa maneira. Não há coleta de lixo urbano que permita só a produção do papel reciclado.”

Foto site Dreamstime

Este comentário nos leva a uma profunda reflexão. De fato, não há terra suficiente para produzir orgânicos para toda a população do planeta. Muito da terra já está comprometido com o solo desgastado por diversos fatores que nem cabe citar neste pequeno artigo. Quanto a coleta de lixo, tudo poderia se resolver com uma reeducação da população e um maior investimento em coleta tanto de lixo comum quanto de material reciclável. Mas a questão do solo é mesmo preocupante. E, provavelmente, irreversível.

A matéria do Estadão terminou afirmando que “a reportagem procurou as ONGs de defesa do meio ambiente Greenpeace e WWF, mas elas informaram que não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

 

Diante disso, o que se pode refletir é o seguinte:

Levando em conta as definições destas ONGs, sendo: World Wide Fund for Nature é uma Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental, anteriormente chamada World Wildlife Fund, nome oficial ainda em uso nos Estados Unidos e Canadá” E Greenpeace é uma organização não governamental de ambiente com sede em Amesterdão, nos Países Baixos, e com escritórios espalhados em mais de 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia do Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.”

É bem preocupante o fato das duas ONGs apenas responderem que “não têm uma avaliação técnica sobre o uso de papel reciclado.”

Como já afirmei, esta reportagem foi feita em 2008 e não foi atualizada, então entende-se que ainda esteja valendo. O principal nisso tudo é perceber a seriedade do tema, não só pelo fato dos dois tipos de papéis geraram diversos problemas ao meio ambiente mas pela carência de novos solos para plantio de alimentos orgânicos.

Vamos refletir melhor sobre isso?

 

A saber: O projeto vampirinho vegano, atualmente tem quatro desenhos animados (disponíveis no YouTube), diversos vídeos de cenas e esquetes gravadas por seis elencos em seis cidades brasileiras (também disponíveis no YouTube e no site oficial do vampirinho vegano), três e-books em português e um em Inglês, além de outros recursos. Todos online. Afinal, defender os animais e o meio ambiente e usar papéis sejam comuns (brancos) ou reciclados para imprimir as histórias seria uma grande incoerência, não acha?

 

Acesse o site oficial e assista aos vídeos e desenhos, clique aqui.

Conheça os e-books que, além de ensinar veganismo de forma lúdica, tem a renda (quando vende) doada aos animais abandonados. Clique aqui

Veganismo: Anna Lou Olivier responde perguntas sobre…

3 de novembro de 2017 2 comentários

Assista em vídeo ou leia o texto na sequência

 

Olá! Eu sou Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) e hoje responderei a 13 perguntas feitas pelo ativista Animadruga. Na verdade é uma entrevista que ele fez, com perguntas bem complexas, que estou respondendo neste post. Quem quiser comentar as perguntas dele e/ou minhas respostas, fique à vontade. Vamos lá responder?

Oi. Se importaria de gravar um vídeo respondendo 13 perguntas sobre direito dos animais e se deveríamos ser éticos? Se puder por favor me avise. São essas:

1- Se podemos matar a fome sem comer os animais, e ainda sermos saudáveis, então por que comer os animais?

R – A desinformação causa este tipo de situação. A maioria das pessoas desconhece que pode se alimentar sem comer nada de origem animal. São poucas as pessoas que se dedicam a explicar sobre veganismo de forma objetiva, há muitas informações desencontradas. Muitos artigos comprovam necessidade de ingerir produtos animais e os artigos que defendem o vegetarianismo/veganismo são escassos e sem grandes fundamentações. Eu, por exemplo, tornei-me vegana estudando Medicina Comportamental, numa aula de Neurologia. Na época eu era ovo-lacto, mas comia carne e peixe esporadicamente. Depois dessa aula, parei de ingerir carne em definitivo e passei a pesquisar mais a fundo. Ao viajar, passava muita fome, pois ninguém sabia o que é veganismo. Em 2010 idealizei o vampirinho vegano que ensina veganismo baseado em Medicina e Nutrição, além dos direitos dos animais. Hoje, este projeto está consolidado em três e-books em Português, um em Inglês, cartilha, camisetas, quatro desenhos animados que fiz sozinha por falta de verba e apoio. Já aconteceu também a Mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis elencos teatrais em seis (cidades) estados brasileiros. Em consideração ao meu prestígio como Dramaturga, eles se apresentaram gratuita e simultaneamente, todos coordenados por mim. A maioria dos elencos se interessou pelo veganismo a partir dos ensaios da minha peça. Isso reforça a ideia de que, se houvesse mais informação bem fundamentada, muitas pessoas se interessariam mais pelo veganismo. E um detalhe importante, nesta Mega-apresentação, só nas apresentações presenciais foram duas mil crianças e mais de duzentos adultos que assistiram. Depois disso, foi postado no site oficial e até hoje está sendo assistido. 

2- Qual critério os veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta pergunta é complexa, na medida em que existem até listas de critérios adotados pelos veganos e justificativas para o veganismo. Sendo assim, seria improdutivo enumerar todos estes critérios. Então, respondendo por mim, na minha opinião, o que precisa acontecer é uma mudança de consciência. As pessoas precisam entender que os animais são seres sencientes que merecem respeito e direito à vida, mas elas também precisam entender que, alimentando-se sem nada de origem animal, estão fazendo bem para a própria saúde delas e para o meio-ambiente. Na minha opinião, isso resume todos os critérios e justificativas para o veganismo.

3- Qual critério os não-veganos adotam para definir quem deva ter direito (a vida e a liberdade)? E por que os não-veganos consideram esse critério relevante?

R – Esta é uma pergunta que deveria ser feita aos não veganos e até mesmo geraria um debate entre os veganos e não-veganos. Mas, da mesma forma que veganos tem lista de critérios e justificativas, os não veganos também tem. Eu acho improdutivo ficar discutindo quem tem razão. Para mim, o mais produtivo é plantar uma nova consciência que é o que faço com palestras e com o projeto Vampirinho Vegano. Todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Acho que isso é bem mais produtivo do que ficar discutindo indefinidamente quem tem ou não razão. Até porque cada um tem seus argumentos e sempre acha que tem razão. Tem até um velho ditado que cita: “você quer ser feliz ou quer ter razão?” Vamos refletir sobre isso?

4- É ético tratar alguém de outra espécie como uma propriedade? Vc se classifica como dona ou como tutora de um animal que cria?

R – Não é ético tratar ninguém como propriedade nem de outra e nem da mesma espécie. Como Multiterapeuta, preciso admitir que não é nada saudável se relacionar com outro ser humano ou animal em nível de posses. No meu caso, não me considero nem dona nem tutora. Para mim, ele é um ser que convive comigo, eu o trato da melhor forma possível e ele escolheu estar comigo. Foi ele que veio a mim, eu não fui buscá-lo. Acho que, se um ser chega à sua porta e pede ajuda, você deve acolher. Foi o que fiz. Só isso. Ninguém é dono de ninguém. Em nenhum nível.

5- Vc concorda que os animais são seres pertencentes a categoria de vulneráveis? Vc concorda que todo uso que se faça de um vulnerável, que não pode consentir, é abuso?

R – Sim, os animais são vulneráveis. E concordo que ninguém em situação de vulnerabilidade deva ser usado ou sofrer bullying ou ser judiado ou morto. Isso inclui crianças, idosos e todos os seres fragilizados. Friso que defendo todos os seres indefesos. E os animais fazem parte da minha defesa.

6- Por que as leis de bem-estar animal vigentes consideram que os animais são bem tratados nos rodeios, abatedouros e laboratórios? Os animais estão tendo os seus interesses respeitados?

R – Não, os animais não estão tendo seus interesses/direitos respeitados. Mas, quanto a Leis, implicaria em explicar algo extremamente complexo que é a política. Como são feitas as Leis, como são defendidas e votadas. Eu levaria horas para explicar tudo. Então, apenas vou resumir que as Leis não são feitas para atender minorias. Elas atendem interesses da maioria considerada dominante e nem sempre são justas. Se tiver interesse em saber mais sobre política, assista este vídeo em que falo resumidamente de minhas pesquisas e de política. https://youtu.be/tSyM018vup0 OBS: É um resumo de diversos debates televisivos em que eu participei, portanto há outros temas terapêuticos e artísticos também. Mas é um vídeo curto, pouco mais de 17 minutos com muita informação, que inclui como funciona o sistema político. Vale a pena assistir.

7- Respeitar os animais deve ser algo moralmente opcional ou moralmente obrigatório? Vc imporia o respeito aos animais ou permitiria o abuso de animais?

R- Eu busco o equilíbrio em tudo. Penso que o equilíbrio é a base para a verdadeira paz. Então penso que nem deve ser opcional e nem obrigatório. Deve ser, como sempre friso, uma mudança de consciência. Se as pessoas são bem informadas e elevam sua consciência, elas mudam moralmente, elas mudam seus costumes. Se elas não se conscientizarem, nada mudará.

8- Uma pessoa que faz sexo com um animal sem o consentimento do animal deveria ser presa?

R – Aqui eu preciso abrir uma reflexão. Antes de se pensar em prisão, punição, é preciso analisar o que levou este indivíduo a se relacionar com um animal. Como Multiterapeuta, já assisti alguns casos de pessoas que se envolveram com animais, se apaixonaram por animais. Não vem ao caso entrar em detalhes, mas há casos em que a pessoa tem um desvio, uma disfunção e precisa de tratamento. Obvio que há casos em que a pessoa age apenas por depravação. Então, é preciso analisar cada caso e entender se a pessoa se relaciona com o animal por ter um desvio/disfunção ou apenas por prazer/devasso. Só depois dessa avaliação, pode-se pensar em punição. Questiono também a prisão que não reabilita ninguém. Ao contrário, em muitas ocasiões, pessoas submetidas ao sistema prisional, acabam mais desajustadas. E ainda há a questão do proibido, então, muitas vezes, a prisão faz o indivíduo se motivar a fazer o proibido justamente pelo risco de ser preso.

Tudo isso deve ser pensado antes de se questionar prender ou não alguém. Não sei se estou me fazendo entender, mas esses são os principais pontos que devem ser analisados antes de se sugerir que alguém seja preso. Até porque, quem conhece o sistema prisional, especialmente no Brasil, sabe bem que prisão quase nunca significa solução… A questão é muito complexa, não dá para explicar em detalhes, mas espero ter elucidado de forma simples esta questão.

9- Uma pessoa que come o corpo de alguém de outra espécie, sem o consentimento desse alguém, deveria ser presa?

R – Levando em conta que já expliquei a questão da prisão, só posso acrescentar que comer produtos de origem animal já é uma prisão, já faz muito mal ao organismo humano e isso só não é mais divulgado por esbarrar em interesses comerciais. Então, quem come carne e outros produtos de origem animal já está escravizado. Acho que, quem deveria ser preso, é o profissional que, sabendo dos bastidores da alimentação, divulga conselhos para as pessoas comerem carne e outros produtos animais. São vários os profissionais considerados renomados que defendem este tipo de alimentação. E ai, como rebatê-los?

Eu não fui a única que assistiu aquela aula de Neurologia, mas fui a única que saiu divulgando o veganismo…Onde estão os outros profissionais que estudaram comigo? E os “renomados” que lançam seus vídeos e, em minutos, viralizam porque tem “audiência garantida” e propagam mitos sobre alimentação com produtos de animais… Porque meus vídeos têm vinte ou trinta visualizações enquanto os deles têm milhões? Tudo isso deve ser questionado antes de imaginar que alguém deva ser preso porque comeu o corpo de um animal. Concorda?

10- Numa sociedade civilizada, as pessoas deveriam ter direito de exercer sua religião sacrificando gatos, galinhas, fazer abate halal e etc.. para os seus deuses? Ou deveriam ser proibidas? Se deve proibir a prática de uma fé quando essa fé visa matar alguém que não quer morrer?

R – A questão religiosa envolve vários pontos. Antes de falar sobre isso, friso que passei por muitas religiões ocidentais e orientais, há muitos anos estudo arqueologia, história e teologia, inclusive estudo as Escrituras em Hebraico. Por isso, penso estar apta a responder esta questão.

Em primeiro lugar, é preciso saber, como já disse no vídeo “Veganismo é religião?”, há diversos segmentos religiosos adeptos do vegetarianismo e veganismo. Há comunidades judaicas, cristãs, espíritas, entre outras que são vegetarianas/veganas, há também adventismo e budismo que pregam vegetarianismo/veganismo dentro de suas crenças, há até segmentos de candomblé/umbanda que seguem o veganismo. Portanto, é perfeitamente possível seguir uma crença religiosa e ser vegetariano/vegano.

Porém, a questão religiosa vai além. Religião significa religação. Houve uma ruptura e há necessidade de religação. É nesta religação que ocorrem rituais e deve-se entender que quem precisa de ritual é o ser humano, não os deuses ou o universo. Entendo que somos regidos por uma força superior, inclusive superior a esta matrix em que vivemos. Esta força superior é pura Luz, se é Luz não precisa de velas, de sangue, comidas, ou seja lá o que for que o ser humano imagina ser necessário. Isso e ritual, quem precisa disso é o ser humano que busca se conectar. Portanto, religação busca conexão e não necessita de nenhum ritual. Em resumo, qualquer ritual é desnecessário, pior ainda se envolver a morte de algum ser. Esta questão é bem complexa. Espero ter explicado de forma resumida. Quem tem interesse em se aprofundar, pode acessar o meu site http://luzdoeterno.eco.br que encontrará muitos temas explicados de forma aprofundada.

11- Culturas tradicionais como touradas, rinhas, circos com animais, farra do boi, vaquejadas, rodeios, charretes, foie gras (figado de ganso), andam sendo proibidas por lei em vários lugares. Impor o fim de tais praticas é um avanço ou regresso? Criar leis para proteger os interesses dos animais melhora ou piora as culturas?

R – Tudo depende da cultura e de cada um, então há culturas (e pessoas) que podem respeitar as Leis, há culturas (e pessoas) que podem desrespeitar justamente pelo prazer de fazer algo proibido. De uma forma geral, como já frisei, há necessidade de elevar a consciência das pessoas. Elevando a consciência, nem há necessidade de Leis, as pessoas passam a ter atitudes mais altruístas e conscientes porque elevaram o nível de pensamento e não porque alguém proibiu por lei.

12- Vc já chegou a preparar/comer versões veganas de feijoada, sushi, moqueca, estrogonofe, vatapá, hamburguer, nugget, salsicha, linguiça, coxinha, lasanha, yakisoba, sopa, risoto, pizza, queijo, bolo, torta, brigadeiro? Se já comeu, as versões veganas são mais gostosas ou menos saborosas que as versões feitas de corpos mortos de animais/secreções de animais?

R – De todas estas comidas que você citou, as que eu comia antes de me tornar vegana, ou seja, sushi, lasanha, bolo e pizza costumam ser mais saborosas na versão vegana. Pratos como estrogonofe, yakisoba e risoto eu comia raramente e parei de ingerir ao me tornar vegana. Comi só uma vez moqueca e não gostei. Nunca comi vatapá nem uma feijoada completa. Estes pratos nunca fizeram parte da minha alimentação. Coxinha eu comia quando era criança, não comi mais na fase adulta. Enfim, para mim, veganismo é mesmo uma nova consciência, inclusive alterando os pratos consumidos.

13- Qual é o melhor argumento contra o veganismo/direito dos animais?

R – Esta também é uma pergunta que envolve o pensar dos não veganos. Mas eu penso que, quando há um bom argumento, o contra-argumento não existe. No meu caso, como já relatei, todas as pessoas que assistiram minhas palestras e/ou viram apresentações do vampirinho vegano se conscientizaram da necessidade de mudança na sua alimentação e na forma de entender a natureza e os animais. Porque eu explico de uma forma tão obvia e bem fundamentada em Medicina, Nutrição , ecologia entre outras áreas que é impossível alguém questionar. Até hoje, só algumas pessoas questionaram a necessidade divulgada pela Ortomolecular que cita o sangue tipo O necessitado de carne para obter saúde, mas eu tenho argumentos convincentes para isso também. Então, o questionamento para quando a explicação é completa e bem fundamentada. Penso que falta esta abordagem ampla para que mais pessoas entendam o veganismo e se tornem veganas conscientes.

Bem, espero ter respondido bem suas questões, animadruga. Fique à vontade para comentar. Quem tem dúvidas, comentários ou perguntas pode escrever aqui, clique aquiQuem quer saber mais pode acessar:

http://soluavampirinhovegano.com.br

http://anavegana.loudeolivier.com

http://loudeolivier.com

Assista esta entrevista em vídeo

 

ou neste link: https://youtu.be/HRabZN6uTao

Testes em animais: Muita dor para nenhum resultado afirma Lou de Olivier

19 de julho de 2017 Deixe um comentário

Este artigo é um pouco antigo, mas continua atual. Aborda de forma aprofundada a inutilidade dos testes em animais. Na ocasião em que foi escrito, este artigo foi publicado em grandes portais como Agência O Globo e ANDA

 

e teve ótima repercussão. Porém, como até hoje continua a discussão sobre a aprovação ou não da abolição de testes em animais por faculdades e universidades, no momento, com todos esperando a assinatura de Geraldo Alckmin (projeto 706/2012, autoria de Feliciano Filho)em relação a cobaias, é importante relembrar este artigo que trata com argumentos sérios a polêmica da  utilização de animais. E prova porquê não há nenhuma necessidade nem resultados nestes experimentos científicos.

Utilização de animais em experimento científico: Muita dor para nenhuma utilidade!

Lou de Olivier mostra, de forma objetiva e fundamentada, porque os testes em animais são abusivos, ultrapassados e, em especial nos estudos do Autismo, são totalmente imprudentes e desnecessários:

 

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”. Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu, nascido na Polônia, Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluía alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são *toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, *neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirurgia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essenciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, comprometendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

*A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium (porco) ou da Taenia saginata (boi), no intestino delgado do homem. A cisticercose é causada pela larva da Taenia solium nos tecidos e a neurocisticercose é quando atinge o SNC (Sistema Nervoso Central). A cisticercose causada pelo boi é rara mas também ocorre no ser humano. Toxoplasmose é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii por ingestão de carne crua ou mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro ou por contato direto com fezes de gatos infectados.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem: http://anavegana.loudeolivier.com/

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Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista sócio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

Este artigo foi publicado em 03/02/2016 pelo Portal ANDA. Leia, clicando aqui. E publicado em 12/02/2016 por diversos portais, destacando-se Agência O Globo. Leia, clicando aqui

 

Solua, o vampirinho vegano liberado para montagens teatrais gratuitas.

24 de maio de 2017 4 comentários

Solua ensina, de forma lúdica, veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição e mostra, de forma educativa e muito divertida, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida, além da importância de uma boa e saudável alimentação. O vampirinho vegano trata a todos com carinho, respeito e muito amor.

É um pacifista que ensina o amor como arma para a melhoria de vida para todos e a conquista da verdadeira paz entre todos os seres!

 

Desde 2010 quando foi idealizado até hoje já são dois contos, duas peças teatrais, quatro desenhos animados, cartilhas, e-books, bloquinhos, camisetas, gincanas e até a mega-apresentação teatral que reuniu seis grupos teatrais e foi levada à mais de duas mil crianças em seis cidades brasileiras. Tudo isso (incluindo os brindes) tem sido oferecido gratuitamente em eventos presenciais. E está disponível para visualizações na Internet em diversos vídeos de elencos e também nos desenhos animados.

 

Agora, Lou de Olivier inova mais uma vez. Ela decidiu liberar o texto dos esquetes para que possam ser encenados em eventos e/ou escolas, desde que sejam respeitadas algumas regras. O texto deve ser ensaiado e apresentado na íntegra, sem cortes e sem acréscimos, as apresentações devem ser gratuitas e sem nenhum interesse comercial, apenas levar o veganismo a todos e a autoria de Lou de Olivier deve ser citada em toda a divulgação impressa e/ou digital (flyers, banners, etc.).

 

O texto está resumido de forma dinâmica para apenas dois atores, então é possível encená-lo em duplas. Em caso de grupos que tenham estrutura para ensaios e apresentações de todas as personagens, há possibilidade de montagem de uma das peças teatrais na íntegra. Interessados devem escrever para equipe@loudeolivier.com solicitando a senha para download do esquete e/ou informações sobre as peças teatrais na íntegra.

 

Os ensaios e apresentações que forem comunicados à equipe com antecedência (enviando fotos, vídeos, etc.), serão incluídos no site oficial e amplamente divulgados, sendo assim, uma ótima forma de promover as duplas, grupos e eventos participantes e o principal, levar o veganismo bem fundamentado e pacifista ao máximo possível de crianças (e adultos também).

 

Esta é mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier, sem patrocínios, sem vínculo político ou religioso, apenas a intenção de melhorar o mundo para que todos vivam em paz. Conheça todo o projeto, todas as apresentações, vídeos de elencos, desenhos e muito mais no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

 

Conheça também a loja virtual solidária, diversos e-books a preços populares e toda a renda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos. Acesse: http://loudeolivier.com.br/

Vampirinho vegano de Lou de Olivier invade a Zona Norte de São Paulo – Brasil

Depois do grande sucesso da mega-apresentação teatral vegana que aconteceu simultaneamente em diversas cidades brasileiras, Lou de Olivier está levando o projeto para diversos locais de São Paulo – SP, sempre com a nobre intenção de ensinar veganismo de forma lúdica e bem fundamentada, o que inclui além do amor aos animais, o amor e o respeito ao meio ambiente e a todos os tipos de vidas. E, desta vez, a boa ação não foi só na apresentação do evento. O ingresso foi um saco de areia de quatro quilos para gatos e toda a arrecadação foi doada aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels.

O local escolhido para iniciar esta nova jornada do projeto vampirinho vegano foi a Zona Norte, em parceria com o Cipen Cursos, que recebeu, neste domingo, dia 07 de maio de 2017, uma produtiva visita do vampirinho vegano por intermédio de desenhos animados, gincana com distribuição de brindes como cartilhas, bloquinhos e camisetas do vampirinho vegano e também uma animada sessão de pintura com lápis de cor. Todas estas atividades divertem e também educam as crianças, cita Lou de Olivier.

A apresentação ainda teve uma palestra resumida proferida por Lou de Olivier, para os adultos que acompanhavam as crianças, sobre os benefícios do veganismo para o meio ambiente, para o organismo humano e para a conquista da verdadeira paz entre todos os seres. Ao final, o jornalista Erasmo de Oliveira que coordena o Projeto Animangels falou um pouco sobre adoção responsável.

A plateia seleta e atenta gostou muito das informações recebidas e as crianças vibraram com os desenhos e as atividades do vampirinho vegano.

Foram arrecadados trinta e seis quilos de areia que já foram levados aos gatinhos. A ideia é repetir o evento periodicamente até mesmo para que as pessoas possam criar o saudável hábito de sair num domingo para diversão e aprendizado de uma nova forma de entender a natureza e os animais.

Saiba mais sobre o Projeto Multimídia Solua, vampirinho vegano, assista aos desenhos animados, a muitos vídeos de ensaios e apresentações, além de conhecer e-books e muito mais em seu site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

Saiba mais sobre veganismo bem fundamentado, com dicas de alimentação e beleza vegana, no site Ana Vegana: http://anavegana.loudeolivier.com/

Conheça o Projeto Animangels: https://animangels.wordpress.com/

Saiba mais sobre o Cipen Cursos: http://www.cipencursos.com/

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