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Solua, o vampirinho vegano liberado para montagens teatrais gratuitas.

24 de maio de 2017 4 comentários

Solua ensina, de forma lúdica, veganismo fundamentado em Medicina e Nutrição e mostra, de forma educativa e muito divertida, a necessidade de respeito à natureza e a todo tipo de vida, além da importância de uma boa e saudável alimentação. O vampirinho vegano trata a todos com carinho, respeito e muito amor.

É um pacifista que ensina o amor como arma para a melhoria de vida para todos e a conquista da verdadeira paz entre todos os seres!

 

Desde 2010 quando foi idealizado até hoje já são dois contos, duas peças teatrais, quatro desenhos animados, cartilhas, e-books, bloquinhos, camisetas, gincanas e até a mega-apresentação teatral que reuniu seis grupos teatrais e foi levada à mais de duas mil crianças em seis cidades brasileiras. Tudo isso (incluindo os brindes) tem sido oferecido gratuitamente em eventos presenciais. E está disponível para visualizações na Internet em diversos vídeos de elencos e também nos desenhos animados.

 

Agora, Lou de Olivier inova mais uma vez. Ela decidiu liberar o texto dos esquetes para que possam ser encenados em eventos e/ou escolas, desde que sejam respeitadas algumas regras. O texto deve ser ensaiado e apresentado na íntegra, sem cortes e sem acréscimos, as apresentações devem ser gratuitas e sem nenhum interesse comercial, apenas levar o veganismo a todos e a autoria de Lou de Olivier deve ser citada em toda a divulgação impressa e/ou digital (flyers, banners, etc.).

 

O texto está resumido de forma dinâmica para apenas dois atores, então é possível encená-lo em duplas. Em caso de grupos que tenham estrutura para ensaios e apresentações de todas as personagens, há possibilidade de montagem de uma das peças teatrais na íntegra. Interessados devem escrever para equipe@loudeolivier.com solicitando a senha para download do esquete e/ou informações sobre as peças teatrais na íntegra.

 

Os ensaios e apresentações que forem comunicados à equipe com antecedência (enviando fotos, vídeos, etc.), serão incluídos no site oficial e amplamente divulgados, sendo assim, uma ótima forma de promover as duplas, grupos e eventos participantes e o principal, levar o veganismo bem fundamentado e pacifista ao máximo possível de crianças (e adultos também).

 

Esta é mais uma iniciativa pioneira de Lou de Olivier, sem patrocínios, sem vínculo político ou religioso, apenas a intenção de melhorar o mundo para que todos vivam em paz. Conheça todo o projeto, todas as apresentações, vídeos de elencos, desenhos e muito mais no site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

 

Conheça também a loja virtual solidária, diversos e-books a preços populares e toda a renda doada aos animais abandonados e a projetos filantrópicos. Acesse: http://loudeolivier.com.br/

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

11 de maio de 2017 1 comentário

A linha tênue entre proteger e maltratar animais

By Lou de Olivier

No Rio de Janeiro, segundo a reportagem do Noticiário “Documento Verdade” – Rede TV: Polícia vai à casa de acumuladora de animais e registra cenas assustadoras”. De fato, o vídeo mostra a repórter tentando uma entrevista e, diante da recusa da moradora, a polícia é acionada e, desta vez, a entrada é permitida. No interior da casa, cenas chocantes. São sessenta gatos e dez cachorros, todos muito sujos, maltratados e a casa tem lixo (e fezes) acumulado por todos os lados. Porém, é possível verificar que os cães estão em uma área ao ar livre, isolados dos gatos. E há muitos potinhos de comida, além de vários sacos de ração, um deles quase cheio, o que demonstra que a mulher ao menos alimentava os animais.

Depois da vistoria, a cuidadora é presa e levada sob acusação de maus-tratos, enquanto o Psiquiatra Marcelo Piquet relata as características do “Transtorno de acumulador compulsivo”, o que, no meu entender, é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo, mas isso é tema para outro artigo… O detalhe é que, me parece, a mulher não foi examinada e ninguém, além de um dos investigadores, percebeu que ela também vive nesta sujeira toda. Talvez, invés de ser presa, fosse mais humano levar esta senhora ao Psiquiatra que tão bem relatou os sintomas e que poderia ajudar esta mulher a entender o mal que estava causando aos animais e a ela mesma, além da vizinhança também prejudicada.

Em outro ponto do país, em Alagoas, segundo matéria da Gazeta Web, outra mulher colocou um dos nove filhotes de cachorro (sob seus cuidados) dentro de uma máquina de lavar e, após todo o processo de lavagem, percebendo que o cãozinho ainda estava vivo, ela o jogou na tubulação de esgoto. Vizinhos retiraram o cãozinho do esgoto e acionaram uma ONG que o resgatou junto aos seus oito irmãozinhos, na tarde desta terça-feira (9). Os filhotes foram encaminhados para a sede da ONG e o caso foi denunciado à Comissão do Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas. Porém, no vídeo, a mulher que tentou matar o cãozinho aparece se justificando e até ironizando a situação. E dá para perceber que o cãozinho não deve ter resistido pois está já desfalecido no colo da pessoa que o resgatou…

Diante desses dois fatos, é preciso analisar quem, de fato, agiu de má-fé. A senhora já de idade que acumulou muitos animais e não teve como cuidar deles ou a outra que colocou de propósito o filhote na máquina de lavar?

O que precisa ser pensado é porque se quer adotar um animal. Há quem adote por pena do animal, há quem adote para ter companhia ou desestressar e o que quase sempre ocorre é a adoção por impulso, porque o animal aparece na porta da casa ou porque é encontrado abandonado em algum local. Num impulso, a pessoa o leva para casa e depois de um tempo descobre que não tem habilidade ou tempo ou paciência para cuidar e ai pensa em abandonar ou se livrar do bichinho…

É preciso também ter consciência e limites na hora de adotar um animal. Do ponto de vista terapêutico e até mesmo pelo lado material/físico, o ideal é que cada cuidador tenha um único animal, (no máximo dois animais) Desta forma é possível cuidar bem do animal, numa relação de carinho, sem se sobrecarregar e sem o animal se sentir rejeitado, o que acontece muito quando se tem muitos animais e poucos cuidadores. Se uma pessoa tem boas condições financeiras e pode pagar alguém para cuidar do animal enquanto ela trabalha/se ausenta ou quando a família é grande, pode-se adotar mais animais. Porém, uma pessoa sozinha, como é o caso da senhora do Rio de Janeiro, não deve adotar mais do que um, no máximo, dois animais. Senão passa de protetora a “acumuladora” porque, em algum momento, perderá as rédeas da situação e a sociedade não pensa duas vezes para julgar e condenar, ainda que a intenção da pessoa tenha sido das melhores.

É difícil prever o futuro, especialmente num país como o Brasil, mas se uma única pessoa adotar muitos animais, é provável que, em algum momento, não consiga cuidar deles. Aliás, alguns idosos mal conseguem cuidar de si mesmos e, nesses casos, deve haver alguém da família que possa ajudar. Deve haver também uma grande conscientização do que é adoção e posse consciente, sobre castração, evitando assim que os animais procriem indiscriminadamente e isso justifique colocar um dos filhotes numa máquina de lavar roupas.

A realidade é que muitas pessoas não tem noção do que é uma vida, seja ela humana, animal ou mesmo vegetal. São diferentes tipos, mas são vidas e precisam ser preservadas, no mínimo, respeitadas. Se não se pode cuidar de um animal, é melhor colocá-lo para adoção do que abandoná-lo ou tentar matá-lo. Sem dúvida a raça humana ainda tem muito a aprender. E, enquanto aprende é mais prudente que se afaste dos animais e de todas as vidas.

Saiba mais sobre adoção consciente, acesse Animangels, clique aqui

Saiba sobre veganismo, alimentação saudável e respeito a todas as vidas, acesse Ana Vegana, clique aqui e Solua, Vampirinho Vegano, clique aqui

Leia e assista aos vídeos:

Caso Rio de Janeiro: Rede TV, clique aqui. Publicado também no Portal ANDA, clique aqui

Caso Maceió: Gazeta Web, clique aqui. Publicado também no Portal Olhar Animal, clique aqui

 

 

 

Vampirinho Vegano na mídia (apresentação Zona Norte)

10 de maio de 2017 Deixe um comentário

Publicamos esta nota de agradecimento aos 33 (trinta e três) veículos de comunicação que publicaram notas/releases sobre a apresentação de Lou de Olivier (vampirinho Vegano na zona norte de São Paulo – SP – Brasil, neste domingo, dia 07/05/2017.  Como não podemos citar todos os blogs, jornais eletrônicos e agências de notícias que publicaram, citamos aqui os links da Agência O Globo, clique aqui e The São Paulo Times, clique aqui. Agradecimentos também ao Jornal Rola no Brasil (What’s up in Brazil) que publicou nota, clique aqui e aos outros 31 (trinta e um) veículos que prestigiaram o evento, noticiando a apresentação.

Fotos e detalhes desta e de outras apresentações, palestras e eventos podem ser acessados no site oficial:  http://soluavampirinhovegano.com.br/

Agradecimentos também aos sites e blogs que noticiaram antes do evento ocorrer,cloaborando assim com nossa divulgação. São eles:

Noticias da Lou, clique aqui  e aqui

Olhar animal, clique aqui

Mimi Veg, clique aqui

Eventos Veganos Divulgação, clique aqui

Eventos Veganos Veggi&Tal, clique aqui (Obs: O link para este site está quebrado, aguardamos que retorne para indicá-lo aqui)

Vampirinho vegano de Lou de Olivier invade a Zona Norte de São Paulo – Brasil

Depois do grande sucesso da mega-apresentação teatral vegana que aconteceu simultaneamente em diversas cidades brasileiras, Lou de Olivier está levando o projeto para diversos locais de São Paulo – SP, sempre com a nobre intenção de ensinar veganismo de forma lúdica e bem fundamentada, o que inclui além do amor aos animais, o amor e o respeito ao meio ambiente e a todos os tipos de vidas. E, desta vez, a boa ação não foi só na apresentação do evento. O ingresso foi um saco de areia de quatro quilos para gatos e toda a arrecadação foi doada aos dezesseis gatinhos cuidados pelo Projeto Animangels.

O local escolhido para iniciar esta nova jornada do projeto vampirinho vegano foi a Zona Norte, em parceria com o Cipen Cursos, que recebeu, neste domingo, dia 07 de maio de 2017, uma produtiva visita do vampirinho vegano por intermédio de desenhos animados, gincana com distribuição de brindes como cartilhas, bloquinhos e camisetas do vampirinho vegano e também uma animada sessão de pintura com lápis de cor. Todas estas atividades divertem e também educam as crianças, cita Lou de Olivier.

A apresentação ainda teve uma palestra resumida proferida por Lou de Olivier, para os adultos que acompanhavam as crianças, sobre os benefícios do veganismo para o meio ambiente, para o organismo humano e para a conquista da verdadeira paz entre todos os seres. Ao final, o jornalista Erasmo de Oliveira que coordena o Projeto Animangels falou um pouco sobre adoção responsável.

A plateia seleta e atenta gostou muito das informações recebidas e as crianças vibraram com os desenhos e as atividades do vampirinho vegano.

Foram arrecadados trinta e seis quilos de areia que já foram levados aos gatinhos. A ideia é repetir o evento periodicamente até mesmo para que as pessoas possam criar o saudável hábito de sair num domingo para diversão e aprendizado de uma nova forma de entender a natureza e os animais.

Saiba mais sobre o Projeto Multimídia Solua, vampirinho vegano, assista aos desenhos animados, a muitos vídeos de ensaios e apresentações, além de conhecer e-books e muito mais em seu site oficial: http://soluavampirinhovegano.com.br/

Saiba mais sobre veganismo bem fundamentado, com dicas de alimentação e beleza vegana, no site Ana Vegana: http://anavegana.loudeolivier.com/

Conheça o Projeto Animangels: https://animangels.wordpress.com/

Saiba mais sobre o Cipen Cursos: http://www.cipencursos.com/

Esta semana o vampirinho vegano estará na zona Norte de São Paulo – Brasil

É esta semana e todos são bem-vindos!

LOU DE OLIVIER PROFERE PALESTRA MEMORÁVEL SOBRE VEGANISMO

23 de março de 2017 2 comentários

Operação Carne Fraca, o outro lado da questão

19 de março de 2017 Deixe um comentário

Existe uma tendência natural (ou proposital?) de se perceber sempre e apenas o lado ruim das situações. Esta forma distorcida da realidade tem sido plantada pela mídia há muitos anos. E conduz o público leigo a pensar sempre como se tudo fosse uma grande tragédia e não houvesse nenhum bem nos acontecimentos. Especialmente aqui no Brasil.


 A bola da vez é a “Operação Carne fraca”. Segundo a Revista Época (REDAÇÃO ÉPOCA

18/03/2017 – 14h59),De acordo com a Polícia Federal, ao menos 30 empresas produtoras de carne no Brasil adulteravam a data de validade dos produtos comercializados. Para mascarar a aparência e o cheiro ruim da carne vencida, eram usados produtos químicos – o ácido ascórbico, substância potencialmente cancerígena. As empresas também injetavam água nas peças, para aumentar o peso dos produtos, e acrescentavam papelão no preparo de embutidos. As carnes chegavam aos supermercados graças ao pagamento de propina a fiscais do Ministério da Agricultura, que afrouxavam a vigilância. Nem sempre a propina envolvia dinheiro – até mesmo caixas de carnes, frango e botas foram dadas como forma de pagamento pela vista grossa das autoridades”.

 A matéria segue com diversas informações, no mínimo, dúbias mas vamos analisar esta primeira sequência: Sobre a questão da carne vencida, mascarada e o papelão nos embutidos (que por sinal, não é só papelão, há muitas outras substâncias nos embutidos que fazem o papelão ser apenas um detalhe)… Esta não é uma nova informação. Eu soube disso há uns quinze anos, quando tornei-me ovo-lacto-vegetariana (sujeita a recaídas) e desde então passei a divulgar informações. Ao me tornar vegana em definitivo, em 2010, criei o site Ana Vegana, o Projeto Solua Vampirinho Vegano e intensifiquei as publicações e divulgações de forma multimídia. Assim como eu, inúmeras pessoas conscienciosas escrevem artigos, falam em entrevistas e o que espanta não é a recente “descoberta” amplamente divulgada pela mídia e sim o fato do público só agora tomar conhecimento disso.

O que faltou para este mesmo público saber disso muitos anos antes? Faltou o público ler mais, se informar mais e, acima de tudo, parar de esperar a “grande mídia” noticiar. Infelizmente, a maioria só acredita no que a “grande mídia” divulga. O que os leigos não sabem é que a “grande mídia” só divulga o que é pago ou tem interesse direto ou até mesmo o que não bate de frente com os patrocinadores ou dirigentes. Por isso, dificilmente, se encontra uma informação dessas de imediato. Quando é divulgada já se passaram muitos anos e a divulgação ocorre quando já não se tem mais como consertar a situação ou não dá mais para esconder.

Outra análise que se faz necessária: Este fator de adulteração de datas é uma prática comum a inúmeros estabelecimentos, isso inclui supermercados, hipermercados e praticamente todos os grandes estabelecimentos que lidam com perecíveis. Cabe ao comprador estar atento e observar o que está comprando quanto ao aspecto, cheiro e outros detalhes e não se informar apenas pela data de validade.

Concordo que esta adulteração de datas é uma ação ruim dos estabelecimentos. Porém os veículos midiáticos esquecem (ou não tem interesse) em divulgar que diversas redes de supermercados tem duas ações que considero muito boas.

A primeira é oferecer alimentos fracionados, frutas, legumes e até verduras são escolhidos, retiradas suas partes estragadas e vendidas cortadas, ou seja, aproveita-se a parte boa do alimento e vende-se de forma mais barata em partes menores. Outra ação é que se pode encontrar em todas as seções, (alguns supermercados tem uma seção específica) produtos com data próxima do vencimento com descontos de até 50%. Isso deveria ser amplamente divulgado, mas não é porque o interesse é sempre mostrar o lado ruim de tudo. O que é bom só acontece no exterior, segundo a mídia, o que é um equívoco. Quem conhece e/ou tem contato com o exterior, sabe que por lá as coisas também não são tão maravilhosas. A diferença está na “venda da ideia” de que o exterior é um paraíso e o Brasil é um inferno quando, quem tem mais percepção sabe que o mundo está em crise, o planeta agoniza em todos os sentidos. E a questão está fora de controle para todos, não só para os brasileiros.

Finalizando este artigo que já está meio longo, tão logo se noticiou esta Operação Carne Fraca, surgiram inúmeras manifestações de veganos e vegetarianos satirizando os carnistas, rindo muito da situação de quem ingere carne. A única observação que faço é verifiquem o que vocês veganos e vegetarianos ingerem, invés de rir dos carnistas. Se um vegano ingere alimentos com agrotóxicos ou embutidos, congelados e outros alimentos industrializados e questionáveis, não está longe do que os carnistas ingerem. Além disso há questões que envolvem o clima, a escassez de água e de alimentos que está crescendo de forma assustadora, novas “doenças” que surgem justo por meios que deveriam curá-las… interesses manipulados por uma cúpula que busca poder e domínio do planeta a qualquer preço. E, já que não se pode alterar isso, porque foge ao nosso poder de decisão, a melhor atitude é entender tudo como bom e produtivo. No caso desta operação carne fraca, inúmeras pessoas se tornarão vegetarianas ou até veganas, ainda que pelo medo e asco. E isso será bom para elas, para o planeta e para os animais. Além disso, muitas outras “descobertas” serão divulgadas e isso também será bom para todos.

Vamos refletir sobre isso?

Saiba mais sobre veganismo consciente, acesse o site Ana Vegana, clique aqui

Conheça o Projeto Mutimídia Solua, vampirinho vegano, clique aqui

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